Arquivo da tag: Rubens Saraceni

ENERGIAS VIRTUOSAS

Falar de energias virtuosas, é falar de valores, de moral, de boas vibrações…Saraceni nos traz a seguinte informação:

Ao abordarmos este tipo de energia, saímos dos padrões estáveis e com dinâmica própria, para adentrarmos no magnífico padrão de E.V.M.L.C. (Energia, Vibratória, Magnética, Luminosa e Colorida) que existe no ser humano, enquanto criação divina.

A ele, é dado autonomia para a maior ou menor emissão desses padrões muito sutis de energias, que são: virtuosas, viciadas, masculina e feminina, espiritual, humana, carnal, mental, racional, emocional e sexual.

Primeiramente vamos às energias virtuosas, pois são elas que nos elevam a esferas luminosas mais sutis, quando as absorvemos por inteiro e fazemos do nosso todo espiritual um meio para sua exteriorização. Embora seja muito pessoal, pode ser transmitida, doada, passada e despertada em nossos semelhantes, desde que bem direcionadas. Podemos identificá-la:

  • Com as sete virtudes (Amor, Conhecimento, Fé, Razão, Lei, Sabedoria e Vida);
  • Com as sete cores do arco-íris divino, que são: branco cristalino, azul cintilante, rosado, verde, dourado cristalino, amarelo cristalino, prateado cintilante;
  • Com os sete símbolos sagrados;
  • Com as sete notas musicais;
  • Com os sete dons originais;
  • Com os sete graus de evolução do espírito no estágio humano;
  • Com as sete esferas ascendentes, ou luminosas.

As energias virtuosas são estados “de” e “do” espírito humano. Elas somente se manifestam, e podem ser sentidas, doadas ou despertadas, se assim o desejarmos, ou se formos induzidos a aceitar tal padrão vibratório. Sem isto, elas continuam à nossa volta sem serem por nós absorvidas. Temos então, um arco-íris invisível aos olhos carnais, mas que é sentido e percebido pelo nosso espírito imortal. Se nos harmonizamos com a energia divina, logo as energias virtuosas começam a inundar-nos com seu poder e sua força. Poder e força, em princípio, pertencem a Deus (energia divina), mas estão à nossa disposição, para que os usemos em benefício de nossos semelhantes, e da humanidade como um todo.

Quando falamos em força e poder das energias virtuosas, relacionamos aos seus opostos nas energias viciadas, que são dor e morte.

Observem bem as duas ordens, pois a força e o poder nos chegam pela energia universal, enquanto a dor e a morte nos chegam pela energia cósmica.

As virtudes somente são energias, quando incorporadas ao nosso todo espiritual. Caso contrário, sua ação construtiva, humanitária, mística e vivificante será imperceptível.

Um ser humano não místico, pode muito bem incorporar algumas cores (vibrações) das energias virtuosas ao seu todo espiritual, assim como um místico pode não incorporá-las ao seu arco-íris mental. Mas com toda certeza, somente um místico poderá incorporar (absorver) as sete faixas vibratórias das energias virtuosas.  Cada cor tem um padrão vibratório, e este revela um dom vivenciado, tanto na carne quanto em espírito, pelo ser humano. Talvez seja difícil compreendê-las descrevendo-as dessa forma, mas vamos tentar ser mais específicos e claros nas ilustrações que se seguem:

Screenshot_3.jpg

screenshot_4

O todo espiritual é composto por todas estas figuras, que são ativadas pela energia branca cintilante, através da qual a energia divina em nosso mental. Essa energia sustenta o mental, que é onde está localizada e protegida a nossa herança genética divina. Trazemos esta herança desde nossa origem, sendo que ela nos acompanhará até nosso fim, quando retornaremos à energia divina pela ação das energias virtuosas do sagrado arco-íris.

Bem, em nosso mental estão gravados os códigos genéticos que permitem nossa adaptação aos vários estágios da evolução humana, assim como os códigos dos estágios anteriores e posteriores.

Eis uma ideia aproximada de como as energias virtuosas entram em nosso todo
espiritual:

screenshot_5

screenshot_6

A ilustração mostra como ocorre a entrada das energias virtuosas em nosso todo espiritual, através dos sete canais descritos, mais um oitavo que nos inunda com a corrente contínua de energia negativa, e que desperta a vontade de ação em nosso emocional, ativando nosso racional e nossa consciência. São estas energias que têm tomado a humanidade agradável aos olhos de Deus, pois foi assim que Ele nos quis: seres humanos virtuosos, mas ativos, e não contempladores. Pois bem! Quando ativamos o Amor, o canal coletor deste padrão vibratório na energia divina passa a nos energizar cada vez mais, até alcançarmos o poder total de captação desse padrão. Mas, se esta energia não se multiplicar em nossos semelhantes, através das nossas ações, logo nos tornaremos estéreis nas coisas do Amor, uma vez que a energia acumulada passará a atormentar o emocional. Todo acúmulo sem vazão, seja ela positiva ou negativa, transforma-se num tormento insuportável. Se ativarmos o canal do Conhecimento, este nos inundará com a energia que dá sustentação ao crescimento intelectual. Mas se o conhecimento adquirido não for utilizado, a energia virtuosa irá se dispersar, e um imenso vazio se formará em nosso intelecto após alguns anos. O mesmo ocorre com relação às outras cinco energias virtuosas. Basta que você seja, ou se direcione nos seus sentidos virtuosos, para ser inundado. Elas nada mais são, como se isto já não fosse o bastante, que padrões vibratórios divinos, colocados à disposição do ser humano. Citamos várias vezes os números de 273 a 280 da escala divina,mas apenas sete números tinham correspondência. Revelamos agora, que o número 273 é o número do padrão vibratório da energia cósmica (negativa), que nos chega através do cordão negativo, ou o oitavo canal de irrigação energética do nosso todo espiritual. E ele, como não poderia deixar de ser, é neutralizado apenas pelos canais de energias virtuosas, caso contrário o todo espiritual ficaria tão negativamente energizado, que toda ação seria destrutiva.
Por tudo isso, recomendamos a todos que direcionem seus sentidos carnais e espirituais para estas energias. Somente assim poderemos neutralizar o acúmulo de energias negativas (cósmica) que, por ser uma corrente contínua, nunca cessa sua energização sobre o nosso todo espiritual. Caso não possamos neutralizá-las com ações virtuosas, a insatisfação (ausência de prazer) tomará conta do nosso ser imortal. Portanto, desperte estas energias em seu ser imortal’ Se o Criador dotou de desejo (negativo), foi para que, com a nossa consciência os transformássemos em vontades que nos enriqueçam e nos embelezem aos Seus olhos.

Referência Bibliográfica

Saraceni, Rubens. O livro das energias. 1 Ed. São Paulo. New Transcedentalis. 1993

ENERGIA VEGETAL

Resultado de imagem para energia vegetalÉ muito interessante quando descobrimos que as plantas interagem com os outros meios de vida. Mas não se trata da interação que descobrimos lá na infância nas aulas de ciência quando os professores ensinavam a fotossíntese e a importância das plantas para nosso ar.

E sim da energia que a planta emana a partir de sua existência, como um ser em evolução no universo. Cada uma com suas particularidades e propriedades. Mas num âmbito geral, compartilham sua riqueza, sua energia pura, seus valores existenciais.

Existe por traz de toda essa magia da energia vegetal, a energia elemental, são outros seres que com zelo ajudam os vegetais a se desenvolverem saudáveis e com boa qualidade, também auxiliam na criação de novas espécies físicas.

Saraceni nos traz mais esclarecimentos quanto a energia vegetal.

Esta energia é de primeira grandeza para o nosso todo planetário. É ela que se espalha no ar, porque é a mais leve das energias aqui existentes. Com isso, torna-o úmido, uma vez que ela é essencialmente aquática.

Resultado de imagem para energia vegetalQuando uma planta emite sua energia, ela cria no ar uma condição única, que lhe permite absorver moléculas de hidrogênio e oxigênio. Somente com a energia vegetal, as correntes aéreas conseguem absorver água em moléculas.

Esse é um mistério desconhecido da ciência humana. Julgam que é pela evaporação que o ar se torna úmido, mas não é verdade. Quando o ar não está irradiado por essa energia, ele é tão seco quanto o ar dos desertos.

É de suma importância para as ciências humanas, a compreensão de certos fenômenos de natureza física e química. A diferença existente entre a Amazônia, com sua flora exuberante, e o norte desértico da África, é gritante. Embora o calor seja quase o mesmo, na floresta a umidade é impressionante, ao passo que no deserto ela quase não existe. Isso se deve à presença dos vegetais na Amazônia, e sua ausência nos desertos.

A energia emitida pelos vegetais é de origem aquática, e muito mais leve que a energia terrestre. Ela flutua no ar, e não é absorvida pelo magnetismo do solo. Com isso, vai sendo levada pelas correntes aéreas cada vez mais para o alto, onde a reunião de bilhões de moléculas forma as pesadas nuvens, que desabam em aguaceiros constantes. Esse é um fenômeno que se repete quase que com hora marcada na Amazônia. Ali, a emissão de energia vegetal é tão grande, que o ar fica totalmente úmido em consequência dessa energização aquática. A energia vegetal, como resultado final do amálgama energético dos quatro elementos que formam o todo energético planetário, é 80% aquática, pois dos vegetais não sai o calor (energia ígnea), nem a matéria (energia terrena). Os 20% restantes, são energias aéreas, que por ser em tão pouca quantidade, não a arrasta por distâncias muito longas. Temos então, na composição da energia vegetal, 80% de origem aquática e 20% de origem aérea. Muitos poderão dizer: “Mas o calor libera as moléculas da água ao elevar a sua temperatura!”.

Sim, isso é uma lei física, e portanto, indiscutível. Mas aqui estamos falando de energia emitida por uma espécie viva, que são os vegetais. Essa energia possui em sua composição energética 80% / 20%, e é ela que torna o ar capaz de absorver as moléculas de água, pois ela é o meio que as moléculas usam ao serem liberadas pelos vegetais.

Também temos nos lagos: rios, mares e oceanos, uma forte liberação de água em moléculas, através da ação do calor do Sol, ou do interior do Planeta, mas isto diz respeito à energia ígnea que, ao ser absorvida pela água, ocupa (desaloja) as moléculas e as expulsa do todo aquático. O que, não quer dizer que a umidade relativa do ar à beira-mar seja superior à umidade na exuberante floresta amazônica, ou qualquer outra floresta tropical. Não! À beira-mar o que existe é uma energia aquática com fortíssima radiação salina, e só. Na energia vegetal, encontramos um tipo de umidade que não encontra similar, assim como as outras energias aqui abordadas também não o encontram.

Mas a energia vegetal não é apenas criadora de condições propícias ao umedecimento do ar, que é uma energia seca. Ela também propicia o resfriamento do calor absorvido pelas correntes aéreas.

Mesmo que o calor seja intenso, devido ao Sol, se ficarmos embaixo de uma árvore frondosa, ficaremos mais refrescados que sob outra cobertura não vegetal. Isso se deve à irradiação constante que a árvore emite, e que abrange todo o seu redor, tal como nos mostra a figura abaixo.

 screenshot_2A energia vegetal tem também qualidades terapêuticas. É do conhecimento de todos, as propriedades medicinais e balsâmicas dos chás das ervas aromáticas. Neste caso, a substância extraída pelo aquecimento (calor) é a energia vegetal derivada da absorção da energia terrena que está condensada nas folhas, raízes e sementes dos vegetais. Esse tipo de energia vegetal não é irradiado, pois a sua origem não lhe dá condição física. Por isso uma raiz, ainda que passe muito tempo, conserva quase todas as suas qualidades terapêuticas.

São estes detalhes que escapam aos estudiosos das energias vegetais. Neles, temos um tipo de energia que é irradiante, e outro que é perene. Isso nos remete à energia cósmica (corrente contínua) e à energia universal (perene).

Verificamos que, até nos vegetais, temos as duas energias a se condensarem: a energia de origem aquática, por ter um pouco de aérea na sua formação, assume a polaridade negativa (neutrônica, irradiante), e a energia de origem terrena é o polo positivo (perene, estável, duradouro). Chegamos então, à principal utilidade da energia vegetal para o ser humano: com a energia irradiante podemos arejar um ambiente, o nosso campo espiritual e o nosso campo vibratório. Com a energia perene podemos curar certas disfunções biológicas, emocionais, energéticas e magnéticas. Por isso, quando nos alimentamos com vegetais (folhas, sementes, raízes e caules), nosso magnetismo se torna muito mais leve, e nosso corpo espiritual mais ágil e menos irritadiço.

A própria sutilização do nosso todo espiritual e físico tem muito a ver com o consumo de vegetais, que são energias condensadas. Quanto menos cozidos (calor), maior será a quantidade de energias disponíveis para absorção no processo de alimentação. Caso fossemos abordar todas as qualidades positivas da energia vegetal, certamente milhares de folhas seriam escritas, mas como estamos dando apenas uma leve noção das energias que compõem o nosso todo energético-planetário, acreditamos que o que foi dito, é suficiente.

Referência Bibliográfica

Saraceni, Rubens. O livro das energias. 1 Ed. São Paulo. New Transcedentalis. 1993

 

ENERGIA DESTRUIDORA

Como seres humanos, temos escolhas, logo podemos decidir se usufruímos em parte da energia destruidora ou a cortamos, quebrando a corrente.

Temos exemplos desta energia em nossa vida de forma positiva e negativa. Vamos lá:

Quando os pais precisam dizer NÃO.

Muitos têm a ideia de que não é negativo, assim acham que se precisarem dizer não irão se indispor com outrem, que falharão perante suas expectativas e também as alheias, mas o que realmente importa pra você? Dizer não é simples, mas será que está sendo dito no momento certo. Ou você está apenas se inundando com energia destruidora?

O silencio deixa a mente fervilhando e faz com que seu mental crie seus próprios monstros, assim você chega sempre em um limite, mas qual é o seu limite? As regras não foram feitas para serem quebradas, mas sim para serem RESPEITADAS. Logo se você não souber o seu limite, deixará a sua linha invisível dele expandir, uma pequena expansão faz parte do crescimento da vida, tiramos lição, porém sua expansão intensa não faz de você maleável ou bonzinho. Faz de você um ser DESRESPEITADO. Não basta apenas se impor, tem que fazer valer suas próprias regras, suas normas e sua verdade. Mas não de forma ferrenha ou ditatória. Se você respira respeito, expelirá respeito, não tem como suas ações discordarem do que você realmente é. E se isso está acontecendo com você, é porque primeiro você não se respeita, segundo porque o que você diz ser não condiz com que você realmente é, então se encontre!

Essa linha tênue e sutil do limite faz com que o NÃO se torne algo construtivo, assim a energia destruidora ela entra cumpre seu papel de forma positiva e sai pelo nosso organismo diferenciada e não viciada. Não basta dizer não, é preciso explicar o porquê dele.

O “sim” confirma, concorda, aceita uma condição ou situação que alguém ou algo externo a nós nos propõe, enquanto que o “não” expressa nossa liberdade de não querer ou de não concordar.

Você usando somente o sim, está disposto a arcar com todas as suas consequências, mas quais seriam elas?  Está disposto a se indispor consigo mesmo para não magoar alguém ou desfazer a energia de um ambiente quando ele lhe fere?

Ah mas a energia destruidora como seu próprio nome já diz ela vai nos corroer, nos destruir por dentro. Aí é que tá! Ela destrói sim, se você desrespeitar seus limites e deixa-la o invadir, com SIM ou com NÃO, ela entrará em seu corpo, invadirá suas entranhas, porém a quantidade e tempo de permanência quem determina é você!

Não conseguir dizer não, acarretará acúmulo de energias diversas, e quanto mais energia destruidora mais “- -“ e isso tem consequências, principalmente físicas, psíquicas e posteriormente psicossomática. Importante não ser egoísta, porque o egoísmo é o excesso de energia destruidora.

Resultado de imagem para PALAVRA  DESTRUIDORAOutro exemplo, é quando você se vê no meio do ciclo de uma fofoca, como você se comporta dentro deste ciclo, o inunda de energia destruidora ou dissipa-a. O ato de interromper uma fofoca mostra coragem, coloca respeito e quebra o ciclo, fazendo com que a energia destruidora se liberte do acumulo viciado e volte para o universo.

E um terceiro exemplo, é alimentação. Em todos os sentidos. Primeiro, quando não respeitamos nosso templo corpóreo. Segundo é uma referência as indústrias alimentícias que sabotam nosso combustível vital. Quantos venenos, agrotóxicos, e alimentos modificados em laboratório possuímos em casa? O índice de câncer na sociedade aumentando, assim como os índices de diabéticos, obesidade desde a infância e o descontrole de toda uma população por simplesmente não pensar e se deixar levar pelo chamado da energia destruidora?

Indo um pouco mais afundo e mexendo nas feridas, quando falamos em não respeitar seu templo, não fixa somente a comida, os vícios entram com tudo nesse ranking. Os vícios mais variados pertencem a uma cadeia de energia destruidora extremamente viciada energeticamente, que passa pelas sociedades como um furacão, levando cada vez mais, jovens aos consumos sem controle. Mas nesse ranking falamos de quais vícios? Todos, tabaco, cevada, entorpecentes, álcool, futebol, religião e política. Sim! Esses três últimos, são atingidos pelo fanatismo, e o que era boa vontade e diversão se torna uma bomba relógio, e o combustível desta bomba é a energia destruidora que leva ao fascínio e acaba com seus valores sem percepção.

O psicoterapeuta Bruno Carrasco nos presenteia com a seguinte frase: “Aprender a usar o “não” de maneira que nos valorize e que não desrespeite o outro é um grande desafio para nosso desenvolvimento”.

Vejamos o capítulo de Energia Destruidora do Livro das Energias de Rubens Saraceni:

Eis aí um tipo de energia muito especial. Onde se formar uma condensação muito grande dessa energia, algo de ruim acontecerá. Vejam que “próton” é sinônimo de estabilidade, ou positivismo, e, “elétron”, de instabilidade, ou negativismo. Estes são os dois polos energéticos do homem, da natureza, do planeta e de todo o Universo. Mas quando, numa pessoa, a combinação “- +” (princípio ativo e fim estável) se altera para “- -” (princípio ativo e fim ativo), a ação será constante, e essa situação irá perdurar enquanto a combinação não se esgotar, uma vez que são combinações negativas e altamente destruidoras.

O fenômeno se repete na atmosfera, provocando tufões, ciclones, furacões, vendavais, etc. Eles surgem da combinação de fogo e ar (“- -“). O calor (fogo) aquece o ar, e libera a água contida nos seus átomos. Estes se tornam mais leves (negativos), pois os elétrons são ativos (circulantes) e precipitam-se a grandes velocidades, criando as correntes aéreas de ordem totalmente negativas (“- -“), que são as ventanias.

Esse fenômeno se repete no interior do planeta, e causa terremotos e outras atividades de ordem sísmica. O calor interno alcança um veio de água, ou uma infiltração de água alcança o centro do planeta. O calor ataca a água, e libera uma onda energética de ordem negativa que irá evaporar (liberar) o polo negativo da condensação positiva água. Nesse polo, estão os elétrons dos átomos da água, portanto negativos.

Com isso, temos o aumento da pressão interna, e o aumento da temperatura, oriundo do aumento do número de elétrons liberados dos átomos da água. Os elétrons do fogo, somados aos elétrons da água, resultarão numa combinação formada por duas cargas eletrônicas de ordem negativa e altamente ativas (- -). Isso irá provocar um desequilíbrio no magnetismo do planeta, e um abalo sísmico será sentido na crosta terrestre (terremoto), ou na crosta marinha (maremotos), dando também início a vendavais, provocados pelo aquecimento do ar através da liberação do calor interno da massa terrestre.

Se observarmos bem, veremos que todos os dias são sentidos abalos sísmicos de baixas intensidades em algumas regiões. Eles se devem ao fenômeno de infiltração de água até o magma, ou à elevação deste até a crosta, e a consequente liberação de pressão do interior do planeta (calor = elétrons). Temos assim, a energia chamada de destruidora, ou “- -” (princípio ativo e fim ativo). Portanto, cuidado com seu equilíbrio energético! Não deixem que ondas de energias negativas Invadam seu todo energético e criem a combinação “- -“, que irá transformá-los em seres destruidores. Seres destruidores liberam energias destruidoras, expressas pelas ondas negativas da: Paixão, Inveja, Ódio, Cobiça, Revolta, Remorso, Volúpia, Desejos, Etc. Portanto, cuidado com essas ondas, porque depois de formada uma combinação “- -“, o resto do processo energético é todo negativo.

Fonte auxiliar:

http://www.tautonomia.com/2015/10/importancia-do-nao.html
Referência Bibliográfica:

Saraceni, Rubens. O livro das energias. 1 Ed. São Paulo. New Transcedentalis. 1993

ENERGIA FRIA

No livro das Energias de Rubens Saraceni ele nos ensina sobre a energia fria, vamos conhece-la:

A energia fria é caracterizada por ondas muito lentas e hiper carregadas de átomos neutros. Logo, nós a relacionamos com os nêutrons. Não é por acaso, que um átomo tem em sua composição prótons, elétrons e nêutrons. O magnetismo é frio, estável e poderoso, a ponto de paralisar um magnetismo mais fraco que caia sob sua atração energética. Um ser dotado de forte magnetismo assume a liderança de um grupo, e se impõe com extrema facilidade. Um corpo celeste faz o mesmo, assim como um núcleo atômico, que captura elétrons em função do seu magnetismo.

Tudo o que cair sob sua órbita (magnetismo), perde a liberdade, e passa a ser prisioneiro do seu poder (energia magnética). Um átomo somente é poderoso, se seus nêutrons forem de ordem positiva! Os nêutrons possuem dupla polaridade. Num átomo negativo, seus nêutrons são positivos, porque somente assim haverá uma agregação perfeita no núcleo. Ocorre o inverso num átomo positivo. Falta muito para que os cientistas cheguem a conhecer em profundidade a estrutura molecular atômica.  Por enquanto, são conhecidos apenas seus princípios mais rústicos, sendo que seus princípios mais sutis, permanecem incógnitos.

Mas o tempo a tudo soluciona, e chegará o dia em que até esses princípios serão descobertos. Aí poderão construir as tão sonhadas naves interestelares compostas de ligas ultra resistentes (somente positivas) e movidas a energias ultra econômicas (somente negativas).  Poderão decompor totalmente uma condensação energética em qualquer parte do Universo (matéria), e fabricar oxigênio ou água, tão necessários à sobrevivência da espécie humana. Mas isso é algo que somente o tempo poderá solucionar. Enquanto isso não ocorre, vamos conhecer um pouco mais sobre a energia fria.

Como dissemos no princípio, a energia fria é composta de ondas de comprimento muito grande, onde uma infinidade de nêutrons são arrastados por todo o Universo. No vácuo, na corrente contínua de energia cósmica, elas predominam, e por isso ele é tão frio.  O frio do vácuo é insuportável para qualquer habitante da Terra, e mesmo de outra formação planetária, pois ali as ondas não se medem em ciclos, mas em mega ciclos. No vácuo, tudo é imenso, e uma curva de onda fria tem muitos metros de comprimento. Comparando o comprimento de uma onda fria com uma onda de rádio, nós chegamos a isto:

As ondas de energia fria não são captadas pelos aparelhos mecânicos humanos por dois motivos:

  • 1° – Possuímos apenas aparelhos que captam ondas positivas ou negativas, e não as ondas neutras (neutrônicas);
  • 2° – O princípio neutrônico como energia magnética é totalmente ignorado pela ciência humana.  Como vemos, muito ainda é desconhecido pelo homem em seu próprio planeta. O que dizer então, da estruturação do Universo, enquanto energias?

O polo neutro de uma corrente de energia elétrica tem correspondência com a energia fria que estamos descrevendo: se a corrente positiva tem uma onda maior que a negativa, a corrente neutra tem o comprimento da soma das duas, elevada à décima potência.

Logo:

C.O.E.F. = (C.O.P. + C.O.N.),  Onde: C.O.E.F. = Comprimento de Ondas de Energia Fria

C.O.P. = Comprimento de Ondas Positivas C.O.N. = Comprimento de Ondas Negativas,  Ou se usarmos números escolhidos ao acaso, chegaremos a:  C.O.E.F. = (l00 + 10)10.

A onda positiva é o quadrado da onda negativa. Por isso, é no polo positivo que menos sentimos a força (energia) de uma corrente elétrica. No polo neutro nada sentimos, porque as ondas da energia fria (neutrônica) são muito maiores que a humana, que também é menor que a onda positiva da energia elétrica. Já a onda negativa é menor que a humana, e por isso ela nos atinge com tanta intensidade. Isso elucida o princípio segundo o qual “o maior passa pelo menor, sem alterá-lo”, pois o envolve, ou vibra, num padrão superior. O mesmo não ocorre com o menor, que não passa por um maior sem alterá-lo. A energia fria é fria, porque ela não possui elementos positivos ou negativos (carga), já incorporados ao nosso todo espiritual e físico. Mas, se num capítulo anterior falamos que os raios do Sol têm ondas que, ao se refratarem no cinturão celestial, chegam até nós como energia quente (calor) somente nas faixas de captação central, o mesmo não acorre nos polos (extremos do planeta), onde o magnetismo (positivo e negativo) está mais concentrado. Ali o magnetismo planetário absorve os nêutrons (energia fria) que nos são enviados pelos raios solares.  Já falamos que o magnetismo mais forte absorve o mais fraco. Por isso, é nos polos magnéticos que os nêutrons que nos chegam do Sol, através de sua energia luminosa, são captados. Em função da inclinação do eixo magnético, as ondas luminosas chegam assim:

Essa inclinação permite que a onda fria seja refratada pelo cinturão de energia celestial, e que nosso planeta receba o terceiro componente do todo atômico, que são os nêutrons. Estes alimentam com seu magnetismo e equilíbrio, os elementos positivos (Água e Terra) e negativos (Fogo e Ar) do nosso amálgama energético, em contínuo processo criador (Vida).

Sem a incidência das ondas de energia fria carregadas de nêutrons, a vida como nós a conhecemos não seria possível, pois é essa corrente que fornece a energia neutra que separa os padrões vibratórios das diversas energias, e impede que nossos órgãos se desagreguem com a invasão de energias viciadas, ou de padrão (ondas) maior ou menor. Logo, temos na nossa energia neutra apenas uma adaptação (desdobramento) da macro energia fria. Sentimos frio, é porque há muita concentração de nêutrons no ar (ondas neutrônicas), e poucos elétrons (ondas eletrônicas). Se sentimos pouca receptividade a uma ideia exposta num auditório lotado, é porque ela era de natureza fria (neutrônica), e “esfriou” os ouvintes. Mas se ela for de natureza quente (eletrônica), o auditório não só ficará atento, como será envolvido totalmente por ela.

Esse é o princípio adotado por políticos, advogados, pastores evangélicos, artistas, etc., etc., etc. Todos emitem ondas de energia negativa (elétrons = ação), e não só despertam a curiosidade, como acabam envolvendo nas suas ondas, os seus ouvintes. O som é Ar (negativo), e a imagem é Terra (positivo). Logo, quem com o som criar uma imagem sólida (princípio negativo e fim positivo) fatalmente irá ter grande magnetismo, atraindo aqueles de magnetismo inferior.

Terá uma multidão à sua volta, e será elevado às alturas como um semideus. Será que ficou claro como são e como agem as energias, quando transportadas ao ser humano?  Então, não sejam energias frias para não serem absorvidos por condensações positivas ou negativas.

Se o fizerem, perderão o fictício e mitológico “livre arbítrio”, ou se tomarão insensíveis: à dor, ou ao amor, ao prazer, ou ao ódio, ao desejo, ou à vida. Entendam, tanto no macro quanto no microcosmo, o que é energia fria e deixem de ser neutros, pois ela é sinônimo de ação vibratória muito lenta e de comprimento muito grande. Seria como ter uma boa ideia hoje: e somente tomá-la realidade muito tempo depois, quando ela não fizer mais sentido.

Nosso resumo e uma equação hipotética para compreensão:

img_2208

Fonte: Livro das Energias – Rubens Saraceni

ENERGIA COLORIDA

Do ponto de vista humano, esta é a energia mais interessante, pois revela o quanto é pequeno nosso alcance visual, e como somos limitados nos nossos sete graus da escala divina. Tudo o que não vemos, escapa ao nosso controle racional, ainda que percebamos que algo mais existe e que podemos observá-lo por meios especiais de ordem mecânica. Sim.

Ao lado das sete ondas de cor contidas na nossa luz branca, milhares de outras existem, e estão aí se irradiando, dia e noite, sobre nós, chegando de todos os micro pontos luminosos que, de distâncias imensuráveis, nos enviam suas energias luminosas. A luz é uma energia, mas as cores também são energias derivadas de amálgamas energéticos. Um raio de luz pode ser decomposto em várias ondas (cores), que têm funções específicas no amplo espectro luminoso e colorido do Universo. Chamamos de energia colorida às ondas curtas ou longas contidas no interior dos raios luminosos que nos chegam de todos os pontos do Universo. Existe um aparelho com a capacidade de detectar vinte e um tipos de ondas energéticas contidas num raio de luz solar, mas nós não as identificamos, senão como variedades dos sete principais. Logo, chegamos à conclusão de que somos o que é nosso amálgama energético. Não conseguimos denominá-las, senão como misturas de cores, mesmo que, em verdade, não o sejam, porque são ondas distintas e muito bem identificadas por aquele aparelho. Nele, as ondas coloridas abrangem toda a escala visível, com picos bem definidos quando centrado na direção do espaço infinito. Isto significa que os raios luminosos mais diversos e diferentes entre si estão sendo captados dos corpos celestes espalhados no vasto cosmos à nossa volta. Podemos concluir que as cores são energias, tendo algo de especial a ser observado. Foi partindo deste princípio que iniciamos nossas observações mais acuradas. Não demorou muito para identificarmos, nas cores, as formações atômicas das condensações energéticas com capacidade de centrar e refletir uma vibração especial para cada cor analisada. Vejam que, na natureza terrestre, muitas cores sintetizadas dão as características de várias plantas, como a cor de uma flor pode caracterizar uma espécie. Também seu cheiro agradável é perceptível ao nosso olfato, relacionando-a ao nosso emocional. Identificamos na cor característica de cada espécie, uma onda irradiada que alcança um certo círculo à sua volta, resistindo à ação desintegradora do ar, por algum tempo.
Também identificamos que a cadeia atômica formada numa planta, irradia um cheiro característico, que somente as espécies vivas possuem, uma vez que após a sua morte, um outro odor parecido, mas muito mais concentrado, é exalado. Este vai se esvaindo, até a perda total de vibração atômica, e a consequente neutralização energética, que é absorvida pelo ar, pela água, pelo fogo ou pela terra. Identificamos, também, outras funções específicas em relação às cores. Como toda cor significa que uma energia está vibrando, analisando as ondas energéticas coloridas, chegamos à mais agradável descoberta: as cores absorvem energias negativas, e expelem ondas positivas no meio sob sua influência direta. Como as cores possuem identificação mística com os símbolos, dons e virtudes originais desde a mais remota antiguidade, chegamos a outra espantosa descoberta: os vegetais têm a capacidade de absorver as energias negativas que circulam livremente em todas as direções, no nosso planeta e à nossa volta.
Cada vegetal possui uma cor que capta um tipo (padrão vibratório) de energia negativa que circula à sua volta. Após tê-la absorvido, transforma-a e a irradia, já com uma qualidade (onda) positiva e estável, que se integra, pouco a pouco, à energia universal que vibra de forma perene, aumentando a concentração desta energia no local sob sua irradiação. Identificamos cada cor com uma energia negativa absorvida, e outra positiva irradiada. Eis como as classificamos, depois de minuciosas observações de flores e plantas em relação ao homem e seu meio:
Branca – absorve todos os níveis vibratórios negativos, e irradia paz, amor, bondade e desprendimento;
Azul- absorve energias viciadas de ódio, e irradia amor, contemplação, e introspecção;
Amarela – absorve energias de inveja, e irradia proteção magnética;
Verde – absorve energias radiativas e enfermiças e irradia energias magnética e universal, e em menor quantidade, a energia celestial. Logo nós a identificamos com a saúde;
Lilás – absorve as energias na mesma faixa da onda ultravioleta, assim como as negativas originadas do ódio, inveja e ambição. Irradia amor, saúde e paz, além de estimular o altruísmo.
Vermelha – absorve todos os tipos de energias negativas e irradia uma onda do mesmo comprimento que a do elemento Terra. Logo, nós a identificamos como energia magnética, forte e positiva;
Alaranjado (dourado) – absorve todas as energias negativas e irradia ondas de energias positivas que se identificam com a fé, o amor, o conhecimento e o sexo. A inflexibilidade vibratória é sua maior característica: por mais irradiações que absorva, sua constância vibratória permanece inalterada;
Marrom – absorve energias de origem enfermiça tais como: neuroses, neurastemia, irradiações radiativas de desequilíbrios emocionais os mais variados possíveis. Irradia à sua volta circunspecção, introversão, racionalização e quietude. Nós a identificamos com a Lei e a Fé, duas virtudes que têm esses predicados vibratórios onde quer que existam.
Preta – absorve todos os níveis de ondas coloridas e irradia apenas uma onda vibratória muito poderosa, que identificamos com a energia cósmica, enquanto corrente contínua, pois absorve no vácuo, todos os elétrons negativos expelidos pelos acúmulos excessivos das condensações energéticas. Logo, quem usar o preto estará criando um cinturão de energia cósmica à sua volta, que o tornará propenso a se entregar às influências dessa poderosa energia, além de ser todo irradiado por suas energias derivadas, que dão ao seu receptor uma grande força interior no sentido de ação transformadora, que é uma característica cósmica das energias negativas.
A cor se relaciona, no macrocosmo, com a predominância de um elemento na formação de um amálgama energético. Para cada cor que nos chega do espaço infinito do Universo, um elemento pode ser identificado, e isto, dentro da escala de energias, significa que milhares de elementos devem existir, porque cada elemento tem sua vibração característica e cor específica, ainda que não possamos visualizá-lo. Chegamos a outro ponto que nos interessa: as cores influenciam todo o Universo, tanto no macro, quanto no micro. Se elas identificam elementos originais, devem ter correspondência, no micro, com as formações atômicas dos elementos químicos que aqui existem. Isto significa que, em função das irradiações que nos chegam de todos os pontos do Universo, de uma maneira por nós ainda desconhecida, as formações atômicas encontram correspondência com os elementos originais formadores da vida no Universo. E isso tanto é verdade que, se nos quatro elementos originais formadores do nosso planeta, milhões de seres elementais originais e uni-vibratórios existem, também nas formações cristalinas, vegetais e minerais existem seres em formação.
Screenshot_1Chegamos assim, a outra espantosa conclusão: nós não estamos sozinhos, seja no Universo, seja no planeta Terra. Muitas outras espécies, que ainda não atingiram o estágio humano, existem, sem que tenham consciência disto. Se seres habitam os minerais, os vegetais, o fogo, a água, o ar e a terra, e mesmo o nosso próprio meio, com todas as espécies de animais existentes, concluímos que o Universo está tanto no micro (planeta), quanto no macro (em si mesmo), pois as cores nos confirmam isso de forma cabal.
Se conhecermos a chave energética de ingresso no reino vivo que existe no meio aurífero, lá encontraremos um mundo fantástico de seres dourados, que têm a guiá-los um sentido sólido de ação, que relacionamos com o das pessoas de cor dourada (cor do corpo espiritual que envolve o corpo fluídico original). Chegamos então, a uma indagação mais perturbadora: serão estes seres auríferos, os mesmos que um dia tiveram a cor dourada como matiz dos seus envoltórios espirituais? Será que um ser aurífero é o “irmão mais novo” do ser humano que tem esta mesma cor como fundo do seu todo espiritual?
Screenshot_2Bem, a resposta “N”, não obtivemos pois somos espíritos em evolução, e estamos ainda na quinta esfera ascendente, sendo que os conhecimentos da sexta esfera nos são inacessíveis. Ou subimos mais para saber qual e a resposta, ou nunca a teremos. Isto é o que nos impele para a frente e para cima. Um ser que está na sexta esfera, nunca irá nos dizer o que sabe, porque sabe que este conhecimento nos é vedado.
É em função disso, que encontramos uma espécie de ser vivente quando ingressamos num reino cristalino que vibra em determinada cor, e outra espécie quando ingressamos em outro reino com outra cor a vibrar. Embora parecidas na forma, as espécies são diferentes nas vibrações, donde concluímos que:

1- Se existem reinos com seres viventes em todas as condensações energéticas, e isso é comprovado por espíritos com capacidade de neles penetrar, temos nas cores, uma amostra de como são suas ondas vibratórias, pois para cada elemento e cor um remo existe;

2- Temos aqui uma amostra de como deve ser a vida Universo: e isso é fascinante! Esses seres não desconhecem nossa existência, assim como nós não os desconhecemos, e ainda assim, a harmonia existe. Na verdade são reinos paralelos, ou dimensões coloridas, que existem ao lado da cor branca da luz solar, e da cor azul do amálgama energético planetário.
Para a física, as cores podem ser apenas uma reflexão de ondas coloridas, mas para nós, cada uma dessas ondas revela que um reino elemental ali existe e que ele está habitado por milhões de seres diferentes de nos na aparência, mas que vibram uma ou várias das qualidades derivadas dos sete símbolos, dons e virtudes originais, que trazemos gravados em nosso mental positivo (superior) como herança genética divina. Daí, ou nós já fomos como eles ou, quem sabe, um dia eles serão como nós. Mas, até que alcancemos um grau de evolução e ascensão que nos permita obter essa resposta, vamos viver num meio o mais colorido possível. As cores são energias que podem absorver outras energias que estão à nossa volta, ávidas por nos penetrar, como as energias que, por ignorância nossa, vibram continuamente em nossos mentais inferiores (negativo).

ENERGIAS PLANETÁRIAS

As energias planetárias são por demais nossas conhecidas, pois é a partir delas que os corpos se formam.
Não abordaremos as energias de outros planetas, porque isto não nos é permitido. Ficaremos restritos às energias do planeta Terra. Esta é uma amostra que poderá ser comparada ao que se sucede em outros planetas, uma vez que nada muda no Universo, e as leis que regem o micro são as mesmas que regem o macro cosmo. A única diferença, se dá em função da existência ou não de outros elementos originais formadores dos corpos peculiares de cada planeta.
Do amálgama dos quatro elementos, que é absorvido tanto pelo corpo carnal quanto pelo espiritual, resultará que nos elevaremos em vibração, magnetismo, luminosidade e cor (V.M.L.C.), ou que cairemos para faixas com números negativos, onde luz e cor se tornam totalmente ausentes, o magnetismo cai numa faixa de energia negativa, e a vibração se torna desagregadora das constituições energéticas aqui existentes.

O planeta Terra tem vibração, magnetismo, luz e cor próprias, que se encaixam na vibração, magnetismo, luz e cor. Isto ocorre porque são resultantes do amálgama energético. Suas resultantes nunca seriam inferiores: o magnetismo é composto com as energias dos quatro elementos e resulta da vibração que a energia planetária alcança. Logo, luz e cor próprios são derivados do magnetismo. O que as sustenta (origina) é o magnetismo, não a vibração de qualquer substância.
Coisas tão sutis, somente são comprovadas, após o corpo espiritual ficar liberto do corpo carnal, e deixar de absorver o amálgama energético resultante da ingestão dos alimentos, água, ar e calor materiais. Assim que ocorre a separação do espírito e da carne, esta fica sem a energização que lhe chegava através do cordão mental, que se liga ao mental divino transmitindo-lhe a energia divina. Ela começa, então, a se desintegrar, uma vez que o corpo humano é somente uma condensação de energias.
O espírito, depois de libertar-se do corpo, vai estacionar numa faixa de E.V.M.L.C. que existe no seu mental e, já liberto do corpo carnal, vai, pouco a pouco, transferindo a energização do corpo espiritual para o mental, até que um equilíbrio entre o todo espiritual e o corpo se estabeleça. Somente após este processo é possível medir o magnetismo, a vibração e o matiz (luz e cor) contidos (absorvidos) no todo espiritual (mental, racional e consciência), e determinar com precisão qual é a faixa de luz alcançada por um ser humano que absorveu, por um certo período, o amálgama de energias oriundo dos elementos Ar, Água, Fogo e Terra.
A energia planetária é tudo isso que acabamos de explicar. As leis não se alteram, e são as mesmas tanto para o micro, quanto para o macro cosmo. O mesmo vale para o planeta Terra, que é composto da condensação dos quatro elementos, ou energias, originais.
A água que bebemos é uma substância viciada (energizada) com outros elementos; não é o elemento original “Água”, mas sim um composto energético que se materializou, ao ser ingerido, irradia outro composto energético (corpo humano, animal, vegetal, terra, etc.)
A terra que pisamos não é o elemento original “Terra”, mas sim a substância resultante de um composto energético que tem neste elemento a sua origem e sustentação energética, que a mantém sólida e palpável.
O mesmo acontece com o Ar e o Fogo.
Os elementos designados com esses nomes não são os mesmos que nos deram origem, e que nos sustentam em nossa evolução nos estágios já vivenciados, e naqueles ainda por vivenciar.
Vejam como é difícil dissociar as energias planetárias das energias espirituais, humanas, elementais, etc.!
O Fogo atua de fora para dentro, enquanto a Água parte do princípio inverso. Se temos uma concentração energética, por exemplo álcool, e lhe atiramos uma fagulha, esta vai consumi-lo até que nada mais reste. Posteriormente, o fogo irá se extinguir por completo, devido à ausência da energia que lhe dava meios de se expandir. O mesmo acontece numa tragédia qualquer: alguém desperta sua energia ígnea (ódio). Depois que destrói (consome) a substância que alimentou (expandiu) a fagulha inicial, apaga-se por completo, e sobrevém uma sensação derivada da Água (remorso, tristeza), que irá apagar o “fogo interno”, uma vez que, sem algo para alimentá-la, a energia ígnea não tem como subsistir.
Isto se deve ao fato de que tudo é função do amálgama energético resultante da viciação energética entre os elementos originais. Se pegarmos como exemplo uma árvore, veremos que ela é composta pelos quatro elementos. Se pegarmos outros exemplos, veremos que todos se enquadram nesta constatação.
O planeta Terra possui um magnetismo próprio resultante do composto energético que o sustenta, enquanto energia condensada.
Esta energia, ou energias, também resultam numa vibração característica. Esta energia, magnetizada e vibratória, possui um matiz (luz e cor) próprio, que pode alterar-se, dependendo do ângulo e da distância em que o planeta for observado de fora do cinturão celestial.
A Terra, quanto à sua luz e cor, é, aos nossos olhos, um planeta azul. Isso se deve ao reflexo da luz solar que nos chega, e ocorre porque a maior parte do planeta é constituída a partir do elemento Água. Sendo assim, seu reflexo, para um observador situado entre os números 273 e 280 da escala O.V.E., será predominantemente da cor azul. Mas para um observador que tenha uma visão acima ou abaixo destes números (dimensões), ela poderá transparecer outra cor, em função do poder de captação dos seus olhos. Se ele for uma condensação energética de 21 elementos originais, certamente sua capacidade visual será de absorver vinte e uma cores diferentes. Logo, o azul pode não estar entre elas, caso o elemento Água não faça parte de sua composição. As cores que se destacarão poderão ser as da Terra, do Ar, ou do Fogo, e a cor da Água lhe parecerá incolor e invisível.

A cor que detectamos no planeta Marte, ou Vênus, ou Saturno, pode não ser a cor do elemento predominante, ou que ocupa maior volume no todo da condensação de energias.
Mais uma vez, observem que o macro apenas repete o que é o micro.
O planeta Terra é formado, em 75% do seu volume visível, por água. O mesmo fenômeno se repete no ser humano encarnado. E isso porque somos um amálgama da condensação das energias dos mesmos elementos que compõem nosso planeta.
O azul é predominante na reflexão da luz solar. Logo, sua cor é azul e sua luz também o é, pois no centro energético da Terra as vibrações adquirem a predominância vibratória azul.
As energias planetárias circulam em duplo sentido. O nosso planeta possui dois polos magnéticos poderosíssimos, que são o norte e o sul. Eles têm como função possibilitar a constante rotatividade das energias aqui produzidas.
Caso não houvesse a distribuição dessas energias por todo o planeta, ocorreria que, em certos pontos, o ar, a água, a terra e o fogo ficariam tão sobrecarregados, que tempestades, maremotos, ciclones, vulcões, abalos sísmicos, secas, ventanias, etc., destruiriam a vida, e o caos voltaria a existir.
Quando o autor bíblico citou ” … no princípio só o caos havia”, ele quis dizer que, foi a partir da ordenação da condensação de energias, surgida do amálgama das energias dos elementos básicos, que a vida, como nós a conhecemos, se tornou possível.
Foi a partir de princípios (leis) imutáveis, que essa ordenação foi possível.
Então, quando o mesmo autor citou o “sopro divino”, ele quis dizer que existe uma coordenação de movimentos (circulação) de energias. Vamos dar, numa figura, um exemplo dessa ordenação:

Na primeira figura, observamos a localização das faixas onde são captadas as energias em função da perpendicularidade da crosta terrestre em relação aos raios solares. O filtro composto pelo cinturão celestial permite, na parte mais diretamente exposta (exposição frontal), que energias quentes sejam captadas e, nas partes mais inclinadas, que as vibrações que o atravessam, sejam energias frias, ou radiações que tornem o meio ambiente local propício à formação de energias frias, quando somente os elementos Ar e Água se combinam para dar origem a uma substância viciada.
Os polos magnéticos se formam em função da bipolaridade que existe em toda e qualquer energia. Isto se deve ao fato de que a energia divina, ao ser desdobrada, deu origem à energia universal e à energia cósmica, sendo a primeira positiva e a segunda negativa.
O amálgama energético planetário assumiu este dualismo, e criou-se um polo norte, e um polo sul. O norte foi apontado para o topo (cabeça) do planeta. No ser humano, é na cabeça que se localiza o mental, e também é por onde a energia universal penetra, através do cordão mental que nos liga ao mental divino. Logo, o norte magnético é por onde entra, em nosso planeta, a energia universal, e o sul, é por onde ela sai (fig. abaixo).

Em dado momento, houve a condensação das energias dos quatro elementos básicos, que por sua vez deu origem ao caos. Após as polarizações magnéticas se definirem, resultou o que temos hoje: um planeta totalmente energizado, que sustenta uma infinidade de tipos (espécies) de energias (seres). Todos estes seres trazem em si, um pouco do amálgama energético chamado “Terra”.
Após a formação, começou a imantação do todo energético pela energia universal, que impôs uma ordem estável ao caos existente. Mas, como essa estabilização não permitia desdobramentos das energias planetárias, houve a necessidade do ingresso da energia cósmica, que é uma corrente contínua de energias. Foi depois do ingresso dessa energia que nosso planeta adquiriu movimento, e a vida pôde surgir.
Então, temos algo parecido com o que demonstramos:

Esta figura mostra que ambas penetram pelo polo magnético norte, descem até o sul e retornam ao norte, num movimento contínuo. Com isso, criam-se canais energéticos bem definidos. Uma laranja, com seus gomos, demonstra no micro o que estamos demonstrando no macro (planeta). Se observarmos a distribuição das águas salgadas, veremos que elas têm uma certa correspondência com este modelo. E no interior destes “gomos” energéticos que são formadas, armazenadas e colocadas em ação as energias que se formam a partir do amálgama dos quatro elementos.

Porém, pela absorção da energia solar, um outro movimento energético também se forma. Este movimento tem seu ponto de captação mais forte, na altura das duas linhas onde estão as faixas captadoras, na primeira figura. As energias solares são atraídas pelo núcleo planetário, e dali se irradiam por todas as direções.
A distribuição não é totalmente uniforme, pois devido às formações geológicas, alguns percursos são tortuosos e alcançam a crosta com maior dificuldade. Regiões montanhosas têm maior dificuldade em recebê-las, pois as rochas bloqueiam sua passagem. Já as regiões desprovidas de grandes formações rochosas têm o subsolo mais quente, porque recebem as radiações que partem do núcleo planetário com maior facilidade.
Como a luz (energia) solar, ao se infiltrar pelo cinturão celestial, sofre uma filtragem, o que chega ao solo é uma energia rarefeita, que imediatamente recebe cargas poderosas de energia cósmica, e se desarticula totalmente, criando um novo caos energético, que se espalha por toda a crosta, até ser absorvido. Isto cria um novo sentido de circulação para essa nova mistura energética.

Na figura acima, vemos o amálgama energético que se forma a partir do movimento das energias universal, cósmica, solar e planetária.
São energias circulando em todos os sentidos, criando ondas sobrepostas, confluentes, ou em choques contínuos. Desses choques, surgem as correntes de ventos, as regiões mais propícias à acumulação de calor, águas e nuvens (mas num plano unicamente energético), assim como ao surgimento de cristais, minérios, solos férteis ou estéreis, etc.
Os radiestesistas conhecem bem estes fenômenos energéticos, e sabem como localizá-los na crosta terrestre. Os mais sensíveis detectam até o tipo de condensação que se formou (água, minérios). Sentem-no com tanta precisão, que muitas vezes descobrem-se jazidas de minérios, ou imensos veios d’água subterrâneos, a partir de suas informações.
Quando o homem construir um aparelho que tenha a mesma sensibilidade que os radiestesistas possuem, poderá localizar os tipos de substâncias que desejar. Elas nada mais são que condensações das energias planetárias, que se solidificam a partir do amálgama surgido das viciações das energias puras dos quatro elementos formadores do nosso planeta.

Livro das Energias – Rubens Saraceni

Energia Cósmica

Como abordado e falado no primeiro post da série de estudo de 2016 do CENDEE, trazemos a compilação do Livro das Energias de Rubens Saraceni que nos detalha sobre a hierarquia das energias…

Energia Cósmica

A energia cósmica é derivada da energia divina, que, por sua vez, é o mental divino em ação constante. Tem um fluxo constante, tal e qual as correntes aéreas do planeta Terra, ainda que, em certos momentos, assumam a aparência de verdadeiras tempestades cósmicas. Neste estado alterado, ela influencia as energias solares, planetárias e estelares.

Quando, em um dado momento, há um número muito grande de elementos em desequilíbrio, a energia cósmica fica em total desarmonia vibratória, e entra em convulsão. São essas alterações que, às vezes, influenciam o clima de nosso planeta. A energia cósmica atua em todo o Universo. A constância de seu fluxo a torna uma corrente energética contínua. Não podemos dizer onde começa, e muito menos onde termina. Onde quer que a observemos, seu magnetismo é encontrado.

Essa energia é de ordem negativa, se a compararmos com a energia universal. Ao usarmos o termo “negativa”, o fazemos em razão de sua trajetória aparentemente desordenada: ora seu fluxo é ordenado, ora é uma verdadeira tormenta cósmica, com redemoinhos fantásticos que alcançam as dimensões de um sistema solar. Em seguida, reduz-se ao tamanho de um planeta. Isso acontece quando existe, em determinada região, um acúmulo de energias estáticas oriundas de estrelas e de planetas.

Essas energias estáticas são concentrações de elétrons que tornam a energia universal um tanto quanto sobrecarregada, ou desequilibrada. Quando isso ocorre, a energia cósmica os absorve, e entra em total ebulição energética, provocando as tormentas cósmicas. Essa movimentação desordenada na corrente cósmica nada mais é do que a absorção do excesso de elétrons acumulados.

A corrente contínua se sobrecarrega, entra numa agitação desordenada, e somente se acalma após a absorção total dos elétrons e sua posterior dispersão no fluxo contínuo. Essa dispersão significa que os elétrons, sem núcleos a segurá-los numa órbita estável, serão espalhados ao longo de bilhões e bilhões de quilômetros-luz do Universo.

Somente nos sistemas (planetários, solares ou este lares) onde houver deficiência desses elétrons, haverá a descarga, pois a função da energia cósmica é exatamente a de purificar os locais onde exista o acúmulo, conduzindo-o para onde haja deficiência. O excesso de elétrons coloca o sistema estelar em desarmonia, alterando seu poder gravitacional, assim como o poder de pulsação cósmica. Sim, todo o cosmos possui um sistema de inspiração e expiração, tal qual o sistema respiratório-circulatório do ser humano.

Se, numa inspiração, o corpo estelar se sobrecarrega, e surge em seu interior, áreas de acúmulo energético, ele entra em desarmonia vibratória. Na expiração, ou movimento energético de dentro para fora, o acúmulo é expelido e é lançado na corrente contínua de energia cósmica, que sofre alterações em seu magnetismo, entrando em estado tempestuoso.

Existe também, a produção constante de átomos energéticos em função da própria metamorfose energética dos corpos celestes. Se, em dado momento, um desequilíbrio vibratório se forma, o excedente precisa ser retirado para que cataclismas energéticos não sobrevenham. Essa metamorfose, ou química energética, é responsável pelos abalos sísmicos que tantos danos produzem em nosso planeta.

Quando o corpo (planeta, satélite ou estrela) já não consegue reter o excedente dentro de si com sua força de atração gravitacional, ele é expelido de forma violenta e incontrolável, até que o interior volte a equilibrar-se energeticamente.

É bom que se diga que um corpo celeste também é absorvente de energias (cósmica, universal, celestial, estelar, galáctica e solar), que o sobrecarregam, até que se formem verdadeiros veios energéticos. Quando isso acontece, a química, ou metamorfose energética, tem início. Logo o corpo começa a sofrer de inchaço energético. A partir disso, surgem os furacões, tufões, ciclones, maremotos, secas, chuvas, vendavais, etc. Estas tormentas nada mais são do que a explosão desses acúmulos intra-corpo (planetários).

Quando essas ondas energéticas alcançam a superfície do corpo (planeta), podemos senti-las de forma desordenada pelas turbulências que causam nos elementos que o compõem: Água, Ar, Terra e Fogo.

Com o experimento desse acúmulo, toda uma região entra em desarmonia vibratória, e as catástrofes advêm com suas intensidades características. Mas, pouco a pouco, a energia universal o absorve, até que, de forma ordenada, ele saia do corpo de atração gravitacional, e fique disperso no vácuo cósmico. Ali, ele perde sua força ativa, e torna-se energia estática, até que o acúmulo se torne tão intenso, que desperte, por atrito, a energia cósmica, e seja absorvido por sua corrente contínua.

A partir daí, ele será levado de forma constante até uma região do Universo onde a energia universal esteja deficiente em seu grau vibratório. “Energia”, existe apenas uma! O que a diferencia são seus graus vibratórios.

Se assim procedemos, é para darmos uma noção didática de como nos situamos perante as energias que existem à nossa volta, apesar de não incluirmos as energias dos elementos formadores do nosso planeta. Também não é possível visualizá-las num gráfico, mas se o fizemos foi para podermos demonstrar como elas se distribuem. A energia divina se divide em cósmica (ou ativa), e universal (ou perene).

Sendo a energia cósmica um dos dois polos da energia divina. Aleatoriamente, nós a classificamos como negativa em função de, no macro (Deus), a encontrarmos em correspondência com a energia negativa do homem (micro).

Sim, o homem tem a compor o seu todo carnal e energético, um polo positivo e outro negativo. Logo, o macro tem na energia cósmica o seu polo negativo, e na energia universal, o positivo. Se o polo negativo do homem o movimenta, e lança seu emocional em vibrações desordenadas que lhe despertam as sensações viciadas, até que não mais possa dar vazão ao seu acúmulo, a energia cósmica (que é, no macrocosmo, negativa) tem que assumir a aparência de tormentas energéticas cósmicas sempre que há um acúmulo de elétrons numa determinada região do seu Universo (micro).

Enquanto as vibrações desordenadas não forem descarregadas do nosso todo espiritual (aura), estaremos suscetíveis a explosões emocionais (cataclismas) tais como: choro, histeria, ódios, revoltas, etc. Enquanto não houver a dispersão total deste acúmulo, as tormentas não cessarão. No Universo, tudo é igual em forma, meio e fim, assim como no seu princípio.

As leis são as mesmas, tanto no micro quanto no macro, e assim sendo, se o acúmulo de energias no interior do planeta causou um cataclisma (explosão emocional), este terá fim somente quando se esgotar todo o acúmulo energético (esgotamento nervoso) e voltar, o corpo, ao seu estado energético (vibratório) natural. Não existe diferença entre o funcionamento de um átomo, de uma célula humana, de um ser humano, ou do Universo. Os processos são idênticos, pois tudo é energia, e nós não passamos de uma molécula energética viva, no vivíssimo todo divino, que é Deus.

Um planeta não é outra coisa que não a concentração de vários graus de energia dos elementos que o compõem. A Terra é um exemplo disso. Sabemos que Água, Ar, Terra e Fogo são os seus componentes, sustentados na forma planetária pelos diversos graus das energias universal, celestial, galáctica, estelar e solar, que se estabilizam e lhe dão uma forma sólida (condensada), de várias gradações energéticas, formando o seu amálgama. Por isso, se Deus é uno na origem, é dividido na forma (“+” e “-“), porque somente do choque de duas energias se faz a luz (Vida), ou se movimenta algo mais leve em tomo de algo mais pesado (gravidade), ou se solidifica algo etérico  (corpos celestes), ou se consegue misturar vários elementos que, puros na origem, quando misturados passam a dar forma a outros tantos tipos de energias (vegetal, animal, aquática, etc.).
Resumindo, classificamos a energia cósmica, que circula por todo o Universo, como sendo uma corrente contínua. Ela entra em ebulição energética (tormentas cósmicas) apenas se a energia universal estiver viciada em alguns dos seus pontos. O excesso de elétrons (vibrações energéticas emocionais do macro) acumulados é absorvido por esta corrente. Posteriormente, é descarregado no espaço sideral, para que alcance outros pontos onde haja falta de elétrons.

Observação de espíritos: Usamos aqui o termo “elétron” em função de não conhecermos outro termo que tomasse nossas abordagens mais claras.