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ENERGIAS VIRTUOSAS

Falar de energias virtuosas, é falar de valores, de moral, de boas vibrações…Saraceni nos traz a seguinte informação:

Ao abordarmos este tipo de energia, saímos dos padrões estáveis e com dinâmica própria, para adentrarmos no magnífico padrão de E.V.M.L.C. (Energia, Vibratória, Magnética, Luminosa e Colorida) que existe no ser humano, enquanto criação divina.

A ele, é dado autonomia para a maior ou menor emissão desses padrões muito sutis de energias, que são: virtuosas, viciadas, masculina e feminina, espiritual, humana, carnal, mental, racional, emocional e sexual.

Primeiramente vamos às energias virtuosas, pois são elas que nos elevam a esferas luminosas mais sutis, quando as absorvemos por inteiro e fazemos do nosso todo espiritual um meio para sua exteriorização. Embora seja muito pessoal, pode ser transmitida, doada, passada e despertada em nossos semelhantes, desde que bem direcionadas. Podemos identificá-la:

  • Com as sete virtudes (Amor, Conhecimento, Fé, Razão, Lei, Sabedoria e Vida);
  • Com as sete cores do arco-íris divino, que são: branco cristalino, azul cintilante, rosado, verde, dourado cristalino, amarelo cristalino, prateado cintilante;
  • Com os sete símbolos sagrados;
  • Com as sete notas musicais;
  • Com os sete dons originais;
  • Com os sete graus de evolução do espírito no estágio humano;
  • Com as sete esferas ascendentes, ou luminosas.

As energias virtuosas são estados “de” e “do” espírito humano. Elas somente se manifestam, e podem ser sentidas, doadas ou despertadas, se assim o desejarmos, ou se formos induzidos a aceitar tal padrão vibratório. Sem isto, elas continuam à nossa volta sem serem por nós absorvidas. Temos então, um arco-íris invisível aos olhos carnais, mas que é sentido e percebido pelo nosso espírito imortal. Se nos harmonizamos com a energia divina, logo as energias virtuosas começam a inundar-nos com seu poder e sua força. Poder e força, em princípio, pertencem a Deus (energia divina), mas estão à nossa disposição, para que os usemos em benefício de nossos semelhantes, e da humanidade como um todo.

Quando falamos em força e poder das energias virtuosas, relacionamos aos seus opostos nas energias viciadas, que são dor e morte.

Observem bem as duas ordens, pois a força e o poder nos chegam pela energia universal, enquanto a dor e a morte nos chegam pela energia cósmica.

As virtudes somente são energias, quando incorporadas ao nosso todo espiritual. Caso contrário, sua ação construtiva, humanitária, mística e vivificante será imperceptível.

Um ser humano não místico, pode muito bem incorporar algumas cores (vibrações) das energias virtuosas ao seu todo espiritual, assim como um místico pode não incorporá-las ao seu arco-íris mental. Mas com toda certeza, somente um místico poderá incorporar (absorver) as sete faixas vibratórias das energias virtuosas.  Cada cor tem um padrão vibratório, e este revela um dom vivenciado, tanto na carne quanto em espírito, pelo ser humano. Talvez seja difícil compreendê-las descrevendo-as dessa forma, mas vamos tentar ser mais específicos e claros nas ilustrações que se seguem:

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O todo espiritual é composto por todas estas figuras, que são ativadas pela energia branca cintilante, através da qual a energia divina em nosso mental. Essa energia sustenta o mental, que é onde está localizada e protegida a nossa herança genética divina. Trazemos esta herança desde nossa origem, sendo que ela nos acompanhará até nosso fim, quando retornaremos à energia divina pela ação das energias virtuosas do sagrado arco-íris.

Bem, em nosso mental estão gravados os códigos genéticos que permitem nossa adaptação aos vários estágios da evolução humana, assim como os códigos dos estágios anteriores e posteriores.

Eis uma ideia aproximada de como as energias virtuosas entram em nosso todo
espiritual:

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A ilustração mostra como ocorre a entrada das energias virtuosas em nosso todo espiritual, através dos sete canais descritos, mais um oitavo que nos inunda com a corrente contínua de energia negativa, e que desperta a vontade de ação em nosso emocional, ativando nosso racional e nossa consciência. São estas energias que têm tomado a humanidade agradável aos olhos de Deus, pois foi assim que Ele nos quis: seres humanos virtuosos, mas ativos, e não contempladores. Pois bem! Quando ativamos o Amor, o canal coletor deste padrão vibratório na energia divina passa a nos energizar cada vez mais, até alcançarmos o poder total de captação desse padrão. Mas, se esta energia não se multiplicar em nossos semelhantes, através das nossas ações, logo nos tornaremos estéreis nas coisas do Amor, uma vez que a energia acumulada passará a atormentar o emocional. Todo acúmulo sem vazão, seja ela positiva ou negativa, transforma-se num tormento insuportável. Se ativarmos o canal do Conhecimento, este nos inundará com a energia que dá sustentação ao crescimento intelectual. Mas se o conhecimento adquirido não for utilizado, a energia virtuosa irá se dispersar, e um imenso vazio se formará em nosso intelecto após alguns anos. O mesmo ocorre com relação às outras cinco energias virtuosas. Basta que você seja, ou se direcione nos seus sentidos virtuosos, para ser inundado. Elas nada mais são, como se isto já não fosse o bastante, que padrões vibratórios divinos, colocados à disposição do ser humano. Citamos várias vezes os números de 273 a 280 da escala divina,mas apenas sete números tinham correspondência. Revelamos agora, que o número 273 é o número do padrão vibratório da energia cósmica (negativa), que nos chega através do cordão negativo, ou o oitavo canal de irrigação energética do nosso todo espiritual. E ele, como não poderia deixar de ser, é neutralizado apenas pelos canais de energias virtuosas, caso contrário o todo espiritual ficaria tão negativamente energizado, que toda ação seria destrutiva.
Por tudo isso, recomendamos a todos que direcionem seus sentidos carnais e espirituais para estas energias. Somente assim poderemos neutralizar o acúmulo de energias negativas (cósmica) que, por ser uma corrente contínua, nunca cessa sua energização sobre o nosso todo espiritual. Caso não possamos neutralizá-las com ações virtuosas, a insatisfação (ausência de prazer) tomará conta do nosso ser imortal. Portanto, desperte estas energias em seu ser imortal’ Se o Criador dotou de desejo (negativo), foi para que, com a nossa consciência os transformássemos em vontades que nos enriqueçam e nos embelezem aos Seus olhos.

Referência Bibliográfica

Saraceni, Rubens. O livro das energias. 1 Ed. São Paulo. New Transcedentalis. 1993

ENERGIA VEGETAL

Resultado de imagem para energia vegetalÉ muito interessante quando descobrimos que as plantas interagem com os outros meios de vida. Mas não se trata da interação que descobrimos lá na infância nas aulas de ciência quando os professores ensinavam a fotossíntese e a importância das plantas para nosso ar.

E sim da energia que a planta emana a partir de sua existência, como um ser em evolução no universo. Cada uma com suas particularidades e propriedades. Mas num âmbito geral, compartilham sua riqueza, sua energia pura, seus valores existenciais.

Existe por traz de toda essa magia da energia vegetal, a energia elemental, são outros seres que com zelo ajudam os vegetais a se desenvolverem saudáveis e com boa qualidade, também auxiliam na criação de novas espécies físicas.

Saraceni nos traz mais esclarecimentos quanto a energia vegetal.

Esta energia é de primeira grandeza para o nosso todo planetário. É ela que se espalha no ar, porque é a mais leve das energias aqui existentes. Com isso, torna-o úmido, uma vez que ela é essencialmente aquática.

Resultado de imagem para energia vegetalQuando uma planta emite sua energia, ela cria no ar uma condição única, que lhe permite absorver moléculas de hidrogênio e oxigênio. Somente com a energia vegetal, as correntes aéreas conseguem absorver água em moléculas.

Esse é um mistério desconhecido da ciência humana. Julgam que é pela evaporação que o ar se torna úmido, mas não é verdade. Quando o ar não está irradiado por essa energia, ele é tão seco quanto o ar dos desertos.

É de suma importância para as ciências humanas, a compreensão de certos fenômenos de natureza física e química. A diferença existente entre a Amazônia, com sua flora exuberante, e o norte desértico da África, é gritante. Embora o calor seja quase o mesmo, na floresta a umidade é impressionante, ao passo que no deserto ela quase não existe. Isso se deve à presença dos vegetais na Amazônia, e sua ausência nos desertos.

A energia emitida pelos vegetais é de origem aquática, e muito mais leve que a energia terrestre. Ela flutua no ar, e não é absorvida pelo magnetismo do solo. Com isso, vai sendo levada pelas correntes aéreas cada vez mais para o alto, onde a reunião de bilhões de moléculas forma as pesadas nuvens, que desabam em aguaceiros constantes. Esse é um fenômeno que se repete quase que com hora marcada na Amazônia. Ali, a emissão de energia vegetal é tão grande, que o ar fica totalmente úmido em consequência dessa energização aquática. A energia vegetal, como resultado final do amálgama energético dos quatro elementos que formam o todo energético planetário, é 80% aquática, pois dos vegetais não sai o calor (energia ígnea), nem a matéria (energia terrena). Os 20% restantes, são energias aéreas, que por ser em tão pouca quantidade, não a arrasta por distâncias muito longas. Temos então, na composição da energia vegetal, 80% de origem aquática e 20% de origem aérea. Muitos poderão dizer: “Mas o calor libera as moléculas da água ao elevar a sua temperatura!”.

Sim, isso é uma lei física, e portanto, indiscutível. Mas aqui estamos falando de energia emitida por uma espécie viva, que são os vegetais. Essa energia possui em sua composição energética 80% / 20%, e é ela que torna o ar capaz de absorver as moléculas de água, pois ela é o meio que as moléculas usam ao serem liberadas pelos vegetais.

Também temos nos lagos: rios, mares e oceanos, uma forte liberação de água em moléculas, através da ação do calor do Sol, ou do interior do Planeta, mas isto diz respeito à energia ígnea que, ao ser absorvida pela água, ocupa (desaloja) as moléculas e as expulsa do todo aquático. O que, não quer dizer que a umidade relativa do ar à beira-mar seja superior à umidade na exuberante floresta amazônica, ou qualquer outra floresta tropical. Não! À beira-mar o que existe é uma energia aquática com fortíssima radiação salina, e só. Na energia vegetal, encontramos um tipo de umidade que não encontra similar, assim como as outras energias aqui abordadas também não o encontram.

Mas a energia vegetal não é apenas criadora de condições propícias ao umedecimento do ar, que é uma energia seca. Ela também propicia o resfriamento do calor absorvido pelas correntes aéreas.

Mesmo que o calor seja intenso, devido ao Sol, se ficarmos embaixo de uma árvore frondosa, ficaremos mais refrescados que sob outra cobertura não vegetal. Isso se deve à irradiação constante que a árvore emite, e que abrange todo o seu redor, tal como nos mostra a figura abaixo.

 screenshot_2A energia vegetal tem também qualidades terapêuticas. É do conhecimento de todos, as propriedades medicinais e balsâmicas dos chás das ervas aromáticas. Neste caso, a substância extraída pelo aquecimento (calor) é a energia vegetal derivada da absorção da energia terrena que está condensada nas folhas, raízes e sementes dos vegetais. Esse tipo de energia vegetal não é irradiado, pois a sua origem não lhe dá condição física. Por isso uma raiz, ainda que passe muito tempo, conserva quase todas as suas qualidades terapêuticas.

São estes detalhes que escapam aos estudiosos das energias vegetais. Neles, temos um tipo de energia que é irradiante, e outro que é perene. Isso nos remete à energia cósmica (corrente contínua) e à energia universal (perene).

Verificamos que, até nos vegetais, temos as duas energias a se condensarem: a energia de origem aquática, por ter um pouco de aérea na sua formação, assume a polaridade negativa (neutrônica, irradiante), e a energia de origem terrena é o polo positivo (perene, estável, duradouro). Chegamos então, à principal utilidade da energia vegetal para o ser humano: com a energia irradiante podemos arejar um ambiente, o nosso campo espiritual e o nosso campo vibratório. Com a energia perene podemos curar certas disfunções biológicas, emocionais, energéticas e magnéticas. Por isso, quando nos alimentamos com vegetais (folhas, sementes, raízes e caules), nosso magnetismo se torna muito mais leve, e nosso corpo espiritual mais ágil e menos irritadiço.

A própria sutilização do nosso todo espiritual e físico tem muito a ver com o consumo de vegetais, que são energias condensadas. Quanto menos cozidos (calor), maior será a quantidade de energias disponíveis para absorção no processo de alimentação. Caso fossemos abordar todas as qualidades positivas da energia vegetal, certamente milhares de folhas seriam escritas, mas como estamos dando apenas uma leve noção das energias que compõem o nosso todo energético-planetário, acreditamos que o que foi dito, é suficiente.

Referência Bibliográfica

Saraceni, Rubens. O livro das energias. 1 Ed. São Paulo. New Transcedentalis. 1993