ENERGIAS LUMINOSAS (IRRADIANTES)

Quando falamos em energias luminosas, logo nos vem à mente o Sol, mas isso não é verdadeiro, pois muitos corpos celestes são emissores de energias luminosas. Assim como o nosso planeta, quase todas as condensações as emitem, inclusive os seres humanos.

Quase tudo no Universo emite energias, porque tudo é dotado de energia universal e de energia cósmica: uma é corrente estável e a outra contínua. A corrente contínua conduz para fora da condensação o seu acúmulo energético, sob a forma de micro partículas energizadas, que podem ou não ser absorvidas pelo meio ambiente.

Uma pedra rústica irradia energia, mesmo que a isolemos do conjunto que deu origem à sua formação. Mas será tão pesada, que será irradiada na direção do centro planetário, apesar de não alcançá-lo, ficando retida na camada superficial da crosta, onde se unirá às energias que vibram no mesmo grau.

Screenshot_1Uma planta irradia energia luminosa, que por ser mais leve, é arrastada pela corrente contínua de ar, que a absorve e a leva a distâncias maiores. Uma floresta emite tanta energia luminosa, que é possível vê-la até uma altura aproximada de 50 metros. Daí para cima, as correntes aéreas a absorvem totalmente, e ela se dissipa, não podendo mais ser vista. A água, doce ou salgada, irradia uma energia luminosa muito especial, pois também é magnética e altamente concentrada. Não alcança mais que 50 centímetros nos córregos e não ultrapassa poucos metros em alto mar. Em compensação seu brilho é muito intenso, o que faz com que seja visível a milhares de quilômetros. Mas como nosso planeta é um amálgama de formação não irradiante (estelar), somente seu brilho é visível, já que a irradiação da energia não ultrapassa o cinturão de energia celestial que o protege.
Quanto às estrelas, são corpos celestes irradiantes e, portanto, emissoras de poderosas energias luminosas. Mas é bom que se diga que cada estrela tem uma energia especial, que difere de todas as outras devido à predominância de outros elementos em seu amálgama energético.
O Sol é o nosso fogo contínuo, e ao mesmo tempo perene, de irradiação de energias luminosas. Nos seus raios luminosos, irradiados em todas as direções, são enviados milhares de graus vibratórios de energias. Cada onda colorida, traz em suas vibrações energias que são por nós, seres humanos, absorvidas totalmente. Nos compostos minerais mais sutis, apenas uma parte é absorvida, sendo que o restante é refletido. Isso se relaciona com a limitação atômica da própria formação dos compostos. Como são condensados num nível imutável, não têm capacidade de absorver todas as ondas energéticas. Com isso, suas cores são uma expressão de suas formações e capacidade de absorção. Os vegetais absorvem todas as ondas que nós absorvemos, e se têm cores características, deve-se às formações atômicas do seu amálgama interno, que pode ser diferente de espécie para espécie; são suas heranças genéticas. Pois bem. O Sol, o nosso corpo celeste irradiante de energias luminosas, é um amálgama tão composto, que cada cor do espectro solar é a irradiação de um dos elementos originais que o compõem. É, portanto, a condensação de um número ainda não determinado de elementos originais. Não esqueçam que o planeta Terra é composto por apenas quatro elementos. Imaginem se nos fosse possível separar todas as suas ondas de energias luminosas que trazem em si, um tipo de origem elemental. Seria como desvendar parcialmente, o mistério da energia divina que dá origem a tudo o que no Universo existe. Para que tal coisa não aconteça, Deus nos dotou de sentidos limitados no tempo e no espaço, sentidos que somente se alargarão e alongarão quando ascendermos ao estágio angelical da evolução.
Mas o que queremos dizer, é que as energias luminosas, contidas nos raios que nos chegam, têm um fim muito especial: se nosso planeta está contido entre os números 273 e 280 da escala universal de energias, e nós temos apenas sete graus ao nosso alcance, as sete cores que nos são visíveis no arco-íris solar devem ter relação com a nossa própria formação biológica. Cada cor que nos é visível atua num dos nossos pontos de força (chákras), e é por eles absorvida, tanto durante o dia, quanto durante a noite. As energias luminosas estão sendo espalhadas por todo o planeta. A crosta terrestre as absorve quando os raios solares incidem diretamente sobre ela, e as irradia na ausência deles. Assim, estamos sempre absorvendo essas energias. Mas à noite, a reflexão não alcança a mesma intensidade da incidência direta verificada durante o dia. Então, é à noite que nosso organismo fica mais propenso à queda vibratória (sono), e com isso, a noite foi escolhida para o descanso do corpo físico, e também do espiritual. Neste período, não há desperdício de energias, e o corpo espiritual se recarrega com a energia universal. Ao acordarmos depois de uma noite bem dormida, estamos com nossa capacidade de armazenamento de energias luminosas totalmente preenchida. Caso não exista alguma influência negativa para liberá-las de uma só vez, teremos energias para nos movimentarmos o dia todo. Sem esse descanso (sono), nosso espírito, e não o corpo carnal, se descarrega, porque não se nutre na quantidade suficiente de energia universal, para poder acumular e colocar em ação as energias luminosas.
Mesmo que a pessoa se alimente adequadamente, não conseguirá ficar muitos dias seguidos sem dormir, pois uma intensa letargia irá paralisá-lo, até que seu corpo físico ceda à capacidade de absorção do corpo espiritual.
Screenshot_2Mas vejam que, se isso ocorre, é porque para captarmos a energia universal, temos que reduzir a intensidade de nossas próprias vibrações energéticas: quanto mais intensas essas vibrações, menor é a nossa capacidade de absorver a energia universal. O mesmo não ocorre em relação às energias luminosas, que são ondas curtíssimas que vibram intensamente. Logo, quanto mais agitados (vibrantes) estivermos, maior será a absorção dessas energias e, dependendo do que estivermos fazendo, a absorção será tão intensa, que até mesmo nossa temperatura será alterada. Alguns dirão: “Mas isso acontece em função da aceleração da respiração, circulação e batimento cardíaco!”. Está correto, mas se isso ocorre é pelo simples fato de que ao movimentarmos nosso corpo, que é uma condensação de energias, estamos propiciando a ele uma maior capacidade de absorção das energias coloridas. Como essas energias são absorvidas pelo ar, temos a tendência de expelir água (suor), condensada de energias, pois o ar toma grande parte das funções da energia aquática nestes momentos. Ar é movimento, e para nos movimentarmos temos que absorver suas energias. Logo, o ar é o veículo de absorção das energias luminosas, que entram em grandes quantidades enquanto respiramos. Se nos fosse possível ver o campo luminoso que se forma ao redor de um atleta quando disputa uma corrida, veríamos o fenômeno de expelir o excesso de energias luminosas absorvidas durante a movimentação. Nessa movimentação acelerada, os chákras transformam-se em poderosíssimos aspiradores de energias luminosas, ao passo que os expelidores parecem vulcões, jogando energias coloridas para todos os lados.

Se dizemos coloridas, é porque elas saem do amálgama interior do ser humano e não têm as mesmas cores do raio solar, e sua parte por nós absorvida.
Isso são energias luminosas, e nós podemos absorvê-las em maior ou menor quantidade. Para tanto, basta ficarmos parados ou nos movermos. Mas, à medida que ficamos imóveis, deixamos de absorvê-las na quantidade necessária. Quando isso ocorre, nosso corpo físico torna-se flácido, frágil e fraco, porque perde sua capacidade de intensificar em si a condensação de energias.Com isso, perdemos resistência, mobilidade e agilidade no corpo físico. Por outro lado, podemos adquirir uma certa superioridade do intelecto e do todo espiritual, pelo acúmulo de energia universal. Neste caso, o nosso racional torna-se apto a realizar suas funções, acumulando um poder de ação que o racional do atleta não consegue, porque as energias luminosas são de alta resolução. Seu racional não alcança as ondas curtíssimas e ultra rápidas dessas energias. Por isso, os maiores pensadores não são bons atletas, e vice-versa. Mas isso não é tudo o que temos a dizer sobre as energias luminosas.
Todos pensam assim: “O Sol é um corpo celeste (estrela) em chamas. Suas explosões derivadas da condensação energética dos elementos alcançam temperaturas in imagináveis, e nada sobreviveria a elas.” Têm razão. Porém, é uma verdade relativa, e não absoluta! Tudo depende de quem está fazendo tal observação, e de qual é o seu grau vibratório na escala energética. Se o Sol é inacessível a nós, seres humanos, pode não sê-lo para outras espécies viventes, que tenham no Fogo o elemento predominante na formação do seu amálgama energético, interior e exterior. Tanto é verdade, que no Fogo, enquanto energia elemental, há um reino habitado por seres originais. Se não podemos entrar no meio de uma fogueira, é porque nosso amálgama energético tem o predomínio do elemento Água na sua formação. Podemos portanto, ser destruídos pela energia ígnea viciada da fogueira, que se forma apenas se não houver o predomínio do elemento Água na madeira ou no carvão que a sustenta. Um espírito humano originário do fogo elemental, pode entrar tanto numa fogueira, quanto numa região ígnea do astral, que nada sofrerá, porque está livre do seu amálgama energético exterior (corpo carnal). Tudo isso tem a ver com a verdade relativa de que o Sol é um corpo celeste impenetrável pelo homem. Tudo depende da faixa vibratória que estivermos vivenciando, uma vez que também somos energia pura, enquanto seres puros, e energias viciadas, enquanto seres viciados. Vamos então, ao ponto mais importante das energias luminosas: depois de serem irradiadas, elas não são quentes! Absurdo? Não, de forma alguma uma energia luminosa é quente. A luz branca é ultra fria, e alcança centenas ou milhares de graus abaixo de zero, se estiver num vácuo absoluto, que também será relativo, já que de absoluto nada existe no Universo, a não ser Deus. Um raio solar é energia luminosa que nos chega de milhões de quilômetros de distância. Eles são “quentes” apenas na sua origem e nas suas proximidades. Depois de um certo ponto, tornam-se somente a expressão dos elementos que compõem o seu amálgama energético.
Senão, vejamos: o cinturão celestial tem, na faixa frontal ao Sol, a sua capacidade de maior absorção, dentro da limitação dos números 273 e 280 na escala solar de irradiação. Nesta faixa, toda energia luminosa irradiada pelo Sol é captada e enviada até nosso planeta. Mas fora deste, intervalo, as energias luminosas são refratadas e desviadas para o vácuo. Tanto é verdade que, nos limites de nosso planeta com o vácuo, o frio é intenso, e após a saída da influência energética planetária, ele se intensifica muito mais, chegando a ser insuportável.
O fenômeno de o espaço sideral ser frio, não significa que energias luminosas não estejam sendo irradiadas (passando) através dele. Elas estão lá e podem ser captadas, como o são pelas sondas espaciais, se aparelhos dotados dessa capacidade ali forem colocados. Portanto as energias luminosas são frias! Do contrário, o vácuo seria tão quente quanto o interior do cinturão planetário. Observem que, se nos polos do nosso planeta o frio é intenso, é porque esses lugares estão longe das faixas de captação das energias luminosas, e sua posterior deflação em energia quente. É essa deflação que faz com que uma faixa restrita do planeta seja quente. À medida que nos distanciamos dessa faixa, ele vai se resfriando. Se fossem invertidas as posições, e os polos fossem colocados na posição do equador, as calotas polares se descongelariam, e duas novas calotas se formariam na posição do antigo equador. A não exposição frontal com os raios solares fará com que estes sejam desviados para o vácuo sideral. A inclinação em relação à curva da crosta planetária, não permite a absorção das ondas de calor contidas nas energias luminosas. É em função da curvatura planetária, e do respectivo cinturão de energia celestial que protege o planeta das energias viciadas, que tal fenômeno acontece, e não por causa de uns poucos quilômetros que tomam os polos mais distantes do Sol. A capacidade de absorção das energias luminosas é total apenas dentro do intervalo 273 e 280 da escala universal de energias, na sua parte frontal ao Sol. É mais ou menos como o fenômeno de uma lente, que direciona os raios solares para um ponto, aquecendo-o até que o material objeto da concentração pegue fogo. A curvatura da lente permite que parte da energia luminosa fria contida nas energias luminosas seja absorvida nestas regiões.
Isso explica o clima peculiar do nosso planeta, que é quentíssimo (ígneo) no seu interior, quente no equador e frio nos polos. Se não fosse por causa do que acabamos de afirmar, toda a crosta receberia esse calor interno, e geleiras não se formariam nos polos, pois o calor irradiado a partir do centro da Terra os manteria quentes, impedindo a solidificação da água ali mantida pela gravidade. Mas a refração dos raios de energias luminosas também se relaciona com a gravidade, uma vez que ela se irradia a partir do núcleo da Terra, e tem sentidos definidos de irradiação, que se espalham pelos 3600 da Terra.
Quando um corpo cai (atração), ele só não segue uma linha reta, se seu peso for inferior ao seu volume. Ele sofre o efeito das correntes de energias aéreas viciadas, que circulam em torno do planeta e o desviam do raio de atração gravitacional.

Chegamos à conclusão de que o Sol é um amálgama energético de predominância ígnea com poder irradiante que, para um ser do planeta Terra, é “quente”, mas não para todos os seres viventes do Universo, próximos ou distantes dele. Também vimos que as suas energias luminosas irradiadas não são quentes, quando no vácuo sideral. Na verdade, um raio de energia luminosa é neutro. Se vem a ser quente ou frio, colorido ou não, depende do que ele encontra pela frente, e de qual a deflação levada a efeito em decorrência da faixa frontal que o capta através do cinturão celestial. Logo, preferimos compará-lo à energia divina, que é tão fria que paralisaria até mesmo nosso mental, caso fôssemos irradiados na sua vibração primária.

Mas como Deus, que é a energia divina por inteiro, sabe que somos apenas uma parte d’ Ele, e que vibramos numa escala altíssima e muito distante da paz absoluta, prefere que absorvamos apenas um desdobramento seu, que são as energias resultantes dos amálgamas energéticos que nos influenciam constantemente. Por isso dizemos: Deus é frio e impessoal, enquanto Criador Divino e Senhor da Humanidade. Logo, não tolera que infrinjamos Suas leis imutáveis. Comparamo-nos a elétrons, que podem ser expelidos para a corrente contínua de energia cósmica que circula pelas faixas (esferas) escuras do astral negativo.
Mas, se O respeitarmos e O reverenciarmos como a energia primeira e única, que deu origem a todas as outras energias, inclusive a nós, seres humanos e condensações de energia divina desdobrada, Ele será tão abrasador como o mais poderoso Sol, e será tão agradável de ser sentido em nosso ser imortal, que energia alguma nos será tão satisfatória.

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