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Energia Quente

Os princípios e composição da energia fria também podem ser aplicados à energia quente, ou onda de elétrons (eletrônica). Energia quente é sinônimo de movimento (elétrons = energia negativa ou movimento), que quer dizer atrito, ou choque com outras ondas energéticas.

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Quando um atleta corre, desloca seu corpo e capta maiores quantidades de energias negativas, pois acelera sua própria vibração energética, tomando-se mais receptivo a elas. Com isso, queremos dizer que, quando aumentamos nossa aceleração vibratória, diminuímos o comprimento das ondas negativas. Assim, estaremos nos capacitando a captar bilhões de elétrons que circulam pela atmosfera (ar = energia negativa = elétrons) livremente, à espera de que um núcleo (condensação energética = ser humano, ou matéria) o atraia, desde que entrem em sintonia vibratória.

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O atrito com os raios solares, mais os elétrons do ar, aumenta nosso calor, fazendo com que fiquemos impossibilitados de respirar compassadamente, uma vez que toda a estrutura sanguínea (aquática) foi alterada pela absorção de calor em excesso. Por isso precisamos absorver ar em maior quantidade, para que possamos sustentar esse novo padrão vibratório (mais quente) em nosso interior.

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Este padrão somente abaixará de imediato, se tomarmos uma ducha fria. O choque térmico de energia positiva (água) versus energia negativa (fogo), irá anular o calor (combustão do ar pelo fogo). Porém, se o choque for muito intenso, poderá abalar o equilíbrio energético-vibratório, e provocar o surgimento de alguma doença.

O mesmo ocorre na agricultura: se um fruto precisa de calor, e vem uma geada, o fruto não vingará, e o seu pé poderá até morrer. Tudo isso é energia quente! Os elétrons são partículas de origem cósmica, e portanto negativos.

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O fogo e o ar são desdobramentos do padrão vibratório da energia cósmica, também negativos. Uma geada é uma carga muito forte de elétrons (energia negativa e ativa). Dizemos então, que tal plantação foi “queimada” por uma geada. Se usamos o termo “queimada” para o frio da geada, é porque toda energia negativa (elétrons) queima. O atrito gera calor, porque os elétrons são ativados ao extremo. O fósforo é uma típica condensação energética negativa (nêutrons negativos e elétrons), que se incendeia ao menor atrito com algo mais duro, e se dissolve ao contato com algo mais mole. De fato, a geada queima pois, com a sobrecarga de elétrons (energia negativa) somada à de nêutrons (energia fria), a planta tem, num certo período da noite, todo o seu magnetismo (seiva = vida = magnetismo) alterado e desagregado. Sua seiva se condensa e destrói os canículos que a conduzem, matando suas células (energia positiva = água). Quando o Sol aquecer a planta com suas ondas curtíssimas de energia quente, essas não encontrarão a energia positiva (água) suficiente para resistir à sua invasão, e tudo irá secar. A planta foi ou não foi queimada pela geada, que destruiu sua estrutura energética de ordem positiva (estável)?

Bem, já deu para notar que alguém sobrecarregado de energia quente (elétrons) é um ser negativo que, se atritado (ativado) de forma contínua, irá incendiar-se como um fósforo, mas que, se lançado num meio mais mole, irá desagregar-se (dissolver seu calor).

Isto explica porque um líder carismático (magnetismo forte), guiado pelo polo positivo de sua origem energética negativa, que se desdobra pelo bem estar dos seus liderados, somente se sente bem (estável) quando todos estiverem bem também. Não se esqueçam que, ser de origem ou ordem negativa não significa ser ruim, pois tudo deriva da energia divina. Em função disso, a energia negativa, aqui abordada como energia quente, é apenas mais um dos desdobramentos da energia cósmica, ou o polo negativo de Deus, enquanto energia. Mas também não se esqueçam que, quando abordamos a energia ígnea, comentamos que ela partia em duas direções simultaneamente, podendo ter um princípio ativo e fim estável (- +), assim como um princípio ativo e fim ativo (- -), sendo que este último é destruidor.

Estudo do Livro das Energias de Rubens Saraceni

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Filtros Mentais

Para compreender o que são os filtros e como eles interagem em nossa vida precisamos nos atentar a um detalhe que ninguém pode fazer ou resolver por nós!

Quais são seus medos? Quais são suas angústias, dúvidas, seu maior pesadelo?

Para que saber isso? Simples! Nossos medos são os sensores de nossa mente, eles podem nos auxiliar nos protegendo do perigo como também nos travar e reprimir quando em excesso. Vejamos o desenho abaixo:

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O fundo da imagem representa as múltiplas energias que nos deparamos a todo momento, conhecida como energia ambiente. Os raios verde claro são nosso filtro mentais, nossos sensores espalhados por todo corpo a flor da pele, aos quais nos causam arrepio e previnem perigo por intuição e sensação.

As cores do arco-íris representam nossa aura, que captam tudo que entra em seu perímetro e acaba que por segurar as energias compatíveis com as que estamos projetando pelo pensamento e comportamento. Em consequência tudo que por ela é captada é enviado aos chákras que completam o trabalho enviando as energias para nosso micro universo orgânico.

Na imagem os pontos mais escuros representado pelas energias e pensamentos negativos, são na verdade as energias somatizadas, ou seja, quando pensamos e projetamos algo pro universo, essa energia retorna somada a outros pensamentos compatíveis encontrados no caminho.

A Aura varia em cores e espessuras, na representação do desenho ele segue a sequencia dos chákras o que não quer dizer que todos vibrem nesta frequência, é apenas uma ilustração.

Quanto aos pontos determinados como negativos, eles figuram os padrões energéticos que possuímos, onde captamos energias semelhantes as que cultivamos tornando pontos escuros por vezes visualizados em auras como manchas e até buracos.

Os sentimentos bons só são captados quando a vibração está elevada e compatível para recebimento. Tudo dependerá da nossa mente, do padrão que projetamos ao nosso redor.

A mensagem que os sensores nos passam é sempre de cautela, onde devemos ou não entrarmos e permanecermos, eles alertam sempre a energia que está no ambiente, onde por vezes nosso sistema imunológico entende como: medo, ambiente pesado, mal humor alheio (podendo ser afetado), calafrio, reconhecimento de inveja, soberba, entre outros.

O importante é sempre compreender o que seu corpo está falando subliminarmente, ele imprime sensações no sistema nervoso que alerta tudo que está ao redor, se pode ser nocivo ou não. Conhecer suas sensações e principalmente entender as origens de seus medos é o primeiro passo. Pra isso é preciso autoconhecimento, mas antes disso de permitir-se!

Porém alguns devem se perguntar, se esses filtros são capazes de detectar tudo isso, porque ele não capta os sinais de obsessão? Ele capta! A questão aqui é que os filtros muitas vezes são desativados pelos próprios obsessores (quando passa ser uma obsessão complexa, do contrário o organismo reage com enjoos, dores de cabeça e estomago, náuseas, diarreia e tristeza sem motivo aparente). O desativamento dos filtros compõe um trabalho muito minucioso e não ocorre sem motivos ou permissão, mesmo que inconsciente da parte da vitima. Com ele desativado vira alvo fácil e começa um período de depressão, podendo desencadear outras enfermidades neurológicas tais como esquizofrenia, acessos de esquecimento que culminarão em Alzheimer, e pelo controle dos nervos que os sensores tem podendo vir a desenvolver o mau Parkinson.

Mas como tudo isso acontece?

Os sensores são capazes de detectar a energia, o toque nos pelos e pele, produz impulsos elétricos que respondem ao aumento de pressão e sensação, sendo reconhecidos pelo sistema nervoso central. (SNC – principal alvo de ataque dos obsessores em humanos).

Quero destacar aqui também a matéria sobre a descoberta cientifica no mês de outubro de 2015, com a criação dos sensores de pele artificial para próteses. Fisicamente foi um avanço e tanto. (link no final do post)

Espiritualmente isso já não é mais novidade, apenas devemos estar atentos sobre o uso de equipamentos semelhantes nos planos inferiores, onde poderá desencadear confusão cerebral no terceiro corpo. Equipes mediúnicas deverão sempre estar alertas e de olho em tudo que acontece no meio cientifico terráqueo para saber do que já pode estar ocorrendo no plano astral logicamente nos casos de obsessões complexas.

Outro meio de desativação ocorre pela repetição, onde o organismo entende que aquela insegurança, pensamento e/ou comportamento é normal e não representa perigo. Assim tudo que se repete por 7x vira ritual e 21x vira hábito. Isso acontece devido a liberação de cortisol, hormônio liberado pela glândula supra-renal (atingido pelo segundo e terceiro chákra) ativa respostas do corpo ante situações de emergência para ajudar a resposta física aos problemas, aumentando a pressão arterial e o açúcar no sangue, propiciando energia muscular. Ao mesmo tempo todas as funções anabólicas de recuperação, renovação e criação de tecidos são paralisadas e o organismo se concentra na sua função catabólica para a obtenção de energia. Uma vez que o stress é pontual, superada a questão, os níveis hormonais e o processo fisiológico volta a normalidade, mas quando este se prolonga, os níveis de cortisol no organismo disparam.

Em termos medicinais: um estímulo estressante transmite impulsos nervosos ao hipotálamo. Este, por sua vez, libera o fator liberador de corticotropina (FLC), que chega a hipófise, cujas células secretam hormônio adrenocorticotrópico que flui pelo sangue até o córtex supra-renal onde será produzido o cortisol.

Efeitos no sistema nervoso central

No SNC há múltiplos receptores, quer do tipo I quer do tipo II; o cortisol altera os padrões do sono. Em geral, os glicocorticoides atenuam a acuidade dos sentidos, olfativo, gustativo, auditivo e visual; contudo, melhoram a capacidade integrativa e geradora de respostas apropriadas. Em excesso, o cortisol pode provocar insônias e elevar ou deprimir, marcadamente, o humor, baixa também o limiar para a ocorrência de convulsões. (Convulsões em si já possuem um histórico obsessivo)

No caso de uma obsessão a supra renal é paralisada nas funções da liberação hormonal, o individuo não identifica mais as situações energéticas que o colocam em risco. Entretanto, a ação nefasta destes seres poderão mascarar os níveis basais e límbico. (Assim a alteração de emoções e humor ocorre sem percepção – brecha para ataques astrais)

Em alguns casos também houve relatos de abertura contínua de liberação de cortisol no organismo, assim o processo de cicatrização não ocorre, gerando bloqueios da interação do duplo etérico com o físico. No caso de ferimentos não conclui-se o processo de melhora e fechamento, e a energia vital que escapa pela machucado é vampirizada pelo obsessor.

Imprescindível é cuidar da mente, de seus pensamentos, seus filtros são da extensão do seu metro quadrado, assim você define e permite o que entra e permanece na sua aura, podendo desativar seus filtros. vigiar e orar.

Como estão seus filtros? Equilibrados? Cuide!

fonte:

Entendendo as enfermidades no corpo físico

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Tomei a liberdade de trazer um trecho do livro Além da Matéria – psicografado pelo médium Robson Pinheiro (Autor astral Joseph Gleber) para fim de auxiliar nas explicações de como nosso emocional afeta de maneira direta nosso organismo.

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Sabemos que as emoções interagem no nosso organismo físico através dos chákras, e que toda e qualquer tipo de poluição mental  no ambiente nos torna vítimas de teias magnéticas onde nos encurralamos nos poços abissais emocionais quando nos encontramos no mesmo padrão vibratório do ambiente que frequentamos/estamos.

A saúde do nosso corpo físico depende sempre do nosso estado elevado mental/emocional. Do contrário estaremos a espreita de situações indesejadas.