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ENERGIA VEGETAL

Resultado de imagem para energia vegetalÉ muito interessante quando descobrimos que as plantas interagem com os outros meios de vida. Mas não se trata da interação que descobrimos lá na infância nas aulas de ciência quando os professores ensinavam a fotossíntese e a importância das plantas para nosso ar.

E sim da energia que a planta emana a partir de sua existência, como um ser em evolução no universo. Cada uma com suas particularidades e propriedades. Mas num âmbito geral, compartilham sua riqueza, sua energia pura, seus valores existenciais.

Existe por traz de toda essa magia da energia vegetal, a energia elemental, são outros seres que com zelo ajudam os vegetais a se desenvolverem saudáveis e com boa qualidade, também auxiliam na criação de novas espécies físicas.

Saraceni nos traz mais esclarecimentos quanto a energia vegetal.

Esta energia é de primeira grandeza para o nosso todo planetário. É ela que se espalha no ar, porque é a mais leve das energias aqui existentes. Com isso, torna-o úmido, uma vez que ela é essencialmente aquática.

Resultado de imagem para energia vegetalQuando uma planta emite sua energia, ela cria no ar uma condição única, que lhe permite absorver moléculas de hidrogênio e oxigênio. Somente com a energia vegetal, as correntes aéreas conseguem absorver água em moléculas.

Esse é um mistério desconhecido da ciência humana. Julgam que é pela evaporação que o ar se torna úmido, mas não é verdade. Quando o ar não está irradiado por essa energia, ele é tão seco quanto o ar dos desertos.

É de suma importância para as ciências humanas, a compreensão de certos fenômenos de natureza física e química. A diferença existente entre a Amazônia, com sua flora exuberante, e o norte desértico da África, é gritante. Embora o calor seja quase o mesmo, na floresta a umidade é impressionante, ao passo que no deserto ela quase não existe. Isso se deve à presença dos vegetais na Amazônia, e sua ausência nos desertos.

A energia emitida pelos vegetais é de origem aquática, e muito mais leve que a energia terrestre. Ela flutua no ar, e não é absorvida pelo magnetismo do solo. Com isso, vai sendo levada pelas correntes aéreas cada vez mais para o alto, onde a reunião de bilhões de moléculas forma as pesadas nuvens, que desabam em aguaceiros constantes. Esse é um fenômeno que se repete quase que com hora marcada na Amazônia. Ali, a emissão de energia vegetal é tão grande, que o ar fica totalmente úmido em consequência dessa energização aquática. A energia vegetal, como resultado final do amálgama energético dos quatro elementos que formam o todo energético planetário, é 80% aquática, pois dos vegetais não sai o calor (energia ígnea), nem a matéria (energia terrena). Os 20% restantes, são energias aéreas, que por ser em tão pouca quantidade, não a arrasta por distâncias muito longas. Temos então, na composição da energia vegetal, 80% de origem aquática e 20% de origem aérea. Muitos poderão dizer: “Mas o calor libera as moléculas da água ao elevar a sua temperatura!”.

Sim, isso é uma lei física, e portanto, indiscutível. Mas aqui estamos falando de energia emitida por uma espécie viva, que são os vegetais. Essa energia possui em sua composição energética 80% / 20%, e é ela que torna o ar capaz de absorver as moléculas de água, pois ela é o meio que as moléculas usam ao serem liberadas pelos vegetais.

Também temos nos lagos: rios, mares e oceanos, uma forte liberação de água em moléculas, através da ação do calor do Sol, ou do interior do Planeta, mas isto diz respeito à energia ígnea que, ao ser absorvida pela água, ocupa (desaloja) as moléculas e as expulsa do todo aquático. O que, não quer dizer que a umidade relativa do ar à beira-mar seja superior à umidade na exuberante floresta amazônica, ou qualquer outra floresta tropical. Não! À beira-mar o que existe é uma energia aquática com fortíssima radiação salina, e só. Na energia vegetal, encontramos um tipo de umidade que não encontra similar, assim como as outras energias aqui abordadas também não o encontram.

Mas a energia vegetal não é apenas criadora de condições propícias ao umedecimento do ar, que é uma energia seca. Ela também propicia o resfriamento do calor absorvido pelas correntes aéreas.

Mesmo que o calor seja intenso, devido ao Sol, se ficarmos embaixo de uma árvore frondosa, ficaremos mais refrescados que sob outra cobertura não vegetal. Isso se deve à irradiação constante que a árvore emite, e que abrange todo o seu redor, tal como nos mostra a figura abaixo.

 screenshot_2A energia vegetal tem também qualidades terapêuticas. É do conhecimento de todos, as propriedades medicinais e balsâmicas dos chás das ervas aromáticas. Neste caso, a substância extraída pelo aquecimento (calor) é a energia vegetal derivada da absorção da energia terrena que está condensada nas folhas, raízes e sementes dos vegetais. Esse tipo de energia vegetal não é irradiado, pois a sua origem não lhe dá condição física. Por isso uma raiz, ainda que passe muito tempo, conserva quase todas as suas qualidades terapêuticas.

São estes detalhes que escapam aos estudiosos das energias vegetais. Neles, temos um tipo de energia que é irradiante, e outro que é perene. Isso nos remete à energia cósmica (corrente contínua) e à energia universal (perene).

Verificamos que, até nos vegetais, temos as duas energias a se condensarem: a energia de origem aquática, por ter um pouco de aérea na sua formação, assume a polaridade negativa (neutrônica, irradiante), e a energia de origem terrena é o polo positivo (perene, estável, duradouro). Chegamos então, à principal utilidade da energia vegetal para o ser humano: com a energia irradiante podemos arejar um ambiente, o nosso campo espiritual e o nosso campo vibratório. Com a energia perene podemos curar certas disfunções biológicas, emocionais, energéticas e magnéticas. Por isso, quando nos alimentamos com vegetais (folhas, sementes, raízes e caules), nosso magnetismo se torna muito mais leve, e nosso corpo espiritual mais ágil e menos irritadiço.

A própria sutilização do nosso todo espiritual e físico tem muito a ver com o consumo de vegetais, que são energias condensadas. Quanto menos cozidos (calor), maior será a quantidade de energias disponíveis para absorção no processo de alimentação. Caso fossemos abordar todas as qualidades positivas da energia vegetal, certamente milhares de folhas seriam escritas, mas como estamos dando apenas uma leve noção das energias que compõem o nosso todo energético-planetário, acreditamos que o que foi dito, é suficiente.

Referência Bibliográfica

Saraceni, Rubens. O livro das energias. 1 Ed. São Paulo. New Transcedentalis. 1993

 

ENERGIA DESTRUIDORA

Como seres humanos, temos escolhas, logo podemos decidir se usufruímos em parte da energia destruidora ou a cortamos, quebrando a corrente.

Temos exemplos desta energia em nossa vida de forma positiva e negativa. Vamos lá:

Quando os pais precisam dizer NÃO.

Muitos têm a ideia de que não é negativo, assim acham que se precisarem dizer não irão se indispor com outrem, que falharão perante suas expectativas e também as alheias, mas o que realmente importa pra você? Dizer não é simples, mas será que está sendo dito no momento certo. Ou você está apenas se inundando com energia destruidora?

O silencio deixa a mente fervilhando e faz com que seu mental crie seus próprios monstros, assim você chega sempre em um limite, mas qual é o seu limite? As regras não foram feitas para serem quebradas, mas sim para serem RESPEITADAS. Logo se você não souber o seu limite, deixará a sua linha invisível dele expandir, uma pequena expansão faz parte do crescimento da vida, tiramos lição, porém sua expansão intensa não faz de você maleável ou bonzinho. Faz de você um ser DESRESPEITADO. Não basta apenas se impor, tem que fazer valer suas próprias regras, suas normas e sua verdade. Mas não de forma ferrenha ou ditatória. Se você respira respeito, expelirá respeito, não tem como suas ações discordarem do que você realmente é. E se isso está acontecendo com você, é porque primeiro você não se respeita, segundo porque o que você diz ser não condiz com que você realmente é, então se encontre!

Essa linha tênue e sutil do limite faz com que o NÃO se torne algo construtivo, assim a energia destruidora ela entra cumpre seu papel de forma positiva e sai pelo nosso organismo diferenciada e não viciada. Não basta dizer não, é preciso explicar o porquê dele.

O “sim” confirma, concorda, aceita uma condição ou situação que alguém ou algo externo a nós nos propõe, enquanto que o “não” expressa nossa liberdade de não querer ou de não concordar.

Você usando somente o sim, está disposto a arcar com todas as suas consequências, mas quais seriam elas?  Está disposto a se indispor consigo mesmo para não magoar alguém ou desfazer a energia de um ambiente quando ele lhe fere?

Ah mas a energia destruidora como seu próprio nome já diz ela vai nos corroer, nos destruir por dentro. Aí é que tá! Ela destrói sim, se você desrespeitar seus limites e deixa-la o invadir, com SIM ou com NÃO, ela entrará em seu corpo, invadirá suas entranhas, porém a quantidade e tempo de permanência quem determina é você!

Não conseguir dizer não, acarretará acúmulo de energias diversas, e quanto mais energia destruidora mais “- -“ e isso tem consequências, principalmente físicas, psíquicas e posteriormente psicossomática. Importante não ser egoísta, porque o egoísmo é o excesso de energia destruidora.

Resultado de imagem para PALAVRA  DESTRUIDORAOutro exemplo, é quando você se vê no meio do ciclo de uma fofoca, como você se comporta dentro deste ciclo, o inunda de energia destruidora ou dissipa-a. O ato de interromper uma fofoca mostra coragem, coloca respeito e quebra o ciclo, fazendo com que a energia destruidora se liberte do acumulo viciado e volte para o universo.

E um terceiro exemplo, é alimentação. Em todos os sentidos. Primeiro, quando não respeitamos nosso templo corpóreo. Segundo é uma referência as indústrias alimentícias que sabotam nosso combustível vital. Quantos venenos, agrotóxicos, e alimentos modificados em laboratório possuímos em casa? O índice de câncer na sociedade aumentando, assim como os índices de diabéticos, obesidade desde a infância e o descontrole de toda uma população por simplesmente não pensar e se deixar levar pelo chamado da energia destruidora?

Indo um pouco mais afundo e mexendo nas feridas, quando falamos em não respeitar seu templo, não fixa somente a comida, os vícios entram com tudo nesse ranking. Os vícios mais variados pertencem a uma cadeia de energia destruidora extremamente viciada energeticamente, que passa pelas sociedades como um furacão, levando cada vez mais, jovens aos consumos sem controle. Mas nesse ranking falamos de quais vícios? Todos, tabaco, cevada, entorpecentes, álcool, futebol, religião e política. Sim! Esses três últimos, são atingidos pelo fanatismo, e o que era boa vontade e diversão se torna uma bomba relógio, e o combustível desta bomba é a energia destruidora que leva ao fascínio e acaba com seus valores sem percepção.

O psicoterapeuta Bruno Carrasco nos presenteia com a seguinte frase: “Aprender a usar o “não” de maneira que nos valorize e que não desrespeite o outro é um grande desafio para nosso desenvolvimento”.

Vejamos o capítulo de Energia Destruidora do Livro das Energias de Rubens Saraceni:

Eis aí um tipo de energia muito especial. Onde se formar uma condensação muito grande dessa energia, algo de ruim acontecerá. Vejam que “próton” é sinônimo de estabilidade, ou positivismo, e, “elétron”, de instabilidade, ou negativismo. Estes são os dois polos energéticos do homem, da natureza, do planeta e de todo o Universo. Mas quando, numa pessoa, a combinação “- +” (princípio ativo e fim estável) se altera para “- -” (princípio ativo e fim ativo), a ação será constante, e essa situação irá perdurar enquanto a combinação não se esgotar, uma vez que são combinações negativas e altamente destruidoras.

O fenômeno se repete na atmosfera, provocando tufões, ciclones, furacões, vendavais, etc. Eles surgem da combinação de fogo e ar (“- -“). O calor (fogo) aquece o ar, e libera a água contida nos seus átomos. Estes se tornam mais leves (negativos), pois os elétrons são ativos (circulantes) e precipitam-se a grandes velocidades, criando as correntes aéreas de ordem totalmente negativas (“- -“), que são as ventanias.

Esse fenômeno se repete no interior do planeta, e causa terremotos e outras atividades de ordem sísmica. O calor interno alcança um veio de água, ou uma infiltração de água alcança o centro do planeta. O calor ataca a água, e libera uma onda energética de ordem negativa que irá evaporar (liberar) o polo negativo da condensação positiva água. Nesse polo, estão os elétrons dos átomos da água, portanto negativos.

Com isso, temos o aumento da pressão interna, e o aumento da temperatura, oriundo do aumento do número de elétrons liberados dos átomos da água. Os elétrons do fogo, somados aos elétrons da água, resultarão numa combinação formada por duas cargas eletrônicas de ordem negativa e altamente ativas (- -). Isso irá provocar um desequilíbrio no magnetismo do planeta, e um abalo sísmico será sentido na crosta terrestre (terremoto), ou na crosta marinha (maremotos), dando também início a vendavais, provocados pelo aquecimento do ar através da liberação do calor interno da massa terrestre.

Se observarmos bem, veremos que todos os dias são sentidos abalos sísmicos de baixas intensidades em algumas regiões. Eles se devem ao fenômeno de infiltração de água até o magma, ou à elevação deste até a crosta, e a consequente liberação de pressão do interior do planeta (calor = elétrons). Temos assim, a energia chamada de destruidora, ou “- -” (princípio ativo e fim ativo). Portanto, cuidado com seu equilíbrio energético! Não deixem que ondas de energias negativas Invadam seu todo energético e criem a combinação “- -“, que irá transformá-los em seres destruidores. Seres destruidores liberam energias destruidoras, expressas pelas ondas negativas da: Paixão, Inveja, Ódio, Cobiça, Revolta, Remorso, Volúpia, Desejos, Etc. Portanto, cuidado com essas ondas, porque depois de formada uma combinação “- -“, o resto do processo energético é todo negativo.

Fonte auxiliar:

http://www.tautonomia.com/2015/10/importancia-do-nao.html
Referência Bibliográfica:

Saraceni, Rubens. O livro das energias. 1 Ed. São Paulo. New Transcedentalis. 1993

Energia Quente

Os princípios e composição da energia fria também podem ser aplicados à energia quente, ou onda de elétrons (eletrônica). Energia quente é sinônimo de movimento (elétrons = energia negativa ou movimento), que quer dizer atrito, ou choque com outras ondas energéticas.

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Quando um atleta corre, desloca seu corpo e capta maiores quantidades de energias negativas, pois acelera sua própria vibração energética, tomando-se mais receptivo a elas. Com isso, queremos dizer que, quando aumentamos nossa aceleração vibratória, diminuímos o comprimento das ondas negativas. Assim, estaremos nos capacitando a captar bilhões de elétrons que circulam pela atmosfera (ar = energia negativa = elétrons) livremente, à espera de que um núcleo (condensação energética = ser humano, ou matéria) o atraia, desde que entrem em sintonia vibratória.

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O atrito com os raios solares, mais os elétrons do ar, aumenta nosso calor, fazendo com que fiquemos impossibilitados de respirar compassadamente, uma vez que toda a estrutura sanguínea (aquática) foi alterada pela absorção de calor em excesso. Por isso precisamos absorver ar em maior quantidade, para que possamos sustentar esse novo padrão vibratório (mais quente) em nosso interior.

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Este padrão somente abaixará de imediato, se tomarmos uma ducha fria. O choque térmico de energia positiva (água) versus energia negativa (fogo), irá anular o calor (combustão do ar pelo fogo). Porém, se o choque for muito intenso, poderá abalar o equilíbrio energético-vibratório, e provocar o surgimento de alguma doença.

O mesmo ocorre na agricultura: se um fruto precisa de calor, e vem uma geada, o fruto não vingará, e o seu pé poderá até morrer. Tudo isso é energia quente! Os elétrons são partículas de origem cósmica, e portanto negativos.

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O fogo e o ar são desdobramentos do padrão vibratório da energia cósmica, também negativos. Uma geada é uma carga muito forte de elétrons (energia negativa e ativa). Dizemos então, que tal plantação foi “queimada” por uma geada. Se usamos o termo “queimada” para o frio da geada, é porque toda energia negativa (elétrons) queima. O atrito gera calor, porque os elétrons são ativados ao extremo. O fósforo é uma típica condensação energética negativa (nêutrons negativos e elétrons), que se incendeia ao menor atrito com algo mais duro, e se dissolve ao contato com algo mais mole. De fato, a geada queima pois, com a sobrecarga de elétrons (energia negativa) somada à de nêutrons (energia fria), a planta tem, num certo período da noite, todo o seu magnetismo (seiva = vida = magnetismo) alterado e desagregado. Sua seiva se condensa e destrói os canículos que a conduzem, matando suas células (energia positiva = água). Quando o Sol aquecer a planta com suas ondas curtíssimas de energia quente, essas não encontrarão a energia positiva (água) suficiente para resistir à sua invasão, e tudo irá secar. A planta foi ou não foi queimada pela geada, que destruiu sua estrutura energética de ordem positiva (estável)?

Bem, já deu para notar que alguém sobrecarregado de energia quente (elétrons) é um ser negativo que, se atritado (ativado) de forma contínua, irá incendiar-se como um fósforo, mas que, se lançado num meio mais mole, irá desagregar-se (dissolver seu calor).

Isto explica porque um líder carismático (magnetismo forte), guiado pelo polo positivo de sua origem energética negativa, que se desdobra pelo bem estar dos seus liderados, somente se sente bem (estável) quando todos estiverem bem também. Não se esqueçam que, ser de origem ou ordem negativa não significa ser ruim, pois tudo deriva da energia divina. Em função disso, a energia negativa, aqui abordada como energia quente, é apenas mais um dos desdobramentos da energia cósmica, ou o polo negativo de Deus, enquanto energia. Mas também não se esqueçam que, quando abordamos a energia ígnea, comentamos que ela partia em duas direções simultaneamente, podendo ter um princípio ativo e fim estável (- +), assim como um princípio ativo e fim ativo (- -), sendo que este último é destruidor.

Estudo do Livro das Energias de Rubens Saraceni

ENERGIA LUNAR

Segundo os estudos que Saraceni nos trouxe, a energia lunar é do tipo irradiante, e não contínua. Ela se irradia a partir de um centro muito duro, composto de uma condensação energética ainda desconhecida dos cientistas encarnados.

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Temos a partir disto duas teorias as quais suas próprias verdades devem julga-las em qual crer..a primeira que  sua densidade e dureza é tão grande, que as brocas diamantadas das perfuratrizes não conseguiriam penetrá-la. E a segunda, conforme estudos de David Icke, que a lua seria um satélite artificial e oco com intenções desconhecidas e de localização privilegiada fronte a Terra.

Essa substância tem um poder de irradiação que qualificamos como energia lunar. Se somos o que irradiamos, a Lua é uma fonte de energia negativa, visto que sua origem está na condensação de um amálgama energético onde um elemento negativo predominou.

Já a Terra, é uma condensação em que um elemento positivo, a Água, predomina.  Segundo Sareceni a Lua,  já foi uma estrela de sétima grandeza, num passado que se perde na cronologia dos milhões de anos, neste ponto tanto a teoria de Saraceni quando de Icke se fundem em alguns aspectos e ganham reforços com alguns cientistas e estudiosos. Ainda hoje, ela continua a ser uma forte emissora de elétrons.  Chegará o dia em que ela estará tão compacta, que até suas rochas externas serão mais duras que o diamante, o nosso mineral mais duro. Pois a irradiação lunar é negativa no seu núcleo, sendo que de sua órbita saem nêutrons que se irradiam de forma não continua.

A irradiação lunar se dá somente por reflexão à luz solar, que coloca seu composto energético em ebulição. Com a refração do calor, elétrons lhe são arrancados e lançados no vácuo, onde são recolhidos pela corrente contínua de energia cósmica e levados para longe do nosso sistema solar. Quando os raios solares incidem sobre o solo lunar, este os absorve e cria uma vibração especial para a liberação de elétrons, irradiados a partir do seu núcleo. Os elétrons vão se desprendendo numa velocidade muito grande, e aos poucos vão deixando as condensações energéticas lunares muito mais compactas.

Como o seu centro é irradiante, as camadas externas vão recebendo novas ondas de elétrons, que substituem aqueles perdidos. A cada segundo, o volume da Lua diminui em bilhões e bilhões de elétrons. De acordo com a primeira teoria, houve um tempo em que a Lua possui a o dobro do volume, e suas rochas eram muito menos duras. Mas isso também se perde na memória do tempo, pois embora possamos visualizá-la, não há como precisar em anos essa época. Mas tempo virá em que ela estará tão pequena, que será absorvida pelo magnetismo da Terra. Será???

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Há muito tempo explica-se que a Terra já teve mais de uma lua girando em torno de si. Com o tempo, ela foi absorvida, pois perdeu todo o seu volume, tornando-se presa fácil para a atração gravitacional terráquea. Em 2016 a Nasa detectou novamente uma mini lua na órbita da Terra. [http://exame.abril.com.br/ciencia/nasa-encontra-segunda-lua-ao-redor-da-terra/]

Bem, quanto à energia lunar, ela é fria e negativa. Se nos colocarmos num padrão vibratório próximo de zero, sentiremos o frio provocado por sua luz neutrônica.  Sim, os raios refletidos para a Terra são hiper carregados de nêutrons, que dela se desprendem devido à força irradiante não contínua. Tal processo somente ocorre com a incidência dos raios solares em sua crosta. Essa energia tem a capacidade de acelerar a germinação das sementes lançadas na terra, e também ajudar no crescimento dos brotos. Por isso, temos luas certas para o plantio, ceifa e poda dos nossos alimentos.

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Vejam que coisa interessante: os frutos originários de regiões de grande insolação, ou com alta incidência de raios solares, são muito doces, e menos ácidos que aqueles produzidos nas regiões mais frias. Nessas regiões, a incidência de raios solares é menor, ou seja, os raios chegam desprovidos de suas ondas de calor, em função do fenômeno já explicado num capítulo anterior (faixas de captação). Sendo assim, poucos elétrons (acidez) são desprendidos, tanto da terra, quanto dos frutos em formação, como das próprias plantas frutíferas. Isso nos leva à conclusão de que os ácidos, e toda a acidez dos frutos, são uma forte concentração de energias negativas (elétrons) de origem cósmica. Nas regiões onde o Sol incide com maior poder e calor, a liberação de elétrons pelo fruto, e mesmo pelo pé de frutas, elimina boa parte de sua acidez natural (elétrons = energia negativa), deixando os açúcares, que tornarão os frutos mais doces e suculentos.

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Para que isto, ocorra, o solo precisa receber uma alta porcentagem de nutrientes químicos, para que seu equilíbrio atômico seja restabelecido, uma vez que a incidência dos raios solares fez com que sua formação atômica fosse alterada. Os átomos menos poderosos foram desarmonizados ao terem seus elétrons arrancados pelo acelerador nuclear solar.  Num acelerador atômico, os princípios de bombardeios nucleares são físicos ou químicos, e buscam a decomposição do átomo, e a separação dos elementos radioativos, os quais serão conduzidos até uma nova condensação energética com maior poder negativo (ativo). A parte positiva (passiva) é separada e eliminada, pois no caso somente interessam os isótopos radioativos.

O Sol é um imenso acelerador atômico, e seus raios também têm essa qualidade, ainda que com um poder bastante reduzido. É o Sol (calor) quem acelera o amadurecimento dos frutos, acelerando toda a composição atômica através da liberação de elétrons (acidez = energia negativa), até que restem apenas prótons (doçura = energia positiva). Se pegarmos como exemplo uma banana, veremos que, se ela for colhida verde e marrenta (excesso de acidez ou energia negativa), com pouco tempo numa estufa (calor = energia solar), irá amadurecer, ficando doce. Se a deixassem no pé, levaria muitos dias para amadurecer, mas na estufa o processo se acelerou, porque foi intensificado o calor sobre elas. Isso quer dizer, que todo calor libera elétrons (energia negativa, ou acidez) dos frutos.  É o mesmo princípio que os cientistas nucleares utilizam nos seus imensos aceleradores atômicos. Com a aceleração, cria-se o atrito, que libera calor (energia), que libera nêutrons e altera a composição (P.A.) dos átomos, tornando-os ativos (negativos) ou passivos (positivos).

Como as fases da Lua influenciam as marés?

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Na verdade, a Lua não produz esse efeito sozinha. Os movimentos de subida e descida do nível do mar – as chamadas marés – também sofrem influência do Sol, dependendo da intensidade da força de atração dele e da Lua sobre o nosso planeta. Assim como a Terra atrai a Lua, fazendo-a girar ao seu redor, a Lua também atrai a Terra, só que de um jeito mais sutil. O puxão gravitacional de nosso satélite tem pouco efeito sobre os continentes, que são sólidos, mas afeta consideravelmente a superfície dos oceanos devido à fluidez, com grande liberdade de movimento, da água.

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A cada dia, a influência lunar provoca correntes marítimas que geram duas marés altas (quando o oceano está de frente para a Lua e em oposição a ela) e duas baixas (nos intervalos entre as altas). O Sol, mesmo estando 390 vezes mais distante da Terra que a Lua, também influi no comportamento das marés – embora a atração solar corresponda a apenas 46% da lunar. Resumo da história: dependendo da posição dos dois astros em relação ao nosso planeta, as marés têm comportamentos diferentes.

É aí que entram as fases lunares. Quando a Terra, a Lua e o Sol estão alinhados – ou como dizem os astrônomos, em oposição ou conjunção – a atração gravitacional dos dois últimos se soma, ampliando seu efeito na massa marítima. Por outro lado, quando as forças de atração da Lua e do Sol se opõem, quase não há diferença entre maré alta e baixa. Mas esse jogo de forças não é igual em toda parte, porque o contorno da costa e as dimensões do fundo do mar também alteram a dimensão das marés. “Em certas regiões abertas, a água se espalha por uma grande área e sobe só alguns centímetros nas marés máximas. Em outras, como um braço de mar estreito, o nível pode se elevar vários metros”, diz o oceanógrafo Joseph Harari, da Universidade de São Paulo (USP).

Resultado de imagem para lua novaLUA NOVA: quando a Terra, a Lua e o Sol se alinham, a atração gravitacional exercida pelos dois astros sobre os oceanos se soma, gerando correntes marítimas que causam uma elevação máxima do nível do mar na direção dessa linha. É época das maiores marés altas, chamadas de marés de sizígia ou máximas.

Resultado de imagem para lua crescenteLUA CRESCENTE: agora, a Lua e o Sol formam um ângulo reto de 90º. Nessa situação, a gravitação lunar se opõe à solar – elas só não se anulam porque a Lua, mais perto da Terra, exerce maior poder de atração. Mesmo assim, as diferenças de nível entre as marés alta e baixa são muito menores e recebem o nome de marés de quadratura ou mínimas.

indiceLUA CHEIA: cerca de duas semanas depois da Lua Nova, nosso satélite viaja de novo para uma posição em que se alinha com o Sol e a Terra. Essa combinação traz uma nova leva de marés máximas. Nas praias de Santos, o nível do mar pode subir em torno de 1 metro nesse período.

Resultado de imagem para lua minguanteLUA MINGUANTE: nessa fase lunar, diminui a influência do Sol e da Lua nas marés oceânicas. Na noite em que metade da Lua está visível, a atração atinge seu menor valor. Em Santos, no litoral paulista, por exemplo, a diferença entre a maré alta e a baixa não ultrapassa os 5 centímetros

Resultado de imagem para senhores da escuridãoO outro lado da Lua No livro Senhores da Escuridão de Robson Pinheiro, a narrativa começa com uma visita aos pavilhões de produção da metrópole onde Ângelo reside. Após essa visita, a equipe começa a se preparar para visitar as regiões densas da crosta. Anton então explica ao narrador que existem bases de apoio dos guardiões em diversos pontos do planeta, mas que uma das mais seguras está localizada nas profundezas da Lua.

Utilizando um sofisticado veículo, a equipe se dirige à essa base com o objetivo de verificar as fichas cármicas de diversos médiuns candidatos a auxiliá-los até as regiões abissais. Ângelo fica impressionado com tamanha organização, segurança e tecnologia de ponta. Anton revela que no lado obscuro da Lua estão sendo reunidos diversos espíritos que serão encaminhados ao expurgo planetário.
— Também há outro motivo para que uma base de apoio tão importante seja localizada na lua do nosso planeta. É que lá, no lado escuro da Lua, estão sendo reunidos milhares e milhares de espíritos já em processo de expurgo planetário. Seres que não mais encontram sintonia com o ambiente evolutivo da Terra são circunscritos às dimensões inferiores do astro lunar. Naturalmente, por processo de sintonia vibratória, acham-se limitados ao lado escuro do satélite terrestre.
O que se pode dizer no momento é que os espíritos que fracassam nas suas últimas oportunidades estão sendo acondicionados no lado escuro da Lua, aonde aguardam a transmigração interplanetária para esse novo mundo.

Voltando à energia lunar, podemos afirmar que ela é negativa por excelência. Recebemos essa energia através dos raios lunares, que nada mais são que reflexões dos raios solares que sobre a Lua incidem. Eles chegam até nós hiper carregados de elétrons, que se incorporam a tudo que é iluminado pelos raios, provocando uma sobrecarga de energia negativa, que é ativa e acelera todos os princípios geradores.

Logo, o romantismo (erotismo) dos amantes é alimentado (ativado) pelos raios lunares, assim como o crescimento das plantas e a germinação de sementes depositadas sob alguns centímetros de terra. Muitos que falam da força da Lua para plantar ou podar, desconhecem que, quanto mais forte (brilhante) é a Lua, maior quantidade de elétrons será absorvida pela semente ou pela árvore podada. Seu processo germinativo, ou de crescimento (brota), serão acelerados pela forte absorção de elétrons (energia negativa e ativa).

Sendo assim, fica classificada então esta energia negativa sendo muito poderosa, pois deriva-se da energia cósmica, que por sua vez, é o polo negativo do desdobramento da energia divina, que é Deus. Portanto, se é um desdobramento energético de Deus, é tão boa quanto a energia universal, que é Seu desdobramento positivo. Logo, podemos afirmar que a Lua é benéfica para a humanidade, a natureza, e para o planeta; que se somos o que somos, é porque a energia lunar ajuda a nos tomarmos seres mais ativos (negativo = ativo).

Fontes:

Livro:

  • Senhores da Escuridão – Robson Pinheiro

Sites:

Complementar da nossa apostila:

Vídeos:

David Icke:

Alex Collier:

Oswaldo Vettoretti:

Fator Medo:

Imagens:

  • Google

Pane no sistema, alguém está desconfigurando…

   Muito se comenta no meio espiritualista sobre as atualizações dos chákras, corpos, unificações e reversões. Como temos estudado muito sobre isso nos últimos meses, resolvemos fazer um post auxiliando aos demais e desmistificando um assunto preocupante que vem se proliferando em nosso meio.

    Nosso compromisso é alertar e abrir os olhos, despertando dentro de cada individuo o ser questionador que é e deve ser, devemos sim questionar, duvidar e crescer com as reflexões do que ouvimos, lemos e interpretamos.

   A história da humanidade sempre foi muito complexa, cheia de premissas, dogmas, mistérios e um sistema controlador que visa engessar a alma humana para uma escravização mental.

   Em analise a vários textos inseridos na internet e em livros, conseguimos capturar fragmentos de uma mentira que vem se camuflando com finalidades sórdidas.

     Vejamos alguns pontos sobre unificação dos chákras.

  Os textos sempre começam com informações cheias de novidade, atualizações e premissas que induzem os leitores a quererem fazer a unificação e sair da malha energética aprisionadora de baixo padrão vibratório. Mas passando alguns parágrafos começa uma série de informações sem nexo e contraditórias.

    Nos textos encontramos pontos relevantes que falam sobre juntar energeticamente as energias dos centros de luz em um ponto único, no ponto cardíaco. Unificando e simplificando as informações, correlações e energias mais superiores fazendo assim uma conversação mais rápida com os corpos. Logo após há trechos que informam que esse sistema novo deixará de oferecer resistência as energias e cita mais a frente que também haverá resistência a própria energia de amor e sabedoria divina, havendo uma desconexão com tua essência, uma vez que quem estuda sobre os chákras entende que a função dele é captar energias do meio, intercomunicar-sem e vitalizar os órgão e o corpo físico em si. Uma vez que estamos com padrão vibratório médio/elevado os chákras tem capacidade de filtrar energias e manter estar.

    Depois fala que após esta nova etapa o individuo terá capacidade de mobilizar energias em quantidades exatas de amor e energia sexual, amor e energia de poder. Trabalhando com estágios opostos, uma vez que já trabalhamos naturalmente com estas em forma mensurada em uma escala universal. Sabendo assim que a energia sexual se encontra na escala em 4,5 e amor está em vibrando em alta escala, dado a entender que os padrões tenderão a cair. A confirmação disto vem no trecho que diz que o ser por algum motivo vir a entrar em conflito com alguém, no meio do problema os dois começarão a sorrir, de repente, a tensão desaparecerá. Aqui parece que o individuo tende a ter ações descompensadas e perde o próprio controle mental se deixando manipular por forças externas. No final ele fala do individuo como um novo ser humano de um novo padrão vibratório ao qual se torna um ser ativo, e conclui com a frase: “até a raiva é uma energia Divina”. Pra quem estuda energias e sabe dos desmembramentos energéticos que pode se fazer a partir da energia cósmica e universal, sabe muito bem que viciações não pertence a energia Divina.

     Em outro estudo vimos sobre a reversão humana, no inicio é a mesma história, fala do sistema controlador, que sim sabemos que existe, porém usa distorções.O que nos chamou a atenção foi a forma com a qual fala dos indivíduos que não sabem, não fazem ou não aceitam a “sua verdade”.  Usa palavras, textos, quadrinhos, e memes ofensivos e se diz promover a libertação dos humanos para um vida feliz e perfeita. Importante refletir  sobre o assunto. Certo conhecimento sobre o sistema ele possui, porém com traços rebeldes  e agressivos justamente que tanto a própria reversão quanto a unificação pode vir a provocar no decorrer do tempo.

   A reversão humana consiste em trabalhar com a glândula timo e o grande potencial energético que ela produz, armazenando a energia no cérebro, porém sendo trabalhada e manipulada no todo apenas com o timo. Logo percebemos que se trata do mesmo processo da unificação porém com palavras diferenciadas.

  Alertamos sobre os decretos e mantras aleatórios que venham a encontrar principalmente online, que sem tradução, interpretação e correspondência correta pode induzi-lo e levar a erros que dificultarão a  sua galgada evolutiva como ser espiritual  que és.

ENERGIA NEUTRA

Essa é uma energia que tem por função separar um padrão vibratório de outro, não importando que um seja positivo e o outro negativo. É uma corrente imperceptível, que não permite a mistura entre os infinitos padrões energéticos. Se derramarmos vários pigmentos (energias condensadas) numa solução aquosa, teremos um amálgama colorido condensado num padrão indefinido. Isto não acontece entre a energia universal e a energia cósmica, enquanto energias existentes num mesmo planeta (condensação energética) de bipolaridade. Logo, tudo o que aqui existe possui essa bivalência energética, até mesmo o ser humano, visto que algumas vezes somos positivos (virtuosos), e outras vezes negativos (viciados). Existe uma energia neutra protegendo os órgãos físicos, espirituais e supra espirituais da viciação que os destruiria para sempre, tornando-os viciados quando não podem sê-lo, sob risco de provocar a desagregação do todo espiritual (energético) que nos sustenta. Essa mesma energia neutra dá sustentação ao cinturão que nos envolve, e também ao nosso planeta. É ela que os protege, com sua impenetrabilidade, da energia cósmica que circula por todo o vácuo sideral. Muitas vezes, a energia neutra é confundida com a energia conservadora, mas elas são diferentes. A energia neutra tem um padrão vibratório zero, e é impermeável às irradiações energéticas externas, enquanto energias tangíveis, visíveis e táteis. Nós estamos sujeitos a energias muito mais poderosas que a energia de origem hidráulica, e no entanto não as sentimos, porque o padrão zero da energia neutra nos protege. Porém numa outra dimensão, ou mesmo num outro padrão vibratório, ela não nos mantém: visões chocantes, sensação de negatividade ou tangenciamento de uma condensação energética negativa (brasa, gelo, etc.).

A energia neutra nos protege das correntes contínuas, e não das condensações energéticas. Nós a encontramos no núcleo do átomo, onde ela o sustenta enquanto elemento original, com um padrão de E.V.M.L.C. próprio, o que o torna um elemento distinto, um indivíduo no meio de tantos outros indivíduos com E.V.M.L.C. totalmente diferentes. É essa mesma energia neutra que evita que a morte de um ente querido nos lance no medo da morte física, ou que impede o pânico coletivo no caso de uma conflagração bélica.
Caso tenhamos um alto grau de percepção, podemos reconhecê-la, e até mesmo senti-la, nas pessoas ditas e chamadas de “frias”. Nessas pessoas “insensíveis”, algum choque energético muito forte, e de origem emocional, causou um acúmulo muito grande de energia neutra à sua volta. Somente um outro choque emocional poderá alterar a condensação poderosa que o envolve, e impede que seu sensitivo e percepcional sofram com as dificuldades alheias (energias negativas), ou vibrem com a energia alheia (energia positiva). Portanto, mesmo neutros não devemos ser insensíveis, sob pena de anularmos nossa percepção dos reais valores envolvidos nos inúmeros padrões vibratórios positivos e negativos.

Atributos de Energia

*Todos os sites e fontes de pesquisa serão declarados um a um ao final de nosso material no ultimo capítulo.

Trechos do livro Energia

 Podemos listar alguns atributos básicos da energia. Ela é primária, pois existe desde o mais remoto instante da criação, é imanente, uma vez que está presente em tudo; é cósmica, isto é, permeia toda a extensão física e vibratória do universo. Além disso, sua presença é impessoal, uma vez que independe dos seres ao seu redor, apesar de lhe estar sujeita à manipulação e transformação. Aos seres vivos é dado dominá-la em sua particularidade – por exemplo, quando se aplica um passe magnético, utiliza-se a bioenergia, já particularizada pela natureza no homem, com maior ou menor eficácia. Contudo, a energia é incontrolada em sua potencialidade, pois conhecemos pouco a cerca de suas modulações e a exploramos com bastante limitação.

Quanto aos sinônimos, também é denominada campo, campo eletrostático ou eflúvio[1]. Tal qual a entendemos neste ensaio, é chamada energia astral ou biorradiante, fluído cósmico universal, enteléquia[2] e força dinâmica[3] ou força biodinâmica[4], entre outros nomes.

[1] Campo eletrostático ou eflúvio é todo campo elétrico que não possui cargas líquida em movimento. Com cargas em movimento o campo passa a ser eletrodinâmico.
[2] ARISTÓTELES forjou este vocábulo apoiando-se na expressão “o facto de possuir perfeição”. Enquanto tal, o termo ‘enteléquia’ significa a atualidade ou perfeição resultante de uma atualização. A enteléquia então é o ato enquanto realizado. 
[3] Força dinâmica é aquela que o corpo tem em movimento.
[4] Do grego bio (vida), e dunamis (força); em português corrente, a biodinâmica andará pela “força da vida” e, numa visita ao dicionário de Língua Portuguesa, encontramos “teoria das forças vitais”. Numa perspectiva lata, a biodinâmica é muito mais uma maneira de estar e sentir a vida como parte integrante de um ecossistema com extensão cósmica, do que propriamente uma ciência aplicada.

Estudar energias, bioenergias e suas diversas manifestações é como adentrar o templo da ciência sem a pretensão de ser cientista, no sentido acadêmico do termo, mas estudioso, um desbravador de um mundo novo, que não se esquece jamais de que ele próprio é um aprendiz, constituído de energia, e assim o será para sempre, no corpo ou fora dele. Condensada ou irradiando-se, a consciência é o foco energético por excelência, que o pesquisador manipulará, usará e expandirá, à medida que aplicar seu conhecimento de modo a beneficiar a humanidade com o resultado de suas observações e experimentos.

Vemos o quanto o homem é desejoso de entender e controlar o fator energético ou as energias do cosmos. As primeiras tentativas de experimentos já na época das cavernas, quando o elemento humano ensaiou o domínio sobre a energia radiante do fogo. No entanto, ainda desafia o homem do século XXI usufruir dela com sabedoria, de maneira prática sem perder de vista a simplicidade com que se constata sua presença e verificam-se suas diversas manifestações.

Pesquisadores adotaram o modelo cientifico, que determinaram pelas suas observações quatro tipos básico de manifestação da energia ou das interações energéticas.

1 – Gravitacional: sentida ou percebida na força da gravidade, ou seja, quanto maior a massa mais intensamente atraíram para si a matéria em derredor. Porém também age onde há ausência de matéria. Há aglomerados de energia, em formas de coágulos –  isto explica os buracos negros – que possuem campos gravitacionais tão intensos que nem sequer a luz e a radiação eletromagnética escapam de sua poderosa força atrativa. Lei de atração

2 – Fracas: sua existência admitida e constatada ao se analisarem os níveis subatômicos, no âmbito das partículas elementares com propriedades radioativas.

3 – Eletromagnética: Dão origem a maior parte dos estudos da física atual.

4 – Fortes: Responsáveis pela união dos núcleos das partículas elementares no mundo microscópico.  Aqui entra a interação mente-energia-matéria.

Diante de tantas pesquisas e tentativas de dominar a energia e suas manifestações, uma coisa é certa: a energia em si não pode ser criada, nem destruída por nenhum método conhecido entre os humanos mortais.

A energia por fim fica comprovada que pode ser transferida, modulada, transformada, transmitida ou captada e direcionada conforme a vontade, os recursos e habilidade de quem a manipula.

Em todo caso, quaisquer que sejam as técnicas empregadas com finalidade terapêutica, pode-se concluir que todas convergem par o mesmo fim, isto é, apresentam metodologias distintas, mas visam o mesmo objetivo: o auxílio a humanidade.