ENERGIA MAGNÉTICA

Para falarmos em energia magnética, temos que recorrer ao átomo e à composição do seu núcleo, onde estão agregados prótons e nêutrons. Para cada próton (energia positiva), há um nêutron. Numa melhor definição, poderíamos chamá-los de magnetos, porque é o que são: magnetismo puro agregado aos prótons para que um campo de força gravitacional seja estabelecido e se exerça uma ação de atração e repelência ao mesmo tempo. Sem os nêutrons, não existe a formação de átomos. Eles não são o que o nome sugere (neutros), mas sim magnetismo que imanta todo o campo à sua volta, permitindo o equilíbrio entre prótons (+) e elétrons (-). Com isto, temos uma amostra compreensível do que seja energia magnética.

Esta energia tem como função principal criar um campo magnético onde a energia positiva possa se manifestar, devido à imantação, ou acúmulo de energia condensada, derivada de uma das quatro energias que, no nosso planeta, formam o amálgama energético.
Um meio de romper o núcleo de um átomo é alterar seu magnetismo estático, impondo-lhe mais ou menos elétrons em sua órbita. Com isso, altera-se sua composição nuclear. Isso é possível tanto por meios químicos (eletrólise), quanto por meios físicos (bombardeio radioativo). Os reagentes químicos nada mais são que compostos de energias positivas irradiando continuamente energias negativas (elétrons) em grandes quantidades.

O planeta Terra tem dois polos magnéticos, e um campo magnético que termina exatamente onde começa o cinturão de energia celestial. Este cinturão forma-se exatamente nos limites do campo magnético, que é a expressão da força atrativa, ou gravitacional, do planeta. O campo magnético estende-se de forma homogênea ao redor do planeta, e pode ser alterado pelo fenômeno da aproximação, maior ou menor, da órbita lunar, que cria as marés altas e baixas. (Cabe aqui algumas explicações sobre esta energia no cotidiano, a atração de seres a determinadas regiões e carmas, um pequeno exemplo disso: gêmeos siameses que tem por sua maioria na Índia).

A Lua também possui um campo magnético e, por não ter um cinturão de energia celestial, irradia este magnetismo a longas distâncias. De acordo com as fases lunares, seu campo magnético influencia a Terra através da maior ou menor aproximação dos dois campos magnéticos, que são a expressão da energia de cada um desses corpos celestes. Como a Terra é estável em relação à Lua e móvel em torno do seu eixo magnético, e também em relação ao Sol, concluímos que a Lua é de exclusiva atração terráquea. Isso ocorre porque, dependendo de suas fases, o magnetismo planetário torna-se mais adequado às gêneses (nascimentos, brotos, podas, colheitas, chuvas, etc.).
Vejam como é importante o magnetismo, enquanto expressão de energia planetária. É através de uma medição de seu campo que podemos ter uma noção do quanto há de acúmulo energético no interior da crosta, ou da parte tangível de um corpo celeste positivo.
Se os cientistas construírem uma escala suficientemente sensível para medir o magnetismo de um corpo humano vivo, e que também tenha a capacidade de abranger o magnetismo planetário, poderão quantificar, por comparação, qual é a energia do planeta Terra, e mesmo descobrir como são as alterações, para mais ou para menos, que se acumulam no interior do planeta, e que tanto podem sinalizar alterações climáticas, quanto meteorológicas. Até mesmo fenômenos geotérmicos, como cataclismas, abalos sísmicos, etc., seriam medidos com antecedência, podendo ser previstas as suas intensidades e os locais exatos dos seus epicentros, uma vez que estas explosões são detectáveis pela leitura do acúmulo magnético, que é, em última análise, a expressão do acúmulo energético e da direção de onde ele irá aflorar na crosta terrestre. Por tudo isso, classificamos o magnetismo como energia magnética, pois ela é a medida exata do acúmulo energético de qualquer condensação energética. Essa energia varia de acordo com o amálgama que propicia sua formação: se for positivo, ela será compacta e de poder muito grande; se for negativo, carecerá de um cinturão celestial e, neste caso, se espalhará tal como descrevemos no caso da nossa Lua. Os átomos de urânio, rádio e mais algumas substâncias irradiantes, são formados de compostos energéticos negativos e, portanto, não possuem este cinturão limitando seu magnetismo. Como este é de origem negativa, sua tendência é alterar os corpos que forem imantados com seu magnetismo negativo e nocivo, tanto quanto sua energia negativa. O câncer, uma doença incurável, tem sua origem energética e física na alteração do magnetismo do ser humano. Enquanto os pesquisadores procurarem a cura por meios externos, não terão sucesso. O magnetismo negativo altera a distribuição e a composição genética de um tipo qualquer de célula. A partir daí, o processo vai se alastrando por todo o organismo daquele que teve seu magnetismo pessoal alterado. Quando a ciência começar a pesquisar o magnetismo como uma força (energia) tangível e sensível, mas não visível, poderá estabelecer um padrão magnético humano e, a partir dele, detectar alterações genéticas que poderão dar origem aos mais variados tipos de câncer.

Pessoas com desequilíbrio emocional contínuo têm maiores possibilidades de contraí-lo, como resultado do acúmulo interno de energias negativas condensadas e concentradas em determinados órgãos do corpo humano. Esse desequilíbrio contínuo é provocado por abusos cometidos contra o próprio corpo carnal, que se refletiram no espiritual, tornando-os negativos no emocional. Mas também pode ser uma cobrança constante do subconsciente alojado no mental, e que pulsa por muito tempo, ultrapassando inclusive várias encarnações. Sob certas condições emocionais muito negativas, o acúmulo de energias (vibrações mentais) negativas começa a alterar a estrutura das células, originando, assim, um tipo de câncer chamado de benigno.
O câncer chamado de maligno é a junção do acúmulo interno de energias negativas somadas às energias oriundas de fontes externas tais como: fumo, álcool, materiais radioativos, irradiação solar, agentes químicos nocivos, etc .. Essas fontes externas bombardeiam constantemente as células com energias negativas, alterando-as. Assim que o núcleo se torna negativo, passam a serem reproduzidos corpos estranhos ao código genético de reprodução. Rompido o equilíbrio magnético celular, e as células destituídas dos seus micro cinturões energéticos, destruídos no momento em que passaram a serem geradas células negativas, estas começam a irradiar suas energias para as células próximas, destruindo também, seus cinturões protetores, tomando-as, assim, células negativas. Como o processo é contínuo, uma vez que esse negativismo não pode ser contido de fora para dentro nos casos de tumores malignos, todo o organismo acaba sendo contaminado por estas células negativas sem o magnetismo para ordenar-lhes a reprodução. Pois é isto!
O nosso planeta tem no seu campo magnético a ordenação de toda a procriação. O balanceamento entre prótons e nêutrons na escala macro planetária, que dá origem à energia magnética, é que possibilita este equilíbrio.

O mesmo se repete no homem, pois o corpo humano e o todo espiritual absorvem continuamente energias derivadas do amálgama energético planetário. Se essas energias forem viciadas (negativas), o corpo físico acabará por se deteriorar, já que os pontos de força (chákras) que captam as energias ficarão obstruídos, absorvendo somente as energias negativas que circulam em todas as direções, desde o interior do planeta até os polos magnéticos, depois de terem aflorado na crosta terrestre. Quem chegar a este estado, adoecerá exatamente no ponto de força que está captando somente energias negativas. Também absorvemos energias negativas através do som e da imagem. Classificamos, o ruído, como estímulo negativo que cria ansiedades, angústias, neuroses, esquizofrenias, etc. A imagem associa-se às aparências que nos desagradam, tais como: morte de entes queridos, acidentes climáticos ou geológicos, líderes políticos ou religiosos criando situações catastróficas, etc. Estas imagens de desespero, insegurança, perigo, etc., alteram sobremaneira o equilíbrio energético interno, desequilibrando o nosso emocional, alterando o equilíbrio sutil, ou quintessência energética espiritual, racional, consciencial e mental do ser humano, diminuindo ou anulando, dessa forma, o magnetismo anímico existente.
Quando um ser desmagnetizado cai sob a influência das energias negativas, que afluem de todos os lados inundando o seu corpo físico e espiritual com suas vibrações nocivas e desarmonizadas, ele mergulha num terrível processo de negativismo doentio. Sua aura luminosa se apaga no momento em que as imagens e sons anulam o seu magnetismo. Este magnetismo é que sustenta a aura e, juntam ente com ela, forma o cinturão de energia celestial que protege o indivíduo contra as invasões das irradiações vindas de todos os lados.
Temos assim, na energia magnética, a sustentação da energia celestial, pois uma energia existe apenas se outra, em contrapartida, existir para sustentá-la. É bom que se anote bem esta explicação, porque uma escala energética se baseia no princípio de que várias faixas devem existir para que uma faixa possa sustentar a faixa posterior, e apoiar-se na faixa anterior. Logo, a energia magnética sustenta a energia celestial, que se sustenta e se alimenta da energia universal, que, por sua vez, faz o mesmo em relação à energia divina.

O mesmo fenômeno ocorre tanto no macro, quanto no micro. Por isso, é bom que um ser humano que esteja vibrando sob a influência das energias negativas procure as causas de sua “receptividade”, bloqueando-as no menor tempo possível. Somente assim se curará, ou impedirá que alguma doença comece a ter condições apropriadas para se desenvolver num curto espaço de tempo. Quando morre alguém muito querido, e várias pessoas caem em baixíssimos níveis vibratórios devido à tristeza provocada por aquela partida, as pessoas mais afetados pela perda logo começam a dar mostras de certas doenças antes insuspeitadas. Isso quer dizer que essas pessoas estão anulando seu magnetismo, pois o emocional é o cinturão celestial que os protege. Se o pranto, tristeza, solidão e dor o alteram, deixa escapar ou anula toda a energia magnética que mantinha o equilíbrio dos corpos físicos e espiritual. Surgem assim as doenças físicas, ou de fundo emocional, que lançam tais pessoas em depressões profundas. Isso quer dizer que as pré disposições para estas depressões já existiam, e foi necessário apenas a dissolução do cinturão celestial, ou do magnetismo interno, provocada pela paralisação das vibrações mentais, que são positivas, para que o ser humano entrasse em profunda de irradiação energética negativa. Muitos alegam que é o ente querido que partiu quem está perturbando as pessoas e causando os desequilíbrios. Quem diz isso não sabe o que diz, e não conhece as leis divinas que regem as energias. Emoções são energias, e nada mais. Se alguém encarnado cai de vibração e deixa de irradiar sua energia positiva interna, passando a ser sensível às energias negativas que circulam em todas as direções à sua volta, logo ficará doente. Isto é ciência, e não misticismo ignorante, ou religiosidade arcaica, que nada explicam e lançam a culpa em alvos errados.
Um ser humano pode sofrer uma obsessão mental de outro ser humano, e ter, pouco a pouco, o seu cinturão celestial perfurado, porque estará recebendo uma onda energética de vibração negativa, que irá envenená-lo muito lentamente, fazendo com que seu magnetismo escape através desses buracos negros.
O que causa as obsessões mentais negativas são: inveja, paixão, ódio, vingança, etc.
O ser possuído por essas energias sutis negativas vibra até o objeto de sua viciação mental em corrente contínua. Com isso vai, pouco a pouco, desequilibrando-o e perfurando sua aura de energia celestial. Por essas perfurações começam a penetrar energias negativas de toda ordem, que irão minar sua resistência emocional, assim como deixar escapar parte do seu magnetismo pessoal. Em seguida, o objeto da obsessão será invadido por uma letargia, uma vez que teve seu cinturão protetor vazado e seu magnetismo disperso no vácuo à sua volta. Existem, também, aqueles que recorrem a métodos impessoais de obsessão energética viciada. Eles usam magias negativas de toda ordem contra seus semelhantes. Num primeiro momento o efeito é fulminante caso o alvo seja um ser já em desequilíbrio emocional.

Além de não ter; mais a energia magnética em seus corpos físico e espiritual, ele estará com seu cinturão de energia celestial (aura) anulado. Para estes casos são necessárias certas ordens energéticas de natureza positiva, tais como: desobsessão espiritual, banhos com ervas magnéticas, passes magnéticos, etc.
Na ordem positiva, um ser com forte energia magnética animal e espiritual pode energizar um outro ser totalmente destituído do seu magnetismo. Mas para que a energização seja bem sucedida, o ser deficiente deve criar condições emocionais para desdobrar rapidamente seu cinturão celestial anulado e, com isto, reter o magnetismo emprestado, até que suas vibrações mentais positivas voltem a condensar sua energia magnética, fortalecendo-se e restaurando sua harmonia e sua saúde física e espiritual.

Este é o processo usado pelos espíritas, espiritualistas, sacerdotes, por certos médicos e por todos os psicólogos conscientes de sua função de conselheiros. Muitas colocam a fé como condição primeira para o reequilíbrio emocional, E por esse motivo que as “igrejas” com líderes polêmicos obtêm tanto sucesso, pregando o abandono do mundo e a entrega total a Deus. Esse processo é ultra rápido para o desdobramento do cinturão energético num primeiro momento, mas, em compensação, desperta um magnetismo viciado, uma vez que não serão vibrações mentais positivas, mas sim viciadas, que o despertarão e o acumularão. Em pouco tempo, o ser que acumulou energia magnética de origens viciadas irá se tornar um ser viciado, tal como um fanático religioso, um racista, um “dono da verdade” divina, etc. Como a fonte que o despertou foi um mental negativo, este será o responsável pela sua absorção e irradiação ao exterior. Encontramos “pastores” e “profetas” totalmente viciados nos seus princípios vibratórios, sustentando um acúmulo de magnética muito poderoso, mas sem um meio positivo (mental superior) para dar-lhe uma vazão harmoniosa. Assim, ele irá brandir o seu livro santo com a mesma energia e disposição de um espadachim.
Entre um líder guerreiro cruel, que desperta a força (energia magnética) nos seus guerreiros, e um líder religioso viciado, que desperta o racismo religioso em seus seguidores, não existem diferenças: ambos usam do poder dos seus mentais negativos para alcançarem (dar vazão) os seus objetivos (princípios viciados).
Se observarmos com cuidado, veremos que Deus é a energia divina, e que tem um padrão vibratório próximo do estado de não vibração, conforme demonstramos quando abordamos a energia universal. Porém esta energia tem na energia cósmica o seu polo negativo, representado por uma corrente contínua que varre o Universo recolhendo os acúmulos de elétrons. Por analogia, o que estes dois tipos de líderes fazem é absorver os seres humanos com excesso de elétrons, tornando-se mais poderosos em energias negativas e, assim, colhendo mais seres com excesso de elétrons. Estes seres passarão a engrossar a corrente contínua negativa original que se tornou viciada depois do discurso cruel, ou racista, conforme o caso. Com isso, chegamos à conclusão lógica, fundamentada na observação “in loco”, de que tais pessoas terão sérias dificuldades para alterarem as vibrações formadoras e sustentadoras dos seus magnetismos, porque estão centradas em mentais negativos, ainda que o magnetismo, enquanto energia, seja positivo. Isso não isenta o ser viciado de ter todo o seu magnetismo esgotado numa esfera inferior (faixa vibratória negativa, mais conhecida como Trevas), pois será a fonte (mental negativo) que conduzirá tal ser dominado por princípios viciados.
Como estamos apenas querendo demonstrar os muitos tipos, ou graus, de condensações energéticas, não vamos nos alongar nesta linha de raciocínio, porque senão teríamos que ingressar no campo religioso e desmascarar uma infinidade de charlatães que usam o santo nome da energia divina para acumularem em seus bolsos grandes quantias de moedas viciadas, arrancadas justamente daqueles que nada sabem das ciências (vibrações energéticas) divinas, e que por isso são acolhidos pelo Divino Criador, que como tal, tudo sabe, tudo sente, porque tudo está contido na energia maior, que é Ele mesmo.
Saibam mais sobre os muitos graus vibratórios positivos, e vibrarão tão positivamente, que seus magnetismos pessoais se tornarão poderosos ao ponto de energia negativa alguma anulá-los.

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