ENERGIAS SOLARES

As energias solares são nossas conhecidas. Toda a evolução humana tem sido sustentada por uma estrela próxima, à qual chamamos de Sol. Daí, energias solares.
Um sol é um ponto de força (chákra) de uma galáxia.
Todos os corpos celestes que emitem e absorvem luz são pontos de força de uma galáxia. Todos têm a mesma função, mas com finalidades diferentes. Os graus de absorção e irradiação mudam de corpo para corpo, e se destinam às mais variadas faixas vibratórias contidas na energia divina, isto é, atendem a diferentes vibrações energéticas.
Muitas estrelas que vemos no firmamento são pontos de força, mas não são sóis, pois ainda não têm condições de sustentar os amálgamas de elementos oriundos dos choques energéticos entre a energia universal e a energia cósmica.
Abrimos aspas para dizer que, não desconhecemos o fato de que, a luz que nos chega de uma longínqua estrela, foi gerada milhões ou bilhões de anos antes, mas isto não nos interessa, pois estamos analisando as energias como elas nos chegam, e não como se encontra atualmente o ponto de força que a emitiu. Não chegaremos à conclusão alguma, se jogarmos com este raciocínio: o que foi, não é mais, e o que agora é, outro será dentro de instantes. Partimos do princípio que diz: “Tudo evolui continuamente”.
Laffayette sempre nos fala para morrermos para cada segundo, sempre é um novo agora, trabalharemos com isso!
Mas, se tudo evolui em comum acordo, então nada muda, porque todos sobem de grau ao mesmo tempo, permanecendo no mesmo estágio relativo. Logo, se queremos chegar a conclusões corretas, temos que analisar primeiro, o que nos chega, para compararmos com o que podemos observar em corpos celestes em estágio evolutivo mais avançado que aquela longínqua estrela, que talvez nunca possamos estudar, mesmo num futuro remoto.
O pior cientista pesquisador é aquele que quer analisar os fatores que geraram um efeito (luz e imagem, por exemplo) sem saber o que é este efeito. Somente após codificarmos “luz” e “imagem”, poderemos ir atrás dos fatores geradores, que é, em última análise, a sua forma.
Somente após decifrarmos os mistérios da luz e da imagem, que são graus diferentes de vibração de uma substância, poderemos compará-las com outras luzes e imagens que já tiveram suas formas decifradas. Depois, então, teremos a exata noção do que realmente existe por trás da luz e da imagem que nos chega, ainda que milhões de anos depois de geradas.
Além do mais, o Sol sustenta o sistema solar há bilhões de anos e nada se alterou: se há dez mil anos atrás ele absorvia “X” e emitia “Y'” energias, essas quantidades ainda são as mesmas atualmente. As teorias que os físicos e astrônomos criam não passam de hipóteses, que partem de um princípio viciado que diz: “O corpo humano é mortal. Logo, um corpo celeste também o é”.
Isso está errado! O corpo humano, no macro, se compara a um planeta, e o todo espiritual se compara ao Universo. No corpo, está concentrada uma parcela muito pequena de energias, enquanto no espírito, existe um corpo sutil formado de energia divina.
Enquanto o corpo carnal é formado a partir do amálgama das energias de quatro elementos, e portanto um composto, o mental humano foi formado na energia divina. Tudo o que somos hoje, é apenas um desdobramento da herança genética divina contida em nosso mental.
É bom que se diga que, no estágio original de nossa evolução, nós não tínhamos um campo de força ou cinturão celestial a nos conter. Naquele estágio, éramos energia pura, pois fomos criados num meio onde apenas um elemento vibrava.
Como evolução significa “incorporação de novos elementos (graus vibratórios) originais ao elemento formador”, este elemento nos sustentará até atingirmos o nosso fim, que é a harmonização total dos elementos (vibrações energéticas) absorvidos, somados à energia divina, que nos originou.
Aqui fechamos as aspas e voltamos às energias solares, que nada mais são do que as energias emitidas e absorvidas por pontos de força (chákras) do corpo universal.
Os sóis absorvem todo tipo de energias, e dentro de sua vibração energética, as transformam em outros tipos mais sutis, ou mais pesados (alta e baixa vibração), que serão irradiadas em todas as direções através de raios luminosos e coloridos, imantados de poderosas cargas energéticas.
À medida que estes raios se afastam do centro irradiante, vão se afastando uns dos outros, e perdendo intensidade radioativa. Os feixes luminosos e carregados de íons irradiados, vão se expandindo na mesma proporção em que se alongam. Assim, eles se tornam relativamente suportáveis pelos corpos celestes sob sua influência gravitacional.
De um sol, irradiam-se muitas energias ainda desconhecidas, e outras que nunca viremos a conhecer, porque se irradiam para direções e dimensões vedadas à espécie humana, e inalcançáveis por nossos aparelhos.

Cada raio solar traz um tipo de energia (vibração) que auxilia a energização planetária, ou seja, a manutenção de um princípio energético. Como princípios energéticos temos o homem, os animais, os vegetais, etc.
Sim, a energia solar tem esta função, no conjunto de atributos energéticos que propiciam ao meio divino, condições favoráveis à propagação da Vida.
Um sol não é uma estrela perdida no Universo! Ele tem uma finalidade muito especial para justificar sua existência.
Ele não é obra do acaso, assim como não o é nenhum dos trilhões de sóis que existem no Universo. Suas funções mais conhecidas são:
1. Centralizar o controle das energias existentes no espaço sideral à sua volta. Ele repete os movimentos dos pulmões, aspirando um tipo de energia e expirando outro, transformado em seu interior;
2. Absorver o excesso de elétrons da corrente contínua de energia cósmica que não são necessários aos corpos celestes. Existem estrelas especificamente programadas para somente captarem elétrons, unindo-os a outras micro condensações de energias, para a formação de novos compostos vibratórios, que terão utilidades fundamentais na sustentação das suas atividades (vibrações);
3. Enviar continuamente raios energizados e vibrantes, que colocarão em vibração as energias resultantes do amálgama dos elementos formadores de um corpo celeste (planeta). Estes raios têm a função de colocar em atividade todos os átomos acumuladores de energias no corpo celeste. No planeta Terra, os átomos estáticos são chamados por nós de “corpos inanimados”, enquanto os acumuladores de energias são os “animados”. Estes, compõem os seres viventes (aves, peixes, homens, insetos, bactérias, etc.). Estes corpos sobrevivem apenas em meios energizados pelos raios solares. Cada raio solar traz consigo um tipo de vibração, que pode ser parcialmente vista na decomposição da luz solar, que aos olhos humanos forma o espectro solar, composto por sete cores.
Observem que são sete cores e, adentrando um pouco na área mística, o sete é um número que resume muitos aspectos relativos ao homem: sete são os dons originais; sete são os símbolos originais; sete são as virtudes e os vícios originais; sete são os sentidos físicos, etc.
E, como o nosso astro-rei nos influência de modo direto e incontestável, sete são as cores do espectro solar. Combinando as três primárias, formam-se outras quatro, que dão origem a uma infinidade de combinações cromáticas, a policromia terráquea.
Vejam que uma semente não germina no gelo, ou numa concentração de energia negativa. Essa energia é composta a partir de átomos não absorventes de calor. O magnetismo acumulado no interior do planeta tem, nos polos, suas vias de entrada e saída. Em função disso, eles não permitem a absorção dos raios solares pelo composto energético sob sua irradiação magnética. Não se esqueçam que, qualquer corpo tende a conter maior concentração de calor no meio, diminuindo à medida que se aproxima dos seus extremos.
Pode-se colocar em discussão o fato de os raios solares alcançarem primeiro o bojo do planeta, que está mais próximo do Sol que seus extremos. Também poder-se-ia dizer que, sobre o bojo, os raios incidem diretamente, o mesmo não acontecendo em relação aos polos. Mas isto seria negar uma evidência clara, ou seja, todos os raios que partem do Sol são energizados. Não seria uma distância de alguns poucos milhares de quilômetros, que iria alterar seu poder de energização dos átomos absorventes de suas energias.
Poderiam até mesmo dizer que a deflação dos feixes solares passaria por fora das calotas polares, mas isto não é verdade, pois os raios são contínuos, e todos trazem em si os mesmos tipos de energias.

Como uma lei física nos diz que a constância de uma corrente acaba por imantar por completo um corpo que esteja sob sua influência direta, as calotas polares não teriam razão para existirem, se outros fatores não entrassem em jogo. Tais fatores são: a energia planetária, o cinturão de energia celestial, o magnetismo terrestre, que têm muito mais importância do que aquela que lhe é conferida pelos físicos, químicos, astrônomos, etc.

O cinturão de energia celestial, ao receber os raios solares, impede a passagem de muitos dos seus compostos energéticos (íons), e atua como um filtro solar. Se assim não fosse, nosso planeta se tomaria tão estéril quanto a Lua, que é desprovida de tal cinturão.
Devido ao magnetismo acumulado e irradiado de elementos (desconhecidos do homem e de sua ciência que aceita apenas evidências físicas) muito sutis e impermeáveis à irradiação solar, a absorção do calor contido nos raios solares não é permitida. Estes elementos sutis não comportam o calor como componente, e são formados a partir das combinações de vibrações diferentes daquelas que existem no bojo do planeta. Sobre isto falaremos mais detalhadamente quando abordarmos as energias planetárias.
O que importa aqui, é anotar que não seria a ínfima distância de alguns milhares de quilômetros, que iria alterar, de tal forma, o poder de irradiação da energia solar, assim como o desvio causado pela inclinação dos seus raios. Outras energias causam o resfriamento das calotas polares, e nós as abordaremos quando descrevermos as energias planetárias.
Portanto, falemos um pouco mais sobre as energias solares.
Elas possuem uma carga iônica que atravessa o cinturão celestial e imanta todo o planeta, tomando-o apropriado para a formação de energias animadas (vida) em toda a crosta, e mesmo em seu interior. Existem mudanças no humor dos seres, geradas a partir da absorção dos íons invisíveis, que podem ser insensíveis para muitos aparelhos científicos.
Nós, enquanto seres encarnados, as absorvemos tanto durante o dia (influxo direto), quanto à noite (influxo indireto), através da luz refletida pela Lua e da irradiação acumulada no solo, água, vegetais e ar.
Sim, até o ar absorve essas energias, que o tornam sobrecarregado de íons. À noite, a tendência é que esses íons desçam para o interior do planeta, onde alcançarão o meio ígneo (magma) que ali existe. É esta capacidade que o planeta possui de absorvê-los através de sua gravidade, que sustenta o calor existente no seu interior. Se assim não fosse, nosso planeta seria tão frio, que vida alguma aqui existiria.
Tal fenômeno ocorre no satélite Lua. Lá, a face escura é tão fria, que alcança muitos graus abaixo de zero na escala de centígrados.
Será que a ausência do Sol por algumas horas é suficiente para explicar tal fenômeno? Ou outras ausências são responsáveis por isso?
Bem, não é nossa intenção esmiuçar todos os fenômenos físicos mas sim dizer que a energia solar alcança uma vibração muito superior àquela que nossos olhos podem ver, ou os aparelhos mecânicos podem captar. Imaginamos uma escala de 0 a 1.000, e notamos que os fenômenos magnéticos, energéticos, vibratórios, luminosos e coloridos que o homem, enquanto ser vivente, pode suportar, restringe-se a sete graus dessa escala, graus estes que estão situados entre os números 273 e 280 da escala O.V.E. (ondas vibratórias de energia).

Esta escala mostra no ponto 1.000 O.V.E., o próprio Sol, e no ponto 0, o lugar, ou a distância, onde essas ondas deixam de ter 90% dos seus compostos energéticos. Os corpos celestes situados no ponto zero não apresentarão o menor traço de vida como nós a conhecemos, pois os fenômenos físicos nos são totalmente estranhos e mortais, por estarem muito abaixo do número 273, que é o mínimo que um organismo terráqueo suporta. O mesmo fenômeno se repete, se for superior a 280, na mesma escala.
Talvez esta escala sirva para ilustrar melhor o que seja a energia solar e suas vibrações compostas, que se espalham num ângulo de 360° à sua volta.
Os aparelhos que captam a luz ultravioleta podem ser o princípio de outros, muito mais sofisticados, que possibilitarão aos nossos cientistas encarnados descobrirem uma infinidade de outras luzes e raios solares poderosíssimos, mortais para toda espécie de vida existente na Terra.
Esta é a função “número um” que a rotação (giro planetário) possui: evita que determinada região fique exposta em demasia, e que, com isto, o cinturão celestial sofra pela ação devastadora desses raios, ou irradiações, que podem esburacá-lo, permitindo a entrada dessas energias fatais para as espécies vivas que aqui existem.
Nada se movimenta ao acaso, e se a rotação existe, é para evitar a exposição demasiada de uma área, distribuindo uniformemente as energias que são necessárias ao planeta, ou seja, aquelas que vibram entre 273 e 280 O.V.E., por segundo.
Se um dia os cientistas conseguirem construir um aparelho que capte toda a energia irradiada pelo Sol, com certeza irão avançar no rumo da morte, porque serão capazes de construir armas mortais com as quais dominarão seus semelhantes.
Mas, aqui vai uma informação: existe uma O.V.E. que, se captada, forneceria, em uma hora, energia suficiente para iluminar todo o planeta por um ano, ou sustentar todas as máquinas movidas a energias hidráulicas, sintéticas, atômicas, etc., por seis meses,
Não vamos dizer em que grau (número) desta nossa escala ela se localiza, pois de nada adiantaria, uma vez que ainda não existe material apropriado para a construção do aparelho que mediria o largo espectro das O.V.E., e muito menos, células capazes de captá-las, já que a única substância que a absorveria não existe no planeta Terra. Ela existe em dois outros planetas do nosso sistema solar, e é formada a partir do amálgama energético de outros elementos que não os nossos.
Esses planetas são formados a partir de vinte e um elementos originais, e não sobreviveríamos em seu meio ambiente. Mas, podemos dizer: neles existe vida, localizada entre outros números da nossa escala de O.V.E.; são seres “incaptáveis”, invisíveis, insensíveis e imperceptíveis a tudo o que é composto entre os números 273 e 280 da referida escala.
Esta escala, que permitiu analisarmos a luz que nos chega da longínqua estrela a que nos referimos anteriormente, permite-nos deflacioná-la e vermos que em nada difere do nosso astro-rei. Em função da reação causada no referido aparelho, pudemos ter medidas mais exatas que aquelas obtidas por simples cálculos matemáticos, que partem do princípio errôneo de que a luz se propaga a uma velocidade de 300 mil Km/s. Com ele nós detectamos a verdadeira velocidade da luz que é visível aos olhos humanos, e que está contida dentro dos números 273 e 280 da escala O.V.E.
Também é bom que se diga que, somente há pouco tempo nos chegou ao conhecimento a existência deste aparelho na quinta esfera ascendente, mas ele já existe desde que a quinta esfera foi formada. Como a nós interessa apenas o presente, deixemos que sua origem fique catalogada como a origem de tudo e de todos. Isto é algo que pertence ao mental divino, que é a escala de 0 a 1.000, da qual somos uma ínfima parte (7 O.V.Es.), e nada mais.

 

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