ENERGIA ESTELAR

As energias estelares são aquelas de mais difícil abordagem, uma vez que as estrelas são como mentais gigantescos espalhados no Universo, atuando como pontos de força na natureza divina do Divino Criador.
A energia estelar é aquela que se forma a partir da produção de elétrons em grande quantidade, em função da queima do seu núcleo energético desequilibrado.
A energia que emana de um corpo estelar é luminosa, colorida, magnética, vibratória e energética, mas também é nesse corpo estelar que se depositam os excessos de elétrons a que nos referimos em abordagens anteriores.
A força de atração da estrela absorve o excesso de elétrons aprisionado na energia cósmica, e que é resultante do amálgama dos elementos que compõem os corpos celestes.
Logo, sua luz é decorrente da absorção de elétrons soltos no vácuo que, ao atingirem o seu interior, produzem as explosões luminosas que podemos ver de pontos tão distantes.
A energia resultante dessas explosões espalha-se até onde não sofra bloqueio de outra energia mais poderosa, ou até que surja uma condensação de energias que a barre e a absorva, ainda que de forma pacífica, através da expansão do cinturão de energia celestial que a protege, deixando passar apenas quantidades mínimas de irradiação.
Um exemplo dessas explosões é a bomba de nêutrons, inventada pelas mentes viciadas dos cientistas. A explosão de uma bomba neutrônica não destrói um edifício, ou construção, ou outros objetos feitos de matéria sólida (energia condensada e já livre da mobilidade), tais como: pedras, ferro, cristais, terra, etc. Mas toda energia vibrante, como o homem, os animais, a vegetação, é destruída, a partir da desintegração de seus cinturões de energia celestial.
Como nós observamos na abordagem da energia celestial, os cinturões têm como função proteger os corpos celestes, micro ou macro. Caso fôssemos atraídos pelo Sol, este cinturão se esfacelaria, e todos os tipos de átomos resultantes das explosões solares inundaria o planeta, e toda a vida desapareceria em instantes, porque a condensação de energias dos corpos micros (homem), e macros (planeta), se desfaria e seria absorvida pela condensação maior, que é o próprio Sol.
A bomba de nêutrons causa o mesmo dano na aura humana, animal ou vegeta! (Esfacelamento do cinturão celestial, que não deixa entrar energias negativas no corpo contido em seu interior), deixando o corpo exposto à alteração energética do meio ambiente viciado.

Assim, tudo o que vibra (energia humana, vegetal e animal) é atingido pela explosão. Isso não quer dizer que a terra (construções, rios, montanhas, solo) não vibre, mas isso acontece numa faixa tão baixa, que não é atingida pela bomba, Porém, a terra também fica viciada, pois absorve o excesso radiativo resultante da explosão.

A explosão luminosa das estrelas é o resultado da absorção de elétrons e da liberação de nêutrons, até onde possam ser novamente capturados por átomos viciados, ou em desequilíbrio energético (polo positivo menor que polo negativo)
Por vários bilhões de quilômetros à volta de uma estrela, não é possível existir espécie alguma de vida, em virtude desse desequilíbrio vibratório de E. V. M. L. C. (irradiação energética, vibrante, magnética, luminosa e colorida).
Pois bem, as energias estelares são energias viciadas e mortais para a espécie humana, que é composta, na sua parte material, pelas energias oriundas de apenas quatro elementos originais (Terra, Água, Ar e Fogo).
O espírito humano, que tem origem num só elemento, pode suportá-la até certo limite, e não mais que isso. Ultrapassado esse limite, suas funções mentais começam a sofrer do excesso de absorção de luz e cor, o que faz com que também ele se magnetize pelas energias viciadas que destroem o corpo espiritual, que é o que lhe dá forma e sustentação num meio viciado.
Isso de os poetas comporem belos cantos em louvor às estrelas logo se desfaria, se soubessem que a beleza da imagem, e do matiz de uma estrela, é somente a aparência radiante da mais poderosa e destruidora energia que há no Universo. Com certeza, nenhum deles iria querer habitar numa longínqua e aparentemente inofensiva estrela.
Mas como tudo tem sua razão de existir, pois se assim não fosse Deus não as teria criado, as estrelas emitem uma energia estelar que, depois de ser filtrada de muitos dos seus elementos, chega até os corpos celestes sob sua atração gravitacional e os inunda com uma energia benéfica, que permite ao Divino Criador realizar outras maravilhas por nós desconhecidas, uma vez que os elementos que as compõem ainda não são do nosso conhecimento.
Pois isto é a energia estelar! Cada uma das estrelas produz um tipo de vibração energética que tem por fim último, a alimentação do amálgama dos elementos que compõem os corpos celestes sob sua influência gravitacional.
No micro, um átomo possui um ou vários elétrons girando à sua volta, e, no macro, uma estrela também possui um, ou muitos corpos celestes, girando no seu campo gravitacional. O macro é somente uma ampliação da mesma ação realizada no micro.
Mesmo as galáxias não estão estáticas no Universo, pois também giram em torno de algo ainda desconhecido da espécie humana. Será que este corpo que sustenta a órbita das galáxias é o corpo de Deus? Ou ainda existirão outros corpos maiores, para quem as galáxias são apenas condensações de energias, presas aos campos de gravidade de magníficos corpos celestes, de grandezas imensuráveis, que giram ao redor do mental divino e celestial do Divino Criador? Ou será que, caso conseguíssemos comprovar essa hipótese, outro corpo maior ainda se nos apresentaria?
Nós, como cientistas divinos acreditamos na última hipótese, pois sabemos que Deus, ou YAYÊ, o Senhor da Luz, não tem princípio nem fim. Como seres humanos, vivemos naquilo que Ele reservou para este estágio de nossa evolução.
Que o sagrado YAYÊ permita que um dia possamos alcançar o estágio de seres estelares! Somente assim teremos meios de absorver com maior facilidade os excessos de elétrons (energias viciadas) e, depois de explodirmos e termos purificadas nossas energias de sua negatividade, talvez possamos alimentar o amálgama dos elementos formadores dos corpos celestes que orbitarão à nossa volta, e dentro do campo gravitacional de nossa força magnética.
Até lá, viveremos com conhecimento de causa, que é nossa fé sábia e livre de viciações religiosas, criadas por racionais humanos totalmente dirigidos por princípios negativos. Que a cada dia procuremos torná-la mais universal, e menos cósmica, pois sabemos que o sagrado YAYÊ é mais universal, e quem sabe disso está protegido pela energia celestial das investidas da corrente contínua da energia cósmica (negatividade), que tenta lançar seus excessos nos corpos contidos no interior do cinturão luminoso e protetor das criações divinas do Divino Criador.

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