ENERGIA NEGATIVA

Energia negativa é sinônimo de ação, movimento e instabilidade. Logo, temos nesse tipo de energia a força que movimenta o Universo. Ela não é, de forma alguma, tangível. Pode até ser visível, tal como o raio de uma tempestade, ou a luz solar, que pode nos cegar, caso fixemos nosso olhar por muito tempo. O Sol é um corpo celeste de ordem negativa, e suas vibrações, se sentidas por muito tempo, causam danos irreparáveis e alterações fantásticas. Como o Sol, todas as estrelas são condensações energéticas, ou amálgamas, de ordem negativa. As energias que derivam desses amálgamas são irradiações negativas enquanto energias em corrente contínua. Classificamos como energias negativas, todas aquelas energias que não são tangíveis, mas que tanto podem ser visualizadas como podem ser sentidas: não podemos segurar o fogo, mas sentimos seu calor. Também podemos vê-lo a certa distância, sem que, com isso, nossos olhos sejam danificados. Também a identificamos com os elétrons, porque estes não interrompem sua movimentação, ainda que assumam uma órbita estável devido à atração magnética do núcleo do átomo.
Concluímos, portanto, que o Sol é negativo enquanto condensação energética, porém com uma força positiva que atrai os elétrons (planetas) à sua volta. Se não somos compactados ao seu núcleo ígneo, deve-se à energia negativa irradiada a partir da combustão deste mesmo núcleo, com forte condensação de energias positivas. Contrariamente às tempestades, que emitem energias (raios) descontínuos, o núcleo emite suas energias de forma contínua. Numa tempestade, falta um núcleo sólido e positivo que mantenha e ordene o amálgama energético formado a partir da condensação de água e ar.

As descargas (irradiações) oriundas desse amálgama são descontínuas, desequilibradas e instáveis, porque não têm outra direção que não o centro positivo do planeta Terra, onde são absorvidas e se misturam à poderosa concentração energética que sustenta o planeta. A energia negativa é identificada com a energia cósmica, que é o polo negativo da energia divina. Como tal, ela é classificada como corrente instável e, portanto, intangível por qualquer meio ou forma que imaginemos. Não podemos segurá-la, nem tão pouco prendê-la por muito tempo. Vamos a um exemplo:

Uma barra de ferro é um composto com energização positiva, o que a torna manipulável, já que possui um estado definido, equilibrado e estável. Mas se a levarmos ao fogo (energia negativa), e este for muito vibrante (altas temperaturas), a barra se dissolverá, porque não conseguirá absorver tanta energia negativa. Se as vibrações (calor) não forem tão quentes, vibrantes e intensas, poderão ser absorvidas pela barra e contidas por um certo tempo, mesmo que seja por um curto espaço de tempo. Se a retirarmos do fogo, logo ela esfriará, e voltará ao seu estado de substância com energia positiva a envolvê-la (halo), mantendo-a numa faixa de vibração (temperatura) por nós suportável. Identificamos, num capítulo anterior, energia terrena e energia aquática como derivadas da energia universal, e energia ígnea e energia aérea como derivadas da energia cósmica. Temos, então, um desdobramento energético (quedas vibratórias) das duas vibrações maiores e oriundas da energia divina. Fogo e ar são energias negativas, e todas as substâncias que as tiverem como imantadoras não serão palpáveis, embora possam ser vistas e sentidas. Tentem segurar um bloco de gelo, que é uma condensação energética negativa com predominância da energia aérea sobre a substância água. Vejam bem: a água, substância positiva, imantada com a energia negativa do ar transforma-se em gelo, ou num corpo frio, que tem na energia positiva sua forma visível e sensível, mas que somente se manterá assim enquanto a energia aérea a estiver imantando; o gelo será classificado como corpo negativo, porque não subsistirá fora do meio (energia) que o formou, uma vez que a energia negativa (frio) se dissipará, e o corpo, agora sólido, voltará a ser uma substância positiva (água), perfeitamente tangível porque vibra numa faixa que nos é familiar. Observem bem o que estamos dizendo, e aonde queremos chegar. Não podemos segurar com as mãos nuas um bloco de gelo, ou mesmo suportar um frio muito forte por muito tempo, sem causarmos danos imensos, e até irreparáveis, ao nosso corpo. Este é, realmente, o sentido que imprimimos a esta abordagem das energias. Quando abordamos a energia universal e a energia cósmica, dissemos que a primeira é perene e estável, e a segunda, contínua e instável. Conforme demonstramos, seus desdobramentos mantêm suas características básicas. Sabemos que uma barra de ferro é positiva à temperatura ambiente, assim como a água também o é. Mas, se ambas forem submetidas à ação das energias negativas, deixarão de ser tangíveis (palpáveis), e serão apenas visíveis e sensíveis, e nada mais.

Então, chegamos à conclusão de que energia positiva é o corpo, e energia negativa é a intensidade de suas irradiações, que tanto podem ser frias, quanto quentes (vibrações altas e baixas). Por isso, dissemos que o Sol é positivo no seu núcleo, e negativas são suas irradiações energéticas, pois são oriundas de um corpo sólido cuja estabilidade energética é mantida pela energia positiva. Caso contrário, teríamos o Sol irradiando seus raios (carga negativa) por direções imperfeitas, e de forma descontínua, tal qual uma tempestade.
Temos, assim, a partir destas últimas descrições, o sentido claro e correto de energias, e quando são classificadas como positivas ou negativas.
Positiva é a fonte, e negativa é sua irradiação. Positivo é o tangível, e negativo é o que é apenas visível e sensível. Positivo é o núcleo, e negativo são os elétrons que giram ao seu redor. Positiva é a água, e negativa é a água gelada. Positiva é a madeira, e negativa é a madeira em chamas. Positiva é a terra, e negativa é a energia que ela emana para o vácuo, e que é recolhida pela corrente contínua de energia cósmica. Etc.

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