TOC

Muitas pessoas sofrem com o transtorno obsessivo compulsivo, não há faixa etária, classe social, credo ou raça. Todos ficam a mercê dos sintomas conforme o padrão vibratório, desordem de pensamentos e emoções, desconexão com sua essência e padrão comportamental.
Alguns famosos também sofrem com esse transtorno e um artista em específico nos chamou atenção, Katy Perry em uma entrevista concedida a revista norte-americana “US Weekly” relata que tem TOC e listou 26 sintomas maníacos que a doença apriosiona durante os últimos tempos. Desta lista o que nos chamou atenção foram dois itens:

Reprodução/Instagram

  • O fato dela tomar 26 pílulas de suplemento diariamente e postou essa foto em seu instagram.
  • Katy explicou alguns dos itens. “Sou tão obsessiva que gostaria que a sigla TOC fosse em ordem alfabética.

Durante uma entrevista para a rádio Z100, a artista contou que tem a mania de organizar tudo em ordem alfabética, além de ter muitos rituais de limpeza em sua casa para se manter longe dos possíveis germes que possam estar no ambiente. “Eu tenho TOC. Sempre coloco as coisas em ordem alfabética. E eu sou um pouco Howard Hughes sobre os germes”, disse ela, referindo-se ao ator Howard Hughes, que também tem o mesmo transtorno.

Faço coisas estranhas, abotoando tudo e coordenando tudo por cor, deixando tudo de uma certa forma. Quando as coisas ficam fora de controle na infância, você encontra outros focos”, disse à edição britânica da revista ELLE.
Katy foi criada em um lar cristão severo e anteriormente revelou que tinha dificuldades de leitura, porque não ia com frequência à escola porque sua família estava sempre se mudando nos Estados Unidos quando ela era criança.
“Tenho um problema de leitura… Não fui a ótimas escolas porque meus pais não acreditavam em educação pública. Eles queriam que a educação fosse influenciada pela religião deles, então eu ia nessas escolas meio cristãs que tinham uma educação severa”, disse anteriormente.
Se a infância de Katy foi complicada, o presente dela está sendo um verdadeiro sonho.

Aqui faremos uma descricao pela visao da medidcina tradicional e ao final o que leva a pessoa desenvolver os sintomas na visao espiritualista.

O que é TOC?

Katy Perry (Foto: Getty Images)TOC – TRANSTORNO OBSESSIVO-COMPULSIVO

TOC, ou transtorno obsessivo-compulsivo, é um distúrbio psiquiátrico de ansiedade descrito no “Manual de Diagnóstico e Estatística de Transtornos Mentais -DSM.IV” da Associação de Psiquiatria Americana. A principal característica do TOC é a presença de crises recorrentes de obsessões e compulsões.

Entende-se por obsessão pensamentos, ideias e imagens que invadem a pessoa insistentemente, sem que ela queira. Como um disco riscado que se põe a repetir sempre o mesmo ponto da gravação, eles ficam patinando dentro da cabeça e o único jeito para livrar-se deles por algum tempo é realizar o ritual próprio da compulsão, seguindo regras e etapas rígidas e pré-estabelecidas, que ajudam a aliviar a ansiedade. Alguns portadores dessa desordem acham que, se não agirem assim, algo terrível pode acontecer-lhes. No entanto, a ocorrência dos pensamentos obsessivos tende a agravar-se à medida que são realizados os rituais e pode transformar-se num obstáculo não só para a rotina diária da pessoa como para a vida da família inteira.

Em geral, os rituais  se desenvolvem nas áreas da limpeza, checagem ou conferência, contagem, organização, simetria, colecionismo, e podem variar ao longo da evolução da doença.

Classificação

Existem dois tipos de TOC:

a) Transtorno obsessivo-compulsivo subclínico – as obsessões e rituais se repetem com frequência, mas não atrapalham a vida da pessoa;

b) Transtorno obsessivo-compulsivo propriamente dito: as obsessões persistem até o exercício da compulsão que alivia a ansiedade.

Causas

As causas do TOC não estão bem esclarecidas. Certamente, trata-se de um problema multifatorial. Estudos sugerem a existência de alterações na comunicação entre determinadas zonas cerebrais que utilizam a serotonina. Fatores psicológicos e histórico familiar também estão entre as possíveis causas desse distúrbio de ansiedade.

Sintomas

Em algumas situações, todas as pessoas podem manifestar rituais compulsivos que não caracterizam o TOC. O principal sintoma da doença é a presença de pensamentos obsessivos que levam à realização de um ritual compulsivo para aplacar a ansiedade que toma conta da pessoa.

Preocupação excessiva com limpeza e higiene pessoal, dificuldade para pronunciar certas palavras, indecisão diante de situações corriqueiras por medo que uma escolha errada possa desencadear alguma desgraça, pensamentos agressivos relacionados com morte, acidentes ou doenças são exemplos de sintomas do transtorno obsessivo-compulsivo.

Frequência

Em geral, só nove anos depois que manifestou os primeiros sintomas, o portador do distúrbio recebe o diagnóstico de certeza e inicia do tratamento. Por isso, a maior parte dos casos é diagnosticada em adultos, embora o transtorno obsessivo-compulsivo possa acometer crianças a partir dos três, quatro anos de idade.

Na infância, o distúrbio é mais frequente nos meninos. No final da adolescência, porém, pode-se dizer que o número de casos é igual nos dois sexos.

Tratamento

O tratamento pode ser medicamentoso e não medicamentoso. O medicamentoso utiliza antidepressivos inibidores da recaptação de serotonina. São os únicos que funcionam.

A terapia cognitivo-comportamental é uma abordagem não medicamentosa com comprovada eficácia sobre a doença. Seu princípio básico é expor a pessoa à situação que gera ansiedade, começando pelos sintomas mais brandos. Os resultados costumam ser melhores quando se associam os dois tipos de abordagem terapêutica.

É sempre importante esclarecer o paciente e sua família sobre as características da doença. Quanto mais a par estiverem do problema, melhor funcionará o tratamento.

Recomendações

  • Não há quem não tenha experimentado alguma vez um comportamento compulsivo, mas se ele se repete a ponto de prejudicar a execução de tarefas rotineiras, a pessoa pode ser portadora de transtorno obsessivo-compulsivo e precisa de tratamento;
  • Crianças podem obedecer a certos rituais, o que é absolutamente normal. No entanto, deve chamar a atenção dos pais a intensidade e a frequência desses episódios. O limite entre normalidade e TOC é muito tênue;
  • Os pais não devem colaborar com a perpetuação das manias e rituais dos filhos. Devem ajudá-los a enfrentar os pensamentos obsessivos e a lidar com a compulsão que alivia a ansiedade;
  • O respeito a rituais do portador de TOC pode interferir na dinâmica da família inteira. Por isso, é importante estabelecer o diagnóstico de certeza e encaminhar a pessoa para tratamento;
  • Esconder os sintomas por vergonha ou insegurança é um péssimo caminho. Quanto mais se adia o tratamento, mais grave fica a doença.

Versão Espiritual da Doença:

Para iniciarmos um diagnostico precisamos compreender primeiramente que a doença como o próprio nome já diz é um obsessão, de ordem emocional.

No caso especifico do TOC, o algoz manipula as ações e desejos da vítima e quando ela reage de forma contrária se sente suja, incorreta e por vezes descritas como um “lixo”.  O TOC e a Esquizofrenia tem sintomas semelhantes, a diferença que o TOC começa tão sutilmente que vai corroendo pela beiradas, controlando a mente, o cérebro, os nervos, chegando a casos de descontrole emocional e ações involuntárias. Na esquizofrenia a vitima ouve e/ou vê seus agressores invisíveis ao olho nu. Porem a técnica aplicada nestas obsessões tem a mesma grade teórica e prática. A observação dos hábitos, as confusões familiares, desregramentos sociais, isolamentos, indisposições transitórias,variação de humor, manias, todos comportamentos aos quais devemos ficar atentos.

Outro fator determinante que eles interferem no sistema orgânico é justamente através do sistema límbico junto ao gânglios basais que controla humor, emoções e promovem a calma no organismo. Com estas partes neurológicas em deficit de funcionamento faz com que a ação malévola espiritual dê inicio ao controle dos instintos, interferindo até mesmo na pineal e pituitária.

O transtorno tmbém tua em crianças, e í surge questionamentos, onde fica a proteção delas espiritual ate os 7 anos?

Lembrando que até completar o ciclo reencarnatorio a criança não sofre a obsessão direta, mas há relatos de atução de espíritos como “amigos imaginários”. Em um documentário exibido no TLC em 2014 mostrava um menino que estava em tratamento de TOC em uma clinica psquiatrica, quando questionado sobre suas manias e o problema com a alimentação (onde ele não comia macarrão e alguns outros alimentos), ele apenas desenhava um homem com roupa tipica chinesa e mostrava ao psiquiatra que aquele homem o obrigava a fazer as coisas que ele fazia e o impedia de se alimentar com alguns alimentos, se ele descumprisse as ordens o “amigo” ameaçava matar a família do menino. Com o tempo o menino aprendeu a desenvolver atividades que se recusava mas entrava em crise devido as perseguições do obsessor, acabando por quebrar objetos em casa e entrando em rituais de limpeza. Era um sofrimento! O psiquiatra tratando o menino apenas pela medicina tradicional inclui alguns medicamentos para controle das crises, o que cortou os efeitos do obsessor uma vez que a medicação atua no cerebro e acaba por cortar as conexões que antes ativas interagiam no sistema nervoso do menino, porem ele irá crescer com acompanhamento permanente de um especialista. Por vezes ruim, por ter pedido certas liberdades de criança e por um lado bom, pois entra em segurança.

O importante é saber admitir que tem os sistomas e procurar tratamento para cortar os padrões mentais que exploram o corpo físico levando a propria fadiga.

fonte: http://drauziovarella.com.br/letras/t/toc-transtorno-obsessivo-compulsivo/

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