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Estados de Consciência – Estágios de Empoderamento

Através de um blog que seguimos (https://apenastrescoisas.wordpress.com/2014/05/21/garrafa-472-hierarquia-nao-e-palavrao/), traremos alguns pontos fundamentais por ele levantado, adequando nosso estudo a ensinamentos regimentados por psicólogos, filósofos e estudiosos.

Hierarquias de Dominação X Hierarquias de Crescimento

Primeiro ponto é identificarmos onde estamos nessas duas categorias, as hierarquia de dominação como o próprio nome diz, são meios de crenças e um conjunto de mentes onde há domínios, opressão e autoritarismo. Quando trabalhado em cima de crenças existe um acordo mental em comum dogmático onde interagem através dele.

 Exemplo disso: sistema de castas, com a divisão da sociedade indiana em grupos sociais rígidos, com raízes na sua história milenar e que ordenou a vida dos indianos por milênios, tendo sido abolido em sua ultima Constituição, mas não dos corações e mentes de muitas pessoas.

Por outro lado temos a hierarquia de crescimento, que vem a ser exatamente os nosso estudo sobre o desenvolvimento dos níveis e estágios de consciência. Aqui não há cobranças, cada um a seu tempo dentro do seu estado evolutivo, onde quem já despertou auxilia os que ainda estão galgando níveis superiores.

Os quadrantes que já estudamos a algum tempo (https://cendee.wordpress.com/2015/07/25/quadrantes-mentais/) nos dá uma ideia clara de como a hierarquia de crescimento funciona.

Através disto fica mais claro compreendermos o segundo passo que é como podemos fazer parte da escala de hierarquia de crescimento, vejamos:

Um grupo chamado MOPORÃ trouxe um trabalho inicial explicando a importância de se desligar das velhas crenças que te atrasam e não deixam você evoluir e concluir seus objetivos, nosso cérebro enxerga como podas ao longo do caminho e sua mente não compreende que precisa crescer em vez de brotar ele acaba “secando”, prendendo-se a velhas crenças.

Em um material interessante traz os estágios de empoderamento que são:

  1. Liberação do medos/crenças
  2. Reconexão com a essência
  3. Expressão da essência
  4. Inspiração

Em liberação dos medos e crenças temos que primeiro reconhecer quais são as crenças limitantes que trazemos conosco desde a infância e que ficam intrínsecas na consciência física. Levando como princípios para vida adulta, como regras mentais e morais para uma vida “saudável”. Mas com a atualização do mundo estamos também atualizando esses princípios? O importante é não ficar parado no tempo. Abaixo algumas crenças:

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Quantas vezes nos prendemos a crendices e coisas pequenas que em uma hora importante pode nos colocar em enrascadas? Nos colocar contra a parede, perder amigos, empregos, ciclos sociais???

Abrir a mente é o primeiro passo, permitir adequar o que acredita as mudanças do mundo…Assim começamos uma jornada juntos.

No segundo passo temos a reconexão com a essência, onde os valores da alma precisam estar de fato conectados com o presente, estar ligados com nosso interior, com a nossa verdadeira crença interna, nosso Deus, divindade, força maior, EU, espiritualidade, da forma como acreditar.

Estar ligado ao seu lado religioso é de suma importância para compreender questionamentos de identidade, veremos isso mais a frente.

Em um terceiro momento temos expressão da essência: aqui entra dois pontos conflitantes, primeiro temos que ser nós mesmos sempre, expor o que pensamos, nosso valor e nossas crenças pra fora, não deixar guardado o sufocando internamente, mascarando princípios. No segundo não conseguimos nos expressar da forma correta, por que? pelo ambiante que estamos, sociedade, grupos, trabalho, parceiro(a). Para cada ambiente que estamos precisamos nos adequar a ele, nos adaptar as pessoas que nele convivem devido as mais variadas formas de pensar e crer de cada um, devido as inúmeras verdades que cada um possui, sendo assim a sociedade cria meios de adaptação com regras de convívio e respeito. Para isso faça algumas perguntas mentais a você:

  1. Ambiente: O onde e o quando – no ambiente você priva e escolhe o que pode ou não incluir de ações e pensamentos que por vezes geram expressões corporais e faciais. Estou conseguindo ser eu mesmo em todos lugares que frequento?
  2. Comportamento: O o quê – é o que fazemos, inclui pensamentos além das ações, por vezes mudar o comportamento é difícil de mudar devido ao que outros pensam ou fazem diante de vós. Os comportamentos aqui descritos são aqueles impulsivos e automáticos, ações que demonstramos sem pensar, que somos porque somos. Você está conseguindo expor e expressar suas ações de acordo com o que pensa ou está se privando e escolhendo o quê falar?
  3. Capacidade: O como – são suas capacidades e habilidades, aqui cabe estratégias de pensamento e habilidades físicas, coisas do cotidiano que aprendemos e manifestamos. A capacidade só é visível no comportamento resultante porque reside em vós. Estou demonstrando minhas capacidades através de meu comportamento de acordo com o que penso, tenho liberdade nas ações?
  4. Crenças e valores: O por quê – as crenças são os princípios que guiam as ações, rege por vezes os pensamentos e nos condenam mentalmente quando deslizamos e vamos ao contrário do que nos ensinaram. Já parou pra pensar que o que aprendeu pode estar errado ou parado no tempo? Não seja ranzinza se permita mudar, a mudança trará os verdadeiros valores, aqueles que perpetuarão com você e que os outros verão e tirarão as conclusões pois valores te definem. Está criando bons valores?
  5. Identidade: O quem – identidade é o senso de si, crenças e valores que definem você e sua missão de vida. Aqui não cabe bem o que os outros pensam de você mas o que você é para você mesmo. Muitos conflitos de identidade surgem aqui pela falta de adaptação do ego as diversas situações a ele imposto. Somos mais do que todos os fatores inumerados acima, o que somos de fato? já se questionou? Quantas mascaras veste por dia para se adaptar a ambiente, grupos, emprego, família? Quantas vezes se expressou da forma como o qual é verdadeiramente por dentro? E a sociedade de forma equivocada traz sensos fortes onde quem não se adapta gera conflitos de personalidade e com isso é excluído, aqui cabe nomear duas crises claras: bipolaridade e borderline. Está desempenhando seu senso critico através destes questionamentos, está conseguindo ver quem é e se está se expressando ao mundo da forma como é? Quem és?
  6. Além da identidade: Conexão – aqui entra seu lado religioso, sua conexão com a espiritualidade, seu lugar no mundo. Como anda sua evolução com ser humano? Desenvolveu senso altruístico? Auxilia quem precisa? O que faz por você e pelo próximo? Como anda sua fé?

Compreende o conflito gerado por ter que se reconectar com sua divindade interior e o próximo passo expressa-la?

E o ultimo momento dos estágio de empoderamento: Inspiração – quando suas ações condizem com seu eu e não gera conflitos, você se torna um exemplo e as pessoas percebendo isso querem a receita do sucesso, da sua felicidade e de seus comportamentos, assim você passa a ser inspiração de outrem. Quantos de nós conseguimos chegar a este estágio? E quem estamos tendo como inspiração? Esse condiz com quem somos de fato?

Estamos sendo nós mesmos assim entrando na hierarquia de crescimento ou estamos seguindo comportamentos que não condizem com nossa personalidade assim sendo vaquinhas de presépio e atuando conscientes ou não da hierarquia de dominação eminente na sociedade que vivemos?

Fontes:

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Aula Corpos Espirituais – 6° Corpo – Búdico

76° Corpo – Búdico/Causal ou Buddhi

Descrição e funcionalidade:

  • Distante dos nosso padrões físicos e meios de expressão (pertence ao ternário superior, quando acordados esse corpo está dormente, quando dormimos ele acorda, somente através do sono profundo, alcançando a energia Delta)

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  • Atemporal – Não pertence ao tempo de encarnados, é o corpo que guarda nossas memórias pretéritas, assim ele vibra na dimensão espiritual.
  • Intuição e Inspiração – por ser totalmente ligado ao chákra frontal, as energias trabalhadas podem ser percebidas pelas nossa faculdades mediúnicas, assim a intuição é a predominante quando estamos com padrão elevado energeticamente.
  • Corpo do “passado” – nossa caixa preta, onde todas as memórias e vivências do nosso espírito ficam guardadas, no corpo físico se localiza no cerebelo, espiritualmente esta região guarda nossa segunda consciência, a espiritual.
  • Karma – considerado o corpo do karma (ou carma como preferirem), ele guarda todos os mistérios de nossa existência e através da lei telúrica e das leis de ação e reação que interferem diretamente neste corpo, ele promove a harmonia de tudo que um dia desencarrilhou.
  • Interligado ao cordão de ouro: este cordão é como o cordão de prata porém o de prata liga o quartenário inferior e o cordão de ouro liga o ternário superior. Este cordão é responsável pelas informações e mentalizações realizadas no corpo mental em direção ao psicossomático. Capaz de sobreviver aos variados choques e entre-choques entre várias encarnações e situações. Possui dupla atuação extra-física, representando conexão entre mente-perispirito e como ligação entre planos das emoções e sentimentos.
  • Corpo das três almas: moral, intuitiva e consciencial:
  1.  Alma Moral – discernimento do bem e do mal, tem forma de um sol em chamas, é o veículo do espírito que o impulsiona a obediência às leis do local onde este está encarnado, e comanda o comportamento do ser em relação ao meio.
  2. Alma Intuitiva – Intuição, inspiração do gênio científico, literário e artístico (breve comentário sobre espíritos que vem preparados para a Terra), Iluminismo.
  3. Alma Consciencial – Consciência coordenadora e diretora da vida, elo de ligação com Centelha Divina. Em forma de pequeno sol brilhante, radiações retilíneas, centro da individualidade espiritual.

  • Sua forma é pelas linhas de força – em forma de ponta de lança triangular irradiando em torno, chamas ramificadas, animada em movimento rotatório lento, antena captadora e registradora das informações que vibram no Cosmo.
  • Matéria Hiperfísitca (sutil quintessenciação)
  • Verdadeiro períspirito ao final do processo evolutivo
  • Junto ao Átmico formam o Cristal e a Luz girando e flutuando no espaço
  • Meditação – quando se é adepto desta prática, muitos insights e flashes do passado surgem na primeira consciência (cérebro humano – consciência ativa)

Karma

  • Karma = Lei da Ação
  • Rege a absoluta harmonia do Cosmos
  • Se houver desarmonia, desencadeia-se a sua lei secundária: Reação
  • Reação = obriga tudo a voltar ao seu lugar para restabelecer a harmonia
  • Quando o homem se desvia da harmonia cósmica, torna-se antagônico, assim o caos se instala em si e ao seu redor.

Resgate Kármico

Se divide em 4 etapas:

  1. Conhecimento de desarmonia produzida

A dívida deve ser resgatada até o último centavo. Para ser paga é preciso que o devedor saiba o valor dela

Pergunta: O processo evolutivo se desenrola através dos tempos e o ser passa por sucessivas e inúmeras etapas encarnatórias, em que perde a memória do seu passado. Como, então, poderá ele saber a quantidade e o valor dos erros praticados, tanto mais que há os cometidos em passado longínquo?

Resposta: Qualquer ser humano encarnado sabe perfeitamente todos os erros que cometeu em qualquer época de sua vida consciente. Seu cérebro físico não sabe o que ele praticou em existências pretéritas, mas o espírito conhece tudo, isso explica a diversidade de temperamentos, as tendências más ou boas que todos os homens manifestam desde a infância.

2. Aquiescência em resgatá-la

Todos temos a necessidade de ser feliz, estarmos harmônicos conosco e com o todo, isso faz parte da evolução. A princípio todos pensamos que o dinheiro pode trazer tudo isso, e aí iniciamos a corrida atrás do dinheiro. Nessa etapa infantil da evolução, o homem é predador, abusa da agressividade, e fere todos quantos ousam pôr limites à sua ação possessiva. Com isso, espalha mais desarmonia do que benefícios. Este saldos fará com que em outras encarnações, este compreenda que nada de útil lhe restou de tudo que fez de perturbação, fez com que outros sofressem. Assim na próxima encarnação passará a resgatar a harmonia dos seus atos. Lá pelas tantas, a memória espiritual obriga o ser a andar em direção as mudanças. (“destino”)

3. Valor da desarmonia

Geralmente se pensa que é pelo sofrimento que o homem resgata os males que praticou em seu passado remoto. Redondo engano! O sofrimento apenas dá a medida dos erros cometidos, jamais serve de moeda para o pagamento de qualquer culpa.

A dor é mero indicador. Ela apenas aponta o quanto de desarmonia praticamos. O sofrimento portanto é educativo, serve como experiências para que erros não se repitam. Em suma, a dor ensina o amor.

    4. Ressarcimento

Ressarcimento = pagamento da dívida

O pagamento é o amor (comentário das encarnações de inimigos na família, karmas que são resgatados, pagos com amor) e de inimigos que encontramos e passamos nessa existência a conviver para sanar as dívidas e promover a harmonia novamente.

“Quem segue o caminho da harmonia, segue reto, quem traça o da desarmonia, segue em curvas e abismos. E nenhum dos caminhos se cruzam, por isso se faz necessário numa outra existência encontrar (consciente ou não) o caminho da harmonia”.

Há 19 séculos apóstolo Paulo deu a seguinte explicação:

“….o homem psychkós (intelectual) não compreende as coisas do espírito, que lhe parecem estultícia, nem as pode compreender, porque as coisas do espírito devem ser interpretadas espiritualmente.”

I – Coríntios 2:14 A vida do home nada mais é do que um campo das leis Kármicas.

O Buddhi é à parte das pessoas que é capaz de lidar com as dificuldades emocionais. O Buddhi nos ajuda a nos defendermos destas dificuldades. Ele é capaz de encará-las, ao mesmo tempo em que também afasta o incômodo causado por essas dificuldades emocionais.

O Buddhi funciona assim: se uma determinada dificuldade não causa muito incomodo (como: angústia, dor ou fere nossa autoimagem) então não precisamos nos defender dela, por isso podemos encará-la.

O Buddhi é à parte do ser humano que consegue lidar bem com a angustia, a dor e a autoimagem.

O Buddhi é o veiculo que nos leva ao Átma, ao nosso Brahman interno que está em tudo e é tudo. Está é a unificação da consciência, é a plenitude, é saber que você é parte de tudo e tudo é parte de você. Depois disso a solidão morre e mostra que é um mito. No Nirvana você sabe e sente que é parte de tudo.

Fontes:

  • Manual de Reflexologia e Cromoterapia – Pauline Wills
  • Além da Matéria – Uma ponte entre ciência e espiritualidade- espírito Joseph Gleber – Robinson Pinheiro.