Energia Celestial

A energia celestial é um desdobramento da energia universal, que está em tudo, e em todos, de forma perene e constante. Tudo, e todos, possui dois polos (positivo e negativo), e ela é o polo positivo, ou mantenedor, das criações divinas que surgem a partir das vibrações do mentor divino.

A energia celestial é a energia que, como se fosse uma capa grossa, envolve um corpo celeste. Esse cinturão pode ser visto como a aura de um planeta, embora não seja exatamente isso. Ele não tem cor, e o que vemos é o resultado do amálgama das cores dos elementos que o compõem.

A função principal da energia celestial é proteger um corpo celeste das oscilações bruscas na corrente contínua de energia cósmica. Estas, em certos momentos, chegam com excesso de elétrons que, caso não sejam necessários ao corpo em questão, ficam acumulados nesse cinturão, até que a energia universal os envie ao vácuo, de onde serão levados mais adiante, onde se façam necessários num corpo deficiente.

Observem agora, a correspondência entre um corpo celeste e um corpo humano:
1 – Ambos possuem um cinturão de energia a protegê-los;
2 – No corpo celeste chama-se cinturão, no humano aura;
3 – No celeste, este cinturão impede a entrada de elétrons, no humano, a aura impede a entrada de irradiações negativas.
4 – Os possíveis buracos no cinturão são causados de dentro para fora, em função de desequilíbrios na natureza planetária; no homem, em função de desequilíbrios emocionais.
5 – No corpo celeste, quando o cinturão é perfurado de dentro para fora, abre-se um buraco que dá passagem à energia cósmica viciada pelas sobrecargas de elétrons, o que trará desequilíbrios à energia planetária, o mesmo acontece com o ser humano quando o seu emocional entra em desarmonia, e a aura fica segmentada.
6 – No corpo celeste com um cinturão completo (sem buracos), a energia cósmica não penetra, mas o sobrecarrega, apagando a cor do planeta, pois a energia celestial não tem cor; o mesmo acontece num ser humano, onde a aura reflete apenas a cor dos nossos sentimentos (energias internas do ser humano vibrando no seu emocional), que adquirem os mais variados matizes.
7 – Um desequilíbrio muito grande no globo (vulcões, ciclones, cataclismas, tufões, etc.), pode provocar a saída de energias viciadas do interior do planeta para que o todo planetário não fique desequilibrado. Nesse instante, a energia universal, que não aceita viciação energética, começa a conduzir estas energias para fora do cinturão, até que elas se esgotem por completo. Só então,a saída aberta será fechada. O mesmo ocorre num ser humano que tenha um órgão doente, ou um ferimento exposto: assim que cessam as vibrações de dor, ou desarmonia vibratória física, a aura se fecha e o emocional volta a vibrar equilibradamente.

Com isto esclarecido, chegamos à conclusão lógica de que o cinturão de energia celestial, que reveste todos os planetas e satélites, e até mesmo as estrelas, é uma proteção para tudo o que está contido em seu interior, desde seres viventes, até as mais variadas formas de energias condensadas (formas sólidas resultantes da união dos elementos que o compõem, enquanto corpo visível).
Se dizemos que um corpo nada mais é que uma condensação de energias, temos nossas razões. Um pedaço de qualquer substância pode ser decomposto em átomos que possuem suas energias próprias. Se estão estáveis, é porque a energia planetária e a força gravitacional os mantêm nesse estado de passividade.

Se denominamos essa energia de “celestial”, é porque, em todos os corpos celestes por nós analisados e estudados, ela apresenta o mesmo grau na escala infinita de potência apresentada na descrição da energia cósmica. Encontramos algumas variações em planetas com sérias desarmonias internas. A Terra é um desses planetas que apresentam vários buracos provocados por explosões nucleares, monóxidos e dióxidos de carbono lançados no ar, além da indiscriminada devastação de sua natureza vegetal, que tem por função absorver o excesso de energias viciadas.
Caso não saibam, são estes desequilíbrios constantes que alteram o cinturão de energia celestial que protege o nosso planeta.

A Lua (satélite da Terra), por não ter um cinturão de energia celestial a protegê-la, é estéril e não possui qualquer tipo de natureza vegetal ou aquática, ainda que tenha condições de tê-las, caso a energia divina venha, um dia, a imantá-la com tal cinturão protetor, pois é este cinturão que protege a Terra das irradiações desordenadas que circundam à sua volta constantemente.
Mas, no espaço sideral, não existe abundância de energias elementais, e sim excesso de energias cósmicas viciadas oriundas dos corpos celestes, e que nele (o vácuo) foram lançadas pela perene energia universal, que tem na sua vibração inalterada os meios para retirar os excessos do interior do cinturão protetor.

Sim, quando um excesso de energias se forma a partir de um elemento, o meio ambiente sofre alterações bruscas e todo o clima é alterado. Porém, a energia universal existente até na menor parte de um átomo começa a sua ação reequilibradora. Em alguns casos isto acontece de forma calma e ordenada, mas na maioria das vezes o processo é violento (tufões, furacões, abalos sísmicos, etc.).

As chuvas ou secas prolongadas, são formas de se esgotar um acúmulo de energias de forma branda. Nos casos de seca, esta se inicia pelo acúmulo de calor provocado pela ausência de vegetação, o que torna o ar seco, ou pela ausência da energia aquática em uma determinada região. Enquanto não houver equilíbrio energético entre Água, Ar e Fogo, a seca se prolongará. Os desertos, onde existe abundância de Ar e Fogo, e ausência do elemento Água, enquanto energia, são casos típicos.

O orvalho que se acumula nos vegetais, nada mais é que a ausência do elemento Fogo nesta composição energética. O ar, impregnado de água, vai umedecendo as folhas na sua passagem. A tendência da água é descer, por ser mais pesada que o ar. Se, durante o dia, isto não acontece, é porque a energia do Fogo não permite a aglomeração das moléculas de água no ar. Mas, assim que o Sol se põe, elas começam a se depositarem nas plantas, ou na terra.

Tudo tem uma ordem! Basta sabermos como são os elementos originais para sabermos como agirão suas energias, na ausência ou na presença, de um ou mais desses elementos em determinada área.
Isso tem muito a ver com o cinturão de energia celeste: se uma região tem um excesso de acúmulo energético, a energia universal irá atuar sobre ele, lançando-o, através do cinturão, no vácuo do espaço sideral, de onde será carregado pela corrente contínua de energia cósmica.
Agora, saindo um pouco do planeta Terra e nos deslocando para outros corpos celestes, vamos encontrar planetas com formações diferentes do nosso.
Nesses planetas, os elementos predominantes podem não ser aqueles quatro que formam o nosso planeta; aí estão presentes, e em quantidades enormes, outros elementos ainda desconhecidos do ser humano.

Reconhecemos apenas aquilo que se assemelha às nossas condições: oxigênio, água, vegetação, etc.
Onde os elementos predominantes são outros, as energias também o são, e as aparências e matizes são diferentes. Porém, os cinturões de energia celestial são compostos como no planeta Terra.
Em todos os planetas que foram pesquisados, e que puderam ter seu cinturão detectado, a reação energética, na forma de vibrações, é a mesma que encontramos na Terra. Concluímos que essa energia celestial é a mesma em todos os corpos celestes do Universo, e se chegamos a esta conclusão, foi por encontrá-la até mesmo em corpos fora do sistema solar, e em outras galáxias longínquas.

Em todos, a função é a mesma, ou seja, proteger o corpo contido no seu interior. Mas essa energia celeste tem outra função da maior importância para os corpos celestes: é esse cinturão energético que não permite que o planeta seja absorvido pela gravidade do Sol; se ela é muito forte, também tem limitações na sua atração, pois a energia celeste bloqueia sua força de atração, firmando-se na repulsão que é exercida pelo amálgama das energias contidas no interior do Sol. São as explosões solares, tão conhecidas dos físicos e astrônomos!

Elas emitem ondas energéticas e luminosas, e é sobre esse oceano de vibrações, que os corpos celestes do sistema solar encontram seu ponto de apoio, devido a suas densidades relativas e pesos energéticos específicos.

Como tudo no Universo é energia, a lei da gravidade, assim como a atração gravitacional, que nada mais é do que magnetismo, também têm limitações. Um corpo celeste somente penetra no campo de atração de outro corpo celeste até onde seu peso e densidade lhe permitem, enquanto aquele que o está atraindo, somente consegue absorve-lo até onde possa superar sua força de repulsão, ou irradiação energética, vibrante, magnética, luminosa e colorida (E.V.M.L.C.), que vibra a partir do seu interior.
A Lua não é atraída para a Terra devido a esse princípio que atua tanto no macro, quanto no micro.

É bom que fique claro que uma lei que serve para regular a vida de um micro organismo, também se aplica ao Universo, pois se Deus é duplo (dual) na manifestação energética (cósmica e universal), não o é no princípio. E tudo é baseado em princípios muito bem definidos, e imutáveis.

Logo, nós também temos um poder de atração magnética (gravidade). Temos, igualmente, um cinturão de energia celeste protegendo nosso corpo, pois toda condensação de energia é protegida por um cinturão de energia celestial, que evita que ela se torne fluídica, ou sem um campo específico a delimitá-la.

A energia celestial é um desdobramento da energia universal, que está em tudo, e em todos, de forma perene e constante. Tudo, e todos, possui dois polos (positivo e negativo), e ela é o polo positivo, ou mantenedor, das criações divinas que surgem a partir das vibrações do mentor divino.

A energia celestial energiza apenas corpos celestes, e não o vácuo que existe entre uma galáxia e outra, ou mesmo entre dois corpos de um mesmo sistema solar.
O cinturão de energia celestial surge assim que dois átomos se unem, como um óvulo e um sêmen que se unem para dar continuidade ao princípio divino que diz: “Crescei e multiplicai sem temor algum, pois tudo nasce de mim, e o que, ou quem, nascer de mim, e em mim, eu o sustentarei por todo o sempre, se viver de acordo com meus imutáveis princípios”.

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