ENERGIA LUNAR

Segundo os estudos que Saraceni nos trouxe, a energia lunar é do tipo irradiante, e não contínua. Ela se irradia a partir de um centro muito duro, composto de uma condensação energética ainda desconhecida dos cientistas encarnados.

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Temos a partir disto duas teorias as quais suas próprias verdades devem julga-las em qual crer..a primeira que  sua densidade e dureza é tão grande, que as brocas diamantadas das perfuratrizes não conseguiriam penetrá-la. E a segunda, conforme estudos de David Icke, que a lua seria um satélite artificial e oco com intenções desconhecidas e de localização privilegiada fronte a Terra.

Essa substância tem um poder de irradiação que qualificamos como energia lunar. Se somos o que irradiamos, a Lua é uma fonte de energia negativa, visto que sua origem está na condensação de um amálgama energético onde um elemento negativo predominou.

Já a Terra, é uma condensação em que um elemento positivo, a Água, predomina.  Segundo Sareceni a Lua,  já foi uma estrela de sétima grandeza, num passado que se perde na cronologia dos milhões de anos, neste ponto tanto a teoria de Saraceni quando de Icke se fundem em alguns aspectos e ganham reforços com alguns cientistas e estudiosos. Ainda hoje, ela continua a ser uma forte emissora de elétrons.  Chegará o dia em que ela estará tão compacta, que até suas rochas externas serão mais duras que o diamante, o nosso mineral mais duro. Pois a irradiação lunar é negativa no seu núcleo, sendo que de sua órbita saem nêutrons que se irradiam de forma não continua.

A irradiação lunar se dá somente por reflexão à luz solar, que coloca seu composto energético em ebulição. Com a refração do calor, elétrons lhe são arrancados e lançados no vácuo, onde são recolhidos pela corrente contínua de energia cósmica e levados para longe do nosso sistema solar. Quando os raios solares incidem sobre o solo lunar, este os absorve e cria uma vibração especial para a liberação de elétrons, irradiados a partir do seu núcleo. Os elétrons vão se desprendendo numa velocidade muito grande, e aos poucos vão deixando as condensações energéticas lunares muito mais compactas.

Como o seu centro é irradiante, as camadas externas vão recebendo novas ondas de elétrons, que substituem aqueles perdidos. A cada segundo, o volume da Lua diminui em bilhões e bilhões de elétrons. De acordo com a primeira teoria, houve um tempo em que a Lua possui a o dobro do volume, e suas rochas eram muito menos duras. Mas isso também se perde na memória do tempo, pois embora possamos visualizá-la, não há como precisar em anos essa época. Mas tempo virá em que ela estará tão pequena, que será absorvida pelo magnetismo da Terra. Será???

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Há muito tempo explica-se que a Terra já teve mais de uma lua girando em torno de si. Com o tempo, ela foi absorvida, pois perdeu todo o seu volume, tornando-se presa fácil para a atração gravitacional terráquea. Em 2016 a Nasa detectou novamente uma mini lua na órbita da Terra. [http://exame.abril.com.br/ciencia/nasa-encontra-segunda-lua-ao-redor-da-terra/]

Bem, quanto à energia lunar, ela é fria e negativa. Se nos colocarmos num padrão vibratório próximo de zero, sentiremos o frio provocado por sua luz neutrônica.  Sim, os raios refletidos para a Terra são hiper carregados de nêutrons, que dela se desprendem devido à força irradiante não contínua. Tal processo somente ocorre com a incidência dos raios solares em sua crosta. Essa energia tem a capacidade de acelerar a germinação das sementes lançadas na terra, e também ajudar no crescimento dos brotos. Por isso, temos luas certas para o plantio, ceifa e poda dos nossos alimentos.

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Vejam que coisa interessante: os frutos originários de regiões de grande insolação, ou com alta incidência de raios solares, são muito doces, e menos ácidos que aqueles produzidos nas regiões mais frias. Nessas regiões, a incidência de raios solares é menor, ou seja, os raios chegam desprovidos de suas ondas de calor, em função do fenômeno já explicado num capítulo anterior (faixas de captação). Sendo assim, poucos elétrons (acidez) são desprendidos, tanto da terra, quanto dos frutos em formação, como das próprias plantas frutíferas. Isso nos leva à conclusão de que os ácidos, e toda a acidez dos frutos, são uma forte concentração de energias negativas (elétrons) de origem cósmica. Nas regiões onde o Sol incide com maior poder e calor, a liberação de elétrons pelo fruto, e mesmo pelo pé de frutas, elimina boa parte de sua acidez natural (elétrons = energia negativa), deixando os açúcares, que tornarão os frutos mais doces e suculentos.

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Para que isto, ocorra, o solo precisa receber uma alta porcentagem de nutrientes químicos, para que seu equilíbrio atômico seja restabelecido, uma vez que a incidência dos raios solares fez com que sua formação atômica fosse alterada. Os átomos menos poderosos foram desarmonizados ao terem seus elétrons arrancados pelo acelerador nuclear solar.  Num acelerador atômico, os princípios de bombardeios nucleares são físicos ou químicos, e buscam a decomposição do átomo, e a separação dos elementos radioativos, os quais serão conduzidos até uma nova condensação energética com maior poder negativo (ativo). A parte positiva (passiva) é separada e eliminada, pois no caso somente interessam os isótopos radioativos.

O Sol é um imenso acelerador atômico, e seus raios também têm essa qualidade, ainda que com um poder bastante reduzido. É o Sol (calor) quem acelera o amadurecimento dos frutos, acelerando toda a composição atômica através da liberação de elétrons (acidez = energia negativa), até que restem apenas prótons (doçura = energia positiva). Se pegarmos como exemplo uma banana, veremos que, se ela for colhida verde e marrenta (excesso de acidez ou energia negativa), com pouco tempo numa estufa (calor = energia solar), irá amadurecer, ficando doce. Se a deixassem no pé, levaria muitos dias para amadurecer, mas na estufa o processo se acelerou, porque foi intensificado o calor sobre elas. Isso quer dizer, que todo calor libera elétrons (energia negativa, ou acidez) dos frutos.  É o mesmo princípio que os cientistas nucleares utilizam nos seus imensos aceleradores atômicos. Com a aceleração, cria-se o atrito, que libera calor (energia), que libera nêutrons e altera a composição (P.A.) dos átomos, tornando-os ativos (negativos) ou passivos (positivos).

Como as fases da Lua influenciam as marés?

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Na verdade, a Lua não produz esse efeito sozinha. Os movimentos de subida e descida do nível do mar – as chamadas marés – também sofrem influência do Sol, dependendo da intensidade da força de atração dele e da Lua sobre o nosso planeta. Assim como a Terra atrai a Lua, fazendo-a girar ao seu redor, a Lua também atrai a Terra, só que de um jeito mais sutil. O puxão gravitacional de nosso satélite tem pouco efeito sobre os continentes, que são sólidos, mas afeta consideravelmente a superfície dos oceanos devido à fluidez, com grande liberdade de movimento, da água.

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A cada dia, a influência lunar provoca correntes marítimas que geram duas marés altas (quando o oceano está de frente para a Lua e em oposição a ela) e duas baixas (nos intervalos entre as altas). O Sol, mesmo estando 390 vezes mais distante da Terra que a Lua, também influi no comportamento das marés – embora a atração solar corresponda a apenas 46% da lunar. Resumo da história: dependendo da posição dos dois astros em relação ao nosso planeta, as marés têm comportamentos diferentes.

É aí que entram as fases lunares. Quando a Terra, a Lua e o Sol estão alinhados – ou como dizem os astrônomos, em oposição ou conjunção – a atração gravitacional dos dois últimos se soma, ampliando seu efeito na massa marítima. Por outro lado, quando as forças de atração da Lua e do Sol se opõem, quase não há diferença entre maré alta e baixa. Mas esse jogo de forças não é igual em toda parte, porque o contorno da costa e as dimensões do fundo do mar também alteram a dimensão das marés. “Em certas regiões abertas, a água se espalha por uma grande área e sobe só alguns centímetros nas marés máximas. Em outras, como um braço de mar estreito, o nível pode se elevar vários metros”, diz o oceanógrafo Joseph Harari, da Universidade de São Paulo (USP).

Resultado de imagem para lua novaLUA NOVA: quando a Terra, a Lua e o Sol se alinham, a atração gravitacional exercida pelos dois astros sobre os oceanos se soma, gerando correntes marítimas que causam uma elevação máxima do nível do mar na direção dessa linha. É época das maiores marés altas, chamadas de marés de sizígia ou máximas.

Resultado de imagem para lua crescenteLUA CRESCENTE: agora, a Lua e o Sol formam um ângulo reto de 90º. Nessa situação, a gravitação lunar se opõe à solar – elas só não se anulam porque a Lua, mais perto da Terra, exerce maior poder de atração. Mesmo assim, as diferenças de nível entre as marés alta e baixa são muito menores e recebem o nome de marés de quadratura ou mínimas.

indiceLUA CHEIA: cerca de duas semanas depois da Lua Nova, nosso satélite viaja de novo para uma posição em que se alinha com o Sol e a Terra. Essa combinação traz uma nova leva de marés máximas. Nas praias de Santos, o nível do mar pode subir em torno de 1 metro nesse período.

Resultado de imagem para lua minguanteLUA MINGUANTE: nessa fase lunar, diminui a influência do Sol e da Lua nas marés oceânicas. Na noite em que metade da Lua está visível, a atração atinge seu menor valor. Em Santos, no litoral paulista, por exemplo, a diferença entre a maré alta e a baixa não ultrapassa os 5 centímetros

Resultado de imagem para senhores da escuridãoO outro lado da Lua No livro Senhores da Escuridão de Robson Pinheiro, a narrativa começa com uma visita aos pavilhões de produção da metrópole onde Ângelo reside. Após essa visita, a equipe começa a se preparar para visitar as regiões densas da crosta. Anton então explica ao narrador que existem bases de apoio dos guardiões em diversos pontos do planeta, mas que uma das mais seguras está localizada nas profundezas da Lua.

Utilizando um sofisticado veículo, a equipe se dirige à essa base com o objetivo de verificar as fichas cármicas de diversos médiuns candidatos a auxiliá-los até as regiões abissais. Ângelo fica impressionado com tamanha organização, segurança e tecnologia de ponta. Anton revela que no lado obscuro da Lua estão sendo reunidos diversos espíritos que serão encaminhados ao expurgo planetário.
— Também há outro motivo para que uma base de apoio tão importante seja localizada na lua do nosso planeta. É que lá, no lado escuro da Lua, estão sendo reunidos milhares e milhares de espíritos já em processo de expurgo planetário. Seres que não mais encontram sintonia com o ambiente evolutivo da Terra são circunscritos às dimensões inferiores do astro lunar. Naturalmente, por processo de sintonia vibratória, acham-se limitados ao lado escuro do satélite terrestre.
O que se pode dizer no momento é que os espíritos que fracassam nas suas últimas oportunidades estão sendo acondicionados no lado escuro da Lua, aonde aguardam a transmigração interplanetária para esse novo mundo.

Voltando à energia lunar, podemos afirmar que ela é negativa por excelência. Recebemos essa energia através dos raios lunares, que nada mais são que reflexões dos raios solares que sobre a Lua incidem. Eles chegam até nós hiper carregados de elétrons, que se incorporam a tudo que é iluminado pelos raios, provocando uma sobrecarga de energia negativa, que é ativa e acelera todos os princípios geradores.

Logo, o romantismo (erotismo) dos amantes é alimentado (ativado) pelos raios lunares, assim como o crescimento das plantas e a germinação de sementes depositadas sob alguns centímetros de terra. Muitos que falam da força da Lua para plantar ou podar, desconhecem que, quanto mais forte (brilhante) é a Lua, maior quantidade de elétrons será absorvida pela semente ou pela árvore podada. Seu processo germinativo, ou de crescimento (brota), serão acelerados pela forte absorção de elétrons (energia negativa e ativa).

Sendo assim, fica classificada então esta energia negativa sendo muito poderosa, pois deriva-se da energia cósmica, que por sua vez, é o polo negativo do desdobramento da energia divina, que é Deus. Portanto, se é um desdobramento energético de Deus, é tão boa quanto a energia universal, que é Seu desdobramento positivo. Logo, podemos afirmar que a Lua é benéfica para a humanidade, a natureza, e para o planeta; que se somos o que somos, é porque a energia lunar ajuda a nos tomarmos seres mais ativos (negativo = ativo).

Fontes:

Livro:

  • Senhores da Escuridão – Robson Pinheiro

Sites:

Complementar da nossa apostila:

Vídeos:

David Icke:

Alex Collier:

Oswaldo Vettoretti:

Fator Medo:

Imagens:

  • Google
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