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Energia x Fluído x Princípio Vital

Compreendendo a diferença dos três sob olhar do Sebastião Camargo

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Energia e Fluído

Este material que apresentaremos daqui em diante, junto faz parte do material de apoio e acompanhamento a literaturas que serão debatidas em grupo no estudo físico do CENDEE, compilamos alguns trechos de livro, bem como pesquisas em sites. Trazendo um material a você leitor um estudo minucioso que tem como missão trazer esclarecimentos e quebrar preconceitos envoltos a mediunidade, bem como o despertar dela.

No primeiro Capitulo esmiuçaremos sobre Energias e todos os meios conhecidos e debatidos nos livros: O Livro das Energias de Rubens Saraceni, Aglon e Os Espíritos do Mar – do Espírito Júlio Verne, psicografado por Rafael Ranieri; Energias – autoral de Robson Pinheiro. Bem como pincelado na Gêneses de Allan Kardec e A Evolução em Dois Mundos – Pelo espírito de André Luiz, psicografado por Chico Xavier.

*Todos os sites e fontes de pesquisa serão declarados um a um ao final de nosso material no ultimo capítulo.

Sendo assim, nosso intuito é o de juntar em um local só tudo que se pode observar e sentir em torno de mediunidade e tudo que a circunda;

Bem vejamos, para compreender como a mediunidade começa primeiro precisamos conhecer tudo antecessor a ela, sim! antes, começaremos falando sobre energias, desvendado junto ao Saraceni e ao Pinheiro todos os tipos e onde elas atuam…

Capítulo I – Energias

A palavra energia deriva do nome grego enérges, que significa atuar.  No livro Energia[1] Robson nos dá uma ideia profunda sobre energia, o livro autoral passa ser nossa base neste estudo que se inicia a partir de agora.

Assim sendo, a energia, em qualquer de suas manifestações, refere-se a algo real, efetivo, embora nem sempre perceptível, mas que atua de forma concreta no universo, produzindo efeitos variados.

Einstein (1879 – 1955) nos deduz energia: “A matéria é energia em estado de condensação, a energia é matéria em estado radiante”

[1] Energia, Novas Dimensões da Bioenergética Humana – Robson Pinheiro, orientado pelos Espíritos Joseph Gleber, André Luiz e Jose Grosso

Qual a diferença de energia e fluído?

Energia x Fluido

A palavra energia aplicada em vários segmentos, pode apresentar diversos significados mas, aqueles que a utilizam, nem sempre tem a preocupação de utilizá-la corretamente ou conhecer seu verdadeiro significado.

Ela pode ser interpretada como vigor, como na frase: ‘as crianças possuem muita energia!’. Também pode expressar autoridade: ‘o comandante dirige seus soldados com energia’.

No campo das Ciências, particularmente na Física, define-se Energia como sendo a “capacidade de realizar trabalho”.

Já a palavra “fluido” é raramente utilizada e, quando a utilizam, é pronunciada como ‘fluído’, que na verdade é o particípio passado do verbo fluir. Define-se fluido como sendo todo elemento ou substância que não tem forma própria. São considerados como fluidos os líquidos e os gases. Há outros mais sutis, como o fluido elétrico e o fluido magnético.

Assim como temos fluidos materiais, que fazem parte do nosso dia-a-dia, também há fluidos de natureza espiritual.

Os fluidos materiais são manipulados pelo próprio ser humano de inúmeras formas, conforme as necessidades para manutenção da vida física: na elaboração dos alimentos, na composição de medicamentos, na utilização de aparelhos eletroeletrônicos, entre outros.

Já os fluidos de natureza espiritual são manipulados pelos Espíritos, e essa utilização não depende do seu nível de evolução; tanto os Espíritos superiores quanto os inferiores, manipulam fluidos espirituais. Nós não podemos ver esses fluidos, mas podemos sentir seus efeitos pela agradável ou desagradável sensação que nos proporcionam.

A doutrina chama, pois, de fluido, a matéria que para nós encarnados é imponderável com o intuito de diferenciar a nossa matéria física ponderável da matéria extrafísica, imponderável.

Infelizmente no meio espírita, o uso da palavra ‘energia’ também se espalhou. Encontramos, com frequência, expressões como: energias positivas e negativas, doação de energias, centros energéticos, energias descompensadas, etc. É muito comum, por exemplo, dizer que o passe é uma “transfusão de energias”. O correto é dizer que o passe é uma transfusão de fluidos de natureza superior, que irão auxiliar no equilíbrio espiritual, mental e também físico de quem o recebe.

O que seria de Kardec e da Doutrina caso tivesse optado por não se preocupar com o aspecto científico contido nos ensinamentos que recebia da Espiritualidade?

Não deve passar desapercebido, para quem estuda com profundidade, que ele não empregou a palavra ‘energia’ em nenhum de seus livros, nem na Revista Espírita. Em sua quinta e última obra “A Gênese”, ele dedicou um capítulo para tratar especialmente dos “Fluidos” (Capítulo 14).

O Espírito André Luiz, pela psicografia de Francisco Cândido Xavier, também tratou dos fluidos na obra “Evolução em dois mundos”. Já no capítulo 1 da Primeira Parte, ele trata do ‘Fluido Cósmico’ e, no Capítulo 13, ele trata da ‘Alma e Fluidos’.

Esses temas são trabalhosos e, devido à sua dificuldade, oferecem uma resistência muito grande para o seu estudo nas casas espíritas. Sem dúvida, a questão é complexa e profunda, mas isso não impede que se aprenda, com Kardec, a utilizar os conceitos espíritas de forma correta.

Muitos poderão contestar dizendo que Jesus também não disse nada a respeito desse assunto. Disse sim, e várias vezes! Mas, adequando seus ensinamentos à capacidade de compreensão das pessoas daqueles tempos, Ele utilizou essa verdade sublime através de um conceito que Ele destacou com ênfase: a fé. Dizia Ele aos que recebiam a benção da cura de seus males: ‘a tua fé te salvou’; ou aos que se sentiam sobrecarregados pelo sofrimento: ‘se tiverdes fé do tamanho de um grão de mostarda…’!

A fé, capacidade de confiança no poder divino, semente que todos podem desenvolver, foi enfatizada por Jesus em muitos de seus ensinamentos, mostrando o grande poder de atração que ela possui, em benefício de quem a soubesse aplicar com sabedoria. Kardec, em O Evangelho segundo o Espiritismo (Cap. 19, item 5) também citou a fé, como poderoso fluido magnético, isto é, com grande poder de atração, dizendo que ‘graças a ela, o homem age sobre o fluido, agente universal, modifica-lhe as qualidades e lhe dá impulso por assim dizer irresistível.’

Cap. XIX – 5. O poder da fé se demonstra, de modo direto e especial, na ação magnética; por seu intermédio, o homem atua sobre o fluido, agente universal, modifica lhe as qualidades e lhe dá uma impulsão por assim dizer irresistível. Daí decorre que aquele que a um grande poder fluídico normal junta ardente fé, pode, só pela força da sua vontade dirigida para o bem, operar esses singulares fenômenos de cura e outros, tidos antigamente por prodígios, mas que não passam de efeito de uma lei natural. Tal o motivo por que Jesus disse a seus apóstolos: se não o curastes, foi porque não tínheis fé.

Recomenda-se portanto, muita cautela no emprego desses dois conceitos: energia e fluido. Importante analisar as obras espíritas, sobretudo as da atualidade, para verificar até que ponto os autores estão comprometidos com os aspectos científicos da Doutrina, e buscando a evolução dos estudos.

Energia e fluido são estados distintos da matéria sutil e quintessenciada. O fluido é o estado mais elementar, mais simples; a energia já é uma diferenciação do fluido e que pode manifestar-se sob vários aspectos: elétrica, gravitacional, magnética, eletromagnética etc. Essa mesma energia vai mostrar-se como mecânica, potencial, cinética etc.

Tudo o que existe no Universo, com exceção dos princípios inteligentes, é energia.  Essa energia se manifesta em diferentes padrões vibratórios, e é essa diferença que caracteriza os diferentes estados da matéria. Quanto menor a frequência de vibração de suas partículas constituintes, mais adensada se torna a matéria, e quanto maior a frequência de vibração, mais etérea ou quintessenciada ela se torna.

Tomando como referência a nossa dimensão física, temos, por exemplo, a matéria no estado sólido, cujos elétrons têm uma frequência de vibração mais lenta. Já no estado líquido, os elétrons vibram a velocidades maiores. No estado gasoso, nossa matéria física encontra-se em estado mais etéreo que nos outros estados, pois suas partículas têm uma frequência de vibração maior. Poderíamos dizer que os gases são substâncias fluídicas em relação aos líquidos e sólidos.

Na dimensão espiritual ocorre algo semelhante. Podemos tomar como exemplo o perispírito ou corpo espiritual. Quanto menos evoluído moralmente for o espírito, mais denso ele se apresenta. Nesse caso, as suas partículas elementares vibrarão numa baixa frequência em relação às partículas elementares do corpo espiritual de um espírito moralmente superior, cuja tecitura será muito mais fluídica, eterizada ou quintessenciada em relação à de um espírito moralmente inferior.

Resumindo, o termo fluido diz respeito ao grau de eterização da matéria e a matéria nada mais é do que a energia condensada. A luz é energia. Todavia, ao se diminuir a velocidade de vibração de um fóton, este transforma-se em um elétron, ou seja, a nossa matéria física nada mais é do que luz condensada ou coagulada. E vice-versa, ou seja, ao se acelerar um elétron através de um acelerador de partículas a velocidades próximas da luz, este se transforma em um fóton. Dessa forma, a matéria física também poderia ser convertida em luz.

No próximo post continuaremos falando sobre tributos de energia..

https://cendee.wordpress.com/2016/02/26/atributos-de-energia/

Aula Corpos Espirituais – 7° Corpo – Átmico – Espírito

  • Espírito Pleno
  • Transparente – invisível
  • Foge a todo o entendimento humano
  • Transcende a tudo que tem na existência Onipresente absoluto (é a capacidade de estar em todos os lugares ao mesmo tempo)
  • Constitui Essência Divina
  • Onde está guardado todos os “valores” do ser
  • É como a planta: é semeada, brota, se desenvolve, dá seus frutos, e recicla-se, sem deixar sua essência de vegetal.
  • Não tem forma, mais acredita-se que seja um ponto de luz.

No livro Além da Matéria, Gleber nos traz a seguinte descrição:

Essência divina, consciência pura; diretora de idiogênese.

O corpo átmico é a própria partícula da vida, o principio coordenador. Também chamado de eu cósmico, mônada e semente da vida. É o espírito puro. Impossível descrever sua essência divina. Imanamente, transcendente, inexplicável e indescritível – ao menos segundo padrões humanos. Apenas é.

O corpo átmico é o ser principal, criação direta do Todo-Sábio. Tanto quanto seu criador, só pode ser sentido. Parcialmente e palidamente poderá ser analisado, pois faltam bases para que possa ser associado a algo que se conheça. É parte imortal e fonte de toda vida, a causa criada e eterna, que é ao mesmo tempo ator e ato, o espectador e o produtor de grande drama evolutivo. É imortal, consciência pura.

A cada ação do espírito no palco abençoado das encarnações, os corpos vão se adelgaçando, se transubstanciando. À medida que cresce, aprende, aperfeiçoa-se, o ser despe-se dos corpos mais pesados e densos, passando a atuar em níveis e dimensões de consciência cada vez mais sutis. Um dia brilhará puro, independente dos envoltórios que utiliza em sua caminhada rumo ao infinito.

Bibliografia de todo material sobre corpos publicado:

Forma –Pensamento

Segundo a Teosofia formas-pensamento são criações mentais que utilizam a matéria fluídica ou matéria astral para compor as características de acordo com a natureza do pensamento. Deste ponto de vista, encarnados e desencarnados podem criar formas-pensamento, com características boas ou ruins, positivas ou negativas. As formas-pensamento são supostamente criadas através da ação da mente sobre as energias mais sutis, criando formas que correspondem a natureza do pensamento gerado.

Mecanismo

Pensamento abstrato

C. W. Leadbeater, em seu livro Compêndio de Teosofia descreve da seguinte forma:

“Quando um homem dirige o pensamento para um objeto concreto, uma caneta, uma casa, um livro ou uma paisagem, forma-se na parte superior de seu corpo mental uma pequena imagem do objeto, que flutua em frente ao seu rosto, ao nível dos olhos. Enquanto a pessoa mantiver fixo o pensamento sobre o objeto a imagem vai permanecer, e persiste mesmo algum tempo depois. O tempo de duração desta imagem dependerá da intensidade e também da clareza do pensamento. Além disso, essa imagem é inteiramente real e poderá ser vista por aqueles que tenham desenvolvido suficientemente a visão de seu próprio corpo mental. Do mesmo modo como ocorre com os objetos, quando pensamos em um dos nossos semelhantes, criamos em nosso corpo mental o seu retrato miniaturizado. Quando o nosso pensamento é puramente contemplativo e não encerra um determinado sentimento como a afeição, inveja ou a avareza, nem um determinado desejo, como por exemplo, o desejo de ver a pessoa em quem pensamos, o pensamento não possui energia suficiente para afetar sensivelmente essa pessoa.”

Oceano de Pensamento?

“Cada pensamento produz uma forma. Quando visa uma outra pessoa, viaja em direção a essa. Se é um pensamento pessoal, permanece na vizinhança do pensador. Se não pertence nem a uma, nem a outra categoria, anda errante por um certo tempo e pouco a pouco de descarrega, se desfazendo no éter. Cada um de nós deixa atrás de si por toda parte onde caminha, uma série de forma-pensamento. Nas ruas flutuam quantidades inumeráveis. Caminhamos no meio deles.

Quando o homem momentaneamente faz o vácuo em sua mente, os pensamentos que lhe não pertencem o assaltam; em geral, porém, o impressionam fracamente. Algumas vezes, todavia, um pensamento surge e atrai a sua atenção de um modo particular. O homem comum se apodera-se dele e o considera como coisa própria, fortifica-o pela ação de sua própria força, e, por fim, o expele em estado de ir afetar outra pessoa. O homem não é responsável pelo pensamento que lhe atravessa a mente, porquanto pode não lhe pertencer. Porém, torna-se responsável quando se apodera de um pensamento e o fixa em si e depois o reenvia fortalecido.”

Pensamento egoísta

“Os pensamentos egoístas de qualquer espécie vagueiam pela vizinhança daqueles que os emitem. O corpo mental da maior parte dos homens está envolto por eles, como por uma espécie de concha. Esta concha obscurece a visão mental e facilita a formação de preconceitos. Cada forma-pensamento é uma entidade temporária. Pode-se compará-la a uma bateria elétrica carregada, esperando a ocasião de fazer a descarga. Determina sempre no corpo mental que atinge, um número de vibrações igual à sua e faz nascer um pensamento idêntico. Portanto, se as partículas desse corpo já vibram com uma certa rapidez, em consequência de pensamentos de uma outra ordem, o pensamento que chega, espera a sua hora vagueando ao redor da pessoa visada até que o corpo mental dela esteja em suficiente repouso para lhe permitir entrar. Então, descarrega-se e cessa instantaneamente de existir.”

Pensamento pessoal

“O pensamento, quando é pessoal, atua inteiramente do mesmo modo em relação à pessoa que o engendrou e se descarrega sobre ela quando a ocasião se apresenta. Quando o pensamento é mau, a própria pessoa que o gerou pode considera-lo como obra de um demônio tentador, quando, de fato, essa pessoa é o seu próprio tentador. Em geral pode-se dizer que cada pensamento produz uma nova forma-pensamento. Porém, sob o império de certas circunstâncias e a repetição constante de um mesmo pensamento, em lugar de produzir uma nova forma, funde-se com a primeira forma-pensamento e a fortifica. De sorte que o assunto, através de continuada meditação gera, muitas vezes, uma forma-pensamento de um poder formidável. Quando é má, pode-se tornar maléfico e durar muitos anos. Formas-pensamento deste tipo possuem a aparência e os poderes de uma entidade realmente viva.” Podem ser facilmente confundidas com outras entidades astrais, pois possuem uma forma e um movimento que lembra seres vivos.

Pensamento dos benfeitores

“O tipo de pensamentos tratados acima são os que nascem da mente sem nenhuma premeditação. Existem, porém, forma-pensamento elaboradas intencionalmente com o fim de auxiliar os outros. São peculiares aos benfeitores da humanidade. Pensamentos vigorosos, dirigidos inteligentemente, podem constituir um grande socorro para quem os recebe. São verdadeiros anjos da guarda; protegem contra a impureza, a irritabilidade, o medo.”

Projeções mentais coloridas que configuram – às vezes, com detalhes – as imagens produzidas pela mente.  Segundo o Espírito André Luiz: “Nas reentrâncias e ligações sutis dessa túnica eletromagnética de que o homem se entraja, circula o Pensamento, colorindo-a com as vibrações e imagens de que se constitui, aí exibindo, em primeira mão, as solicitações e os quadros que improvisa, antes de irradia-los no rumo dos objetos e das que demanda.  Aí temos, nessa conjugação de forças físico-químicas e mentais, a Aura humana, peculiar a cada indivíduo, interpenetrando-o, ao mesmo tempo que parece emergir dele, à maneira de campo ovoide, não obstante a feição irregular em que se configura, valendo por espelho sensível em que todos os estados da alma se estampam com sinais característicos e em que todas as ideias se evidenciam, plasmando telas vivas, quando perduram em vigor e semelhança, como no cinematógrafo comum. Fotosfera psíquica, entretecida em elementos dinâmicos, atende à cromática variada, segundo a onda mental que emitimos, retratando-nos todos os pensamentos em cores e imagens que nos respondem aos objetivos e escolhas, eliecedores ou deprimentes.”

André Luiz observando a psicosfera de determinado espírito sofredor, relata o seguinte: 

        Mantém fixa a ideia na herança que perdeu ao desencarnar: vasta quantidade de ouro e bens que passou à propriedade dos filhos, três rapazes que concorrem no mundo ao melhor e maior quinhão, prevalecendo-se, para isso, de juízes venais e rábulas inconsequentes.

       Percebi quadros que surgiam e desapareciam, fugazes, semelhantes às figurações efêmeras que se desprendem, silenciosas, dos fogos de artifício.
        Desses painéis que se avivavam e se apagavam ao mesmo tempo, transpareciam três jovens, cujas imagens passageiras vagueavam entre documentos esparsos, cédulas e cofres refertos de valores, como que pincelados no ar com tinta tenuíssima, que se adelgaçava e se recompunha, sucessivamente.
        Compreendi que registrávamos as formas-pensamento, criadas pelas reminiscências do nosso amigo que, decerto, na situação em que se nos apresentava, não podia, de momento, senão viver o seu drama íntimo, tal a insistência da fixação mental em que se encarcerava.

Estranhas formas-pensamento surgiam de grupo a grupo, denunciando-lhes a posição mental.

                  Aqui, dardos de preocupação, estiletes de amargura, nevoeiros de lágrimas… 

                  Acolá, obsessores enquistados no desânimo ou no desespero, entre agressivos propósitos de vingança, agravados pelo temor do desconhecido

        Vários amigos espirituais, junto aos componentes da mesa diretora, passaram a ajudá-los na predicação doutrinária, com bases no ponto evangélico da noite, espalhando, através de comentários bem feitos, estímulos e consolos.

        Fichas individuais não eram declinadas, entretanto percebíamos claramente que as pregações eram arremessadas ao ar, com endereço exato.

                  Aqui, levantavam um coração caído em desalento, ali, advertiam consciências descuidadas, mais além, renovavam o perdão, a , a caridade, a esperança

        Não faltavam quadros impressionantes de Espíritos perseguidores, que procuravam hipnotizar as próprias vítimas, precipitando-as no sono provocado, para que não tomassem conhecimento das mensagens transformadoras, ali veiculadas pelo verbo construtivo.

[28a – página 153]  – André Luiz – 1954     

Considerando que toda e qualquer ação e todo e qualquer pensamento fica registrado na memória vital do espírito e no éter-cósmico, pode-se caracterizar as formas-pensamento como concretizações de pensamentos. Por exemplo, se um homem, num ambiente de trabalho, sente inveja de um colega pelo fato de este se mostrar mais competente, mais esforçado e, portanto, mais solicitado e admirado, a inveja do primeiro “cria” no éter-cósmico uma forma-pensamento própria do sentimento. Essa forma-pensamento pode possuir forma física, como a de uma faca, de um homem morto, ou pode possuir forma indefinida, caracterizando apenas o sentimento pelo qual ela foi gerada. A forma-pensamento pode se depositar no éter-cósmico ou pode “colar-se” ao indivíduo invejado, no caso do exemplo em questão, causando-lhe prejuízos psíquicos e até físicos. Está aí a explicação científica do famoso “mau-olhado“, agouro direcionado a uma pessoa que, efetivamente, na maioria dos casos, logra prejuízos. Porém, as formas-pensamento não se resumem apenas a sentimentos baixos. Elas podem se originar de sentimentos lies, como o amor ou a benevolência. Por exemplo, uma mãe, amando profundamente seus filhos, ao assistir ao progresso dos mesmos, se enche de alegria e envia forma-pensamento benéficas a eles, que podem se caracterizar por imagens alegres como um coração, um rosto sorrindo, ou por formas indefinidas mas de cores vivazes e alegres. Também fatos e acontecimentos podem gerar formas-pensamento, como no caso de uma guerra em que muito sangue foi derramado e muitos espíritos sofreram atrozmente e pereceram. Tudo isso pode ocasionar uma grande mancha escura na região onde a guerra se sucedeu, com grande aglomerado de formas-pensamento negativas, gerando, não raro, perturbações de ordem psíquica nos próprios moradores da região, em função da grande quantidade de energias deletérias. Além disso, um determinado homem, através de seus incessantes clamores de inveja, pode, por exemplo, lançar formas-pensamento de um lugar para qualquer outro. Por invejar a casa de um amigo, por exemplo, um indivíduo manda, inconscientemente, formas-pensamento negativas para lá, e as mesmas ficam ali depositadas, gerando diversos males, de acordo com a intensidade do pensamento do emissor. Por isso, é sempre bom pedir em nossas orações ajuda àqueles que, mesmo sem querer, exercem esse maligno prejuízo aos outros, e pedir também que nossa casa, assim como nós mesmos, possamos ser limpos pelos espíritos amigos de quaisquer formas-pensamento negativas que possam ter-se depositado em nossa casa ou em nós. É importante acrescentar que somente os espíritos já evoluídos é que conseguem dar a forma e comandar com plenos poderes suas forma-pensamento; os demais espíritos as produzem inconscientemente.

 Pensamento: o construtor do carma

É da ignorância e da avidez que surge o mundo do erro, e suas causas e condições existem apenas dentro da mente, em nenhum lugar mais.

– Buda –

Como mencionei no artigo intitulado “Um caminho de paz e equilíbrio”, o pensamento trabalha o tempo todo sem cessar. Ele se desenvolve por meio de símbolos por meio da imaginação, que é a grande capacidade criadora do espírito. Através dessa capacidade criadora que todos nós, sem exceção possuímos, criamos imagens mentais, e em seguida tentamos transformá-las em palavras. Portanto, é através de símbolos que o homem pensa.

Possuímos, além de um corpo físico, outros corpos mais sutis e que trabalham em planos correspondentes, isto é, não existe somente um corpo físico e um plano físico, estes que são visíveis aos nossos olhos. Existe outros corpos e outros planos, que em outra oportunidade falaremos com maior profundidade. Podemos dizer que a vida do átomo que compõe cada um desses corpos, incluindo o físico, é o espírito, e que a matéria é seu corpo.

Toda criação de carma se inicia a partir de um pensamento, que pode ser bom ou mal, porque todo pensamento é carregado de energia e possui uma forma. Essa teoria se chama forma-pensamento. Isso pode parecer estranho num primeiro momento, mas chamo atenção do leitor para refletir e passar a se tornar um observador prático dessa teoria. A forma-pensamento é uma energia mental moldada pelo espírito, ou seja, é feita de matéria sutil em um plano sutil, constituída por átomos de matéria também sutil. Essas formas têm movimento vibratório correspondente à qualidade dos pensamentos emitidos, e que são propagados ao nosso redor.

(Como já foi dito, tudo vibra, inclusive a matéria; o que muda apenas é a frequência dessa vibração.) Possuem cor e som, mas não podemos ver ou ouvir, exceto algumas pessoas com capacidade para tal. Por meio dessas formas que criamos através dos pensamentos, atraímos para perto de nós energias correspondentes, ou seja, energias que vibram na mesma frequência desses pensamentos. Através da produção dessas formas, podemos atrair consciente ou inconscientemente aquilo que chamamos seres elementais, que são entidades independentes, vivem no mundo astral, que é o mundo das emoções, podendo ser benéficos ou maléficos, conforme a qualidade e força da vibração de cada forma pensamento que produzimos.

Esses seres, que como disse, são entidades independentes, entram na forma-pensamento atraídos pela cor, pelo som e pela vibração dessas formas que criamos. Segundo Annie Besant, uma das participantes mais ativas da Sociedade Teosófica, “… um pensamento de cólera emitirá um relâmpago vermelho, visto a forma de vibração da forma-pensamento da cólera ser tal, que produz o vermelho; este relâmpago vermelho chama a si elementais que se projetam para quem os atrai, e um deles penetra a forma-pensamento e dá-lhe uma atividade independente, de um gênero destrutivo e desorganizador”.

As formas pensamento animadas pelos elementais têm um período de vida correspondente à quantidade de energia que colocamos nela e do tempo que a alimentamos com essa energia, que se mantém através da repetição do mesmo pensamento. A partir do momento que essas formas são vitalizadas, ou seja, imbuídas de vida própria, fazem de tudo para sobreviver e se atrelam ao seu criador de forma magnética, provocando-o à repetição, que é seu alimento.

Mas como tudo foi criado e produzido pela força de nossos pensamentos e sentimentos, podemos, com o mesmo poder, criar conscientemente, através de práticas específicas, elementais angélicos, carregados da Luz Divina, que sutilmente destruirão as formas – pensamento de vibração menos elevadas.

É dessa forma que colocamos em andamento forças auto criadas povoando o mundo ao nosso redor, de desejos, paixões, impulsos, egoísmo, inveja, cólera, ou seja, criando um carma negativo. Mas também, se formos inteligentes o suficiente para entender o curso do movimento do carma, criamos elementais de amor, compaixão, afetividade, companheirismo, cooperativismo e consequentemente equilíbrio, harmonia e paz, porque, segundo a Grande Lei, estamos sujeitos ao efeito de toda causa que colocamos em movimento. Como vocês podem notar a Grande Lei é uma dádiva Divina que nos presenteia com a possibilidade de participação ativa na construção de uma vida mais plena, através do livre arbítrio.

O pensamento trabalha o tempo todo sem cessar. Ele se desenvolve através de símbolos por meio da imaginação, que é a grande capacidade criadora do espírito. Através dessa capacidade criamos imagens mentais, e em seguida tentamos transformá-las em palavras. Portanto, é através de símbolos que o homem pensa. Toda criação se inicia através do pensamento que pode ser bom ou mal, porque todo pensamento carrega energia e possui uma forma. Essa teoria é a forma-pensamento. A forma-pensamento é uma energia mental moldada pelo espírito, ou seja, é feita de matéria sutil no plano sutil (invisível aos olhos). Essas formas tem padrão vibratório correspondente à qualidade do pensamento emitido, e que são propagados ao nosso redor. Possui cor e som, mas não podemos ver ou ouvir, exceto algumas pessoas que tem capacidade para tal. Por meio dessas formas que criamos através dos pensamentos, atraímos para perto de nós energia correspondente, consciente ou inconscientemente, seres elementais, que vivem no mundo astral, das emoções, podendo ser benéficos ou maléficos, conforme a qualidade e força da vibração de cada forma-pensamento que produzimos. Um pensamento de cólera, por exemplo, emite uma cor relâmpago vermelha e chama à si elementais que se projetam para quem os atrai, e um deles, penetra a forma-pensamento e dá-lhe atividade independente, de um gênero destrutivo e desorganizador. As formas-pensamento animada por elementais têm período de vida correspondente à quantidade de energia que colocamos nela e do tempo que a alimentamos com essa energia, que se mantém através da repetição do mesmo pensamento. A partir do momento que essas formas são vitalizadas, ou seja imbuídas de vida própria, fazem de tudo para sobreviver e se atrelam ao seu criador de forma magnética, provocando-o a repetição, que é seu alimento. Mas como tudo isso foi criado e produzido pelos nossos pensamentos e sentimentos, podemos, alterar conscientemente, através de práticas específicas, elementais angelicais, carregados de luz divina, que destruirão as formas-pensamento de vibração menos elevadas. É dessa forma que colocamos formas auto criadas povoando o mundo ao nosso redor de: desejos, paixões, impulsos, invejas, cólera ou seja criando um ambiente negativo. Mas também se quisermos poderemos criar elementais de: amor, compaixão, generosidade, indulgência, tolerância, afetividade, lucidez, caridade e consequentemente equilíbrio e paz, porque segundo a “grande lei” estamos sujeitos à tudo aquilo que criamos. Através do livre arbítrio, você escolhe os pensamentos, consequentemente, gera uma vibração relativa àquela forma-pensamento correspondente, e viverá atrelada à ela até optar pela mudança. Responde pelos seus atos, arca com as consequências.

Aula Corpos Espirituais – 3° Corpo – Astral

3Apesar de muitas vezes acharmos que não possuímos contato com este corpo, este é mais imprescindível do que imaginamos, e nosso maior veículo! Sim, o terceiro corpo é o corpo de manifestações dos espíritos.

  • Então se um vidente visualizar um espírito ele está em contato visual com terceiro corpo do ser!
  • O Astral é o nosso corpo de manifestações em sonhos, assim como todos os seres que encontramos neles também o vestem.
  • Essa vestimenta astral é uma replica do corpo físico, ou melhor dizer, nosso corpo físico é uma réplica perfeita do corpo astral!
  • Forma humana deste corpo se deve a lei astral planetária, essa lei regimenta desde o terceiro até o primeiro, onde as formas se replicam em estrutura como a imagem de capa nos mostra.

Muitas teorias antigas já mostravam a existência deste corpo. vejamos:

  • Orígenes, filósofo da escola Neo – Platônica, no Séc. II d. C., ensinava que o espírito tem um corpo vaporoso, a “aura”. (Hoje sabemos que aura e o terceiro corpo são coisas distintas, mas falaremos em outro post sobre isso)
  • No Séc. IV, São Cirilo de Jerusalém disse: “As almas dos defuntos têm corpos mais sutis que os corpos terrestres.
  • Ainda no Séc. IV, Santo Hilário de Poitiers afirma: “não há coisa alguma na natureza e na criação […], que não seja corporal. Mesmo as almas, seja durante a vida, seja depois da morte, conservam alguma substância corporal […]”.
  • Paulo de Tarso definiu: Espírito = pneuma, Alma = psiquê e o corpo físico = soma.
  • Kardec – alma = perispírito.
  • Lacerda – perispírto = duplo-etérico; (essas duas colocações de Lacerda e Kardec estão na descrição do terceiro apenas para desmistificar a confusão que muitos fazem referente as diferenças de alma, duplo, perispírito, etc.)
  • Todo corpo possui um peso específico, que em física, é resultado da massa de um corpo dividida por seu volume: Pe = M / v. Este estado de maior ou menor densidade é que diferencia os espíritos dos encarnados.
  • Denomina-se Espírito tudo o que não tem corpo espesso e pesado.

Importância e densidade

☺ Corpo Astral = invólucro espiritual mais próximo à matéria.

☺ Todo espírito (na escala evolutiva) possui corpo astral.

☺ O corpo Astral é necessário para a manifestação do espírito.

☺ É o corpo no qual o espírito vive no plano astral.

☺ Espíritos que já não o possui, comunicam-se mentalmente com outros espíritos ou encarnados.

☺ Cada ser tem densidade do 3° corpo diferente uns dos outros.

Erraticidade

☻ Os espíritos muitos materializados vivem na erraticidade, junto as criaturas encarnadas.

☻ Erraticidade = estado de consciência sem finalidade útil (desencarnados).

☻ Causa principal – desconhecimento da evolução, ou apegos materiais.

☻ Se o espírito errante não for perverso, será encaminhado e orientado com segurança pelos médiuns astrais à hospitais astrais.

☻ Errantes sofrem e revivem sua morte por anos à fio. Mas mudam do padrão quando são ajudados, trocando suas roupas, curando as feridas, são bem tratados pelos médiuns astrais. Assim aceitam a evolução.

Purgatório

  • Zonas do Astral inferior.
  • Onde os espíritos inferiores esgotam as densas massas de magnetismo inferior (baixa frequência vibratória).
  • Muitos desencarnados carregam massas magnéticas alheias, consequências de ferimentos físicos infligidos à suas vítimas. (sofrem pelo que fizeram).
  • Nosso sangue impregnado de magnetismo animal – obsessões.

Passagem do livro Iniciação Viagem Astral:

Trecho do livro Iniciação – Viagem Astral, Autor: João Nunes Maia, pelo espírito Lancellin

[…] Daí a poucos demos entrada em um matadouro de gado bovino, ambiente turvado de magnetismo deprimente […]

[…] Caso um de vós altere as emoções, tornar-se-á visível a determinados Espíritos vaporizadores, o que irá dificultar os nossos trabalhos.

[…] Penetramos em um lugar assustador, estavam em círculo vinte vampiros, cuja descrição preferimos omitir. Com o chefe, formavam um magote de vinte e um. O que estava chefiando, vestia-se de vermelho encarnado, com uma espécie de capuz bipartido atrás e tendo nas pontas duas bolas pretas, no alto da cabeça, duas saliências o destacavam dos outros. Os bois estavam em filas obrigatórias, devido às cercas laterais que os prendiam, sem que eles pudessem ao menos se mexer. Ao passarem determinado ponto, caiam em suas nucas uma lâmina mortal. Logo a diante, um homem carrancudo fazia escorrer o sangue do animal já ajoelhado e exteriorizando suas dores.

Eu sentia reação profunda, sem que as deixasse passar para as emoções. Confesso, estava encontrando dificuldades para me manter em equilíbrio. […]

[…] Parece que o Miramez deixou que os vampiros iniciassem sua ação, para que pudéssemos ter uma ideia de como as coisas acontecem nos frigoríficos. Quando o magarefe enterrou a lâmina no pescoço do animal, cortando-lhe as veias, o vampiro–chefe avançou em primeiro lugar, e sorveu, de mais ou menos uma distancia de 30 cm, o fluído do plasma sanguíneo com uma habilidade espetacular. O plasma etérico se dividia, pela vontade dele, em dois jatos de energia que entravam pelas narinas e por sua boca, posicionada em forma de bico. Era grande a sua satisfação. Depois que sugou de uns três animais, até a inquietação dos outros, ele deu um sinal para o primeiro. Esse veio e fez o mesmo, sugando as energias vitais do animal. Quando chegou a vez do quinto espírito, senti que para mim era um sacrifício amputando aos meus sentimentos. Era demais! Então, pude observar que vampiros e magarefe eram uma coisa só. Miramez segredou-me, mesmo estando eu com a emoção um pouco alterada:

– Vê, Lancellin! A mediunidade se processa em toda parte. Este irmão está servindo de instrumento para os espíritos da sua mesma faixa se alimentarem com a energia do animal. E o pior é que essa classe de espíritos recebem o mesmo magnetismo inferior do animal, fortalecendo seus instintos mais baixos, e transmitem para o mesmo animal, ou seja, para a sua carne e ossos, outro tipo de fluídos pesados na mesma frequência, com os quais os homens, depois vão inundar seus organismos. É por isso que os comedores de carnes dos animais, mostram de vez em quando, no cotidiano, algo que lembra esses espíritos. Os espíritas se livram desse magnetismo inferior com os recursos dos passes, da água fluidificada e, por vezes, de prolongadas leituras espirituais; […] mais sempre sobram alguma coisa para transformar em doenças perigosas.

[…] Reunimo-nos todos, […] Miramez fez algumas articulações com as suas mãos, cortando as suas atividades, a contra gosto deles, e passou a orar […]

Os animais, depois da oração de Miramez, enfrentaram o corredor da morte com serenidade entregavam-se aos rudes processos de evolução […]

Médiuns Astrais

  • Todas as entidades que possuem o terceiro corpo.

Fenômenos do Desdobramento:

  • É quando o corpo astral separa-se do corpo físico. Levando com ele os outros envoltórios, e o próprio espírito.
  • O comum é o corpo se desdobrar durante o sono, viagem astral.
  • Durante o desdobramento o comum é não ter consciência do processo. As funções vitais são reduzidas ao mínimo (pressão arterial e temperatura corpórea), exceto para médiuns desenvolvidos que conseguem ter consciência deste processo para trabalhos no astral.
  • O desdobramento pode ocorrer também em situações como: choque emotivo forte, enfraquecimento por moléstias prolongadas (COMA), hemorragias volumosas, choques cirúrgicos, e outros estados anômalos.

Cordão de Prata

Já falamos um pouco deste cordão no segundo corpo, visto que é um “órgão vital” do mesmo, como ele interage até o quarto corpo, abaixo segue algumas informações da importância do dele para com o terceiro.

Seja qual for a distancia a que estiver do corpo, o espírito se mantêm ligado a ele por esse cordão de que falam iniciados de todas as épocas e até mesmo a bíblia.

  • “Antes que se rompa o cordão de prata, que se despedace a lâmpada de ouro, antes que se quebre a bílha na fonte, e que se fenda a roldana sobre a cisterna…” Eclesiastes, 12:6
  • Se se rompe, porém, a morte chega. Irreversível. Segundo relato de espíritos, quando entidades superiores rompem esse cordão por ocasião da morte, produz-se relâmpago de luz intensa, pela liberação de energia.
  • Construído por alguma forma de energia de alta intensidade, este fio luminoso e brilhante se liga ao corpo físico através do duplo etérico, no qual se enraíza através da cabeça e de miríades de conexões filiformes que abrangem toda estrutura etérica junto ao cérebro humano.
  • Assemelha-se a um cabo de alta tensão, mais dentro dos padrões sutis.
  • O espírito encarnado, durante a viagem astral, possui o cordão de prata numa espessura mínima, o que permite o deslocamento a grandes distancias.

Desdobramento em trabalhos espirituais:

  • Médiuns desdobrados – adquirem consciência de suas potencialidades e limitações que se deslocam nessa dimensão como se estivessem no plano físico. Vão a outros locais, às vezes longínquos, trabalham, auxiliam, tratam de enfermos espirituais encarnados e desencarnados lado a lado com espíritos desencarnados socorristas, aos quais prestam inestimável auxílio.
  • Consulentes desdobrados – O coordenador da equipe auxilia, junto da equipe espiritual no qual recebe as informações, no desdobramento do consulente. O desdobramento ocorre de através pulsos magnéticos quânticos, realizados dentro do segundo do relógio material. Após estar desdobrado, a equipe passa a interagir com a ajuda do coordenador no tratamento de enfermidades físicas e emocionais, após o trabalho se encerrar, “fecha-se” os pulsos nas mesma contagens do inicio. Para um perfeito trabalho, é necessário conhecimento da equipe e adestramento do coordenador.

Propriedades e Funções do 3° corpo

  • Imaterial – veículo do espírito
  • Natureza magnética – energia muito sutil comparado aos impulsos elétricos e captados pelo denso corpo físico.
  • Não tem constituição fluídica.
  • Modelado por força mental –  energia superior, trabalhado por grandes equipes do cosmo, assim como nossa própria mente através do psicossoma pode vir a interagir com ele durante o processo de vida.
  • Cópia do físico em questões de forma estrutural e órgãos
  • Possui estado fisiológico sadio – emocional responsável pelas quedas da saúde como vimos no primeiro corpo.
  • Sensível – sensibilidade – percepções, intuições, sexto sentido, déjà vu, todos são mecanismos do terceiro corpo.
  • Corpo onde guarda-se os vícios e paixões – por isso muitos seres ao desencarnar entram em processo de erraticidade.
  • Corpo dos sentimentos e desejos – receptor de sentimento, onde captamos todas as energias primeiramente, após assimilações das mesmas o segundo se encarrega de guarda-las e solta-las no físico para manifestações. Esta aí uma das explicações do terceiro chákra (plexo solar) ser de tamanho maior comparado aos demais principais.

Alimento e “morte” do corpo Astral

Esse corpo perde energia constante, e necessita de suprimentos energéticos para a sua sustentação, assim como o físico.

  • Mais a natureza deste alimento varia muito, vai dos caldos proteicos (necessários aos espíritos muito materializado, fornecido pelas casas de socorro no astral) até as quintessenciadas energias que alimentam os espíritos superiores, colhidas (através da prece) diretamente do infinito reservatório de energia cósmica.
  • Em alguns livros do Robson Pinheiro psicografados pelo espírito Angelo Inácio relata algumas passagens onde fala das alimentações…
  • Espíritos habitantes do astral inferior, ainda bastante animalizados, costumam comer até mesmo alimentos humanos (sugando e vampirizando alimentos e bebidas – onde se desencadeiam alguns tipos de obsessões por simpatia emocional, mental e também de vícios).
  • Se houver perda de energia sem a necessária reposição, o espírito pode perder o corpo astral, onde é reduzido a ovoide inativo. (involução); Segundo o espírito André Luiz.
  • Referente aos ovoides, alguns espíritos em sofrimento na erraticidade também perdem suas energias e seu corpo astral através da magia. para entender melhor leia as trilogias de Robson Pinheiro que traz o assunto bem atualizado.
  • A “morte” por assim dizer deste corpo ocorre pela evolução do espírito onde atingindo dimensões elevadas não necessitará mais das energias dele, compensando a perda deste com o ganho de novo corpo espiritual elevado no fim da escala.
  • Ainda falando em espíritos na erraticidade, o corpo astral ele pode se deformar, ou transformar, onde há relatos de seres que tem seus corpos mesclados com formas animais ou até mesmo já perderam a forma humana.
  • Aqui também vale lembrar a dimensão onde ele está vibrando, por exemplo seres marinhos que habitam as diversas dimensões aquáticas, seus terceiros corpos assumem as variadas formas da dimensão habitante. Exemplos disso foi dado no livro Aglon e os espíritos do Mar (pelos espíritos Julio Verne e André Luiz) e também no filme Piratas do Caribe – Pérola Negra, onde o cinema nos traz uma visão clara de como a energia é trabalhada nas mais variadas situações. Se o autor teve intenção ou conhecimento não sabemos, mas com certeza sofreu influencias astrais nas criações.

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