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ENERGIA VEGETAL

Resultado de imagem para energia vegetalÉ muito interessante quando descobrimos que as plantas interagem com os outros meios de vida. Mas não se trata da interação que descobrimos lá na infância nas aulas de ciência quando os professores ensinavam a fotossíntese e a importância das plantas para nosso ar.

E sim da energia que a planta emana a partir de sua existência, como um ser em evolução no universo. Cada uma com suas particularidades e propriedades. Mas num âmbito geral, compartilham sua riqueza, sua energia pura, seus valores existenciais.

Existe por traz de toda essa magia da energia vegetal, a energia elemental, são outros seres que com zelo ajudam os vegetais a se desenvolverem saudáveis e com boa qualidade, também auxiliam na criação de novas espécies físicas.

Saraceni nos traz mais esclarecimentos quanto a energia vegetal.

Esta energia é de primeira grandeza para o nosso todo planetário. É ela que se espalha no ar, porque é a mais leve das energias aqui existentes. Com isso, torna-o úmido, uma vez que ela é essencialmente aquática.

Resultado de imagem para energia vegetalQuando uma planta emite sua energia, ela cria no ar uma condição única, que lhe permite absorver moléculas de hidrogênio e oxigênio. Somente com a energia vegetal, as correntes aéreas conseguem absorver água em moléculas.

Esse é um mistério desconhecido da ciência humana. Julgam que é pela evaporação que o ar se torna úmido, mas não é verdade. Quando o ar não está irradiado por essa energia, ele é tão seco quanto o ar dos desertos.

É de suma importância para as ciências humanas, a compreensão de certos fenômenos de natureza física e química. A diferença existente entre a Amazônia, com sua flora exuberante, e o norte desértico da África, é gritante. Embora o calor seja quase o mesmo, na floresta a umidade é impressionante, ao passo que no deserto ela quase não existe. Isso se deve à presença dos vegetais na Amazônia, e sua ausência nos desertos.

A energia emitida pelos vegetais é de origem aquática, e muito mais leve que a energia terrestre. Ela flutua no ar, e não é absorvida pelo magnetismo do solo. Com isso, vai sendo levada pelas correntes aéreas cada vez mais para o alto, onde a reunião de bilhões de moléculas forma as pesadas nuvens, que desabam em aguaceiros constantes. Esse é um fenômeno que se repete quase que com hora marcada na Amazônia. Ali, a emissão de energia vegetal é tão grande, que o ar fica totalmente úmido em consequência dessa energização aquática. A energia vegetal, como resultado final do amálgama energético dos quatro elementos que formam o todo energético planetário, é 80% aquática, pois dos vegetais não sai o calor (energia ígnea), nem a matéria (energia terrena). Os 20% restantes, são energias aéreas, que por ser em tão pouca quantidade, não a arrasta por distâncias muito longas. Temos então, na composição da energia vegetal, 80% de origem aquática e 20% de origem aérea. Muitos poderão dizer: “Mas o calor libera as moléculas da água ao elevar a sua temperatura!”.

Sim, isso é uma lei física, e portanto, indiscutível. Mas aqui estamos falando de energia emitida por uma espécie viva, que são os vegetais. Essa energia possui em sua composição energética 80% / 20%, e é ela que torna o ar capaz de absorver as moléculas de água, pois ela é o meio que as moléculas usam ao serem liberadas pelos vegetais.

Também temos nos lagos: rios, mares e oceanos, uma forte liberação de água em moléculas, através da ação do calor do Sol, ou do interior do Planeta, mas isto diz respeito à energia ígnea que, ao ser absorvida pela água, ocupa (desaloja) as moléculas e as expulsa do todo aquático. O que, não quer dizer que a umidade relativa do ar à beira-mar seja superior à umidade na exuberante floresta amazônica, ou qualquer outra floresta tropical. Não! À beira-mar o que existe é uma energia aquática com fortíssima radiação salina, e só. Na energia vegetal, encontramos um tipo de umidade que não encontra similar, assim como as outras energias aqui abordadas também não o encontram.

Mas a energia vegetal não é apenas criadora de condições propícias ao umedecimento do ar, que é uma energia seca. Ela também propicia o resfriamento do calor absorvido pelas correntes aéreas.

Mesmo que o calor seja intenso, devido ao Sol, se ficarmos embaixo de uma árvore frondosa, ficaremos mais refrescados que sob outra cobertura não vegetal. Isso se deve à irradiação constante que a árvore emite, e que abrange todo o seu redor, tal como nos mostra a figura abaixo.

 screenshot_2A energia vegetal tem também qualidades terapêuticas. É do conhecimento de todos, as propriedades medicinais e balsâmicas dos chás das ervas aromáticas. Neste caso, a substância extraída pelo aquecimento (calor) é a energia vegetal derivada da absorção da energia terrena que está condensada nas folhas, raízes e sementes dos vegetais. Esse tipo de energia vegetal não é irradiado, pois a sua origem não lhe dá condição física. Por isso uma raiz, ainda que passe muito tempo, conserva quase todas as suas qualidades terapêuticas.

São estes detalhes que escapam aos estudiosos das energias vegetais. Neles, temos um tipo de energia que é irradiante, e outro que é perene. Isso nos remete à energia cósmica (corrente contínua) e à energia universal (perene).

Verificamos que, até nos vegetais, temos as duas energias a se condensarem: a energia de origem aquática, por ter um pouco de aérea na sua formação, assume a polaridade negativa (neutrônica, irradiante), e a energia de origem terrena é o polo positivo (perene, estável, duradouro). Chegamos então, à principal utilidade da energia vegetal para o ser humano: com a energia irradiante podemos arejar um ambiente, o nosso campo espiritual e o nosso campo vibratório. Com a energia perene podemos curar certas disfunções biológicas, emocionais, energéticas e magnéticas. Por isso, quando nos alimentamos com vegetais (folhas, sementes, raízes e caules), nosso magnetismo se torna muito mais leve, e nosso corpo espiritual mais ágil e menos irritadiço.

A própria sutilização do nosso todo espiritual e físico tem muito a ver com o consumo de vegetais, que são energias condensadas. Quanto menos cozidos (calor), maior será a quantidade de energias disponíveis para absorção no processo de alimentação. Caso fossemos abordar todas as qualidades positivas da energia vegetal, certamente milhares de folhas seriam escritas, mas como estamos dando apenas uma leve noção das energias que compõem o nosso todo energético-planetário, acreditamos que o que foi dito, é suficiente.

Referência Bibliográfica

Saraceni, Rubens. O livro das energias. 1 Ed. São Paulo. New Transcedentalis. 1993

 

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