Charlie Sheen – Um problema espiritual

Charlie Sheen anuncia ao Today, da NBC, que é portador do vírus HIV (Foto: NBC / Reprodução)
Charlie Sheen anuncia ao “Today”, da NBC, que é portador do vírus HIV (Foto: NBC / Reprodução)

O ator Charlie Sheen anunciou que é portador do vírus HIV. Em entrevista ao programa “Today”, da rede norte-americana NBC, nesta terça-feira, 17, ele confirmou as especulações publicadas em revistas e sites de celebridades. “Estou aqui para dizer que sou HIV positivo”, disse Sheen, que ainda afirmou ter descoberto a doença há quatro anos. “Eu descobri quando comecei a ter uma série de dores de cabeça e fui hospitalizado. Eu achei que tinha um tumor cerebral. Mas depois de uma bateria de exames eles entraram no quarto do hospital e… são três letras difíceis de digerir”.

Durante a entrevista, o ator afirmou que sempre foi honesto sobre sua condição e que não sabe como contraiu o vírus. “É impossível eu ter transmitido o vírus para alguém. Eu sempre contei para as pessoas com quem me relacionei sobre a minha condição e fiz sexo seguro. Sem exceções”.

“Sempre fui honesto e fiz sexo com proteção. Mesmo assim, fui chantageado e extorquido”, disse ele, acrescentando: “Eu paguei muita gente, mas não quero entrar em detalhes sobre quantas. Não foi muito dinheiro, mas o suficiente para chegar à casa dos milhões (de dólares). O que as pessoas esquecem é que isto é dinheiro que elas tiram dos meus filhos e não só de mim.”

Charlie Sheen (Foto: NBC / Reprodução)
Foto NBC / Reprodução 

Prostitutas e drogas
Isso não o impediu de continuar se relacionando com prostitutas. “Eu continuava a chamar porque estava muito deprimido com a minha condição. Comecei a abusar de drogas e beber muito”, afirmou ele, que espera que com a revelação pare as chantagens: “Esse é o meu objetivo. Esse não é meu único objetivo. Acho que me soltei da prisão hoje.”

O ator ainda afirmou não ter medo de ficar estigmatizado com a doença: “Eu tenho a responsabilidade de melhorar quem eu sou e ajudar as pessoas pelo que estou fazendo hoje, elas venham e digam: ‘Obrigada, Charlie'”.

“Charlie achava que era indestrutível e não tomou precauções, mesmo que ele estivesse se entregando a práticas sexuais de alto risco”, contou um amigo do ator, que pediu para não ser identificado, à publicação.

Revista National Enquire com Charlie Sheen na capa (Foto: Reprodução)
Revista National Enquire com Charlie Sheen na capa (Foto: Reprodução)

O astro tem uma longa lista de conquistas amorosas, já se envolveu com strippers e atrizes pornô e se gabava de ter dormido com mais de cinco mil mulheres. De acordo com a “National Enquire”, pelo menos quatro dessas estão processando Sheen por ele ter ido para cama com elas sem expor sua condição.

 

“Charlie teve relações sexuais com múltiplas parceiras, sem informá-las de sua infecção potencialmente mortal do HIV”, disse uma fonte à revista. Segundo ela, o ator ainda não sabe como contraiu o vírus. “O pior medo dele é de ser lembrado não como um grande ator, mas como alguém que contraiu a doença”.

fonte: http://ego.globo.com/famosos/noticia/2015/11/charlie-sheen-revela-na-tv-que-e-portador-do-virus-hiv.html

Sentido Espiritual

Livro Legião – Um olhar sobre o Reino das Sombras – Ângelo Inácio/Robson Pinheiro (cap 1.)

“Quando a mente em desequilíbrio produz matéria mental tóxica, mórbida e doentia, essa matéria adquire imediatamente o aspecto já consagrado pelas mentes de milhões de criaturas como algo indesejável. Verifiquemos, na prática, como tais criações (que são seres vivos, dotados, contudo, de vida artificial) assumem formas ditadas pelas mentes humanas e passam a agir na aura das pessoas.” Assim que pronunciou essas palavras, Pai João nos chamou a atenção para dois jovens que passavam em frente a uma casa noturna, inebriados com a ideia de adentrar no ambiente eletrizante. Paramos do lado de fora, observando o trânsito de pessoas, quando o pai-velho apontou em direção ao solo, próximo aos pés das pessoas, particularmente dos dois jovens. Algo parecido com baratas surgia por onde pisavam; porém, as formas pareciam ser feitas de plástico. Moviam-se pernas acima, como que absorvendo dos encarnados alguma espécie de alimento invisível, mas necessário. Novamente foi Pai João quem nos orientou: — As baratas, meus filhos, são animais de hábitos noturnos. Nesse período é que saem do abrigo para alimentação, cópula, oviposição, dispersão e voo. Portanto, as formas-pensamento inferiores, quando assumem a aparência de baratas, são classificadas como parasitas noturnos. Naturalmente, são encontrados onde há maior concentração de energias mentais desequilibradas e maior número de pessoas reunidas, cujo hálito mental esses parasitas absorvem, a fim de se manterem vitalizados. “Durante o dia, as baratas que convivem com os humanos esquivam-se da luz e das pessoas; entretanto, algumas condições especiais contribuem para seu aparecimento diurno, tais como excesso de população, falta de alimento ou água, ocorrência de coisas estragadas, com odores em geral desagradá- veis aos humanos, além de locais com pouca higiene. Quando consideramos os parasitas astrais elaborados e mantidos através de formas-pensamento inferiores com feição de baratas, podemos entender que o fluido mórbido que serviu de matéria-prima para esses insetos também tem comportamento noturno, tal qual suas duplicatas do mundo visível. São formas parasitárias comumente encontradas em ambientes fechados e possuem hábitos que contrariam a higiene mental e espiritual. Por analogia, são atraídas para lugares onde se encontra uma população encarnada que adota hábitos compatíveis com os seus, onde, ainda por cima, não há muita luz natural. Tais criações não assimilam corretamente as radiações solares, por isso a atração por locais que funcionam à noite. Como regra, sugam as energias de seus hospedeiros a partir dos membros inferiores, provocando nos encarnados uma descompensação energética intensa.” Convidando-nos a examinar outro local, Pai João nos conduziu a um ambiente totalmente diferente.

— Aqui, meus filhos, veremos outra aparência de parasitas energéticos, que assumiram a forma de aranhas. São criações mentais peçonhentas e de maior gravidade para o elemento humano. Estávamos agora próximos a um hospital, mais precisamente num pronto-socorro municipal, onde várias pessoas doentes, acidentadas ou sob a ação de tóxicos aguardavam, há algum tempo, o cuidado por parte dos profissionais de saúde. O local cheirava mal, e a sensação desagradável era aumentada principalmente devido à ação do pensamento das pessoas ali presentes. Agoniadas, exaltando cada uma delas seu próprio mal-estar, procuravam realçar cada detalhe de suas dores. Mais uma vez, Pai João nos intimou a vasculhar os detalhes da cena. Diversos indivíduos que exalavam odores desagradáveis pareciam atrair formas mentais assemelhadas a aranhas, que andavam sobre seus corpos e, em determinado momento, inseriam pequenos ferrões nos corpos de suas vítimas, como se injetassem algum veneno nelas. A visão era de causar arrepios em qualquer um que observasse.

— Quando consideramos as aranhas materializadas na Terra — retomou Pai João —, sabemos que são animais carnívoros que se alimentam principalmente de insetos, como grilos e baratas. Muitas têm hábitos domiciliares e possuem ferrões, utilizados para inoculação de veneno. Em geral, a forma astral mantida pelos parasitas energéticos que assumem o aspecto aracnídeo ataca o ser humano atraída pelo teor energético de pensamentos desleixados e mórbidos, emitidos por quem se entrega ao sofrimento e não zela pela educação íntima de suas emoções. São pessoas que trazem a marca do desespero e têm prazer em ressaltar suas dores, transferindo aos outros a responsabilidade por aquilo que lhes acontece. Os parasitas energéticos que se alimentam desse tipo de fluido mórbido atacam através da aura da saúde, injetando o veneno fluídico em sua vítima por via cutânea. Surgem então as inflamações energéticas características, que acometem a periferia do duplo etérico exatamente nos pontos em que houve picadas. O agravamento desse quadro dá-se com ulceração e posterior rompimento da estrutura da aura das pessoas. A partir daí, as conseqüências são mais drásticas, pois, sem a integridade do duplo, a saúde e o equilíbrio ficam seriamente prejudicados. Notamos, Raul e eu, que as pessoas sugadas e atacadas pelas formas energéticas de aranhas apresentavam suas auras rompidas, como se houvesse um rasgo ou uma ruptura no duplo dessas pessoas. — Através dessa ruptura energética, os nossos amigos encarnados absorvem mais facilmente as correntes mentais infelizes de desencarnados e, ao mesmo tempo, perdem energias vitais preciosas. Vejam que a ação dos parasitas vampiriza os encarnados, baixando-lhes tanto a resistência energética quanto a imunológica. Um indivíduo destacou-se dos demais, pois um número maior de aranhas — ou de criaturas mentais com tal aspecto — sugava-lhe mais intensamente. Estava todo coberto desses parasitas, que lhe penetravam pelo nariz, pela boca, pelos olhos e ouvidos; após exame mais atento, reparamos que a região da genitália também se transformara em uma abertura no seu campo energético. Esses seres arrojavam-se, por todos os orifícios, para o interior do corpo de seu hospedeiro. A visão causava repugnância e, ao mesmo tempo, despertava em nós vontade de auxiliar, impedindo que ocorresse aquele tipo de vampirização energética tão voraz. — Não adianta, por ora, qualquer recurso magnético, Ângelo — interferiu Pai João. — Poderíamos até liberar a aura de nossos irmãos desses parasitas ferozes; no entanto, cada um tem de desenvolver suas próprias defesas psíquicas, através da educação das emoções e dos pensamentos, para que a situação de desequilíbrio não retorne. Nesse momento, nossa ação seria ineficaz, pois esses companheiros nem sequer acordaram para a realidade espiritual e, por isso, não estão preparados mental e emocionalmente para uma reprogramação de suas vidas. Somente com essa reprogramação e as ações dela decorrentes é que poderiam se ver livres definitivamente das criações mentais peçonhentas. “Vejam, meus filhos, como o quadro é complexo. Além do ataque através da aura da saúde, que é efetuado pelos poros da epiderme perispiritual, outras formas parasitárias penetram no interior dos corpos astral e etérico, causando uma resposta imunológica que evolui para anemia, ictericia cutâneomucosa e hemoglobinúria (que é a presença de sangue na urina); entre outros sintomas, a insuficiência renal aguda é a complicação mais nociva ao corpo físico quando a pessoa é atacada por esses seres peçonhentos. “Para agravar ainda mais a contaminação fluídica, na contraparte astral esse tipo de parasita é utilizado por obsessores com regalo, pois sua manutenção não exige deles nenhuma cota de energia mental. Para sustentar o processo de ataque energético e envenenamento vital, bastam as emoções transtornadas de seus próprios alvos. Só lhes cabe canalizar os seres aracnóides para a aura dos encarnados; a partir daí, os próprios homens, com sua invigilância mental, produzem o fluido mórbido que dá forma e alimenta a existência dos parasitas. “No campo físico, o tratamento soroterápico é o indicado para deter o processo das inflamações causadas por animais peçonhentos; na esfera sutil, somente o passe magnético intensivo, acompanhado de um processo de reeducação mental e de descontaminação energética, poderá liberar o indivíduo das formas monstruosas e de sua ação nefasta sobre a saúde de meus filhos. Muitos pais-velhos costumam prescrever o uso de ervas cujo teor energético é anti-inflamatório e anti-infeccioso. Ministradas através de banhos ou beberagens, tais ervas têm seu bioplasma ativado com tamanha intensidade que suas propriedades energéticas e terapêuticas promovem uma limpeza intensa na estrutura do duplo etérico. Ultra sensível, o corpo etérico absorve do elemento curativo das plantas as irradiações benéficas e saneadoras e naturalmente passa a expulsar as comunidades de parasitas mentais que se agregaram em suas linhas de força. O magnetismo administrado através dos passes é recurso muito útil; todavia, em qualquer caso, há que se proceder a uma modificação intensa dos hábitos mentais e das emoções do ser, senão outras comunidades parasitárias fatalmente assumirão o lugar daquelas que foram expurgadas de seus corpos.”

[…]

— Existem outros tipos de contaminações energéticas, cujos elementais artificiais envolvidos adquirem outros aspectos, sempre relacionados a “moldes” do plano físico. Algumas criações mentais inferiores, principalmente aquelas desenvolvidas em laboratórios de espíritos especializados no mal, apresentam-se com o aspecto das lacraias. Embora, no mundo físico, o veneno das lacraias não seja considerado muito tóxico para o homem, as formas astrais desses parasitas sintonizam-se geralmente com os elementos do sexo desrespeitoso e vulgar. São criações mentais elaboradas e mantidas com o intuito de sugar especificamente as energias sexuais e estimular o desejo descontrolado pelo sexo fácil e intenso, mas que jamais satisfaz os anseios do indivíduo. Isso ocorre porque as formas energéticas que contaminam o hospedeiro, introduzidas nas regiões genital e anal, alimentam a compulsão pelo sexo. Fisicamente, poderão ser detectados, em alguns casos, dores fortes e inchaço (ou edema) no local onde as formas energéticas são implantadas e se prendem por magnetismo. O alvo ainda está sujeito a apresentar estado febril, calafrios, tremores e sudorese, além de pequenas feridas na região afetada, por onde os parasitas penetram no interior do corpo físico e, por conseguinte, do duplo etérico. É bastante comum também que as formas astrais de lacraias estejam associadas, no corpo físico, ao aparecimento do vírus conhecido como HPV.

“O uso de bebidas alcoólicas aumenta o teor energético dessa espécie de criação mental, que suga do fluido etérico emanado pelo álcool um tipo específico de vitalidade, da qual se utiliza para se fixar internamente nos órgãos do corpo físico ou nos órgãos energéticos, os chacras.” Pai João falava com tanta propriedade que dificilmente conseguíamos apreender todos os detalhes. O pai-velho nos saturava de informações preciosíssimas. — Outra forma energética que é comum observar em processos de contaminação fluídica — continuou — são as criações mentais que assumem o aspecto de formigas. Em geral percebidas apenas em sua ação, causam dores aparentes, inexistentes no corpo físico, mas perfeitamente sentidas por seus hospedeiros. Isso ocorre em virtude de esse tipo de parasita energético se agregar exclusivamente ao duplo etérico das pessoas. Além das dores, que mudam constantemente de lugar, causam uma espécie de coceira, que resiste a toda qualidade de medicamento utilizado pela medicina alopática e, às vezes, também pela homeopática. As formigas do astral agem de tal forma no duplo etérico que promovem a ressonância vibratória, com efeitos palpáveis no corpo físico, de modo mais e mais ágil, conforme perdure a enfermidade energética. Com o decorrer do tempo, sua ação nefasta passa a ser sentida quase que imediatamente. Podem, inclusive, provocar edemas e eritemas no corpo, sem causa aparente ou conhecida e resistentes a tratamentos convencionais. A presença desses parasitas assemelhados a formigas normalmente provoca nos médiuns clarividentes mais sensíveis, quando a percebem, transtornos de origem etérica, como calafrios, sudorese e taquicardia. Depois das explicações de João Cobú, saímos do pronto-socorro, demandando outros ambientes.

Muitos devem se perguntar o que a noticia de Sheen e o livro do Ângelo Inácio tem a ver?! 

Se prestaram atenção no que João Cobú vinha ensinando acima, sabem o quanto há de problemas nos organismo que se entregam ao álcool, drogas e sexo. Não só Sheen é vítima de seus prazeres como há inúmeros anônimos hoje sofrendo pelas mesmas razões, as doenças são variadas mas as causas sempre semelhantes.

Vejamos outro trecho do livro Senhores da Escuridão:

Penetramos no ambiente mantendo um acoplamento áurico, Raul e eu, de modo que pudéssemos nos apoiar um no outro, evitando assédios conscienciais indesejáveis.

Era definitivamente uma espécie de casa noturna. Ao entrar, vimos algo que merecia atenção.
— Raul, repare o comportamento das pessoas ao ingressar neste lugar. Ficamos parados por uns instantes a observar os espíritos que adentravam o ambiente astral. Assim que se identificavam, recebiam cápsulas, que engoliam sofregamente, como se fossem entorpecentes. Fechavam os olhos momentaneamente, talvez dando tempo para ocorrer algum efeito esperado.
Logo depois, dirigiam-se progressivamente ao interior da construção. Impossível não fazer correlação daquelas cenas com as raves, festas tão em voga na dimensão física, geralmente regadas a ecstasy, o narcótico da moda.

Aproximei-me de um dos espíritos para verificar de perto os efeitos da absorção daquela substância astral administrada a cada frequentador. Quando aumentei minha atenção, notei que a tal cápsula, ao ser ingerida, desfazia-se lentamente no interior do psicossoma ou perispírito, na área correspondente ao estômago. Do invólucro saíam milhares de seres microscópicos que, tão logo liberados, migravam para vários departamentos do corpo espiritual, alojando-se nas moléculas astrais. Vorazes, essas entidades microscópicas começavam a sugar energias preciosas acumuladas na estrutura molecular do perispírito. Era mesmo a versão original do ecstasy, ou seja, sua matriz astral. Os seres — que, a essa altura, já se haviam rendido ao poderoso controle mental e aos anseios manipuladores de algum habilidoso magnetizador — agora eliminavam definitivamente qualquer resistência remanescente. Com a ingestão daquela espécie de droga viva, elaborada nos porões do mundo oculto, recebiam o derradeiro empurrão para se colocar inteiramente à disposição de seus novos senhores, que permaneciam invisíveis.
— Ângelo, conte-me o que vê.

— Você nem imagina, meu caro. Por aqui se passa algo muito mais inquietante do que supúnhamos. São vampirizações energéticas operadas na intimidade do corpo astral e patrocinadas pelos dirigentes locais.

— Vampiros comandam este lugar? — Penso que somente os guardiões terão maiores recursos para determinar o que de fato ocorre aqui — respondi.

— Uma coisa é certa, porém. Está em andamento um método de controle de pensamentos e emoções de tamanha força e intensidade como jamais presenciei. As cápsulas distribuídas são, na verdade, colônias de bacilos psíquicos, que acarretam terrível prejuízo para aqueles que as ingerem.

— Como se fosse algum entorpecente ministrado aos espíritos, que vicia gravemente quem o recebe. Muitos acabam por se transformar em dependentes “químicos”…
— Exatamente, Raul. Não poderia me expressar melhor. Após nossas observações, entramos definitivamente na área central, na qual havia música intensa e inquietante. Ensinei a Raul como se preservar das ondas de pensamento que eram difundidas através do som. Assim que o médium utilizou os recursos de autopreservação da integridade psíquica, notamos uma mensagem subliminar inserida nas ondas musicais:
Venha, abandone seus escrúpulos morais. Deixe-se inebriar pelos desejos. Libere as emoções e viva plenamente suas fantasias. Você merece o melhor. Deixe que a sensualidade, a sedução e a libido sejam seu guia, sem culpas ou remorsos…

A mensagem era um estímulo aos excessos de toda natureza; um apelo inequívoco à liberalidade dos sentidos e das sensações.
[..]

Cada espírito, ao entrar, fosse desencarnado ou em desdobramento, recebia uma senha, através da qual era identificado. Numa das salas que visitamos, vimos um ambiente nos moldes de uma boate ou de uma discoteca. Diversos espíritos pareciam competir por espaço em meio às luzes de efeito estroboscópico e ao som de conteúdo hipnótico.

Entre os frequentadores do lugar, havia espíritos que destoavam completamente da multidão.

Portando micro aparelhos, dedicavam-se a fazer medições nos presentes. Seria cômico, se não fosse trágico: indivíduos trajando uniformes modernos, com ar científico e compenetrado, transitando em meio a clubbers que, de tão alucinados, não pareciam notá-los. Realmente destoavam muito, tanto no aspecto exterior quanto na forma de agir. […]

Charlie foi apenas um “personagem” trágico, vítima de todo esquema sombrio que atinge a humanidade, as suas vontades inciais, seus desejos são escolhas, dado o primeiro passo, o resto será manipulação obsessiva.

Fique esperto! Hoje o que se faz colhe-se muito rápido. E aos que pensam que o HIV é normal e que não mata gostaria de deixar registrado o comentário de um anônimo.. Só está livre aquele que vigia seus pensamentos e não cai nas teias de opiniões e ações coletivas, que ao que parecem no ritmo que está o mundo, indo pro buraco. Cuide-se! 

2Comentário extraído de:

http://diariogaucho.clicrbs.com.br em 17/11/2015

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