Aula Corpos Espirituais – 3° Corpo – Astral

3Apesar de muitas vezes acharmos que não possuímos contato com este corpo, este é mais imprescindível do que imaginamos, e nosso maior veículo! Sim, o terceiro corpo é o corpo de manifestações dos espíritos.

  • Então se um vidente visualizar um espírito ele está em contato visual com terceiro corpo do ser!
  • O Astral é o nosso corpo de manifestações em sonhos, assim como todos os seres que encontramos neles também o vestem.
  • Essa vestimenta astral é uma replica do corpo físico, ou melhor dizer, nosso corpo físico é uma réplica perfeita do corpo astral!
  • Forma humana deste corpo se deve a lei astral planetária, essa lei regimenta desde o terceiro até o primeiro, onde as formas se replicam em estrutura como a imagem de capa nos mostra.

Muitas teorias antigas já mostravam a existência deste corpo. vejamos:

  • Orígenes, filósofo da escola Neo – Platônica, no Séc. II d. C., ensinava que o espírito tem um corpo vaporoso, a “aura”. (Hoje sabemos que aura e o terceiro corpo são coisas distintas, mas falaremos em outro post sobre isso)
  • No Séc. IV, São Cirilo de Jerusalém disse: “As almas dos defuntos têm corpos mais sutis que os corpos terrestres.
  • Ainda no Séc. IV, Santo Hilário de Poitiers afirma: “não há coisa alguma na natureza e na criação […], que não seja corporal. Mesmo as almas, seja durante a vida, seja depois da morte, conservam alguma substância corporal […]”.
  • Paulo de Tarso definiu: Espírito = pneuma, Alma = psiquê e o corpo físico = soma.
  • Kardec – alma = perispírito.
  • Lacerda – perispírto = duplo-etérico; (essas duas colocações de Lacerda e Kardec estão na descrição do terceiro apenas para desmistificar a confusão que muitos fazem referente as diferenças de alma, duplo, perispírito, etc.)
  • Todo corpo possui um peso específico, que em física, é resultado da massa de um corpo dividida por seu volume: Pe = M / v. Este estado de maior ou menor densidade é que diferencia os espíritos dos encarnados.
  • Denomina-se Espírito tudo o que não tem corpo espesso e pesado.

Importância e densidade

☺ Corpo Astral = invólucro espiritual mais próximo à matéria.

☺ Todo espírito (na escala evolutiva) possui corpo astral.

☺ O corpo Astral é necessário para a manifestação do espírito.

☺ É o corpo no qual o espírito vive no plano astral.

☺ Espíritos que já não o possui, comunicam-se mentalmente com outros espíritos ou encarnados.

☺ Cada ser tem densidade do 3° corpo diferente uns dos outros.

Erraticidade

☻ Os espíritos muitos materializados vivem na erraticidade, junto as criaturas encarnadas.

☻ Erraticidade = estado de consciência sem finalidade útil (desencarnados).

☻ Causa principal – desconhecimento da evolução, ou apegos materiais.

☻ Se o espírito errante não for perverso, será encaminhado e orientado com segurança pelos médiuns astrais à hospitais astrais.

☻ Errantes sofrem e revivem sua morte por anos à fio. Mas mudam do padrão quando são ajudados, trocando suas roupas, curando as feridas, são bem tratados pelos médiuns astrais. Assim aceitam a evolução.

Purgatório

  • Zonas do Astral inferior.
  • Onde os espíritos inferiores esgotam as densas massas de magnetismo inferior (baixa frequência vibratória).
  • Muitos desencarnados carregam massas magnéticas alheias, consequências de ferimentos físicos infligidos à suas vítimas. (sofrem pelo que fizeram).
  • Nosso sangue impregnado de magnetismo animal – obsessões.

Passagem do livro Iniciação Viagem Astral:

Trecho do livro Iniciação – Viagem Astral, Autor: João Nunes Maia, pelo espírito Lancellin

[…] Daí a poucos demos entrada em um matadouro de gado bovino, ambiente turvado de magnetismo deprimente […]

[…] Caso um de vós altere as emoções, tornar-se-á visível a determinados Espíritos vaporizadores, o que irá dificultar os nossos trabalhos.

[…] Penetramos em um lugar assustador, estavam em círculo vinte vampiros, cuja descrição preferimos omitir. Com o chefe, formavam um magote de vinte e um. O que estava chefiando, vestia-se de vermelho encarnado, com uma espécie de capuz bipartido atrás e tendo nas pontas duas bolas pretas, no alto da cabeça, duas saliências o destacavam dos outros. Os bois estavam em filas obrigatórias, devido às cercas laterais que os prendiam, sem que eles pudessem ao menos se mexer. Ao passarem determinado ponto, caiam em suas nucas uma lâmina mortal. Logo a diante, um homem carrancudo fazia escorrer o sangue do animal já ajoelhado e exteriorizando suas dores.

Eu sentia reação profunda, sem que as deixasse passar para as emoções. Confesso, estava encontrando dificuldades para me manter em equilíbrio. […]

[…] Parece que o Miramez deixou que os vampiros iniciassem sua ação, para que pudéssemos ter uma ideia de como as coisas acontecem nos frigoríficos. Quando o magarefe enterrou a lâmina no pescoço do animal, cortando-lhe as veias, o vampiro–chefe avançou em primeiro lugar, e sorveu, de mais ou menos uma distancia de 30 cm, o fluído do plasma sanguíneo com uma habilidade espetacular. O plasma etérico se dividia, pela vontade dele, em dois jatos de energia que entravam pelas narinas e por sua boca, posicionada em forma de bico. Era grande a sua satisfação. Depois que sugou de uns três animais, até a inquietação dos outros, ele deu um sinal para o primeiro. Esse veio e fez o mesmo, sugando as energias vitais do animal. Quando chegou a vez do quinto espírito, senti que para mim era um sacrifício amputando aos meus sentimentos. Era demais! Então, pude observar que vampiros e magarefe eram uma coisa só. Miramez segredou-me, mesmo estando eu com a emoção um pouco alterada:

– Vê, Lancellin! A mediunidade se processa em toda parte. Este irmão está servindo de instrumento para os espíritos da sua mesma faixa se alimentarem com a energia do animal. E o pior é que essa classe de espíritos recebem o mesmo magnetismo inferior do animal, fortalecendo seus instintos mais baixos, e transmitem para o mesmo animal, ou seja, para a sua carne e ossos, outro tipo de fluídos pesados na mesma frequência, com os quais os homens, depois vão inundar seus organismos. É por isso que os comedores de carnes dos animais, mostram de vez em quando, no cotidiano, algo que lembra esses espíritos. Os espíritas se livram desse magnetismo inferior com os recursos dos passes, da água fluidificada e, por vezes, de prolongadas leituras espirituais; […] mais sempre sobram alguma coisa para transformar em doenças perigosas.

[…] Reunimo-nos todos, […] Miramez fez algumas articulações com as suas mãos, cortando as suas atividades, a contra gosto deles, e passou a orar […]

Os animais, depois da oração de Miramez, enfrentaram o corredor da morte com serenidade entregavam-se aos rudes processos de evolução […]

Médiuns Astrais

  • Todas as entidades que possuem o terceiro corpo.

Fenômenos do Desdobramento:

  • É quando o corpo astral separa-se do corpo físico. Levando com ele os outros envoltórios, e o próprio espírito.
  • O comum é o corpo se desdobrar durante o sono, viagem astral.
  • Durante o desdobramento o comum é não ter consciência do processo. As funções vitais são reduzidas ao mínimo (pressão arterial e temperatura corpórea), exceto para médiuns desenvolvidos que conseguem ter consciência deste processo para trabalhos no astral.
  • O desdobramento pode ocorrer também em situações como: choque emotivo forte, enfraquecimento por moléstias prolongadas (COMA), hemorragias volumosas, choques cirúrgicos, e outros estados anômalos.

Cordão de Prata

Já falamos um pouco deste cordão no segundo corpo, visto que é um “órgão vital” do mesmo, como ele interage até o quarto corpo, abaixo segue algumas informações da importância do dele para com o terceiro.

Seja qual for a distancia a que estiver do corpo, o espírito se mantêm ligado a ele por esse cordão de que falam iniciados de todas as épocas e até mesmo a bíblia.

  • “Antes que se rompa o cordão de prata, que se despedace a lâmpada de ouro, antes que se quebre a bílha na fonte, e que se fenda a roldana sobre a cisterna…” Eclesiastes, 12:6
  • Se se rompe, porém, a morte chega. Irreversível. Segundo relato de espíritos, quando entidades superiores rompem esse cordão por ocasião da morte, produz-se relâmpago de luz intensa, pela liberação de energia.
  • Construído por alguma forma de energia de alta intensidade, este fio luminoso e brilhante se liga ao corpo físico através do duplo etérico, no qual se enraíza através da cabeça e de miríades de conexões filiformes que abrangem toda estrutura etérica junto ao cérebro humano.
  • Assemelha-se a um cabo de alta tensão, mais dentro dos padrões sutis.
  • O espírito encarnado, durante a viagem astral, possui o cordão de prata numa espessura mínima, o que permite o deslocamento a grandes distancias.

Desdobramento em trabalhos espirituais:

  • Médiuns desdobrados – adquirem consciência de suas potencialidades e limitações que se deslocam nessa dimensão como se estivessem no plano físico. Vão a outros locais, às vezes longínquos, trabalham, auxiliam, tratam de enfermos espirituais encarnados e desencarnados lado a lado com espíritos desencarnados socorristas, aos quais prestam inestimável auxílio.
  • Consulentes desdobrados – O coordenador da equipe auxilia, junto da equipe espiritual no qual recebe as informações, no desdobramento do consulente. O desdobramento ocorre de através pulsos magnéticos quânticos, realizados dentro do segundo do relógio material. Após estar desdobrado, a equipe passa a interagir com a ajuda do coordenador no tratamento de enfermidades físicas e emocionais, após o trabalho se encerrar, “fecha-se” os pulsos nas mesma contagens do inicio. Para um perfeito trabalho, é necessário conhecimento da equipe e adestramento do coordenador.

Propriedades e Funções do 3° corpo

  • Imaterial – veículo do espírito
  • Natureza magnética – energia muito sutil comparado aos impulsos elétricos e captados pelo denso corpo físico.
  • Não tem constituição fluídica.
  • Modelado por força mental –  energia superior, trabalhado por grandes equipes do cosmo, assim como nossa própria mente através do psicossoma pode vir a interagir com ele durante o processo de vida.
  • Cópia do físico em questões de forma estrutural e órgãos
  • Possui estado fisiológico sadio – emocional responsável pelas quedas da saúde como vimos no primeiro corpo.
  • Sensível – sensibilidade – percepções, intuições, sexto sentido, déjà vu, todos são mecanismos do terceiro corpo.
  • Corpo onde guarda-se os vícios e paixões – por isso muitos seres ao desencarnar entram em processo de erraticidade.
  • Corpo dos sentimentos e desejos – receptor de sentimento, onde captamos todas as energias primeiramente, após assimilações das mesmas o segundo se encarrega de guarda-las e solta-las no físico para manifestações. Esta aí uma das explicações do terceiro chákra (plexo solar) ser de tamanho maior comparado aos demais principais.

Alimento e “morte” do corpo Astral

Esse corpo perde energia constante, e necessita de suprimentos energéticos para a sua sustentação, assim como o físico.

  • Mais a natureza deste alimento varia muito, vai dos caldos proteicos (necessários aos espíritos muito materializado, fornecido pelas casas de socorro no astral) até as quintessenciadas energias que alimentam os espíritos superiores, colhidas (através da prece) diretamente do infinito reservatório de energia cósmica.
  • Em alguns livros do Robson Pinheiro psicografados pelo espírito Angelo Inácio relata algumas passagens onde fala das alimentações…
  • Espíritos habitantes do astral inferior, ainda bastante animalizados, costumam comer até mesmo alimentos humanos (sugando e vampirizando alimentos e bebidas – onde se desencadeiam alguns tipos de obsessões por simpatia emocional, mental e também de vícios).
  • Se houver perda de energia sem a necessária reposição, o espírito pode perder o corpo astral, onde é reduzido a ovoide inativo. (involução); Segundo o espírito André Luiz.
  • Referente aos ovoides, alguns espíritos em sofrimento na erraticidade também perdem suas energias e seu corpo astral através da magia. para entender melhor leia as trilogias de Robson Pinheiro que traz o assunto bem atualizado.
  • A “morte” por assim dizer deste corpo ocorre pela evolução do espírito onde atingindo dimensões elevadas não necessitará mais das energias dele, compensando a perda deste com o ganho de novo corpo espiritual elevado no fim da escala.
  • Ainda falando em espíritos na erraticidade, o corpo astral ele pode se deformar, ou transformar, onde há relatos de seres que tem seus corpos mesclados com formas animais ou até mesmo já perderam a forma humana.
  • Aqui também vale lembrar a dimensão onde ele está vibrando, por exemplo seres marinhos que habitam as diversas dimensões aquáticas, seus terceiros corpos assumem as variadas formas da dimensão habitante. Exemplos disso foi dado no livro Aglon e os espíritos do Mar (pelos espíritos Julio Verne e André Luiz) e também no filme Piratas do Caribe – Pérola Negra, onde o cinema nos traz uma visão clara de como a energia é trabalhada nas mais variadas situações. Se o autor teve intenção ou conhecimento não sabemos, mas com certeza sofreu influencias astrais nas criações.

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