Desvendando a Reencarnação e as formações de transtornos mentais!

Texto BASEADO na palestra de Anete Guimarães – Mecânica da Reencarnação.

Ao contrário do que muitos acreditam, a reencarnação não acontece na fecundação, pois a fecundação é o início de uma única célula ainda a se multiplicar. Desta forma, o espírito pronto ao reencarne ainda se apresenta na forma de corpo fluídico e raciocina como adulto de uma existência anterior.

Após o nascimento do bebê, a formação corporal não está completa como se imagina, ainda há inúmeros fatores a se desenvolver neurológica e organicamente.

Portanto é seguro afirmar que a encarnação só se completa em si aos sete anos quando todo os sistemas orgânicos estão completos.

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Muito se especula a respeito do sono do bebê, porém o que de fato ocorre? Estaria o espírito ainda no plano astral enquanto seu corpo repousa?

Não! o espírito permanece junto a família, principalmente a mãe que é o elo principal pós nascimento. Caso falte a mãe a pessoa que assume o controle será o elo do recém-nascido.

Assim o bebê dormindo está desdobrado como qualquer adulto em estado de sonolência, e passa a viver e interagir com a família ainda do lado de fora do corpo, porém como consciência de adulto de uma vida anterior.

Existindo problemas no seio familiar na formação inicial também afeta o bebê de forma trágica, a qual até então as pessoas não percebem, a seguir veremos como isso pode prejudicar uma pessoa no desenvolvimento da adolescência pra frente, mas com problemas enraizados desde a fecundação.

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Em situações onde a criança nasce com problemas ou prematuramente e precise ficar no isolamento de uma UTI neonatal, mesmo com risco de contaminação, os pais imediatamente são chamados para acompanhar e conviver com o bebê para que seu corpo tendo contato com os pais e ouvindo suas vozes, seus sistema imunológico automaticamente reage positivamente, auxiliando-o no melhoramento mais rápido.

Mas e o fato da criança não ter memoria longa, como procede esta informação?

Voltando ao início do estudo, o espírito não está encarnado por completo, e participa com mente de adulto externamente, os bons cuidados e a família reunida num mesmo pensamento faz com que o espírito ganhe força e consiga mentalmente emanar fluidos ao corpo físico auxiliando-o na recuperação breve.

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Formação do EU – de 0 ( zero) à 6 (seis) meses: quando o bebê descobre a sua individualidade, reconhece seu corpo e sua capacidade de movimentar-se. A intenção produz o resultado!  Podemos entender que o EU é a base da personalidade.

Problemas na estruturação do EU fará com que haja problemas de alta gravidade, as quais conhecemos como insanidade (desagregação total de personalidade). Há necessidade de internação, oferece riscos a si e a sociedade. Alguns exemplos: oligofrenia, esquizofrenia paranoica, doenças as quais o paciente é considerado pela medicina e psiquiatria atual como ameaça para si mesmo e para outrem, aí a necessidade de internação.

Nesta fase de seis meses para cima, o bebê passa a se relacionar, assim as obrigações corporais vão aumentando a medida que ele cresce.

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Formação de Relacionamento – 6 (seis) meses a 4 (quatro) anos de idade: é a fase onde se desenvolve a memória de longo prazo, se inicia então a fase de estranhamento ao OUTRO. E o bebê percebe que existe ele, os próximos de sempre, os de vez em quando e os estranhos, fase neurológica se desenvolvendo e ele começa a separar ele do outro.

Aqui também conclui a formação das células e estruturas nervosas do corpo, e o desenvolvimento da memória de longo prazo.

Problemas no desenvolvimento nesta fase, gerará transtornos de média a alta gravidade, onde acontecem surtos havendo possível internação aliado a medicação de controle. Exemplos: esquizofrenia clássica e alguns casos de psicoses controlado por medicações de uso continuo, havendo falha no uso da medicação e posteriormente surtos, existe a internação esporádica.

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Um exemplo de desenvolvimento de problemas nesta fase, são discussões entre pais, que quando o filho tem certa idade e já fala os pais evitam discutir na frente para que o pequeno não venha reproduzir as cenas desencadeadas de um momento de raiva entre o casal. Porém, antes desta idade, muitos pensam: “ele não fala, não raciocina ainda, não tem problema!” – TEM!

Quem está acompanhando é o espírito e não necessariamente o cérebro em formação. E este espírito presencia tudo e entende perfeitamente o que acontece e ao passar o tempo ele vai guardando na memória inicial que se desenvolve, então prevenção quanto aos pensamentos, palavras e ações nesta fase é de suma importância para que não resulte em problemas sérios posteriores.

Mas como um pensamento de espírito adulto pode interferir em um bebê?

A partir do momento que o espírito pensa como um adulto, sofre como um adulto e reage como um adulto, passa impressões muito fortes ao corpo físico do bebê e este em desenvolvimento poderá a desenvolver células defeituosas, afetará o desenvolvimento mais importante – do cérebro – onde a formação da personalidade se constrói  e causar distúrbios de alta gravidade que irão se manifestar a frente, conforme ele crescer e terminar seu desenvolvimento físico, neurológico e cessar o processo de reencarne. Até lá estará ele a disposição de tudo que os pais e adultos próximos lhe proporcionar.

Não que se dê respaldo a praticar atitudes abomináveis deste tipo para uma criança acima de 5 anos, pois a repetição e o stress causará sim transtornos de grau de média gravidade, desequilíbrios eletroquímicos, que em uma idade mais avançada irão aparecer, e necessitarão de medicação para controle.

Dica: uma maneira muito positiva de incentivar o desenvolvimento positivo das três primeiras fases da criança é colocar Mozart para que ela escutar, devido a formação neurológica que se finda aos quatro anos, durante este tempo a música influenciará muito no afloramento das células neurais.

Entre os três e quatro anos a criança começa a exercitar os julgamentos de valores, onde ela distingue quem ela gosta e quem ela não gosta, estabelecendo as hierarquias, e reconhecimentos dos “outros”.

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 Formação de Relacionamentos Afetivos Motivacionais – 4 anos a 7 anos de idade: quando a criança consegue graduar a diferença das emoções aos que estão em volta. Fase de equilíbrio químico. Fase do desenvolvimento do humor e das emoções que são de natureza química e não eletromagnética.

O cérebro possuí dupla linguagem: a elétrica e a química, exemplo: quando você reconhece a forma, cor, tamanho você usa a linguagem eletromagnética, mas quando você questiona se gostou e gradua hierarquias isso pertence a linguagem químico.

Sendo assim, desequilíbrios nesta fase gerará transtornos de natureza química: transtorno bipolar, depressão, TOC – Transtorno Obsessivo Compulsivo – (deficiência em neurotransmissores), alguns casos de depressão, transtorno bipolar e transtornos das emoções.

Tratado através de medicamentos que equilibrem o distúrbio químico como serotonina, gaba (medicação do cérebro anti-ansiedade própria), catecolamina (As catecolaminas mais abundantes são a adrenalinanoradrenalina e dopamina. Como hormônios, são libertadas pela glândula suprarrenal em situações de stress, como stress psicológico ou hipoglicemia), etc. Aqui então cabe o uso da medicação porém dispensa-se a internação.

Espiritualmente falando, nesta fase do desenvolvimento você expressar a uma criança que não possui afeição por ela ou ser mais extremo como dizer “eu odeio você, você é um fardo para mim!” não surtirá tanto efeito como a um bebê, para criança acima de 5 anos, ela entende: “mamãe está nervosa”. Já para um bebê que o espírito pensa como adulto sentirá como adulto e sofrerá como se comparando a um deficiente tetraplégico dependente.

Aqui nesta etapa cessa a grande multiplicação de neurônios, e o espírito se liga ao corpo pelo cérebro.  Então as exigências do corpo e do cérebro são maiores, então no desdobramento este espírito já é uma criança e não mais pensa como adulto, começa a se desligar as lembranças aos poucos e a interação com a vida e o meio faz com que adormeça a lucidez espiritual, que só é acessada no sono.

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Formação Psicológica: acima dos 7 anos – Fase onde você usa tudo que conheceu até então no seu dia-a-dia. Onde começa o relacionamento com os demais.

Havendo problemas nesta fase, como traumas gerará transtornos psicológicos. Que é um transtorno de uso da personalidade. Aqui não cabe medicação e sim acompanhamento psicoterápico para sanar os problemas. Chamados também de transtornos afetivos emocionais, que são quando não se sabe usar o humor ou personalidade: neuroses, psicoses, transtornos de ansiedade, que envolvem conflitos da personalidade e o uso propriamente dito da personalidade desenvolvida. Em casos raros a medicação usada neste caso mas muito especifica para caso especifico seria um calmante, remédio para o sono, ansiolítico leve.

Muito comum nesta fase o descobrimentos da síndrome de hiperatividade cerebral.

Após os 7 anos o sistema neurológico está pronto, assim no espiritismo conhece essa fase como fechamento do primeiro nó. Quando fecha-se o canal mediúnico total ou parcial da criança.

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O raciocínio adulto do espírito finda-se variando conforme a necessidade e missão da criança. Após os 7 anos o espírito então se torna “Alma”, momento em que a junção do espírito está fixada ao corpo através da glândula pineal.

A esse grande evento fica registrado o fechamento do primeiro nó da vida, que o acompanhará a cada ciclo de sete anos, começando assim a evolução deste espírito em uma nova condição de vida – Resgates.

O raciocínio adulto do espírito finda-se variando conforme a necessidade e missão da criança. Após os 7 anos o espírito então se torna “Alma”, momento em que a junção do espírito está fixada ao corpo através da glândula pineal. A esse grande evento fica registrado o fechamento do primeiro nó da vida, que o acompanhará a cada ciclo de sete anos, começando assim a evolução deste espírito em uma nova condição de vida – Resgates.

Mas o que são esses nós?

Nó fisicamente falando é explicado pelo ciclo de sete anos onde o corpo se transforma na estruturação celular, ou seja as células se transformam por completo a cada ciclo de 7 anos com exceção dos neurônios.

Espiritualmente falando, são ciclos completados no crescimento do ser que influenciará o próximo desenvolvimento, fazendo com que a evolução flua e que seus gostos mudem, suas aptidões floresçam e que ele possa de forma significativa ir modificando opiniões, conceitos, perdendo medos, encorajando-se e assim abrindo um leque de evolução não experimentado antes que terá como guia a linha do destino.

Devemos também trabalhar com hipótese de um espírito vir por alguma relação cármica com potencial de transtorno mental. Se a família tendo consciência destes estágios de formação mental e reencarnatório, poderá propiciar um ambiente seguro a este espírito reencarnante, e passando ele o primeiro estágio bem, poderá apenas ter um leve transtorno, ou ainda melhor, a família imbuída de amor conseguir auxilia-lo a passar bem os dois primeiros estágios, ajudando assim o ser a diminuir sua dívida, pelo enlace amoroso e instruir aquele ser a ser altruísta, a crescer bem, ser uma pessoas de boa índole, etc. Estará ali uma oportunidade da família ajudar a transformar um carma em um darma.

Podendo então ajudar a atenuar estas situações devidos ao livre-arbítrio que interage no carma e no destino do ser que está sob nossa tutela.

“Ah! mas não tenho filhos, ou já cresceram” Mas tem netos, sobrinhos, afilhados, filhos de amigos, etc. Você pode ajudar a transformar, somos agentes transformadores! A reencarnação não serve apenas para mostrar ou explicar um passado, ela está acontecendo no tempo presente, próximo, e você já fez parte deste processo, e está vivendo! Como você cresceu e passou por isso? Normalmente tentamos modificar para com nossos próximos algo que não foi bom ou não tanto gostaríamos que fosse, e tentamos melhorar com nossos filhos, e cabe a nós termos consciência e atuar no presente.

Pensando assim, conforme na palestra da Anete, Deus é justo e misericordioso, assim não sofremos tudo que deveríamos sofrer devido a misericórdia divina. Exemplo disso: uso de medicamentos de auxilio rápido como a de um anador para aliviar a dor de cabeça de uma pessoa que se encontra com pensamentos afetados e turbulentos.

 Texto baseado na palestra de Anete Guimarães, editado por C.L.V.

links relacionados:

https://www.youtube.com/watch?v=v0HkYJA4_yw

https://www.youtube.com/watch?v=SNbqvqt_Hd0

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