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Energia Quente

Os princípios e composição da energia fria também podem ser aplicados à energia quente, ou onda de elétrons (eletrônica). Energia quente é sinônimo de movimento (elétrons = energia negativa ou movimento), que quer dizer atrito, ou choque com outras ondas energéticas.

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Quando um atleta corre, desloca seu corpo e capta maiores quantidades de energias negativas, pois acelera sua própria vibração energética, tomando-se mais receptivo a elas. Com isso, queremos dizer que, quando aumentamos nossa aceleração vibratória, diminuímos o comprimento das ondas negativas. Assim, estaremos nos capacitando a captar bilhões de elétrons que circulam pela atmosfera (ar = energia negativa = elétrons) livremente, à espera de que um núcleo (condensação energética = ser humano, ou matéria) o atraia, desde que entrem em sintonia vibratória.

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O atrito com os raios solares, mais os elétrons do ar, aumenta nosso calor, fazendo com que fiquemos impossibilitados de respirar compassadamente, uma vez que toda a estrutura sanguínea (aquática) foi alterada pela absorção de calor em excesso. Por isso precisamos absorver ar em maior quantidade, para que possamos sustentar esse novo padrão vibratório (mais quente) em nosso interior.

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Este padrão somente abaixará de imediato, se tomarmos uma ducha fria. O choque térmico de energia positiva (água) versus energia negativa (fogo), irá anular o calor (combustão do ar pelo fogo). Porém, se o choque for muito intenso, poderá abalar o equilíbrio energético-vibratório, e provocar o surgimento de alguma doença.

O mesmo ocorre na agricultura: se um fruto precisa de calor, e vem uma geada, o fruto não vingará, e o seu pé poderá até morrer. Tudo isso é energia quente! Os elétrons são partículas de origem cósmica, e portanto negativos.

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O fogo e o ar são desdobramentos do padrão vibratório da energia cósmica, também negativos. Uma geada é uma carga muito forte de elétrons (energia negativa e ativa). Dizemos então, que tal plantação foi “queimada” por uma geada. Se usamos o termo “queimada” para o frio da geada, é porque toda energia negativa (elétrons) queima. O atrito gera calor, porque os elétrons são ativados ao extremo. O fósforo é uma típica condensação energética negativa (nêutrons negativos e elétrons), que se incendeia ao menor atrito com algo mais duro, e se dissolve ao contato com algo mais mole. De fato, a geada queima pois, com a sobrecarga de elétrons (energia negativa) somada à de nêutrons (energia fria), a planta tem, num certo período da noite, todo o seu magnetismo (seiva = vida = magnetismo) alterado e desagregado. Sua seiva se condensa e destrói os canículos que a conduzem, matando suas células (energia positiva = água). Quando o Sol aquecer a planta com suas ondas curtíssimas de energia quente, essas não encontrarão a energia positiva (água) suficiente para resistir à sua invasão, e tudo irá secar. A planta foi ou não foi queimada pela geada, que destruiu sua estrutura energética de ordem positiva (estável)?

Bem, já deu para notar que alguém sobrecarregado de energia quente (elétrons) é um ser negativo que, se atritado (ativado) de forma contínua, irá incendiar-se como um fósforo, mas que, se lançado num meio mais mole, irá desagregar-se (dissolver seu calor).

Isto explica porque um líder carismático (magnetismo forte), guiado pelo polo positivo de sua origem energética negativa, que se desdobra pelo bem estar dos seus liderados, somente se sente bem (estável) quando todos estiverem bem também. Não se esqueçam que, ser de origem ou ordem negativa não significa ser ruim, pois tudo deriva da energia divina. Em função disso, a energia negativa, aqui abordada como energia quente, é apenas mais um dos desdobramentos da energia cósmica, ou o polo negativo de Deus, enquanto energia. Mas também não se esqueçam que, quando abordamos a energia ígnea, comentamos que ela partia em duas direções simultaneamente, podendo ter um princípio ativo e fim estável (- +), assim como um princípio ativo e fim ativo (- -), sendo que este último é destruidor.

Estudo do Livro das Energias de Rubens Saraceni

ENERGIA LUNAR

Segundo os estudos que Saraceni nos trouxe, a energia lunar é do tipo irradiante, e não contínua. Ela se irradia a partir de um centro muito duro, composto de uma condensação energética ainda desconhecida dos cientistas encarnados.

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Temos a partir disto duas teorias as quais suas próprias verdades devem julga-las em qual crer..a primeira que  sua densidade e dureza é tão grande, que as brocas diamantadas das perfuratrizes não conseguiriam penetrá-la. E a segunda, conforme estudos de David Icke, que a lua seria um satélite artificial e oco com intenções desconhecidas e de localização privilegiada fronte a Terra.

Essa substância tem um poder de irradiação que qualificamos como energia lunar. Se somos o que irradiamos, a Lua é uma fonte de energia negativa, visto que sua origem está na condensação de um amálgama energético onde um elemento negativo predominou.

Já a Terra, é uma condensação em que um elemento positivo, a Água, predomina.  Segundo Sareceni a Lua,  já foi uma estrela de sétima grandeza, num passado que se perde na cronologia dos milhões de anos, neste ponto tanto a teoria de Saraceni quando de Icke se fundem em alguns aspectos e ganham reforços com alguns cientistas e estudiosos. Ainda hoje, ela continua a ser uma forte emissora de elétrons.  Chegará o dia em que ela estará tão compacta, que até suas rochas externas serão mais duras que o diamante, o nosso mineral mais duro. Pois a irradiação lunar é negativa no seu núcleo, sendo que de sua órbita saem nêutrons que se irradiam de forma não continua.

A irradiação lunar se dá somente por reflexão à luz solar, que coloca seu composto energético em ebulição. Com a refração do calor, elétrons lhe são arrancados e lançados no vácuo, onde são recolhidos pela corrente contínua de energia cósmica e levados para longe do nosso sistema solar. Quando os raios solares incidem sobre o solo lunar, este os absorve e cria uma vibração especial para a liberação de elétrons, irradiados a partir do seu núcleo. Os elétrons vão se desprendendo numa velocidade muito grande, e aos poucos vão deixando as condensações energéticas lunares muito mais compactas.

Como o seu centro é irradiante, as camadas externas vão recebendo novas ondas de elétrons, que substituem aqueles perdidos. A cada segundo, o volume da Lua diminui em bilhões e bilhões de elétrons. De acordo com a primeira teoria, houve um tempo em que a Lua possui a o dobro do volume, e suas rochas eram muito menos duras. Mas isso também se perde na memória do tempo, pois embora possamos visualizá-la, não há como precisar em anos essa época. Mas tempo virá em que ela estará tão pequena, que será absorvida pelo magnetismo da Terra. Será???

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Há muito tempo explica-se que a Terra já teve mais de uma lua girando em torno de si. Com o tempo, ela foi absorvida, pois perdeu todo o seu volume, tornando-se presa fácil para a atração gravitacional terráquea. Em 2016 a Nasa detectou novamente uma mini lua na órbita da Terra. [http://exame.abril.com.br/ciencia/nasa-encontra-segunda-lua-ao-redor-da-terra/]

Bem, quanto à energia lunar, ela é fria e negativa. Se nos colocarmos num padrão vibratório próximo de zero, sentiremos o frio provocado por sua luz neutrônica.  Sim, os raios refletidos para a Terra são hiper carregados de nêutrons, que dela se desprendem devido à força irradiante não contínua. Tal processo somente ocorre com a incidência dos raios solares em sua crosta. Essa energia tem a capacidade de acelerar a germinação das sementes lançadas na terra, e também ajudar no crescimento dos brotos. Por isso, temos luas certas para o plantio, ceifa e poda dos nossos alimentos.

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Vejam que coisa interessante: os frutos originários de regiões de grande insolação, ou com alta incidência de raios solares, são muito doces, e menos ácidos que aqueles produzidos nas regiões mais frias. Nessas regiões, a incidência de raios solares é menor, ou seja, os raios chegam desprovidos de suas ondas de calor, em função do fenômeno já explicado num capítulo anterior (faixas de captação). Sendo assim, poucos elétrons (acidez) são desprendidos, tanto da terra, quanto dos frutos em formação, como das próprias plantas frutíferas. Isso nos leva à conclusão de que os ácidos, e toda a acidez dos frutos, são uma forte concentração de energias negativas (elétrons) de origem cósmica. Nas regiões onde o Sol incide com maior poder e calor, a liberação de elétrons pelo fruto, e mesmo pelo pé de frutas, elimina boa parte de sua acidez natural (elétrons = energia negativa), deixando os açúcares, que tornarão os frutos mais doces e suculentos.

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Para que isto, ocorra, o solo precisa receber uma alta porcentagem de nutrientes químicos, para que seu equilíbrio atômico seja restabelecido, uma vez que a incidência dos raios solares fez com que sua formação atômica fosse alterada. Os átomos menos poderosos foram desarmonizados ao terem seus elétrons arrancados pelo acelerador nuclear solar.  Num acelerador atômico, os princípios de bombardeios nucleares são físicos ou químicos, e buscam a decomposição do átomo, e a separação dos elementos radioativos, os quais serão conduzidos até uma nova condensação energética com maior poder negativo (ativo). A parte positiva (passiva) é separada e eliminada, pois no caso somente interessam os isótopos radioativos.

O Sol é um imenso acelerador atômico, e seus raios também têm essa qualidade, ainda que com um poder bastante reduzido. É o Sol (calor) quem acelera o amadurecimento dos frutos, acelerando toda a composição atômica através da liberação de elétrons (acidez = energia negativa), até que restem apenas prótons (doçura = energia positiva). Se pegarmos como exemplo uma banana, veremos que, se ela for colhida verde e marrenta (excesso de acidez ou energia negativa), com pouco tempo numa estufa (calor = energia solar), irá amadurecer, ficando doce. Se a deixassem no pé, levaria muitos dias para amadurecer, mas na estufa o processo se acelerou, porque foi intensificado o calor sobre elas. Isso quer dizer, que todo calor libera elétrons (energia negativa, ou acidez) dos frutos.  É o mesmo princípio que os cientistas nucleares utilizam nos seus imensos aceleradores atômicos. Com a aceleração, cria-se o atrito, que libera calor (energia), que libera nêutrons e altera a composição (P.A.) dos átomos, tornando-os ativos (negativos) ou passivos (positivos).

Como as fases da Lua influenciam as marés?

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Na verdade, a Lua não produz esse efeito sozinha. Os movimentos de subida e descida do nível do mar – as chamadas marés – também sofrem influência do Sol, dependendo da intensidade da força de atração dele e da Lua sobre o nosso planeta. Assim como a Terra atrai a Lua, fazendo-a girar ao seu redor, a Lua também atrai a Terra, só que de um jeito mais sutil. O puxão gravitacional de nosso satélite tem pouco efeito sobre os continentes, que são sólidos, mas afeta consideravelmente a superfície dos oceanos devido à fluidez, com grande liberdade de movimento, da água.

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A cada dia, a influência lunar provoca correntes marítimas que geram duas marés altas (quando o oceano está de frente para a Lua e em oposição a ela) e duas baixas (nos intervalos entre as altas). O Sol, mesmo estando 390 vezes mais distante da Terra que a Lua, também influi no comportamento das marés – embora a atração solar corresponda a apenas 46% da lunar. Resumo da história: dependendo da posição dos dois astros em relação ao nosso planeta, as marés têm comportamentos diferentes.

É aí que entram as fases lunares. Quando a Terra, a Lua e o Sol estão alinhados – ou como dizem os astrônomos, em oposição ou conjunção – a atração gravitacional dos dois últimos se soma, ampliando seu efeito na massa marítima. Por outro lado, quando as forças de atração da Lua e do Sol se opõem, quase não há diferença entre maré alta e baixa. Mas esse jogo de forças não é igual em toda parte, porque o contorno da costa e as dimensões do fundo do mar também alteram a dimensão das marés. “Em certas regiões abertas, a água se espalha por uma grande área e sobe só alguns centímetros nas marés máximas. Em outras, como um braço de mar estreito, o nível pode se elevar vários metros”, diz o oceanógrafo Joseph Harari, da Universidade de São Paulo (USP).

Resultado de imagem para lua novaLUA NOVA: quando a Terra, a Lua e o Sol se alinham, a atração gravitacional exercida pelos dois astros sobre os oceanos se soma, gerando correntes marítimas que causam uma elevação máxima do nível do mar na direção dessa linha. É época das maiores marés altas, chamadas de marés de sizígia ou máximas.

Resultado de imagem para lua crescenteLUA CRESCENTE: agora, a Lua e o Sol formam um ângulo reto de 90º. Nessa situação, a gravitação lunar se opõe à solar – elas só não se anulam porque a Lua, mais perto da Terra, exerce maior poder de atração. Mesmo assim, as diferenças de nível entre as marés alta e baixa são muito menores e recebem o nome de marés de quadratura ou mínimas.

indiceLUA CHEIA: cerca de duas semanas depois da Lua Nova, nosso satélite viaja de novo para uma posição em que se alinha com o Sol e a Terra. Essa combinação traz uma nova leva de marés máximas. Nas praias de Santos, o nível do mar pode subir em torno de 1 metro nesse período.

Resultado de imagem para lua minguanteLUA MINGUANTE: nessa fase lunar, diminui a influência do Sol e da Lua nas marés oceânicas. Na noite em que metade da Lua está visível, a atração atinge seu menor valor. Em Santos, no litoral paulista, por exemplo, a diferença entre a maré alta e a baixa não ultrapassa os 5 centímetros

Resultado de imagem para senhores da escuridãoO outro lado da Lua No livro Senhores da Escuridão de Robson Pinheiro, a narrativa começa com uma visita aos pavilhões de produção da metrópole onde Ângelo reside. Após essa visita, a equipe começa a se preparar para visitar as regiões densas da crosta. Anton então explica ao narrador que existem bases de apoio dos guardiões em diversos pontos do planeta, mas que uma das mais seguras está localizada nas profundezas da Lua.

Utilizando um sofisticado veículo, a equipe se dirige à essa base com o objetivo de verificar as fichas cármicas de diversos médiuns candidatos a auxiliá-los até as regiões abissais. Ângelo fica impressionado com tamanha organização, segurança e tecnologia de ponta. Anton revela que no lado obscuro da Lua estão sendo reunidos diversos espíritos que serão encaminhados ao expurgo planetário.
— Também há outro motivo para que uma base de apoio tão importante seja localizada na lua do nosso planeta. É que lá, no lado escuro da Lua, estão sendo reunidos milhares e milhares de espíritos já em processo de expurgo planetário. Seres que não mais encontram sintonia com o ambiente evolutivo da Terra são circunscritos às dimensões inferiores do astro lunar. Naturalmente, por processo de sintonia vibratória, acham-se limitados ao lado escuro do satélite terrestre.
O que se pode dizer no momento é que os espíritos que fracassam nas suas últimas oportunidades estão sendo acondicionados no lado escuro da Lua, aonde aguardam a transmigração interplanetária para esse novo mundo.

Voltando à energia lunar, podemos afirmar que ela é negativa por excelência. Recebemos essa energia através dos raios lunares, que nada mais são que reflexões dos raios solares que sobre a Lua incidem. Eles chegam até nós hiper carregados de elétrons, que se incorporam a tudo que é iluminado pelos raios, provocando uma sobrecarga de energia negativa, que é ativa e acelera todos os princípios geradores.

Logo, o romantismo (erotismo) dos amantes é alimentado (ativado) pelos raios lunares, assim como o crescimento das plantas e a germinação de sementes depositadas sob alguns centímetros de terra. Muitos que falam da força da Lua para plantar ou podar, desconhecem que, quanto mais forte (brilhante) é a Lua, maior quantidade de elétrons será absorvida pela semente ou pela árvore podada. Seu processo germinativo, ou de crescimento (brota), serão acelerados pela forte absorção de elétrons (energia negativa e ativa).

Sendo assim, fica classificada então esta energia negativa sendo muito poderosa, pois deriva-se da energia cósmica, que por sua vez, é o polo negativo do desdobramento da energia divina, que é Deus. Portanto, se é um desdobramento energético de Deus, é tão boa quanto a energia universal, que é Seu desdobramento positivo. Logo, podemos afirmar que a Lua é benéfica para a humanidade, a natureza, e para o planeta; que se somos o que somos, é porque a energia lunar ajuda a nos tomarmos seres mais ativos (negativo = ativo).

Fontes:

Livro:

  • Senhores da Escuridão – Robson Pinheiro

Sites:

Complementar da nossa apostila:

Vídeos:

David Icke:

Alex Collier:

Oswaldo Vettoretti:

Fator Medo:

Imagens:

  • Google

ENERGIAS SOLARES

As energias solares são nossas conhecidas. Toda a evolução humana tem sido sustentada por uma estrela próxima, à qual chamamos de Sol. Daí, energias solares.
Um sol é um ponto de força (chákra) de uma galáxia.
Todos os corpos celestes que emitem e absorvem luz são pontos de força de uma galáxia. Todos têm a mesma função, mas com finalidades diferentes. Os graus de absorção e irradiação mudam de corpo para corpo, e se destinam às mais variadas faixas vibratórias contidas na energia divina, isto é, atendem a diferentes vibrações energéticas.
Muitas estrelas que vemos no firmamento são pontos de força, mas não são sóis, pois ainda não têm condições de sustentar os amálgamas de elementos oriundos dos choques energéticos entre a energia universal e a energia cósmica.
Abrimos aspas para dizer que, não desconhecemos o fato de que, a luz que nos chega de uma longínqua estrela, foi gerada milhões ou bilhões de anos antes, mas isto não nos interessa, pois estamos analisando as energias como elas nos chegam, e não como se encontra atualmente o ponto de força que a emitiu. Não chegaremos à conclusão alguma, se jogarmos com este raciocínio: o que foi, não é mais, e o que agora é, outro será dentro de instantes. Partimos do princípio que diz: “Tudo evolui continuamente”.
Laffayette sempre nos fala para morrermos para cada segundo, sempre é um novo agora, trabalharemos com isso!
Mas, se tudo evolui em comum acordo, então nada muda, porque todos sobem de grau ao mesmo tempo, permanecendo no mesmo estágio relativo. Logo, se queremos chegar a conclusões corretas, temos que analisar primeiro, o que nos chega, para compararmos com o que podemos observar em corpos celestes em estágio evolutivo mais avançado que aquela longínqua estrela, que talvez nunca possamos estudar, mesmo num futuro remoto.
O pior cientista pesquisador é aquele que quer analisar os fatores que geraram um efeito (luz e imagem, por exemplo) sem saber o que é este efeito. Somente após codificarmos “luz” e “imagem”, poderemos ir atrás dos fatores geradores, que é, em última análise, a sua forma.
Somente após decifrarmos os mistérios da luz e da imagem, que são graus diferentes de vibração de uma substância, poderemos compará-las com outras luzes e imagens que já tiveram suas formas decifradas. Depois, então, teremos a exata noção do que realmente existe por trás da luz e da imagem que nos chega, ainda que milhões de anos depois de geradas.
Além do mais, o Sol sustenta o sistema solar há bilhões de anos e nada se alterou: se há dez mil anos atrás ele absorvia “X” e emitia “Y'” energias, essas quantidades ainda são as mesmas atualmente. As teorias que os físicos e astrônomos criam não passam de hipóteses, que partem de um princípio viciado que diz: “O corpo humano é mortal. Logo, um corpo celeste também o é”.
Isso está errado! O corpo humano, no macro, se compara a um planeta, e o todo espiritual se compara ao Universo. No corpo, está concentrada uma parcela muito pequena de energias, enquanto no espírito, existe um corpo sutil formado de energia divina.
Enquanto o corpo carnal é formado a partir do amálgama das energias de quatro elementos, e portanto um composto, o mental humano foi formado na energia divina. Tudo o que somos hoje, é apenas um desdobramento da herança genética divina contida em nosso mental.
É bom que se diga que, no estágio original de nossa evolução, nós não tínhamos um campo de força ou cinturão celestial a nos conter. Naquele estágio, éramos energia pura, pois fomos criados num meio onde apenas um elemento vibrava.
Como evolução significa “incorporação de novos elementos (graus vibratórios) originais ao elemento formador”, este elemento nos sustentará até atingirmos o nosso fim, que é a harmonização total dos elementos (vibrações energéticas) absorvidos, somados à energia divina, que nos originou.
Aqui fechamos as aspas e voltamos às energias solares, que nada mais são do que as energias emitidas e absorvidas por pontos de força (chákras) do corpo universal.
Os sóis absorvem todo tipo de energias, e dentro de sua vibração energética, as transformam em outros tipos mais sutis, ou mais pesados (alta e baixa vibração), que serão irradiadas em todas as direções através de raios luminosos e coloridos, imantados de poderosas cargas energéticas.
À medida que estes raios se afastam do centro irradiante, vão se afastando uns dos outros, e perdendo intensidade radioativa. Os feixes luminosos e carregados de íons irradiados, vão se expandindo na mesma proporção em que se alongam. Assim, eles se tornam relativamente suportáveis pelos corpos celestes sob sua influência gravitacional.
De um sol, irradiam-se muitas energias ainda desconhecidas, e outras que nunca viremos a conhecer, porque se irradiam para direções e dimensões vedadas à espécie humana, e inalcançáveis por nossos aparelhos.

Cada raio solar traz um tipo de energia (vibração) que auxilia a energização planetária, ou seja, a manutenção de um princípio energético. Como princípios energéticos temos o homem, os animais, os vegetais, etc.
Sim, a energia solar tem esta função, no conjunto de atributos energéticos que propiciam ao meio divino, condições favoráveis à propagação da Vida.
Um sol não é uma estrela perdida no Universo! Ele tem uma finalidade muito especial para justificar sua existência.
Ele não é obra do acaso, assim como não o é nenhum dos trilhões de sóis que existem no Universo. Suas funções mais conhecidas são:
1. Centralizar o controle das energias existentes no espaço sideral à sua volta. Ele repete os movimentos dos pulmões, aspirando um tipo de energia e expirando outro, transformado em seu interior;
2. Absorver o excesso de elétrons da corrente contínua de energia cósmica que não são necessários aos corpos celestes. Existem estrelas especificamente programadas para somente captarem elétrons, unindo-os a outras micro condensações de energias, para a formação de novos compostos vibratórios, que terão utilidades fundamentais na sustentação das suas atividades (vibrações);
3. Enviar continuamente raios energizados e vibrantes, que colocarão em vibração as energias resultantes do amálgama dos elementos formadores de um corpo celeste (planeta). Estes raios têm a função de colocar em atividade todos os átomos acumuladores de energias no corpo celeste. No planeta Terra, os átomos estáticos são chamados por nós de “corpos inanimados”, enquanto os acumuladores de energias são os “animados”. Estes, compõem os seres viventes (aves, peixes, homens, insetos, bactérias, etc.). Estes corpos sobrevivem apenas em meios energizados pelos raios solares. Cada raio solar traz consigo um tipo de vibração, que pode ser parcialmente vista na decomposição da luz solar, que aos olhos humanos forma o espectro solar, composto por sete cores.
Observem que são sete cores e, adentrando um pouco na área mística, o sete é um número que resume muitos aspectos relativos ao homem: sete são os dons originais; sete são os símbolos originais; sete são as virtudes e os vícios originais; sete são os sentidos físicos, etc.
E, como o nosso astro-rei nos influência de modo direto e incontestável, sete são as cores do espectro solar. Combinando as três primárias, formam-se outras quatro, que dão origem a uma infinidade de combinações cromáticas, a policromia terráquea.
Vejam que uma semente não germina no gelo, ou numa concentração de energia negativa. Essa energia é composta a partir de átomos não absorventes de calor. O magnetismo acumulado no interior do planeta tem, nos polos, suas vias de entrada e saída. Em função disso, eles não permitem a absorção dos raios solares pelo composto energético sob sua irradiação magnética. Não se esqueçam que, qualquer corpo tende a conter maior concentração de calor no meio, diminuindo à medida que se aproxima dos seus extremos.
Pode-se colocar em discussão o fato de os raios solares alcançarem primeiro o bojo do planeta, que está mais próximo do Sol que seus extremos. Também poder-se-ia dizer que, sobre o bojo, os raios incidem diretamente, o mesmo não acontecendo em relação aos polos. Mas isto seria negar uma evidência clara, ou seja, todos os raios que partem do Sol são energizados. Não seria uma distância de alguns poucos milhares de quilômetros, que iria alterar seu poder de energização dos átomos absorventes de suas energias.
Poderiam até mesmo dizer que a deflação dos feixes solares passaria por fora das calotas polares, mas isto não é verdade, pois os raios são contínuos, e todos trazem em si os mesmos tipos de energias.

Como uma lei física nos diz que a constância de uma corrente acaba por imantar por completo um corpo que esteja sob sua influência direta, as calotas polares não teriam razão para existirem, se outros fatores não entrassem em jogo. Tais fatores são: a energia planetária, o cinturão de energia celestial, o magnetismo terrestre, que têm muito mais importância do que aquela que lhe é conferida pelos físicos, químicos, astrônomos, etc.

O cinturão de energia celestial, ao receber os raios solares, impede a passagem de muitos dos seus compostos energéticos (íons), e atua como um filtro solar. Se assim não fosse, nosso planeta se tomaria tão estéril quanto a Lua, que é desprovida de tal cinturão.
Devido ao magnetismo acumulado e irradiado de elementos (desconhecidos do homem e de sua ciência que aceita apenas evidências físicas) muito sutis e impermeáveis à irradiação solar, a absorção do calor contido nos raios solares não é permitida. Estes elementos sutis não comportam o calor como componente, e são formados a partir das combinações de vibrações diferentes daquelas que existem no bojo do planeta. Sobre isto falaremos mais detalhadamente quando abordarmos as energias planetárias.
O que importa aqui, é anotar que não seria a ínfima distância de alguns milhares de quilômetros, que iria alterar, de tal forma, o poder de irradiação da energia solar, assim como o desvio causado pela inclinação dos seus raios. Outras energias causam o resfriamento das calotas polares, e nós as abordaremos quando descrevermos as energias planetárias.
Portanto, falemos um pouco mais sobre as energias solares.
Elas possuem uma carga iônica que atravessa o cinturão celestial e imanta todo o planeta, tomando-o apropriado para a formação de energias animadas (vida) em toda a crosta, e mesmo em seu interior. Existem mudanças no humor dos seres, geradas a partir da absorção dos íons invisíveis, que podem ser insensíveis para muitos aparelhos científicos.
Nós, enquanto seres encarnados, as absorvemos tanto durante o dia (influxo direto), quanto à noite (influxo indireto), através da luz refletida pela Lua e da irradiação acumulada no solo, água, vegetais e ar.
Sim, até o ar absorve essas energias, que o tornam sobrecarregado de íons. À noite, a tendência é que esses íons desçam para o interior do planeta, onde alcançarão o meio ígneo (magma) que ali existe. É esta capacidade que o planeta possui de absorvê-los através de sua gravidade, que sustenta o calor existente no seu interior. Se assim não fosse, nosso planeta seria tão frio, que vida alguma aqui existiria.
Tal fenômeno ocorre no satélite Lua. Lá, a face escura é tão fria, que alcança muitos graus abaixo de zero na escala de centígrados.
Será que a ausência do Sol por algumas horas é suficiente para explicar tal fenômeno? Ou outras ausências são responsáveis por isso?
Bem, não é nossa intenção esmiuçar todos os fenômenos físicos mas sim dizer que a energia solar alcança uma vibração muito superior àquela que nossos olhos podem ver, ou os aparelhos mecânicos podem captar. Imaginamos uma escala de 0 a 1.000, e notamos que os fenômenos magnéticos, energéticos, vibratórios, luminosos e coloridos que o homem, enquanto ser vivente, pode suportar, restringe-se a sete graus dessa escala, graus estes que estão situados entre os números 273 e 280 da escala O.V.E. (ondas vibratórias de energia).

Esta escala mostra no ponto 1.000 O.V.E., o próprio Sol, e no ponto 0, o lugar, ou a distância, onde essas ondas deixam de ter 90% dos seus compostos energéticos. Os corpos celestes situados no ponto zero não apresentarão o menor traço de vida como nós a conhecemos, pois os fenômenos físicos nos são totalmente estranhos e mortais, por estarem muito abaixo do número 273, que é o mínimo que um organismo terráqueo suporta. O mesmo fenômeno se repete, se for superior a 280, na mesma escala.
Talvez esta escala sirva para ilustrar melhor o que seja a energia solar e suas vibrações compostas, que se espalham num ângulo de 360° à sua volta.
Os aparelhos que captam a luz ultravioleta podem ser o princípio de outros, muito mais sofisticados, que possibilitarão aos nossos cientistas encarnados descobrirem uma infinidade de outras luzes e raios solares poderosíssimos, mortais para toda espécie de vida existente na Terra.
Esta é a função “número um” que a rotação (giro planetário) possui: evita que determinada região fique exposta em demasia, e que, com isto, o cinturão celestial sofra pela ação devastadora desses raios, ou irradiações, que podem esburacá-lo, permitindo a entrada dessas energias fatais para as espécies vivas que aqui existem.
Nada se movimenta ao acaso, e se a rotação existe, é para evitar a exposição demasiada de uma área, distribuindo uniformemente as energias que são necessárias ao planeta, ou seja, aquelas que vibram entre 273 e 280 O.V.E., por segundo.
Se um dia os cientistas conseguirem construir um aparelho que capte toda a energia irradiada pelo Sol, com certeza irão avançar no rumo da morte, porque serão capazes de construir armas mortais com as quais dominarão seus semelhantes.
Mas, aqui vai uma informação: existe uma O.V.E. que, se captada, forneceria, em uma hora, energia suficiente para iluminar todo o planeta por um ano, ou sustentar todas as máquinas movidas a energias hidráulicas, sintéticas, atômicas, etc., por seis meses,
Não vamos dizer em que grau (número) desta nossa escala ela se localiza, pois de nada adiantaria, uma vez que ainda não existe material apropriado para a construção do aparelho que mediria o largo espectro das O.V.E., e muito menos, células capazes de captá-las, já que a única substância que a absorveria não existe no planeta Terra. Ela existe em dois outros planetas do nosso sistema solar, e é formada a partir do amálgama energético de outros elementos que não os nossos.
Esses planetas são formados a partir de vinte e um elementos originais, e não sobreviveríamos em seu meio ambiente. Mas, podemos dizer: neles existe vida, localizada entre outros números da nossa escala de O.V.E.; são seres “incaptáveis”, invisíveis, insensíveis e imperceptíveis a tudo o que é composto entre os números 273 e 280 da referida escala.
Esta escala, que permitiu analisarmos a luz que nos chega da longínqua estrela a que nos referimos anteriormente, permite-nos deflacioná-la e vermos que em nada difere do nosso astro-rei. Em função da reação causada no referido aparelho, pudemos ter medidas mais exatas que aquelas obtidas por simples cálculos matemáticos, que partem do princípio errôneo de que a luz se propaga a uma velocidade de 300 mil Km/s. Com ele nós detectamos a verdadeira velocidade da luz que é visível aos olhos humanos, e que está contida dentro dos números 273 e 280 da escala O.V.E.
Também é bom que se diga que, somente há pouco tempo nos chegou ao conhecimento a existência deste aparelho na quinta esfera ascendente, mas ele já existe desde que a quinta esfera foi formada. Como a nós interessa apenas o presente, deixemos que sua origem fique catalogada como a origem de tudo e de todos. Isto é algo que pertence ao mental divino, que é a escala de 0 a 1.000, da qual somos uma ínfima parte (7 O.V.Es.), e nada mais.