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A mente inferior — Rua Megê

O texto a seguir importamos de nosso amigo ao qual seguimos e sugerimos sua página para leitura e estudo: Rua Megê

http://www.ruamege.com.br/2016/03/31/a-mente-inferior/

“Muitos dos problemas que o ser humano enfrenta são baseados nas criações da mente inferior que, inquieta e desobediente, arrasta os sentimentos e as ações através de rumos tortuosos e comprometedores. Não há nada que se possa fazer para acalmá-la que não exija um esforço sincero e convicto de quem pretende se tornar seu conquistador.

Sim, a mente precisa ser vigorosamente conquistada, subjugada e redirecionada.Ela tem grande potencial criativo, sem dúvida, mas importante parte de suas produções acabam sendo meros artifícios desnecessários para aquele que busca estabelecer uma vida plena de realizações sublimes e iluminadas.    

Poucos se dão conta disso e, no cotidiano terreno, considera-se que personalidades eruditas são as que continuamente buscam por ampliação do seu repertório de pensamentos mundanos a respeito de assuntos materiais.

tumblr_o1xdhrN3lB1qepqc2o1_540Muitas especulações mentais constituem o corpo de pensamentos planetário, mas uma avassaladora minoria tem se ocupado em compreender com profundidade o Maior dos Conhecimentos.    

Este sim deve ser o verdadeiro foco de interesse da mente humana, a qual está destinada ao Serviço Divino e não às tolas ocupações da sociedade que gira em torno das finanças e do progresso material.
Exortamos-lhes a voltarem seus pensamentos às esferas mais sutis, onde uma vasta fonte de Sabedoria está à disposição do seu verdadeiro engrandecimento espiritual.    

Do contrário, não existirão perspectivas de auto-aperfeiçoamento, pois a mente doentia e escrava dos valores e da ética da sociedade, que se deixa levar por parâmetros de existência meramente individualistas e físico-materiais, não pode ascender às esferas onde sintonizar com ondas mais favoráveis à sua evolução.
tumblr_nvvrh76r4L1uomlueo1_540A vertente do rio de pensamentos que corre sobre a superfície terrena é mesclada de inúmeros complexos de vibrações individuais e coletivas, em sua maioria voltadas apenas às questões existenciais da subsistência.     
Uma vida não se equivale em importância a apenas o consumo do tempo em torno destas pouco relevantes frivolidades.
O que se dirá então do conjunto de vidas que se desenvolvem ao longo do trajeto de uma alma que, nascimento após nascimento, continua a se manter prisioneira do ciclo que a faz nascer e depois morrer para, então, nascer de novo continuamente?”
 – Arcanjo Ezequiel e Ametista
Do livro Portais da Purificação, Editora Sétimo Raio, RJ, 2013.

Ordem de Zadkiel

via A mente inferior — Rua Megê

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Síndrome de Borderline por Monique Evans

Segundo estudos universitários da USP pessoas com transtorno de personalidade Borderline apresentam um alto índice de abandono de terapia. Entender o que ocorre durante as sessões entre terapeuta e “vítima” com este tipo de transtorno de personalidade pode contribuir para evitar futuros equívocos do tratamento, aumentando as chances de continuidade do processo terapêutico e diminuindo a probabilidade de abandono da terapia. O estudo teve como objetivo identificar as variáveis que estão relacionadas ao abandono de um caso de Borderline.

Com o acompanhamento de uma terapeuta e uma cliente em algumas sessões autorizadas foi gravado em áudio, transcrito e categorizado segundo o sistema multidimensional para categorização de comportamentos da interação terapêutica. Foi feita análise sequencial de atraso. Conforme eram marcadas as sessões e realizadas as anotações e categorizações, ao entregar exercícios e testes a paciente, passava a faltar ou atrasar o próximo encontro, devido aos confrontos e solicitação de reflexão”, por vezes medo, dúvidas, fugas.

  A dificuldade em lidar com emoções eram gigantes, crises, choros, relatos de tentar tirar a própria vida…

O abandono da terapia pareceu estar relacionado a diversos fatores:

  1. a) perda de oportunidades de aprovar e solicitar reflexão e interpretar.
  2. b) não dar atenção a relatos sobre queixas de doenças, exercendo função de invalidação.
  3. c) férias prolongadas da terapeuta.
  4. d) não flexibilidade da terapeuta em fazer mais uma sessão domiciliar em um momento de crise, repetindo assim, um comportamento de invalidação.

Em outros estudos, foi detectado também que há dificuldade de diagnosticar o transtorno justamente por vir muitas vezes acompanhado de outras disfunções mentais.

No Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), o indivíduo apresenta um padrão instável no que se refere à relacionamentos interpessoais, autoimagem e afetos, padrões constantes de impulsividade, que estão presentes em uma variedade de contextos, tendo início na idade adulta, preenchendo cinco ou mais dos critérios aos quais será mencionado abaixo:

Há, entretanto, aquelas pessoas que não são muito previsíveis, e que por isso, podem ser consideradas como apresentando um transtorno de personalidade. A inconsistência também deve ser entendida a partir de uma análise funcional. Se, por exemplo, uma criança tem pais que ora são atenciosos, ora não, ou que às vezes afirmam o seu intenso amor, e outras a punem severamente, poderá responder às outras pessoas, enquanto estímulos, como aprendeu a responder perante seus pais em situações semelhantes. Pode inclusive, ficar sob controle de pistas que são irrelevantes (isto é, não relacionadas com os estímulos antecedentes dos comportamentos dos pais) para identificar se os pais estão irritados ou não. Ao crescer, essas mesmas pistas poderiam funcionar como estímulos discriminativos para comportamentos considerados contraditórios e confusos diante das pessoas (Parker et al, 1998).

Aqui entrará algumas analises espirituais para melhor compreensão:

A formação do “eu” (ou self)

Pessoas border não apresentam uma noção de self ou este é volúvel.

Esses estudos apontam que popularmente, acredita-se que existam dois eus, um que dirige a ação do outro. Haveria um ‘eu’, ou seja, uma força que impulsionaria o outro ‘eu’ (o que se comporta), a agir. Deste modo, observa-se a ocorrência do comportamento, e infere-se a existência de uma entidade (a força propulsora) como causa do mesmo. Essa concepção pode ser observada, por exemplo, com o termo personalidade, que é tratado como um eu que é responsável pela ocorrência de comportamentos.

Interessante destacar essa formação de duas personalidade, dois eus. Onde um controla o outro. Espiritualmente falando, há ligações no encéfalo que conectam a alma do encarnado a mente de um desencarnado, ainda há muita especulação a respeito dos motivos que são vários e singulares a cada caso. Essas ligações da massa cinzenta causam uma crise neurológica onde passa haver o mau funcionamento dos neurotransmissores e falha ou desligamento do sistema límbico. Trazendo crises de compreensão da personalidade. Assim a personalidade da vítima é aprisionada.

Nosso cérebro trabalha com adaptação que é função do ego, existem muitas formas de nos expressarmos pro mundo, porém não conseguimos ser nós mesmo em todas as situações, isso discutimos a alguns posts atrás que disponibilizaremos link abaixo.

(https://cendee.wordpress.com/2015/10/21/estados-de-consciencia-estagios-de-empoderamento/)

Algumas pessoas tem dificuldades em se adaptar as várias situações onde assimilamos a mascaras e não expomos por algum motivo nosso verdadeiro eu incluso na mente. Os que sentem dificuldade nas adaptações momentâneas entram em crise de identidade e vindo a desenvolver uma serie de sintomas uma delas a própria borderline.

As origens são várias, mas podemos esboçar um pouco sobre uma em particular, a de Monique, desde muito cedo se tornou símbolo sexual, cobiçada por centenas de pessoas, envolvida com a sexualidade a tal ponto que acarretou o complexo mundo do triplo x. Este pretendemos fazer uma nota explicativa somente dele. Mas “dando um canjinha” o triplo X é acionado por múltiplos meios, um deles a sexualidade. É uma porta que se abre quando nos interessamos pelo assunto de forma aberta explorando a área de maneira vulgar e não sagrada. O ato da procura já deu início a auto obsessão que culminara dos mais simples aos mais complexos meios de obsessão, no físico a longo prazo uma série de distúrbios se apresentará, no caso dela um dos mais graves é a TPB.

Revisto o passado, todas chegaram à conclusão que vem de distúrbio emocionais desenvolvidos na infância ou choques traumáticos.

O Desenvolvimento do Self no T.P.B.

Os clientes com diagnóstico de borderline, em geral, trazem ao terapeuta, sentimento de impotência e confusão, pois afirmam não saber quem são, do que gostam ou do que esperam da vida. Seus comportamentos (tanto públicos quanto privados) tendem a ser contraditórios entre si e mudam rapidamente. É comum desistirem do tratamento ou não aproveitarem bem a terapia. Diante de situações de escolha, tendem a ter dificuldades para tomar decisões. É frequente a tentativa de suicídio em função da intensidade do sofrimento. Muitas vezes, relatam crises de identidade.

Alguns elementos relevantes na história da vida familiar de pessoas com T.P.B. em geral, vêm de famílias que invalidavam seus relatos a respeito de suas próprias experiências, desde que eram crianças. Assim, ao relatar as suas experiências, especialmente as negativas, foram ridicularizadas, ignoradas ou era-lhes dito que não estavam sentindo raiva, por exemplo, quando, de fato, estavam. Além disso, tais famílias são constituídas por pais que habitualmente exigiram que os pensamentos, sentimentos e emoções fossem controlados, o que invalidaria as situações que a criança vivenciou como difíceis e nas quais carecia de apoio. Por fim, a criança foi punida de alguma forma, por manifestar opiniões e preferências que fossem conflitantes com as dos pais. Pode-se afirmar, portanto, que deste ponto de vista, as respostas da criança que estavam sob controle privado habitualmente não foram reforçadas positivamente, mas sim punidas, o que levou ao reforço negativo de autorretratos inadequados, pois para evitar consequências aversivas, a criança passaria a experienciar o self a partir de estímulos externos, o que a torna extremamente sensível ao humor e aos desejos dos outros.

O importante é sempre estar atento aos sintomas, a falta de controle do self e a confusão de identidade e principalmente buscar junto ao tratamento físico o auxílio espiritual para desvencilhar as energias obsessoras.

Pra finalizar um vídeo de linguagem simples onde a terapeuta traz o transtorno de forma simples e principalmente colocando o border de forma onde ele não é uma pessoa agressiva e excluida..

fonte: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?pid=S1517-55452003000200004&script=sci_arttext

SUPEREGO (Estudo Espiritual)

Chegamos a um elemento do nosso estado de consciência chamado SUPEREGO, uma ferramenta responsável por nos melhorar durante a evolução, estando equilibrado se junta ao ID para formar um EGO perfeito.

No plano físico existe a teoria freudiana onde o superego é o elemento anjo e com características semelhantes ao ID astral. Mas no estudo espiritualizado, quando este elemento se desequilibra ele se nos conduz ao nosso lado “negro”, interagimos com nosso DEMON. Em equilíbrio nos conduz a perfeição – em gestos, pensamentos e palavras (ego ideal), atua com as máximas de Mestre Porteira: “Pautar pensamentos, palavras e ações”, pois com estes três gestos não projetamos novos karmas, resgatamos energias e nos equilibramos.

SUPEREGO se torna o juiz da nossa vida. A teoria de Freud e o estudo astral concordam um ponto: que o superego forma-se após o ego, durante o esforço da criança de introjetar os valores recebidos dos pais e da sociedade a fim de receber amor e afeição.

Importante entender que se superego está bem, todo o resto de nossa personalidade estará bem, ele nos auxilia o tempo todo, nos ajuda a ter discernimento para que o ego tome decisões coerentes. Ativando nosso senso de auto critica e critica construtiva, questionador a fim de evoluir, de aprender mais. Do contrário se ele desestabilizar, nos tornamos amargos, ranzinzas, críticos destrutivos, argumentadores para finalidades destrutivas, prepotentes, autoritários, intransigentes, preconceituosos, intimidadores entre outros; Neste estágio o superego acaba por manchar nossa imagem perante o todo.

Vai uma dica para manter os três estados iniciais de consciência sempre harmônicos:

1 – Ter informação: com ela o preconceito não se formula e passamos a ter mais amplitude consigo e com a sociedade.

2 – Conhecimento: saber o que defende, as causas, conhecer a fundo seus argumentos e respeitar opiniões alheias, permitindo que os outros também se expressem e você aprenda mais.

3 – Consciência: de seus atos, de suas atitudes, de seus pensamentos, de sua missão  e sua jornada com o todo. Após descobrir como se comportar bem com estes estágios da consciência, a evolução avança a passos largos e você com espírito altruístico ajuda os seres mais próximos com exemplos sendo espelho para que aprendam a se entender também.

4 – Ação: (requer decisão) comece agora, com uma regra de ouro, faça com os outros o que gostariam que fizessem com você, gentileza gera gentileza, lei da ação e reação, cabe a você começar a mudar a partir deste minuto, é com você aí…

ID (Estudo Espiritual)

O ID tem a ver com as leis; SIM! Ele é o responsável pela Leis Morais, as regras da sociedade nas quais eu tenho que me adaptar para viver bem com o todo, ele por vezes nos salva de situações ridículas, nos faz refletir e compreender os limites e como as pessoas interagem, assim consigo me adequar e entrar na sociedade. Dita o que aprendemos com nossos pais, o que é certo e o que é errado. Como devo ou não reagir, relevar inúmera situações para não perder uma posição no emprego ou um amigo por exemplo, ele nos ajuda a trabalhar a paciência e nos testa ao último para saber se conseguimos adquiri-la conforme pedimos. Ele por vezes é a voz da consciência.
O único problema é que boa parte da população acessa ele sempre nos momentos desequilibrados trazendo o lado negativo deste assistente emocional, cerebral e que deveria ser nosso anjo, mas que se torna o lado obscuro que todos temos dentro de nós.

Algumas características do ID em desequilíbrio: agressividade, apetite insaciável e gula, carência, teimosia, egoísmo, mau humor, chatice, emotividade, comodismo, rebeldia, falsidade, impulsividade, entre outros.
Fácil de saber em que e em quantos momentos o acessamos né?

Nosso guias e mentores não acessam as informações e achismo físicos, por vezes as teorias de Freud fazem sentido mas confrontam apenas o lado desequilibrado do ID, ele acetou muitos aspectos do lado negativo e também quanto a teoria de que o ID é uma estrutura do aparelho mental mas se esqueceu o lado positivo e do valor rela deste, afinal ele acaba por vezes se confundindo com o próprio ego quando está harmônico. Na verdade quando esta confusão cerebral ocorre, é justo o momento que nosso ego escolheu o lado que ele irá usar e interagir, lembram que o ego é a ação da adaptação? Pois é, o ego como fala no post anterior ele dá auxilio nas decisões, mas o ID assessora o mental com as leis morais, assim ele passa ser um ótimo elemento espiritual que permite que nosso guias, mentores, iluminadores e anjos da guarda possam nos intuir e nos auxiliar mais vezes, por vezes chamamos o próprio ID de sexto sentido.

 A questão imediatista abordada sobre esta estrutura da mente, faz com que tenhamos aspectos negativos do ID, mas é importante destacar que ele com sua sede do aqui e agora ajuda muito o tempo presente, ele aborda o dois tempos: passado e presente, auxiliando o ego a interagir e formar ideias claras, objetivas e ações limpas com experiências passadas.

Existem teorias de que ele trabalha com inconsciente, e estas não estão de todo erradas, pois ele consegue obter informações da nossa “caixa preta”, o registro de  todas as vivências do nosso espírito, guardadas no nosso inconsciente (localizado fisicamente em nosso cerebelo, porém astralmente) e trazendo algumas vivencias mal resolvidas para o tempo atual para auto resgate, onde transformações energéticas, como quando damos a volta por cima de uma situação e resolvemos o distúrbio energética transformando em dharma.

Na sociedade atual e moderna observamos pessoas tendo liberdade de falarem e fazerem o que passar na mente, por vezes sem se importar com opinião alheia e escrachando seus achismo, pensamentos, opiniões e controladoras, claro que ganham auxilio de outros mecanismo em desequilíbrio que é o superego que logo falaremos em estudo, e também de obsessores que por afinidade e vinganças pessoais se emaranham em nossos pensamentos e apimentam essa nova visão de “verdade” que por vezes os jovens tem como brincadeira saudável, mas que na verdade essa brincadeira um tanto ácida nada mais é do que uma porta que estamos permitindo se abrir para um mal próprio que pode levar anos para se desenvolver, a saúde mental e emocional neste aspecto fica frágil, a vampirização e imposição de ideias acabam por tomar conta e quando vemos estamos no fundo do poço de uma depressão ou N transtornos mentais. Isso também pode se desenrolar com pessoas tímidas ao extremo, não fica como troféu das falantes não, querer se esconder e não se abrir pra vida, também o faz uma presa fácil emocional.

Outra teoria que ronda o ID é a teoria do inicio do prazer, nele que tudo começa e se destempera, Como vemos isso de um modo mais amplo? Quantas vezes qualquer motivo de chateação ou frustração faz com que recorramos a mudar de assunto, beber, tomar um café, puxar um trago, divagar o pensamento em pensamentos ruins, entre outros vícios? A  Fuga bem comum nos ID descontrolados se manifesta no momento em que situações mal resolvidas como citadas acima surgem e precisamos resolver, o Ego entra em desespero e recorre a ajuda, e o mecanismo do ID pode ser mais forte para alguns porém trazendo um lado negativo. Na formação da personalidade observamos muito o mundo ao nosso redor, como nossos familiares e próximo lidam com problemas, e esse espelho que carregamos conosco por vezes em épocas tão distintas e fora ao alcance memorial, acaba por trazer medos, e aí entram os inimigos atrais para atuar por você. E sem que perceba se envolve com vícios que parecem se inofensivos, mas que prejudicam corpo, mente e espírito. Saber se controlar, respirar fundo e ser humilde são princípios básicos de um ID equilibrado.

Viu o por que é importante conhecer o ID positivo para saber como se comportar daqui para frente?

Continue estudando, links relacionados:

https://cendee.wordpress.com/2015/05/24/ego-estudo-espiritual/

https://cendee.wordpress.com/2015/01/21/desvendando-a-reencarnacao-e-as-formacoes-de-transtornos-mentais/

https://cendee.wordpress.com/2015/01/29/transtornos-mentais-e-a-espiritualidade-parte-1/

https://cendee.wordpress.com/2015/01/29/transtornos-mentais-e-a-espiritualidade-parte-2/

https://cendee.wordpress.com/2015/01/30/doencas-relacionadas-a-obsessao-parte-1/

https://cendee.wordpress.com/2015/02/03/doencas-relacionadas-a-obsessao-parte-2/

https://cendee.wordpress.com/2015/03/28/grande-aula-sobre-ego/

https://cendee.wordpress.com/2015/04/10/sozinho-filme-espirita-sobre-obsessao-e-alcoolismo/

Desvendando a Reencarnação e as formações de transtornos mentais!

Texto BASEADO na palestra de Anete Guimarães – Mecânica da Reencarnação.

Ao contrário do que muitos acreditam, a reencarnação não acontece na fecundação, pois a fecundação é o início de uma única célula ainda a se multiplicar. Desta forma, o espírito pronto ao reencarne ainda se apresenta na forma de corpo fluídico e raciocina como adulto de uma existência anterior.

Após o nascimento do bebê, a formação corporal não está completa como se imagina, ainda há inúmeros fatores a se desenvolver neurológica e organicamente.

Portanto é seguro afirmar que a encarnação só se completa em si aos sete anos quando todo os sistemas orgânicos estão completos.

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Muito se especula a respeito do sono do bebê, porém o que de fato ocorre? Estaria o espírito ainda no plano astral enquanto seu corpo repousa?

Não! o espírito permanece junto a família, principalmente a mãe que é o elo principal pós nascimento. Caso falte a mãe a pessoa que assume o controle será o elo do recém-nascido.

Assim o bebê dormindo está desdobrado como qualquer adulto em estado de sonolência, e passa a viver e interagir com a família ainda do lado de fora do corpo, porém como consciência de adulto de uma vida anterior.

Existindo problemas no seio familiar na formação inicial também afeta o bebê de forma trágica, a qual até então as pessoas não percebem, a seguir veremos como isso pode prejudicar uma pessoa no desenvolvimento da adolescência pra frente, mas com problemas enraizados desde a fecundação.

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Em situações onde a criança nasce com problemas ou prematuramente e precise ficar no isolamento de uma UTI neonatal, mesmo com risco de contaminação, os pais imediatamente são chamados para acompanhar e conviver com o bebê para que seu corpo tendo contato com os pais e ouvindo suas vozes, seus sistema imunológico automaticamente reage positivamente, auxiliando-o no melhoramento mais rápido.

Mas e o fato da criança não ter memoria longa, como procede esta informação?

Voltando ao início do estudo, o espírito não está encarnado por completo, e participa com mente de adulto externamente, os bons cuidados e a família reunida num mesmo pensamento faz com que o espírito ganhe força e consiga mentalmente emanar fluidos ao corpo físico auxiliando-o na recuperação breve.

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Formação do EU – de 0 ( zero) à 6 (seis) meses: quando o bebê descobre a sua individualidade, reconhece seu corpo e sua capacidade de movimentar-se. A intenção produz o resultado!  Podemos entender que o EU é a base da personalidade.

Problemas na estruturação do EU fará com que haja problemas de alta gravidade, as quais conhecemos como insanidade (desagregação total de personalidade). Há necessidade de internação, oferece riscos a si e a sociedade. Alguns exemplos: oligofrenia, esquizofrenia paranoica, doenças as quais o paciente é considerado pela medicina e psiquiatria atual como ameaça para si mesmo e para outrem, aí a necessidade de internação.

Nesta fase de seis meses para cima, o bebê passa a se relacionar, assim as obrigações corporais vão aumentando a medida que ele cresce.

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Formação de Relacionamento – 6 (seis) meses a 4 (quatro) anos de idade: é a fase onde se desenvolve a memória de longo prazo, se inicia então a fase de estranhamento ao OUTRO. E o bebê percebe que existe ele, os próximos de sempre, os de vez em quando e os estranhos, fase neurológica se desenvolvendo e ele começa a separar ele do outro.

Aqui também conclui a formação das células e estruturas nervosas do corpo, e o desenvolvimento da memória de longo prazo.

Problemas no desenvolvimento nesta fase, gerará transtornos de média a alta gravidade, onde acontecem surtos havendo possível internação aliado a medicação de controle. Exemplos: esquizofrenia clássica e alguns casos de psicoses controlado por medicações de uso continuo, havendo falha no uso da medicação e posteriormente surtos, existe a internação esporádica.

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Um exemplo de desenvolvimento de problemas nesta fase, são discussões entre pais, que quando o filho tem certa idade e já fala os pais evitam discutir na frente para que o pequeno não venha reproduzir as cenas desencadeadas de um momento de raiva entre o casal. Porém, antes desta idade, muitos pensam: “ele não fala, não raciocina ainda, não tem problema!” – TEM!

Quem está acompanhando é o espírito e não necessariamente o cérebro em formação. E este espírito presencia tudo e entende perfeitamente o que acontece e ao passar o tempo ele vai guardando na memória inicial que se desenvolve, então prevenção quanto aos pensamentos, palavras e ações nesta fase é de suma importância para que não resulte em problemas sérios posteriores.

Mas como um pensamento de espírito adulto pode interferir em um bebê?

A partir do momento que o espírito pensa como um adulto, sofre como um adulto e reage como um adulto, passa impressões muito fortes ao corpo físico do bebê e este em desenvolvimento poderá a desenvolver células defeituosas, afetará o desenvolvimento mais importante – do cérebro – onde a formação da personalidade se constrói  e causar distúrbios de alta gravidade que irão se manifestar a frente, conforme ele crescer e terminar seu desenvolvimento físico, neurológico e cessar o processo de reencarne. Até lá estará ele a disposição de tudo que os pais e adultos próximos lhe proporcionar.

Não que se dê respaldo a praticar atitudes abomináveis deste tipo para uma criança acima de 5 anos, pois a repetição e o stress causará sim transtornos de grau de média gravidade, desequilíbrios eletroquímicos, que em uma idade mais avançada irão aparecer, e necessitarão de medicação para controle.

Dica: uma maneira muito positiva de incentivar o desenvolvimento positivo das três primeiras fases da criança é colocar Mozart para que ela escutar, devido a formação neurológica que se finda aos quatro anos, durante este tempo a música influenciará muito no afloramento das células neurais.

Entre os três e quatro anos a criança começa a exercitar os julgamentos de valores, onde ela distingue quem ela gosta e quem ela não gosta, estabelecendo as hierarquias, e reconhecimentos dos “outros”.

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 Formação de Relacionamentos Afetivos Motivacionais – 4 anos a 7 anos de idade: quando a criança consegue graduar a diferença das emoções aos que estão em volta. Fase de equilíbrio químico. Fase do desenvolvimento do humor e das emoções que são de natureza química e não eletromagnética.

O cérebro possuí dupla linguagem: a elétrica e a química, exemplo: quando você reconhece a forma, cor, tamanho você usa a linguagem eletromagnética, mas quando você questiona se gostou e gradua hierarquias isso pertence a linguagem químico.

Sendo assim, desequilíbrios nesta fase gerará transtornos de natureza química: transtorno bipolar, depressão, TOC – Transtorno Obsessivo Compulsivo – (deficiência em neurotransmissores), alguns casos de depressão, transtorno bipolar e transtornos das emoções.

Tratado através de medicamentos que equilibrem o distúrbio químico como serotonina, gaba (medicação do cérebro anti-ansiedade própria), catecolamina (As catecolaminas mais abundantes são a adrenalinanoradrenalina e dopamina. Como hormônios, são libertadas pela glândula suprarrenal em situações de stress, como stress psicológico ou hipoglicemia), etc. Aqui então cabe o uso da medicação porém dispensa-se a internação.

Espiritualmente falando, nesta fase do desenvolvimento você expressar a uma criança que não possui afeição por ela ou ser mais extremo como dizer “eu odeio você, você é um fardo para mim!” não surtirá tanto efeito como a um bebê, para criança acima de 5 anos, ela entende: “mamãe está nervosa”. Já para um bebê que o espírito pensa como adulto sentirá como adulto e sofrerá como se comparando a um deficiente tetraplégico dependente.

Aqui nesta etapa cessa a grande multiplicação de neurônios, e o espírito se liga ao corpo pelo cérebro.  Então as exigências do corpo e do cérebro são maiores, então no desdobramento este espírito já é uma criança e não mais pensa como adulto, começa a se desligar as lembranças aos poucos e a interação com a vida e o meio faz com que adormeça a lucidez espiritual, que só é acessada no sono.

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Formação Psicológica: acima dos 7 anos – Fase onde você usa tudo que conheceu até então no seu dia-a-dia. Onde começa o relacionamento com os demais.

Havendo problemas nesta fase, como traumas gerará transtornos psicológicos. Que é um transtorno de uso da personalidade. Aqui não cabe medicação e sim acompanhamento psicoterápico para sanar os problemas. Chamados também de transtornos afetivos emocionais, que são quando não se sabe usar o humor ou personalidade: neuroses, psicoses, transtornos de ansiedade, que envolvem conflitos da personalidade e o uso propriamente dito da personalidade desenvolvida. Em casos raros a medicação usada neste caso mas muito especifica para caso especifico seria um calmante, remédio para o sono, ansiolítico leve.

Muito comum nesta fase o descobrimentos da síndrome de hiperatividade cerebral.

Após os 7 anos o sistema neurológico está pronto, assim no espiritismo conhece essa fase como fechamento do primeiro nó. Quando fecha-se o canal mediúnico total ou parcial da criança.

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O raciocínio adulto do espírito finda-se variando conforme a necessidade e missão da criança. Após os 7 anos o espírito então se torna “Alma”, momento em que a junção do espírito está fixada ao corpo através da glândula pineal.

A esse grande evento fica registrado o fechamento do primeiro nó da vida, que o acompanhará a cada ciclo de sete anos, começando assim a evolução deste espírito em uma nova condição de vida – Resgates.

O raciocínio adulto do espírito finda-se variando conforme a necessidade e missão da criança. Após os 7 anos o espírito então se torna “Alma”, momento em que a junção do espírito está fixada ao corpo através da glândula pineal. A esse grande evento fica registrado o fechamento do primeiro nó da vida, que o acompanhará a cada ciclo de sete anos, começando assim a evolução deste espírito em uma nova condição de vida – Resgates.

Mas o que são esses nós?

Nó fisicamente falando é explicado pelo ciclo de sete anos onde o corpo se transforma na estruturação celular, ou seja as células se transformam por completo a cada ciclo de 7 anos com exceção dos neurônios.

Espiritualmente falando, são ciclos completados no crescimento do ser que influenciará o próximo desenvolvimento, fazendo com que a evolução flua e que seus gostos mudem, suas aptidões floresçam e que ele possa de forma significativa ir modificando opiniões, conceitos, perdendo medos, encorajando-se e assim abrindo um leque de evolução não experimentado antes que terá como guia a linha do destino.

Devemos também trabalhar com hipótese de um espírito vir por alguma relação cármica com potencial de transtorno mental. Se a família tendo consciência destes estágios de formação mental e reencarnatório, poderá propiciar um ambiente seguro a este espírito reencarnante, e passando ele o primeiro estágio bem, poderá apenas ter um leve transtorno, ou ainda melhor, a família imbuída de amor conseguir auxilia-lo a passar bem os dois primeiros estágios, ajudando assim o ser a diminuir sua dívida, pelo enlace amoroso e instruir aquele ser a ser altruísta, a crescer bem, ser uma pessoas de boa índole, etc. Estará ali uma oportunidade da família ajudar a transformar um carma em um darma.

Podendo então ajudar a atenuar estas situações devidos ao livre-arbítrio que interage no carma e no destino do ser que está sob nossa tutela.

“Ah! mas não tenho filhos, ou já cresceram” Mas tem netos, sobrinhos, afilhados, filhos de amigos, etc. Você pode ajudar a transformar, somos agentes transformadores! A reencarnação não serve apenas para mostrar ou explicar um passado, ela está acontecendo no tempo presente, próximo, e você já fez parte deste processo, e está vivendo! Como você cresceu e passou por isso? Normalmente tentamos modificar para com nossos próximos algo que não foi bom ou não tanto gostaríamos que fosse, e tentamos melhorar com nossos filhos, e cabe a nós termos consciência e atuar no presente.

Pensando assim, conforme na palestra da Anete, Deus é justo e misericordioso, assim não sofremos tudo que deveríamos sofrer devido a misericórdia divina. Exemplo disso: uso de medicamentos de auxilio rápido como a de um anador para aliviar a dor de cabeça de uma pessoa que se encontra com pensamentos afetados e turbulentos.

 Texto baseado na palestra de Anete Guimarães, editado por C.L.V.

links relacionados:

https://www.youtube.com/watch?v=v0HkYJA4_yw

https://www.youtube.com/watch?v=SNbqvqt_Hd0

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