Bebidas nos tempos atuais

Outro dia me deparei com um gif nas redes sociais que  incentiva o consumo do álcool para deixar as pessoas mais soltas, sorridentes, e me coloquei a pensar sobre o fato até ter um embasamento mental e espiritual para escrever..

O fotografo que fez a experiencia etílica relata uma frase curiosa…

“Tem uma frase que diz, a primeira taça é da comida, a segunda é do amor e a terceira é confusão…”

A confusão dele citada será explicada de forma espiritualizada..

Quanto de bebida estão sendo consumidas pelas três ou quatro gerações presentes em nosso tempo?

A industria alcoólica incita o consumo, porém a mudança comportamental dos jovens e adultos nos últimos anos tem me surpreendido bastante, um costume hereditário, sem pestanejar os malefícios que dali sairão futuramente e não se importando com o lado espiritual que se desarmonizará e querendo ou não interferirá no plano físico.

O álcool atualmente tem feito um deslocamento cerebral “roubando” a área do prazer, aquela área ao qual acionamos quando comemos um chocolate, os sistema de recompensa cerebral.

O sistema de recompensa é um mecanismo que o cérebro recebe quando detecta sensações de prazer, sejam elas qual forem: “Sexo, bebidas, drogas, comida, poder, imponência, reconhecimento alheio, superação e vitória”. É uma das partes do cérebro mais estudadas pela ciência atualmente. Seus estudos têm como finalidade a batalha contra os vícios e dependências químicas que são na prática, ligadas ao prazer. O estudo também foca no combate a doenças como câncer, obesidade e depressão, ambas causadas pelo prazer explícito e a busca incontrolável por este prazer, na gula, no tabagismo e na queda de auto-estima.

O prazer explícito sentido pelo cérebro dura poucos segundos e isso faz com que a pessoa sempre busque novamente esse prazer, através de alimentos gordurosos, drogas, sexo e bebidas alcoólicas.

Bom, dito isto, é importante destacar os problemas espirituais:

Em uma festa regada a bebida, o primeiro gole é seu, a partir do segundo todo o consumo passa a ser dos acompanhantes espirituais afins. Estes acompanhantes tendo passe livre para interagir em suas vontades, faz com que sinta vontade de beber mais e mais. Após as influencias começarem a se fundir os roubos energéticos criam laços com seus centros de energia e posteriormente com a zona cerebral responsável pelo prazer.

Trarei alguns trechos do artigo universitário escrito em 2012 pela jovem Mariana Lioto de Cascavel/PR que cita o comportamento das pessoas em relação a bebida.

A bebida alcoólica enquanto produto de consumo legalizado no Brasil, possui, associadas a si, uma série de discursos: alguns revelam preocupação e garantem que o alcoolismo é um problema social e de saúde pública que atinge, com diferentes níveis de dependência, ao menos 10% da população nacional, outros discursos insistem em atribuir a bebida a capacidade de trazer felicidade ou solucionar problemas. […] A partir da observação de que é recorrente a presença do elogio a bebida alcoólica em musicas […] Não se pode ignorar que o consumo de bebidas alcoólicas, tal como é explicitado nas músicas, carrega consigo lucros e prejuízos, ao sujeito, a família, ao poder público, ao próprio artista e gravadoras e as empresas fabricantes de bebidas alcoólicas. […]

Outro ponto que Mariana cita em seu trabalho é a associação da bebida a diversão, mulher e fuga da opressão do trabalho.

Outro ponto de destaque:

[…]todas as tradicionais instituições da sociedade como tendo papel fundamental para manutenção da sujeição. A escola que, em muitos discursos é posta como “libertária”, é citada por Althusser como sendo a maior responsável pela manutenção das relações de produção. Neste mesmo grupo, são postas todas as religiões e se destaca, a mesmas finalidades nos objetivos tido como “culturais”, como a música, por exemplo. Todas estas instituições, enquanto aparelhos ideológicos, contribuem em maior ou menor grau para que os sujeitos “caminhem sem resistir”. E somente quando esta interpelação primaria falha é que se faz necessário a ação dos aparelhos repressores, que agem com a violência física. […]

Vejamos:

As escolas sempre trabalham a conscientização nas fases de formação, o que pode ser grande aliado no combate do alcoolismo.

Desde tempos pretéritos o homem consome álcool, historias bíblicas citam varias passagens sobre, livros históricos trazem veracidade dos fatos. O excesso também está na historia. Mas o que se destaca aqui é o fator genético, a atração pelo consumo em si se encontra no DNA histórico do ser humano, onde muitos brincam sem saber que de fato é uma realidade que trazem o gene CYP2E1, uma ligação com a bebida onde sendo ele exposto pode vir a desencadear ou não. No meio espiritualista chamamos de obsessão por carma familiar, quando um ou mais espíritos usam este codigo do fator genético para colocar seus planos em ação.

Muitos não sabem mas levam em seu gene o distúrbio da bebida, este pode vir a se desenvolver na adolescência ou vida adulta. Como também pode ficar encoberto apresentando-se em outras gerações. Esse é um dos motivos do alcoolismo ser hereditário. 

Ainda hoje vemos de forma muito natural diversas religiões que utilizam a bebida o que acaba sendo despercebido pela naturalização. Há os porquês do uso do álcool em alguns rituais e atendimentos. Porém quando se leva isso para dentro lar, como pessoas físicas, começa um problema. O ato “cultural” deste consumo está fazendo com que as obsessões por vícios se ampliem dia-a-dia.

[…]O sujeito reivindica uma suposta liberdade para ter “suas escolhas”, apesar de admitir que “beber”, “viver na noite”, e “gostar de farra” podem ser um problema. […]

O uso sem consciência do livre arbítrio pode colocar o individuo em celas de subjugação, onde uma constrição paralisa a vontade daquele que a sofre e o faz agir a seu mau grado, tornando-o refém de seus atos impensados espiritualmente. Cai aqui dois tipos de obsessão bem comum pelo consumo de drogas licitas…

A subjugação pode ser moral ou corporal.

  • No primeiro caso, o subjugado é constrangido a tomar resoluções muitas vezes absurdas e comprometedoras que, por uma espécie de ilusão, ele julga sensatas: é uma como fascinação.
  • No segundo caso, o Espírito atua sobre os órgãos materiais e provoca movimentos involuntários.

Vai, às vezes, mais longe a subjugação corporal; pode levar aos mais ridículos atos.

A subjugação é um tipo de obsessão que apresenta um elevado grau de domínio do aspecto corporal e às vezes moral do paciente. Quanto a subjugação é moral, diferencia-se da fascinação, porque o paciente sabe que está obsediado. Na fascinação ele nega que o esteja.

Interessante que na subjugação o viciado teima que controla a bebida e não o contrario, mas basta uma distração e ele sente até o gosto da bebida na boca, desejando poder consumir, inicialmente finais de semana, posteriormente em happy-hours, em casa a noite, até que chega o ponto ele acorda e troca o cafe pela bebida..

Na fascinação ele diz que o consumo próprio, brinca em dar o primeiro gole pro santo, acha a cerveja a melhor coisa do universo e não se dá conta da dependência.

O artigo da Mariana foi feito especificamente sobre a influencia que a musica traz sobre as letras indutoras. Aqui cabe também o adendo que o espírito Ângelo Inácio traz nos livros psicografados pelo Robson Pinheiro, onde explica que desde o arranjo musical até a letra há influencia direta dos espíritos, e muitos são os casos de indução sonora que fica registrado no inconsciente, sendo trasportado para o consciente pelo contato visual, o consumo coletivo associado a “felicidade”.

No site papo de homem, há um post referente a este termo, muito interessante por sinal, onde um dos trechos diz:

A cultura do álcool acaba associando as bebidas aos momentos distintos de descontração para induzir ao consumo de acordo com o público-alvo. Cervejas associadas com homens jovens, uísque com homens mais velhos, batidas de vodka para o público jovem em geral (mesmo tradicionalmente sendo dos mais velhos) e os vinhos como bebidas para casais românticos.

Baladas, jantares e happy hours são sempre regados a álcool. As pessoas falam das bebidas como se falassem de amigos queridos que não podem faltar em nenhum ambiente de descontração e paquera. O mais intrigante é ninguém questionar isso.

Por que a leveza, o riso e as paqueras estão sempre sendo intermediadas e facilitadas pelo uso de algum aditivo?

Se no começo uma pessoa bebia porque tinha vida social, do meio para a instalação do alcoolismo, ela tem vida social para beber.

Entretanto fica o alerta mais importante, a bebida é apenas a porta de acesso a outros tipos de obsessão devastadoras, assim como apenas mais um dos vícios sustentados pelo humano ao qual ele acredita dominar.

Voltando em uma visão mais espiritualizada, quero relatar três casos tratados pela equipe astral:

1 – Em cirurgia astral, foi detectado em P. H. L. que em seu organismo astral havia uma série de pontos escurecidos, disseminados pelo fígado para demais órgãos, contaminando por completo seu tórax. O uso constante de bebida alcoólica já começou a deixar rastros na saúde física, tais como boca seca, tonturas, desânimo constante, dores de cabeça. Feito limpeza astral, inserção de spins para expansão dos chákras que estavam “secando” e diminuindo seu tamanho, estes também estavam escuros, rígidos e expelindo energia enegrecida. Pós expansão feito limpeza, desligamento de nadis obsessores e recuperação do tamanho, cor e vitalidade dos centros de força. Tratamento de P.H.L. durou em média 2 anos aos quais conseguiu o apoio espiritual e também físico do A.A.

2 – R.F. procurou ajuda espiritual referente a sintomas anormais aos quais a medicina tradicional não localizava. Após alguns passes e tratamento de diagnostico espiritual, detectou que o o consumo de bebidas e cigarro atraísse não só espíritos afins como também inimigos destrutivos, no corpo astral foi localizado placas e fio metálicos de um equipamento desconhecido fisicamente ao qual comandava o domínio das vontades do ser sem precisar que os algozes estivesses presentes ao seu lado. Foram feitos 32 intervenções cirúrgicas e apirituais e acompanhamentos a R.F. até sua recuperação, a conscientização dos malefícios dos vícios e o abandono dos mesmo permitiu que melhorasse e hoje atua como médium em um centro no RJ.

3 – Um jovem rapaz de iniciais H.O.G. foi trazido pela família ao grupo de auxilio espiritual relatando muita dor de cabeça e convulsões constantes, após uma série de perguntas e investigação da causa, chegamos ao dia do primeiro acontecido, pessoa idônea que não possuía o vicio do álcool, porem em uma unica festa se deu o desfrute de beber por competição entre amigos entrando em estado de coma alcoólico, após acordar no hospital, estava com mãos e braços amarrados, médicos e enfermeiros alegaram que o individuo estava muito agressivo e falando palavras desconexas. Meses após o acontecido, uma série de convulsões semanais passaram a acontecer junto a agressões posteriores. Após uma série de exames e tomografias recorrentes sem esclarecimento, a família resolveu encaminhar o jovem rapaz ao centro de apoio espiritual onde recebeu ajuda de caboclos. Na cabeça do rapaz foi retirado vários micro cristais com cores variando do negro, verde escuro, cinza, vermelho ao laranja. Mecanismos metálicos foram retirados da cervical e também das mãos. Em volto a pineal havia um cinturão energético enegrecido que após três intervenções de remoção desencadeou um ataque epilético em plena maca. Passado o ataque, o rapaz foi acalmado, recebeu reiki e a cirurgia recomeçou, da pineal foi removido uma espécie de larva gelatinosa vermelho granada que em seu núcleo possuía uma luz vermelha intensa como um dispositivo. Após analise em laboratórios astrais, constatou-se que o parasita era conduzido a pineal com a finalidade de interferir nos hormônios e aos poucos corroer o enlaces da encarnação, com dentes afiados, procurava roer o cordão de prata. Dois meses após este procedimento cirúrgico e acompanhamento semanal, o rapaz não apresentou mais queixas até os dias atuais. Após isso levou a lição de não consumir álcool em excesso.

Cabe agora ter consciência do uso e a repetição do mesmo, sabendo que está suscetível pelas suas ações auto obsessoras a atrair demais seres.

Leia mais:

http://www.bemestarourofino.com.br/products/conhe%C3%A7a-o-sistema-de-recompensa-do-cerebro!/
http://www.updateordie.com/2016/04/08/como-as-pessoas-se-parecem-depois-1-2-e-3-copos-de-vinho/
http://www.guia.heu.nom.br/subjugacao.htm
http://www.guia.heu.nom.br/fascinacao.htm
Artigo na íntegra: http://tede.unioeste.br/tede//tde_arquivos/4/TDE-2012-07-11T084334Z-765/Publico/Mariana.pdf

http://papodehomem.com.br/alcoolismo-id-6/

O alcoolismo passa de pai para filho?

http://www.minhavida.com.br/saude/materias/13386-alcoolismo-pode-estar-ligado-a-causas-geneticas

 

 

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