ENERGIAS PLANETÁRIAS

As energias planetárias são por demais nossas conhecidas, pois é a partir delas que os corpos se formam.
Não abordaremos as energias de outros planetas, porque isto não nos é permitido. Ficaremos restritos às energias do planeta Terra. Esta é uma amostra que poderá ser comparada ao que se sucede em outros planetas, uma vez que nada muda no Universo, e as leis que regem o micro são as mesmas que regem o macro cosmo. A única diferença, se dá em função da existência ou não de outros elementos originais formadores dos corpos peculiares de cada planeta.
Do amálgama dos quatro elementos, que é absorvido tanto pelo corpo carnal quanto pelo espiritual, resultará que nos elevaremos em vibração, magnetismo, luminosidade e cor (V.M.L.C.), ou que cairemos para faixas com números negativos, onde luz e cor se tornam totalmente ausentes, o magnetismo cai numa faixa de energia negativa, e a vibração se torna desagregadora das constituições energéticas aqui existentes.

O planeta Terra tem vibração, magnetismo, luz e cor próprias, que se encaixam na vibração, magnetismo, luz e cor. Isto ocorre porque são resultantes do amálgama energético. Suas resultantes nunca seriam inferiores: o magnetismo é composto com as energias dos quatro elementos e resulta da vibração que a energia planetária alcança. Logo, luz e cor próprios são derivados do magnetismo. O que as sustenta (origina) é o magnetismo, não a vibração de qualquer substância.
Coisas tão sutis, somente são comprovadas, após o corpo espiritual ficar liberto do corpo carnal, e deixar de absorver o amálgama energético resultante da ingestão dos alimentos, água, ar e calor materiais. Assim que ocorre a separação do espírito e da carne, esta fica sem a energização que lhe chegava através do cordão mental, que se liga ao mental divino transmitindo-lhe a energia divina. Ela começa, então, a se desintegrar, uma vez que o corpo humano é somente uma condensação de energias.
O espírito, depois de libertar-se do corpo, vai estacionar numa faixa de E.V.M.L.C. que existe no seu mental e, já liberto do corpo carnal, vai, pouco a pouco, transferindo a energização do corpo espiritual para o mental, até que um equilíbrio entre o todo espiritual e o corpo se estabeleça. Somente após este processo é possível medir o magnetismo, a vibração e o matiz (luz e cor) contidos (absorvidos) no todo espiritual (mental, racional e consciência), e determinar com precisão qual é a faixa de luz alcançada por um ser humano que absorveu, por um certo período, o amálgama de energias oriundo dos elementos Ar, Água, Fogo e Terra.
A energia planetária é tudo isso que acabamos de explicar. As leis não se alteram, e são as mesmas tanto para o micro, quanto para o macro cosmo. O mesmo vale para o planeta Terra, que é composto da condensação dos quatro elementos, ou energias, originais.
A água que bebemos é uma substância viciada (energizada) com outros elementos; não é o elemento original “Água”, mas sim um composto energético que se materializou, ao ser ingerido, irradia outro composto energético (corpo humano, animal, vegetal, terra, etc.)
A terra que pisamos não é o elemento original “Terra”, mas sim a substância resultante de um composto energético que tem neste elemento a sua origem e sustentação energética, que a mantém sólida e palpável.
O mesmo acontece com o Ar e o Fogo.
Os elementos designados com esses nomes não são os mesmos que nos deram origem, e que nos sustentam em nossa evolução nos estágios já vivenciados, e naqueles ainda por vivenciar.
Vejam como é difícil dissociar as energias planetárias das energias espirituais, humanas, elementais, etc.!
O Fogo atua de fora para dentro, enquanto a Água parte do princípio inverso. Se temos uma concentração energética, por exemplo álcool, e lhe atiramos uma fagulha, esta vai consumi-lo até que nada mais reste. Posteriormente, o fogo irá se extinguir por completo, devido à ausência da energia que lhe dava meios de se expandir. O mesmo acontece numa tragédia qualquer: alguém desperta sua energia ígnea (ódio). Depois que destrói (consome) a substância que alimentou (expandiu) a fagulha inicial, apaga-se por completo, e sobrevém uma sensação derivada da Água (remorso, tristeza), que irá apagar o “fogo interno”, uma vez que, sem algo para alimentá-la, a energia ígnea não tem como subsistir.
Isto se deve ao fato de que tudo é função do amálgama energético resultante da viciação energética entre os elementos originais. Se pegarmos como exemplo uma árvore, veremos que ela é composta pelos quatro elementos. Se pegarmos outros exemplos, veremos que todos se enquadram nesta constatação.
O planeta Terra possui um magnetismo próprio resultante do composto energético que o sustenta, enquanto energia condensada.
Esta energia, ou energias, também resultam numa vibração característica. Esta energia, magnetizada e vibratória, possui um matiz (luz e cor) próprio, que pode alterar-se, dependendo do ângulo e da distância em que o planeta for observado de fora do cinturão celestial.
A Terra, quanto à sua luz e cor, é, aos nossos olhos, um planeta azul. Isso se deve ao reflexo da luz solar que nos chega, e ocorre porque a maior parte do planeta é constituída a partir do elemento Água. Sendo assim, seu reflexo, para um observador situado entre os números 273 e 280 da escala O.V.E., será predominantemente da cor azul. Mas para um observador que tenha uma visão acima ou abaixo destes números (dimensões), ela poderá transparecer outra cor, em função do poder de captação dos seus olhos. Se ele for uma condensação energética de 21 elementos originais, certamente sua capacidade visual será de absorver vinte e uma cores diferentes. Logo, o azul pode não estar entre elas, caso o elemento Água não faça parte de sua composição. As cores que se destacarão poderão ser as da Terra, do Ar, ou do Fogo, e a cor da Água lhe parecerá incolor e invisível.

A cor que detectamos no planeta Marte, ou Vênus, ou Saturno, pode não ser a cor do elemento predominante, ou que ocupa maior volume no todo da condensação de energias.
Mais uma vez, observem que o macro apenas repete o que é o micro.
O planeta Terra é formado, em 75% do seu volume visível, por água. O mesmo fenômeno se repete no ser humano encarnado. E isso porque somos um amálgama da condensação das energias dos mesmos elementos que compõem nosso planeta.
O azul é predominante na reflexão da luz solar. Logo, sua cor é azul e sua luz também o é, pois no centro energético da Terra as vibrações adquirem a predominância vibratória azul.
As energias planetárias circulam em duplo sentido. O nosso planeta possui dois polos magnéticos poderosíssimos, que são o norte e o sul. Eles têm como função possibilitar a constante rotatividade das energias aqui produzidas.
Caso não houvesse a distribuição dessas energias por todo o planeta, ocorreria que, em certos pontos, o ar, a água, a terra e o fogo ficariam tão sobrecarregados, que tempestades, maremotos, ciclones, vulcões, abalos sísmicos, secas, ventanias, etc., destruiriam a vida, e o caos voltaria a existir.
Quando o autor bíblico citou ” … no princípio só o caos havia”, ele quis dizer que, foi a partir da ordenação da condensação de energias, surgida do amálgama das energias dos elementos básicos, que a vida, como nós a conhecemos, se tornou possível.
Foi a partir de princípios (leis) imutáveis, que essa ordenação foi possível.
Então, quando o mesmo autor citou o “sopro divino”, ele quis dizer que existe uma coordenação de movimentos (circulação) de energias. Vamos dar, numa figura, um exemplo dessa ordenação:

Na primeira figura, observamos a localização das faixas onde são captadas as energias em função da perpendicularidade da crosta terrestre em relação aos raios solares. O filtro composto pelo cinturão celestial permite, na parte mais diretamente exposta (exposição frontal), que energias quentes sejam captadas e, nas partes mais inclinadas, que as vibrações que o atravessam, sejam energias frias, ou radiações que tornem o meio ambiente local propício à formação de energias frias, quando somente os elementos Ar e Água se combinam para dar origem a uma substância viciada.
Os polos magnéticos se formam em função da bipolaridade que existe em toda e qualquer energia. Isto se deve ao fato de que a energia divina, ao ser desdobrada, deu origem à energia universal e à energia cósmica, sendo a primeira positiva e a segunda negativa.
O amálgama energético planetário assumiu este dualismo, e criou-se um polo norte, e um polo sul. O norte foi apontado para o topo (cabeça) do planeta. No ser humano, é na cabeça que se localiza o mental, e também é por onde a energia universal penetra, através do cordão mental que nos liga ao mental divino. Logo, o norte magnético é por onde entra, em nosso planeta, a energia universal, e o sul, é por onde ela sai (fig. abaixo).

Em dado momento, houve a condensação das energias dos quatro elementos básicos, que por sua vez deu origem ao caos. Após as polarizações magnéticas se definirem, resultou o que temos hoje: um planeta totalmente energizado, que sustenta uma infinidade de tipos (espécies) de energias (seres). Todos estes seres trazem em si, um pouco do amálgama energético chamado “Terra”.
Após a formação, começou a imantação do todo energético pela energia universal, que impôs uma ordem estável ao caos existente. Mas, como essa estabilização não permitia desdobramentos das energias planetárias, houve a necessidade do ingresso da energia cósmica, que é uma corrente contínua de energias. Foi depois do ingresso dessa energia que nosso planeta adquiriu movimento, e a vida pôde surgir.
Então, temos algo parecido com o que demonstramos:

Esta figura mostra que ambas penetram pelo polo magnético norte, descem até o sul e retornam ao norte, num movimento contínuo. Com isso, criam-se canais energéticos bem definidos. Uma laranja, com seus gomos, demonstra no micro o que estamos demonstrando no macro (planeta). Se observarmos a distribuição das águas salgadas, veremos que elas têm uma certa correspondência com este modelo. E no interior destes “gomos” energéticos que são formadas, armazenadas e colocadas em ação as energias que se formam a partir do amálgama dos quatro elementos.

Porém, pela absorção da energia solar, um outro movimento energético também se forma. Este movimento tem seu ponto de captação mais forte, na altura das duas linhas onde estão as faixas captadoras, na primeira figura. As energias solares são atraídas pelo núcleo planetário, e dali se irradiam por todas as direções.
A distribuição não é totalmente uniforme, pois devido às formações geológicas, alguns percursos são tortuosos e alcançam a crosta com maior dificuldade. Regiões montanhosas têm maior dificuldade em recebê-las, pois as rochas bloqueiam sua passagem. Já as regiões desprovidas de grandes formações rochosas têm o subsolo mais quente, porque recebem as radiações que partem do núcleo planetário com maior facilidade.
Como a luz (energia) solar, ao se infiltrar pelo cinturão celestial, sofre uma filtragem, o que chega ao solo é uma energia rarefeita, que imediatamente recebe cargas poderosas de energia cósmica, e se desarticula totalmente, criando um novo caos energético, que se espalha por toda a crosta, até ser absorvido. Isto cria um novo sentido de circulação para essa nova mistura energética.

Na figura acima, vemos o amálgama energético que se forma a partir do movimento das energias universal, cósmica, solar e planetária.
São energias circulando em todos os sentidos, criando ondas sobrepostas, confluentes, ou em choques contínuos. Desses choques, surgem as correntes de ventos, as regiões mais propícias à acumulação de calor, águas e nuvens (mas num plano unicamente energético), assim como ao surgimento de cristais, minérios, solos férteis ou estéreis, etc.
Os radiestesistas conhecem bem estes fenômenos energéticos, e sabem como localizá-los na crosta terrestre. Os mais sensíveis detectam até o tipo de condensação que se formou (água, minérios). Sentem-no com tanta precisão, que muitas vezes descobrem-se jazidas de minérios, ou imensos veios d’água subterrâneos, a partir de suas informações.
Quando o homem construir um aparelho que tenha a mesma sensibilidade que os radiestesistas possuem, poderá localizar os tipos de substâncias que desejar. Elas nada mais são que condensações das energias planetárias, que se solidificam a partir do amálgama surgido das viciações das energias puras dos quatro elementos formadores do nosso planeta.

Livro das Energias – Rubens Saraceni

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