Halloween (Dia das Bruxas)

Muitas pessoas nos questionam o por quê fazemos recesso neste período de halloween, pensando nisso vamos falar sobre o assunto e trazer a historia do dia das bruxas.

A alguns anos o Brasil vem importando a cultura americana afim de enriquecer e ensinar as crianças e adultos sobre as brincadeiras, festas e fantasias tão colorida com doces e travessuras…

Mas o que vem junto a esta data? Que energia esse período nos traz? Veremos em breve..

O famoso  dia 31 de Outubro é mundialmente conhecido como “O dia das Bruxas ou Halloween”, que é uma festa típica que acontece nos países anglo-saxônicos: Estados Unidos,  Irlanda, Reino Unido e Canadá. O Halloween foi levado para os Estados Unidos em 1840, por imigrantes irlandeses que fugiam da fome pela qual seu país passava e passou ser conhecido como o “Dia das Bruxas”.

Acredita-se que originou-se com o antigo festival Celta, o Samhain, quando as pessoas acendiam fogueiras e usavam trajes para afastar fantasmas. A história desta data comemorativa tem mais de 2500 anos. Surgiu entre o povo celta, que acreditavam que no último dia do verão (31 de outubro), os espíritos saiam dos cemitérios para tomar posse dos corpos dos vivos. Para assustar estes fantasmas, os celtas colocavam, nas casas, objetos assustadores: caveiras, ossos decorados, nabos enfeitados, posteriormente abóboras, etc.

Aqui um adendo sobre a lenda de como surgiu a abóbora:

A vela na abóbora provavelmente tem sua origem no folclore irlandês.
Um homem chamado Jack, um alcoólatra grosseiro, em um dia 31 de Outubro bebeu excessivamente e o diabo veio levar sua alma. Desesperado, Jack implora por mais um copo de bebida e o diabo concede.
Jack estava sem dinheiro para o último trago e pede ao Diabo que se transformasse em uma moeda. O Diabo concorda.
Mal vê a moeda sobre a mesa, Jack guarda-a na carteira, que tem um fecho em forma de cruz.
Desesperado, o Diabo implora para sair e Jack propõe um trato: libertá-lo em troca de ficar na Terra por mais um ano inteiro.
Sem opção, o Diabo concorda.
Feliz com a oportunidade, Jack resolve mudar seu modo de agir e começa a tratar bem a esposa e os filhos, vai à igreja e faz até caridade.
Mas a mudança não dura muito tempo, não.

No próximo ano, na noite de 31 de outubro, Jack está indo para casa quando o Diabo aparece. Jack, esperto como sempre, convence o diabo a pegar uma maçã de uma árvore.
O diabo aceita e quando sobe no primeiro galho, Jack pega um canivete em seu bolso e desenha uma cruz no tronco.
O diabo promete partir por mais dez anos.
Sem aceitar a proposta, Jack ordena que o diabo nunca mais o aborreça.
O diabo aceita e Jack o liberta da árvore.
Para seu azar, um ano mais tarde, Jack morre, e em seguida tenta entrar no céu, mas sua entrada é negada.
Sem alternativa, vai para o inferno.

Chegando lá, encontra o diabo, o qual ainda desconfiado e se sentindo humilhado, também não permite sua entrada, e como castigo, o diabo joga uma brasa para que Jack possa iluminar seu caminho pelo limbo. Jack põe a brasa dentro de um nabo para que dure mais tempo e sai perambulando.
Devido à esse acontecimento, sua alma penada passa a ser conhecida como Jack O’Lantern (Jack da Lanterna).
Os nabos na Irlanda eram usados como “lanternas do Jack” originalmente, mas quando os imigrantes vieram para a América, eles descobriram que as abóboras eram muito mais abundantes que nabos.
Então começaram à utilizar abóboras iluminadas com uma brasa por dentro ao invés de nabos.

Por isso a tradição de se fazer caricaturas em abóboras e iluminá-las por dentro com uma vela na época de Halloween.
Segundo a lenda, quem presta atenção e consegue ver uma pequena luz fraca na noite de 31 de outubro, é porque conseguiu ver a passagem de Jack procurando uma saída do limbo em que está preso.

Uma das lendas de origem celta fala que os espíritos de todos que morreram ao longo daquele ano voltariam à procura de corpos vivos para possuir e usar pelo próximo ano. Os celtas acreditavam ser a única chance de vida após a morte.
Os celtas acreditaram em todas as leis de espaço e tempo, o que permitia que o mundo dos espíritos se misturassem com o dos vivos. Como os vivos não queriam ser possuídos, na noite do dia 31 de outubro, apagavam as tochas e fogueiras de suas casa, para que elas se tornassem frias e desagradáveis, colocavam fantasias e ruidosamente desfilavam em torno do bairro, sendo tão destrutivos quanto possível, a fim de assustar os que procuravam corpos para possuir, (Panati).
Os Romanos adotaram as práticas célticas, mas no primeiro século depois de Cristo, eles as abandonaram.

No século VIII, o Papa Gregório III designou o dia 01 de novembro como um momento para homenagear todos os santos e mártires; esse feriado, o Dia de Todos os Santos, incorporou algumas tradições do Samhain. A noite anterior era conhecida como “All Hallow’s Eve” (Véspera do Dia de Todos os Santos), e mais tarde Halloween, popularmente conhecido como Dia das Bruxas.

Assim, o nome vem de uma versão encurtada de “All Hallows’ Even“(Noite de Todos os Santos), a véspera do Dia de Todos os Santos (All Hallows’ Day). “Hallow” é uma palavra do inglês antigo para “pessoa santa” e o dia de todas as “pessoas santas” é apenas um outro nome para Dia de Todos os Santos, o dia em que os católicos homenageiam todos os santos. Com o tempo, as pessoas passaram a se referir à Noite de Todos os Santos, “All Hallows’ Even“, como “Hallowe’en“, e mais tarde simplesmente “Halloween“.

Com o período da Inquisição na Idade Média, a igreja católica (Europa) condenou  a festa como pagã e todos que cultuassem seriam queimados na fogueira como os bruxos, dando o popular nome dia das Bruxas. Períodos de perseguição em massa e mortes horrendas tomaram as datas santas e criou-se um aspecto negativo em relação a comemoração. Uma forma de amenizar os problemas, a igreja cristianizou a festa como Dia dos Finados.

Quanto as brincadeiras de “doces ou travessuras” é originária de um costume europeu do século IX, chamado de “souling” (almejar).
No dia 2 de novembro, Dia de Todas as Almas (ou Finados aqui no Brasil), os cristãos iam de vila em vila pedindo “soul cakes” (bolos de alma), que eram feitos de pequenos quadrados de pão com groselha. Para cada bolo que ganhasse, a pessoa deveria fazer uma oração por um parente morto do doador.
Acreditava-se que as almas permaneciam no limbo por um certo tempo após sua morte e que as orações ajudavam-na a ir para o céu. (#fato)

Mas o por quê das Bruxas?

Não é à toa que o dia 31 de Outubro é conhecida como “Dia das Bruxas” em português.
Segundo várias lendas, as bruxas se reuniam duas vezes por ano durante a mudança das estações: no dia 30 de abril e no dia 31 de outubro.
Segundo conta-se a lenda, chegando em vassouras voadoras, as bruxas participavam de uma festa chefiada pelo próprio Diabo. Elas jogavam maldições e feitiços em qualquer pessoa, transformavam-se em várias coisas e causavam todo tipo de transtorno.  Diz-se também que para encontrar uma bruxa era preciso colocar suas roupas do avesso e andar de costas durante a noite de Halloween.
Então, à meia-noite, você veria uma bruxa!

A crença em bruxas chegou aos Estados Unidos com os primeiros colonizadores.
Lá, elas se espalharam e misturaram-se com as histórias de bruxas contadas pelos índios norte-americanos e, mais tarde, com as crenças na magia negra trazidas pelos escravos africanos.
O gato preto é constantemente associado às bruxas devido à lendas, as quais citam que elas podem transformar-se em gatos e também devido à crenças, as quais pregam que os gatos são na realidade espíritos de pessoas mortas.
Muitas superstições estão associadas aos gatos pretos.
Uma das mais conhecidas é a de que se um gato preto cruzar seu caminho, você deve voltar pelo caminho de onde veio, pois se não o fizer, é azar na certa.

Lendas a parte, vamos ao lado espiritual disso tudo.

O Halloween com o passar dos anos se sobrecarregou de energias pesadas devido as inúmeras almas que assim como o Jack da lenda buscam saídas das zonas purgatoriais para findarem seu sofrimento.

Na espiritualidade há inúmeros portais e em algumas regiões neste período ele se abrem, devido a cultura que possuímos sobre finados uma época muito próxima e interligada, o sofrimento flutua no ar, a tristeza, saudade, e por vezes sentimentos mistos entre encarnados e desencarnados fazendo com que laços obsessivos se iniciem neste período.

Em relação a abertura destes portais, antes ocorria no primeiro dia de novembro, hoje já abre no dia 30 de outubro, devido a popularização da festa que enfatiza mortos vivos, vampiros, monstros e etc. Muitos apesar de parecer lendas e mitologias espiritualmente sabemos que existem de formas pouco diferenciadas das convencionais ficções, porem com destruição semelhante através da obsessão.

Com a fixação nesta data nas fantasias mais horrendas em vez de assustar como no inicio celta, acaba por si aproximando as tais almas penadas.  Nada impede que faça festa e se divirta, o que de fato deve permanecer a alegria da cultura, mas espiritualmente em sinal de respeito fechamos as portas, não arriscando os médiuns as energias densas desta época, visto que as próprias entidades já avisam que retornam a atuar junto ao grupo uma semana após finados.

Ainda sobre o portal energético, na cidades litorâneas alguns encontra-se no mar outros nos próprios cemitérios. Importante é que se for participar dos “rituais” (festas) sempre com respeito.

Algo que nos chamou atenção também são as caracterizações, as maquiagens muito bem feitas, cheias de cortes e sangue, representando zumbis, mortos e mutilados. A questão é: o que isso agrega em energia? Será que há consciência por parte dos que se enfeitam desta forma? a somatização em matéria destes ferimentos ficam registrados na aura pela impressão que causam, as emoções que se registram pelas feições que o olham, importante saber para se prevenir das energias negativas neste sentido. Sabendo se precaver e devidamente protegido o plexo solar (fechando o umbigo, algodão, esparadrapo, faixa, etc.), boa festa!

Teremos uma matéria falando somente sobre finados..

Fontes:

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