SÉRIE: COMO VAI SUA SAÚDE MENTAL? SÍNDROME DE ANSIEDADE E DEPRESSÃO POR DEEPIKA PADUKONE

      Depressão foi tido como surto moderno, mal do mundo a mais de dois anos consecutivos, e não há nenhum motivo a ser orgulhar disso. Muitas pessoas passam por períodos depressivos, muito se confunde o ato de estar deprimido e depressivo. Mas qual a diferença?

           Oprimido é aquele que sofre influência negativa exterior, opressão por parte de pais, familiares, patrão, etc…. Então a pessoa fica OPRIMIDA. Mas se os fatores que a estão oprimindo deixem de existir, ela volta a ser uma pessoa normal.
Deprimida é aquela pessoa que está sofrendo de depressão, devido a algum estresse muito grande, seja emocional, sentimental, físico ou familiar. Tão logo ela resolva esses problemas, passa a depressão e ela volta a ser uma pessoa perfeitamente normal.
DEPRESSIVA é a pessoa que tem tendência natural à depressão. Ou seja, fatos que são resolvidos e encarados com naturalidade por outras pessoas, para elas é o fim do mundo e vem alimentar seu constante estado de depressão, que já faz parte da personalidade dela. É de uma certa forma uma pessoa que tem tendência ao masoquismo, ou seja, gosta de sofrer e que não se empenha em sair desse estado lastimável de depressão e auto-comiseração.

Também há diferença entre depressão e tristeza, muitas pessoas julgam achando que é frescura, porém o caso é bem complexo e “antes fosse frescura”.

Àquele que acha que está livre de algum destes sintomas se engana, todos são de fundo emocional, e o ser humano se desequilibra muito facilmente neste quesito.

Pessoas idônias, comuns, populares, pobre, rico, negro, branco, amarelo, bandido, trabalhador, criança, adulto, idoso e até animais. Não há estereotipo para a doença ela atinge qualquer um.

Famosos e vítimas de síndrome de ansiedade e depressão quando expõe sua figura particular, auxiliam e muito a toda uma população leiga que por ventura sofrem sintomas mas não atinam no tratamento.

Deepika Padukone revelou sua luta com a ansiedade e a depressão para o Hindustan Times.
“A reação mais comum é  – Como você pode estar deprimida? Você tem tudo o que precisa. Você é a heroína nº 1, tem uma mansão, carro, filmes…O que mais você quer? – Mas não se trata do que você tem ou não tem.”

“A reação mais comum é ‘Como você pode estar deprimida? Você tem tudo o que precisa. Você é a heroína número 1 e tem uma casa cara, um carro, filmes… O que mais você quer?’ Mas não se trata do que você tem ou não tem.”

Dito isto, nosso exemplo de hoje, Deepika Padukone é uma modelo indiana que virou atriz. Depois de excluir as rampas de moda, ela estreou em Bollywood no filme mega-blockbuster de Om Shanti Om.

Deepika, recentemente, falou claramente em uma entrevista sobre os dias que estava com depressão e o que sentia. “Um dia, eu acordei me sentindo diferente. Um dia antes, eu tinha desmaiado devido a exaustão; tudo começou a partir dali. Eu senti algo estranho no meu estômago vazio … eu pensei …

Segundo o site hindustantimes, publicou a notícia que rodou o mundo em 2014.

Ive Freya: Deepika Padukone apareceu recentemente em um canal de notícias para falar sobre sua batalha com depressão. Em janeiro deste ano (2014), ela quebrou o silêncio pela primeira vez em um HT exclusivo para dizer ao mundo que ela estava lutando com ansiedade e depressão, num momento em que ela estava estabelecendo suas credenciais como um dos mais requisitados atores de Bollywood. Aqui está o artigo em que ela abriu seu coração pela primeira vez sobre como ela lidou sobre esses dois aspectos da sua vida e saiu uma vencedora.

“No início de 2014, enquanto eu estava sendo apreciada pelo meu trabalho, uma manhã, eu acordei me sentindo diferente . Um dia antes, eu havia desmaiado devido à exaustão; foi tudo por água abaixo. Eu senti um vazio estranho no meu estômago. Eu pensei que era stress, então eu tentei me distrair, concentrando-se no trabalho, e me cercando com as pessoas, que me ajudaram por um tempo. Mas a sensação incômoda não foi embora. Minha respiração era superficial, eu sofria de falta de concentração  que me depremia muitas vezes. Durante um período de tempo, piorou muito.

Quando meus pais me visitavam, gostaria de me apresentar forte e corajosa, porque eles estavam preocupados comigo por viver sozinha e trabalhar longas horas. Então, uma vez, enquanto conversava com minha mãe (Ujjala Padukone), eu cai em depressão. Ela percebeu o problema, e entrou em contato com uma amiga e psicóloga, Anna Chandy, para chegar à raiz da causa.

Todas as manhãs, foi uma luta para acordar, e atirar para trabalho e entrar no cima. Finalmente, eu tive uma palavra com minha amiga e psicóloga Anna, ela voou para Mumbai a partir de Bengaluru, e eu abri meu coração para ela. Ela concluiu que eu estava sofrendo de ansiedade e depressão. Quando ela sugeriu que eu tomasse a medicação, fui resistente. Eu pensei que falar foi o suficiente.

Mais tarde, eu conheci outro psicólogo, Dr. Shyam Bhatt, em Bengaluru para uma segunda opinião. Havia dias em que eu me sentiria bem, mas às vezes, dentro de um dia, havia uma montanha-russa de sentimentos. Finalmente, aceitei minha condição. O aconselhamento ajudou, mas só até certo ponto. Então, tomei a medicação, e hoje estou muito melhor.

Deepika Padukone in Sabyasachi: O meio que trabalhava foi baleado por essa fase. Mas antes de começar a meu próximo trabalho com Shoojit Sircar, fiz uma pausa de dois meses para se recuperar mentalmente e fisicamente. Passei um tempo com a minha família em Bengaluru e logo melhorei.

Mas, quando voltei para Mumbai, ouvi falar de um amigo cometendo suicídio devido à ansiedade e depressão. Foi um grande golpe.  A minha experiência pessoal, bem como a morte do meu amigo me pediu para assumir este problema, que geralmente não é falado. Não é vergonha e estigma ao falar sobre a depressão. Na verdade, uma em cada quatro pessoas sofre de ansiedade e depressão. A Organização Mundial de Saúde declarou que esta será a epidemia mais difundida nos próximos anos. Falamos sobre todos os tipos de afecções, mas este é provavelmente um dos mais mortíferos distúrbios mentais.

Nada, incluindo a vida, faz sentido para as pessoas que sofrem com isso. Superar a depressão e a ansiedade me fez uma pessoa mais forte e agora valorizo ​​a minha vida e muito mais. Aceitar o problema e falar sobre isso me libertou. Eu parei de tomar a medicação, e espero que o meu exemplo irá ajudar as pessoas a procurarem ajudar.

Eu sinto que, às vezes, o paciente só quer falar, mas não procura aconselhamento. Outros, bem-intencionados dizendo coisas como: “Não se preocupe, tudo vai ficar bem”. Pode ​​ser prejudicial!

Deepika Padukone photoshoot for her own fashion brand 'All About You' with Myntra:  Ser triste e estar deprimido são duas coisas diferentes. Além disso, as pessoas passando por depressão não parecem tanto com alguém que esteja triste. A reação mais comum é: “Como você pode estar deprimido? Você tem tudo que precisa! Você é a heroína número um, tem uma mansão, carro, cinema… O que mais você quer?”

Não é sobre o que você tem ou não tem. As pessoas falam sobre a aptidão física, mas a saúde mental é igualmente importante. Eu vejo nas pessoas que sofrem, e em suas famílias um sentimento de vergonha sobre isso, o que não ajuda. Todos precisam de apoio e compreensão. Agora estou trabalhando em uma iniciativa para conscientização sobre a ansiedade e a depressão para ajudar as pessoas. Minha equipe está trabalhando comigo para formular um plano, que será revelado em breve. (Como disse a Kavita Awaasthi)

Após fazer uma sessão de fotos e postar em seu twitter uma foto onde seu colo ficava a mostra, Deepika foi chacoteada pela sociedade indiana que é muito conservadora quanto aos seus costumes. Após a polêmica, Deepika foi carimbada de defensora dos direitos das mulheres, um peso-pesado para carregar na secular sociedade indiana, tradicionalmente patriarcal e uma das mais machistas do mundo.

Após a sociedade indiana abafar e esquecer brevemente sobre as fotos, Deepika associa-se ao diretor Homi Adajania e à “Vogue Índia” e juntos lançam um vídeo no YouTube. Viral, com mais de 10 milhões e o número continua a subir. (https://www.youtube.com/watch?v=KtPv7IEhWRA)

A ideia foi da revista feminina. A propósito do seu sétimo aniversário lançou a campanha #VogueEmpower para chamar a atenção para os problemas das mulheres na Índia, um país onde ainda há casamentos combinados pelo pais.

O lançamento de “My Choice”, lançou estilhaços por todo o lado. E os ferimentos não foram ligeiros. Sempre com imagens a preto e branco, 99 mulheres vão surgindo, uma depois da outra, enquanto a voz de Kersi Khambatta narra um texto , baseado num poema de Sashi Prabhu. Deepika está entre elas, em seu momento a voz é sua. “É o meu corpo, é a minha mente, é a minha escolha. Para vestir as roupas de que gosto, mesmo que o meu espírito vagueie nu.” O que começa bem acaba mal, pelo menos para uma parte da sociedade indiana.

“A escolha é minha. Casar ou não casar, sexo antes do casamento, sexo fora do casamento, ou nenhuma sexo. A escolha é minha.”

E soam os alarmes dos conservadores e de algumas feministas. Sugerir adultério é uma maneira de dar poder às mulheres?

“A escolha é minha. Amar um homem ou uma mulher, ou os dois.” Relações homossexuais? O que é que isto tem a ver com igualdade?

De um lado, os milhões que apoiaram Deepika, que acharam o seu vídeo poético e que estão dispostos a coroá-la a “feminista dos tempos modernos”. Do outro, os que dizem que uma mulher a vestir-se como quiser, a chegar a casa às horas que quiser e a cometer adultério quando quiser não se enquadra na prática do hinduísmo. Pelo meio, as feministas começam a pôr em causa o papel da “Vogue Índia” nisto tudo. A revista, sempre objectificou as mulheres nas suas páginas, sempre viveu do glamour, da beleza e dos corpos perfeitos e irreais. Como é que agora tem um discurso destes? Na mesma mira está Deepika, que acusam de fazer mais mal que bem à causa, ao transformar o feminismo numa coisa cool.

Pode ser apelativo para as camadas mais jovens da sociedade indiana, dizem, mas esquece aquilo que o movimento realmente defende e é.

O feminismo, a defesa dos direitos das mulheres, está a tornar-se uma marca como outra qualquer que pode gerar lucros – escrevem várias colunistas indianas –, e o dedo é, de novo, apontado à “Vogue”. A revista vende merchandising da campanha #VogueEmpower e ninguém acredita que os lucros sirvam para ajudar mulheres.

No Twitter de Deepika, o último tweet sobre o assunto é de 31 de Março 2014 e deixa o link para um artigo do britânico “The Independent”, que anuncia: “Atriz de Bollywood incita mulheres a fazerem as suas próprias escolhas sobre casamento, sexo e sexualidade”. Cinco gostos, nove partilhas. Os cinco milhões (na época) que viram o vídeo já foram à procura de outra heroína para os seus 15 segundos de fama.

Espiritualmente, sabemos que todos os comentários e energia emanada pelas noures chegarão sempre ao alvo, uma vez que se cutuca um vespero sabe-se o que aguardar. Nosso emocional trabalha nisso, no recebimento de todas essas energias captadas das noures e despejadas na aura até o momento de abalo. A depressão é justamente o momento do impacto, onde as noures e muitas criações mentais esmagam nossa proteção ao redor criando buracos na aura quase irreparáveis, quanto mais alimentado pelos padrões baixos de emoção, maior e mais intenso são as reações, fazendo com que o grau da depressão possa evoluir e desencadear uma obsessão.

Como mencionado no início, não há distinção entre seres aos quais possa desencadear processo depressivo, mas há inúmeras ações que podem protegê-lo das opressões. Muitas pessoas quando oprimidas se vêem como vítimas e não reagem, se em alguma situação de opressão houver a reação ao ato do algoz, a vítima descobre uma força que até então desconhecia, a repetição das reações bloqueiam as noures negativas e salva-o das quedas emocionais, protegendo-o até o próximo desafio.

Pense nisso!

fontes de pesquisa:

http://www.buzzfeed.com/annaborges/17-celebridades-que-se-abriram-sobre-saude-mental#.qgGaevGDk
https://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20080702070547AAYdsi3
http://www.bollywoodlife.com/celeb/deepika-padukone/
http://www.hindustantimes.com/entertainment/deepika-padukone-i-had-to-take-medication-for-depression/story-Q5uuAHRLWKAS7Lx08gi19M.html;jsessionid=416931DF0FE7DB695C96AF9393C7C1D9
http://www.ionline.pt/387001

 

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