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Comportamento Mediúnico: Nós os Médiuns, eles os Guias

Mediante a alguns questionamentos levantamos um assunto de curiosidade e estudo em comum, qual nossa relação com nossos guias? Como eles chegaram até nós (ou nós chegamos até eles)? Diversas outras questões que ainda buscamos resposta. Encontramos nesse texto alguns esclarecimentos e muita coisa para refletir.

Será que estamos olhando para eles e enxergando o propósito real deles estarem conosco?Ou estamos apenas os usando como um meio para saciar nossos desejos e vontades, ou porque somos médiuns  e nos achamos tão importantes por tê-los conosco, com uma dose de vaidade e arrogância.

Muitas vezes o médium vai para um terreiro, no começo é aquela empolgação, e com o tempo para alguns vira algo mecânico, sempre os mesmos ritos, sempre as mesmas posturas, como se não tivesse nada além da rotina. É como se perdessem o up de estar ali, virou uma obrigação não uma devoção, uma fé a ser praticada.

Será que é assim mesmo? ou se está se esquecendo de enxergar o que é invisível aos olhos, desaprendendo a sentir.

Já ouvi inúmeras vezes pessoas dizendo assim:

“… quer lotar terreiro, faz um trabalho de exú, com comes e bebes,…”,  “… trabalho de preto velho, é muito cansativo, demora demais, e quase ninguém aparece…”, será que uma pessoa que fala algo nesse sentido ou semelhante a isso, realmente entende a religião que pratica, conhece as entidades com profundidade, eu honestamente acredito que não. Alguns valores estão se perdendo, e as pessoas pouco se importando com que tipo de energias estão se canalizando.

Cada gira tem sua importância, seus fundamentos, missões e propósitos.

Mas o que há por detrás de cada espírito, que se apresenta como uma entidade de Umbanda? será que está se tendo o cuidado necessário, ou se está se limitando a observar apenas a roupagem. Será que a credulidade não está se tornando uma fraqueza, principalmente quando o médium obedece cegamente sem avaliar as mensagens recebidas.

Nossos médiuns estão tendo critérios de avaliar o que é certo do que é errado? no ponto onde estão se  colocando num papel participativo, de consentir, ao ponto de se envolverem em determinados trabalhos, será que estão tendo ciência e mensurando as leis de causa e efeito com propriedade e seriedade. Ou será que estão tendo a ilusão que não terão sua parcela de envolvimento. Tipo… meu guia tá fazendo tal coisa e eu não tenho culpa. Será?

Muitos médiuns levam verdadeiros tapas de luva de pelica em suas vidas, onde recebem a repercussão de seus atos como médiuns, a lição é dada e caso não se aprenda há de se repetir. Simples assim.

Será mesmo que todo guia que se apresenta como a entidade X, será mesmo que  é tal entidade? Muito cuidado com isso, já foi ditologoumbanda3 por ns. vezes que mistificadores, e quiumbas adoram médiuns vaidosos, gananciosos e adoram brincar com seus egos inflados.

A algumas posturas que jamais entidades idôneas iriam expor seus médiuns. Já vi preto velho ameaçando de morte filhos de santo, entidades fazendo médiuns beijarem seus pés e sentando em cima deles como verdadeiros serviçais, Exús e Pombogiras machucando médiuns, detalhe são posturas para alguns aparentemente normais, aplaudidos de pé. Mas que não são.

A impressão que se passa que as pessoas não querem enxergar o óbvio, simplesmente por comodismo e mesmo conveniência. Ou pelo menos quando não for com eles. Sabe o detalhe, pimenta no olho do outro é refresco, quase isso.

Será que  nossos médiuns estão sabendo reconhecer seus próprios guias, suas importâncias em suas vidas, será que estão conseguindo observar suas mensagens, seus conselhos, ou se está entrando pelo um ouvido e saindo pelo outro. Ou o ego só está deixando passar elogios? Pensem.

Porque será que uma entidade X escolhe um determinado médium? Já pararam para pensar qual a ligação de suas entidades com vocês? Porque meu caboclo me escolheu, ou meu preto velho ou será que é por sorteio, aleatório? claro que não. Muitos guias já nos acompanham de várias reencarnações.

Quando você for para seu trabalho de preto velho por exemplo ou qualquer outra linha, pense sobre isso porque eu tenho tal guia comigo, porque ele me escolheu ou foi eu quem o escolhi?

Ás vezes é importante não só pedir a caridade deles para conosco, mas se colocar a disposição deles com a nossa caridade, as vezes é bom fazer essa sintonização com eles, o que eles esperam de nós? A gente sempre espera muito deles e acabamos por nos esquecer de nossa responsabilidade para com eles.

O que muitos médiuns precisam entender que muitos guias, mentores, entidades tiveram e participaram conosco de processos de reencarnação, muitos viveram conosco em outras vidas, muitos foram nossos mentores e instrutores no pós morte, muitos podem estar conosco para nos ensinar sobre questões de resgates, redenções, troca.

Já pararam para pensar que pode haver entre eles, alguns que foram  inimigos de outras vidas que através da lei do perdão e redenção hoje vem em missões espirituais conosco.

Da mesma forma que um inimigo pode vir como um filho nessa vida para haver a troca de amor, e aprenderem a se amar, porque não uma entidade para preencher o tempo perdido. Interessante, quando analisamos com profundidade certas questões.

Uma preta velha pode ter tido uma experiência com sua médium onde ela em outra vida foi sua Sinhá, e hoje trabalham juntas para que uma ajude a outra em seus processos de evolução, perdão e redenção.preto_velho

Um outro ponto interessante, nossos guias também aprendem conosco, eles levam muito de nós e deixam muito deles.

Um Exu ou uma Pombogira pode ter resgates cármicos com seus médiuns, podem ter passado por experiências juntos em outras vidas.

Muitos de nós tem herança indígena, quem nos garante que um de nossos caboclos não foi um pai ou mesmo uma mãe nossa em outra vida.

Alguns médiuns já ouviram de seus guias que os mesmos já o acompanham de outras vidas.

Precisamos olhar para nossas entidades com mais amor, carinho, atenção e devoção.

Muitas vezes nos esquecemos que para chegarem onde estão tiveram muito trabalho, muita lapidação, redenção e sofrimento, eles não chegaram onde estão de mão beijada, tiveram muito trabalho, e olha que interessante  escolheram nós para seus pupilos (que bacana, não é?) e o que a gente faz muitas vezes? a gente passa dos limites, pisa na bola, com nossas vaidades, fantasias arrogâncias e egos desmedidos,  e se esquecemos que isso é um privilégio, e devemos ser gratos por eles acreditarem em nós, por eles terem fé em nossa capacidade. Devemos nos lembrar de honrá-los e não decepcioná-los.

É muito comum ouvir de um médium, “…nossa quando trabalho com meu caboclo eu me sinto tão bem…”, outros até dizem, “… nossa sinto uma saudade quando o Pai ou a Mãe no Santo não chama uma determinada linha, parece que fica um vazio dentro de mim…”, esse vazio é pela falta inconsciente que alguns médiuns tem, é como uma mãe que mora longe, e você fica muito tempo sem estar com ela. As vezes sentimos falta do que deixamos em outros planos. Saudade pura e simples de estar com eles.

O médium ele precisa olhar para seu guia com mais profundidade, observando além das aparências, tem guias que são mais rigorosos, disciplinadores, doutrinadores, e a gente fala nossa tal guia meu é bravo, é chato, porque será que justo aquele guia é aquele que pega no pé? pois é, com certeza é porque a missão dele é justamente essa para conosco, a disciplina, te trazer princípios doutrinários.

Por isso não se queixe, cada pupilo tem o mestre que merece. 

Os médiuns mais antigos de tradições mais antigas de Umbanda, não se preocupavam com status de suas entidades, se tinham sido reis, rainhas, princesas etc…, eles se colocavam na postura de simples aparelhos de seus guias, eram passivos no sentido de não interferirem, e nesse tempo muitas entidades excelentes se manifestavam, faziam suas curas, e ninguém fazia diferenças, devido a seus nomes se eram conhecidos ou não, se tinham sido pessoas da alta sociedade, na realidade nem havia isso entre as próprias entidades, os próprios caciques, não se auto davam títulos. E mesmo quando uma entidade se auto denominava assim, no lugar do médium ficar com aquele ar metido a besta (risos), eles tinha medo, isso mesmo… medo de errar com eles.

Infelizmente não é mais assim hoje em dia, hoje me parece que se o guia não se apresentar com um nome famoso ou título parece que não tem valor, talvez seja pelo excesso anímico, fantasias de muitos médiuns hoje em dia, tanto o é, que muitas entidades viraram artigo raro de ser ver nos terreiros, talvez porque os médiuns de hoje em dia não os conheça, nem sabem seus nomes. Percebam como é sério isso, e cabe ao dirigente observar com muito cuidado esse desvio de seus médiuns,  o qual tem se tornado  um grave problema. Lembremos que muitos de nossos guias e entidades tiveram vidas bem comuns.

Onde foram parar as antigas entidades, os antigos guias e mentores, será que se aposentaram, cumpriram suas missões? ou será simplesmente que está se faltando mais médiuns sérios e sensatos.

Quando você médium olhar para um gira de preto velho por exemplo, procure enxergar além da roupagem física aparente, observe com cautela a personalidade de cada guia ali trabalhando e prestando a caridade, as vezes em pequenos gestos observamos muita coisa de um determinado espírito atuando. E saibam que trabalho de preto velho é uma verdadeira aula de sabedoria.

Nas rodas de caboclo, olhem e observem o formato de suas danças, como em cada gesto, vão simbolizando o culto e louvor a natureza, a lembrança a seus ancestrais, se deixem envolver na roda de fogo de Oxóssi, na roda de cura, no poder de suas ervas, simplesmente deixe se elevar.

Na Linha do Povo D.água, nos cantos e mantras de mãe d.água, deixe fluir, penetrar, se eleve, se deixe levar no silêncio das profundezas das águas dos rios e mares, se deixe purificar.

Sinta a cultura que envolve cada linha, cada falangeiro e caboclo, observe seus ensinamentos, eles viveram como eu e você, a única coisa que nos separa é uma linha tênue, e os planos sutis de suas existências espirituais.

Vejam como somos abençoados por tê-los em nossa trajetória e como tudo seria mais difícil sem eles por perto. Gratidão! Gratidão! a Benção hoje e sempre. Axé.

Hoje os médiuns tem que se policiarem, se auto questionarem, se darem valor, evitarem de se envolver em verdadeiros antros, não fazerem de seus oris uma bola de boliche, um joguete nas mãos daqueles que se dizem terreiros de Umbanda, mas que desconhecem o que seja, SE DEEM AO RESPEITO. Não joguem o nome de seus guias e os vossos no lixo. Simples assim.

Um médium sério procura uma casa idônea para trabalhar e não um lugar para ostentar suas vaidades e fantasias, encher a cara, se sentindo os próprios donos do cabaré. Alguns médiuns parecem não mensurar o quão lamentável é isso. Entidade idônea não faz de seu médium copo vivo. 

Nada contra a boas festas desde que não usem de espíritos para camuflarem suas vaidades enrustidas e usem de nomes de entidades idôneas para saciar suas fantasias. Terreiro de Umbanda não é escola de samba, não é picadeiro e muito menos teatro.

Entendam bem nenhuma entidade que passou por sofrimentos, por resgates cármicos pesados, que levou anos para alcançar sua redenção e doutrinação, vai querer que seu médium passe pelo mesmo, para isso o médium é seu pupilo, porque deve se entender por guia um espírito que tenha um grau evolutivo acima. Fora disso, opa lá, tem algo muito errado.  Lembremos disso.

O médium ele deve estar atento, muitas entidades quando palestram a seus médiuns e seus consulentes, com suas histórias sempre trazem algo a mais, sempre nos ensinam, sempre deixam tanto deles.

Como diz uma cantiga, “…No calar da Noite tem um Exu ele não dorme, ele vigia…”.

Para bom entender um pingo é letra.

Que nossos guias nos perdoem, e nos auxiliem a sermos cada dia melhores, na pratica do Amor e da Caridade, que nunca lhes falte sua benevolência e sagrada paciência para conosco.

Tudo passará, e quando chegar a nossa hora, que tenhamos mais honra do que vergonha.

Texto por: Cristina Alves

Templo de Umbanda Ogum 7 Ondas e Cabocla Jupira.

Fonte: https://orixaessenciadivina.wordpress.com/2016/09/03/nos-os-mediuns-eles-os-guias/

 

Desvendando a Reencarnação e as formações de transtornos mentais!

Texto BASEADO na palestra de Anete Guimarães – Mecânica da Reencarnação.

Ao contrário do que muitos acreditam, a reencarnação não acontece na fecundação, pois a fecundação é o início de uma única célula ainda a se multiplicar. Desta forma, o espírito pronto ao reencarne ainda se apresenta na forma de corpo fluídico e raciocina como adulto de uma existência anterior.

Após o nascimento do bebê, a formação corporal não está completa como se imagina, ainda há inúmeros fatores a se desenvolver neurológica e organicamente.

Portanto é seguro afirmar que a encarnação só se completa em si aos sete anos quando todo os sistemas orgânicos estão completos.

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Muito se especula a respeito do sono do bebê, porém o que de fato ocorre? Estaria o espírito ainda no plano astral enquanto seu corpo repousa?

Não! o espírito permanece junto a família, principalmente a mãe que é o elo principal pós nascimento. Caso falte a mãe a pessoa que assume o controle será o elo do recém-nascido.

Assim o bebê dormindo está desdobrado como qualquer adulto em estado de sonolência, e passa a viver e interagir com a família ainda do lado de fora do corpo, porém como consciência de adulto de uma vida anterior.

Existindo problemas no seio familiar na formação inicial também afeta o bebê de forma trágica, a qual até então as pessoas não percebem, a seguir veremos como isso pode prejudicar uma pessoa no desenvolvimento da adolescência pra frente, mas com problemas enraizados desde a fecundação.

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Em situações onde a criança nasce com problemas ou prematuramente e precise ficar no isolamento de uma UTI neonatal, mesmo com risco de contaminação, os pais imediatamente são chamados para acompanhar e conviver com o bebê para que seu corpo tendo contato com os pais e ouvindo suas vozes, seus sistema imunológico automaticamente reage positivamente, auxiliando-o no melhoramento mais rápido.

Mas e o fato da criança não ter memoria longa, como procede esta informação?

Voltando ao início do estudo, o espírito não está encarnado por completo, e participa com mente de adulto externamente, os bons cuidados e a família reunida num mesmo pensamento faz com que o espírito ganhe força e consiga mentalmente emanar fluidos ao corpo físico auxiliando-o na recuperação breve.

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Formação do EU – de 0 ( zero) à 6 (seis) meses: quando o bebê descobre a sua individualidade, reconhece seu corpo e sua capacidade de movimentar-se. A intenção produz o resultado!  Podemos entender que o EU é a base da personalidade.

Problemas na estruturação do EU fará com que haja problemas de alta gravidade, as quais conhecemos como insanidade (desagregação total de personalidade). Há necessidade de internação, oferece riscos a si e a sociedade. Alguns exemplos: oligofrenia, esquizofrenia paranoica, doenças as quais o paciente é considerado pela medicina e psiquiatria atual como ameaça para si mesmo e para outrem, aí a necessidade de internação.

Nesta fase de seis meses para cima, o bebê passa a se relacionar, assim as obrigações corporais vão aumentando a medida que ele cresce.

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Formação de Relacionamento – 6 (seis) meses a 4 (quatro) anos de idade: é a fase onde se desenvolve a memória de longo prazo, se inicia então a fase de estranhamento ao OUTRO. E o bebê percebe que existe ele, os próximos de sempre, os de vez em quando e os estranhos, fase neurológica se desenvolvendo e ele começa a separar ele do outro.

Aqui também conclui a formação das células e estruturas nervosas do corpo, e o desenvolvimento da memória de longo prazo.

Problemas no desenvolvimento nesta fase, gerará transtornos de média a alta gravidade, onde acontecem surtos havendo possível internação aliado a medicação de controle. Exemplos: esquizofrenia clássica e alguns casos de psicoses controlado por medicações de uso continuo, havendo falha no uso da medicação e posteriormente surtos, existe a internação esporádica.

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Um exemplo de desenvolvimento de problemas nesta fase, são discussões entre pais, que quando o filho tem certa idade e já fala os pais evitam discutir na frente para que o pequeno não venha reproduzir as cenas desencadeadas de um momento de raiva entre o casal. Porém, antes desta idade, muitos pensam: “ele não fala, não raciocina ainda, não tem problema!” – TEM!

Quem está acompanhando é o espírito e não necessariamente o cérebro em formação. E este espírito presencia tudo e entende perfeitamente o que acontece e ao passar o tempo ele vai guardando na memória inicial que se desenvolve, então prevenção quanto aos pensamentos, palavras e ações nesta fase é de suma importância para que não resulte em problemas sérios posteriores.

Mas como um pensamento de espírito adulto pode interferir em um bebê?

A partir do momento que o espírito pensa como um adulto, sofre como um adulto e reage como um adulto, passa impressões muito fortes ao corpo físico do bebê e este em desenvolvimento poderá a desenvolver células defeituosas, afetará o desenvolvimento mais importante – do cérebro – onde a formação da personalidade se constrói  e causar distúrbios de alta gravidade que irão se manifestar a frente, conforme ele crescer e terminar seu desenvolvimento físico, neurológico e cessar o processo de reencarne. Até lá estará ele a disposição de tudo que os pais e adultos próximos lhe proporcionar.

Não que se dê respaldo a praticar atitudes abomináveis deste tipo para uma criança acima de 5 anos, pois a repetição e o stress causará sim transtornos de grau de média gravidade, desequilíbrios eletroquímicos, que em uma idade mais avançada irão aparecer, e necessitarão de medicação para controle.

Dica: uma maneira muito positiva de incentivar o desenvolvimento positivo das três primeiras fases da criança é colocar Mozart para que ela escutar, devido a formação neurológica que se finda aos quatro anos, durante este tempo a música influenciará muito no afloramento das células neurais.

Entre os três e quatro anos a criança começa a exercitar os julgamentos de valores, onde ela distingue quem ela gosta e quem ela não gosta, estabelecendo as hierarquias, e reconhecimentos dos “outros”.

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 Formação de Relacionamentos Afetivos Motivacionais – 4 anos a 7 anos de idade: quando a criança consegue graduar a diferença das emoções aos que estão em volta. Fase de equilíbrio químico. Fase do desenvolvimento do humor e das emoções que são de natureza química e não eletromagnética.

O cérebro possuí dupla linguagem: a elétrica e a química, exemplo: quando você reconhece a forma, cor, tamanho você usa a linguagem eletromagnética, mas quando você questiona se gostou e gradua hierarquias isso pertence a linguagem químico.

Sendo assim, desequilíbrios nesta fase gerará transtornos de natureza química: transtorno bipolar, depressão, TOC – Transtorno Obsessivo Compulsivo – (deficiência em neurotransmissores), alguns casos de depressão, transtorno bipolar e transtornos das emoções.

Tratado através de medicamentos que equilibrem o distúrbio químico como serotonina, gaba (medicação do cérebro anti-ansiedade própria), catecolamina (As catecolaminas mais abundantes são a adrenalinanoradrenalina e dopamina. Como hormônios, são libertadas pela glândula suprarrenal em situações de stress, como stress psicológico ou hipoglicemia), etc. Aqui então cabe o uso da medicação porém dispensa-se a internação.

Espiritualmente falando, nesta fase do desenvolvimento você expressar a uma criança que não possui afeição por ela ou ser mais extremo como dizer “eu odeio você, você é um fardo para mim!” não surtirá tanto efeito como a um bebê, para criança acima de 5 anos, ela entende: “mamãe está nervosa”. Já para um bebê que o espírito pensa como adulto sentirá como adulto e sofrerá como se comparando a um deficiente tetraplégico dependente.

Aqui nesta etapa cessa a grande multiplicação de neurônios, e o espírito se liga ao corpo pelo cérebro.  Então as exigências do corpo e do cérebro são maiores, então no desdobramento este espírito já é uma criança e não mais pensa como adulto, começa a se desligar as lembranças aos poucos e a interação com a vida e o meio faz com que adormeça a lucidez espiritual, que só é acessada no sono.

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Formação Psicológica: acima dos 7 anos – Fase onde você usa tudo que conheceu até então no seu dia-a-dia. Onde começa o relacionamento com os demais.

Havendo problemas nesta fase, como traumas gerará transtornos psicológicos. Que é um transtorno de uso da personalidade. Aqui não cabe medicação e sim acompanhamento psicoterápico para sanar os problemas. Chamados também de transtornos afetivos emocionais, que são quando não se sabe usar o humor ou personalidade: neuroses, psicoses, transtornos de ansiedade, que envolvem conflitos da personalidade e o uso propriamente dito da personalidade desenvolvida. Em casos raros a medicação usada neste caso mas muito especifica para caso especifico seria um calmante, remédio para o sono, ansiolítico leve.

Muito comum nesta fase o descobrimentos da síndrome de hiperatividade cerebral.

Após os 7 anos o sistema neurológico está pronto, assim no espiritismo conhece essa fase como fechamento do primeiro nó. Quando fecha-se o canal mediúnico total ou parcial da criança.

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O raciocínio adulto do espírito finda-se variando conforme a necessidade e missão da criança. Após os 7 anos o espírito então se torna “Alma”, momento em que a junção do espírito está fixada ao corpo através da glândula pineal.

A esse grande evento fica registrado o fechamento do primeiro nó da vida, que o acompanhará a cada ciclo de sete anos, começando assim a evolução deste espírito em uma nova condição de vida – Resgates.

O raciocínio adulto do espírito finda-se variando conforme a necessidade e missão da criança. Após os 7 anos o espírito então se torna “Alma”, momento em que a junção do espírito está fixada ao corpo através da glândula pineal. A esse grande evento fica registrado o fechamento do primeiro nó da vida, que o acompanhará a cada ciclo de sete anos, começando assim a evolução deste espírito em uma nova condição de vida – Resgates.

Mas o que são esses nós?

Nó fisicamente falando é explicado pelo ciclo de sete anos onde o corpo se transforma na estruturação celular, ou seja as células se transformam por completo a cada ciclo de 7 anos com exceção dos neurônios.

Espiritualmente falando, são ciclos completados no crescimento do ser que influenciará o próximo desenvolvimento, fazendo com que a evolução flua e que seus gostos mudem, suas aptidões floresçam e que ele possa de forma significativa ir modificando opiniões, conceitos, perdendo medos, encorajando-se e assim abrindo um leque de evolução não experimentado antes que terá como guia a linha do destino.

Devemos também trabalhar com hipótese de um espírito vir por alguma relação cármica com potencial de transtorno mental. Se a família tendo consciência destes estágios de formação mental e reencarnatório, poderá propiciar um ambiente seguro a este espírito reencarnante, e passando ele o primeiro estágio bem, poderá apenas ter um leve transtorno, ou ainda melhor, a família imbuída de amor conseguir auxilia-lo a passar bem os dois primeiros estágios, ajudando assim o ser a diminuir sua dívida, pelo enlace amoroso e instruir aquele ser a ser altruísta, a crescer bem, ser uma pessoas de boa índole, etc. Estará ali uma oportunidade da família ajudar a transformar um carma em um darma.

Podendo então ajudar a atenuar estas situações devidos ao livre-arbítrio que interage no carma e no destino do ser que está sob nossa tutela.

“Ah! mas não tenho filhos, ou já cresceram” Mas tem netos, sobrinhos, afilhados, filhos de amigos, etc. Você pode ajudar a transformar, somos agentes transformadores! A reencarnação não serve apenas para mostrar ou explicar um passado, ela está acontecendo no tempo presente, próximo, e você já fez parte deste processo, e está vivendo! Como você cresceu e passou por isso? Normalmente tentamos modificar para com nossos próximos algo que não foi bom ou não tanto gostaríamos que fosse, e tentamos melhorar com nossos filhos, e cabe a nós termos consciência e atuar no presente.

Pensando assim, conforme na palestra da Anete, Deus é justo e misericordioso, assim não sofremos tudo que deveríamos sofrer devido a misericórdia divina. Exemplo disso: uso de medicamentos de auxilio rápido como a de um anador para aliviar a dor de cabeça de uma pessoa que se encontra com pensamentos afetados e turbulentos.

 Texto baseado na palestra de Anete Guimarães, editado por C.L.V.

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