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Aula Corpos Espirituais – 7° Corpo – Átmico – Espírito

  • Espírito Pleno
  • Transparente – invisível
  • Foge a todo o entendimento humano
  • Transcende a tudo que tem na existência Onipresente absoluto (é a capacidade de estar em todos os lugares ao mesmo tempo)
  • Constitui Essência Divina
  • Onde está guardado todos os “valores” do ser
  • É como a planta: é semeada, brota, se desenvolve, dá seus frutos, e recicla-se, sem deixar sua essência de vegetal.
  • Não tem forma, mais acredita-se que seja um ponto de luz.

No livro Além da Matéria, Gleber nos traz a seguinte descrição:

Essência divina, consciência pura; diretora de idiogênese.

O corpo átmico é a própria partícula da vida, o principio coordenador. Também chamado de eu cósmico, mônada e semente da vida. É o espírito puro. Impossível descrever sua essência divina. Imanamente, transcendente, inexplicável e indescritível – ao menos segundo padrões humanos. Apenas é.

O corpo átmico é o ser principal, criação direta do Todo-Sábio. Tanto quanto seu criador, só pode ser sentido. Parcialmente e palidamente poderá ser analisado, pois faltam bases para que possa ser associado a algo que se conheça. É parte imortal e fonte de toda vida, a causa criada e eterna, que é ao mesmo tempo ator e ato, o espectador e o produtor de grande drama evolutivo. É imortal, consciência pura.

A cada ação do espírito no palco abençoado das encarnações, os corpos vão se adelgaçando, se transubstanciando. À medida que cresce, aprende, aperfeiçoa-se, o ser despe-se dos corpos mais pesados e densos, passando a atuar em níveis e dimensões de consciência cada vez mais sutis. Um dia brilhará puro, independente dos envoltórios que utiliza em sua caminhada rumo ao infinito.

Bibliografia de todo material sobre corpos publicado:

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Aula Corpos Espirituais – 3° Corpo – Astral

3Apesar de muitas vezes acharmos que não possuímos contato com este corpo, este é mais imprescindível do que imaginamos, e nosso maior veículo! Sim, o terceiro corpo é o corpo de manifestações dos espíritos.

  • Então se um vidente visualizar um espírito ele está em contato visual com terceiro corpo do ser!
  • O Astral é o nosso corpo de manifestações em sonhos, assim como todos os seres que encontramos neles também o vestem.
  • Essa vestimenta astral é uma replica do corpo físico, ou melhor dizer, nosso corpo físico é uma réplica perfeita do corpo astral!
  • Forma humana deste corpo se deve a lei astral planetária, essa lei regimenta desde o terceiro até o primeiro, onde as formas se replicam em estrutura como a imagem de capa nos mostra.

Muitas teorias antigas já mostravam a existência deste corpo. vejamos:

  • Orígenes, filósofo da escola Neo – Platônica, no Séc. II d. C., ensinava que o espírito tem um corpo vaporoso, a “aura”. (Hoje sabemos que aura e o terceiro corpo são coisas distintas, mas falaremos em outro post sobre isso)
  • No Séc. IV, São Cirilo de Jerusalém disse: “As almas dos defuntos têm corpos mais sutis que os corpos terrestres.
  • Ainda no Séc. IV, Santo Hilário de Poitiers afirma: “não há coisa alguma na natureza e na criação […], que não seja corporal. Mesmo as almas, seja durante a vida, seja depois da morte, conservam alguma substância corporal […]”.
  • Paulo de Tarso definiu: Espírito = pneuma, Alma = psiquê e o corpo físico = soma.
  • Kardec – alma = perispírito.
  • Lacerda – perispírto = duplo-etérico; (essas duas colocações de Lacerda e Kardec estão na descrição do terceiro apenas para desmistificar a confusão que muitos fazem referente as diferenças de alma, duplo, perispírito, etc.)
  • Todo corpo possui um peso específico, que em física, é resultado da massa de um corpo dividida por seu volume: Pe = M / v. Este estado de maior ou menor densidade é que diferencia os espíritos dos encarnados.
  • Denomina-se Espírito tudo o que não tem corpo espesso e pesado.

Importância e densidade

☺ Corpo Astral = invólucro espiritual mais próximo à matéria.

☺ Todo espírito (na escala evolutiva) possui corpo astral.

☺ O corpo Astral é necessário para a manifestação do espírito.

☺ É o corpo no qual o espírito vive no plano astral.

☺ Espíritos que já não o possui, comunicam-se mentalmente com outros espíritos ou encarnados.

☺ Cada ser tem densidade do 3° corpo diferente uns dos outros.

Erraticidade

☻ Os espíritos muitos materializados vivem na erraticidade, junto as criaturas encarnadas.

☻ Erraticidade = estado de consciência sem finalidade útil (desencarnados).

☻ Causa principal – desconhecimento da evolução, ou apegos materiais.

☻ Se o espírito errante não for perverso, será encaminhado e orientado com segurança pelos médiuns astrais à hospitais astrais.

☻ Errantes sofrem e revivem sua morte por anos à fio. Mas mudam do padrão quando são ajudados, trocando suas roupas, curando as feridas, são bem tratados pelos médiuns astrais. Assim aceitam a evolução.

Purgatório

  • Zonas do Astral inferior.
  • Onde os espíritos inferiores esgotam as densas massas de magnetismo inferior (baixa frequência vibratória).
  • Muitos desencarnados carregam massas magnéticas alheias, consequências de ferimentos físicos infligidos à suas vítimas. (sofrem pelo que fizeram).
  • Nosso sangue impregnado de magnetismo animal – obsessões.

Passagem do livro Iniciação Viagem Astral:

Trecho do livro Iniciação – Viagem Astral, Autor: João Nunes Maia, pelo espírito Lancellin

[…] Daí a poucos demos entrada em um matadouro de gado bovino, ambiente turvado de magnetismo deprimente […]

[…] Caso um de vós altere as emoções, tornar-se-á visível a determinados Espíritos vaporizadores, o que irá dificultar os nossos trabalhos.

[…] Penetramos em um lugar assustador, estavam em círculo vinte vampiros, cuja descrição preferimos omitir. Com o chefe, formavam um magote de vinte e um. O que estava chefiando, vestia-se de vermelho encarnado, com uma espécie de capuz bipartido atrás e tendo nas pontas duas bolas pretas, no alto da cabeça, duas saliências o destacavam dos outros. Os bois estavam em filas obrigatórias, devido às cercas laterais que os prendiam, sem que eles pudessem ao menos se mexer. Ao passarem determinado ponto, caiam em suas nucas uma lâmina mortal. Logo a diante, um homem carrancudo fazia escorrer o sangue do animal já ajoelhado e exteriorizando suas dores.

Eu sentia reação profunda, sem que as deixasse passar para as emoções. Confesso, estava encontrando dificuldades para me manter em equilíbrio. […]

[…] Parece que o Miramez deixou que os vampiros iniciassem sua ação, para que pudéssemos ter uma ideia de como as coisas acontecem nos frigoríficos. Quando o magarefe enterrou a lâmina no pescoço do animal, cortando-lhe as veias, o vampiro–chefe avançou em primeiro lugar, e sorveu, de mais ou menos uma distancia de 30 cm, o fluído do plasma sanguíneo com uma habilidade espetacular. O plasma etérico se dividia, pela vontade dele, em dois jatos de energia que entravam pelas narinas e por sua boca, posicionada em forma de bico. Era grande a sua satisfação. Depois que sugou de uns três animais, até a inquietação dos outros, ele deu um sinal para o primeiro. Esse veio e fez o mesmo, sugando as energias vitais do animal. Quando chegou a vez do quinto espírito, senti que para mim era um sacrifício amputando aos meus sentimentos. Era demais! Então, pude observar que vampiros e magarefe eram uma coisa só. Miramez segredou-me, mesmo estando eu com a emoção um pouco alterada:

– Vê, Lancellin! A mediunidade se processa em toda parte. Este irmão está servindo de instrumento para os espíritos da sua mesma faixa se alimentarem com a energia do animal. E o pior é que essa classe de espíritos recebem o mesmo magnetismo inferior do animal, fortalecendo seus instintos mais baixos, e transmitem para o mesmo animal, ou seja, para a sua carne e ossos, outro tipo de fluídos pesados na mesma frequência, com os quais os homens, depois vão inundar seus organismos. É por isso que os comedores de carnes dos animais, mostram de vez em quando, no cotidiano, algo que lembra esses espíritos. Os espíritas se livram desse magnetismo inferior com os recursos dos passes, da água fluidificada e, por vezes, de prolongadas leituras espirituais; […] mais sempre sobram alguma coisa para transformar em doenças perigosas.

[…] Reunimo-nos todos, […] Miramez fez algumas articulações com as suas mãos, cortando as suas atividades, a contra gosto deles, e passou a orar […]

Os animais, depois da oração de Miramez, enfrentaram o corredor da morte com serenidade entregavam-se aos rudes processos de evolução […]

Médiuns Astrais

  • Todas as entidades que possuem o terceiro corpo.

Fenômenos do Desdobramento:

  • É quando o corpo astral separa-se do corpo físico. Levando com ele os outros envoltórios, e o próprio espírito.
  • O comum é o corpo se desdobrar durante o sono, viagem astral.
  • Durante o desdobramento o comum é não ter consciência do processo. As funções vitais são reduzidas ao mínimo (pressão arterial e temperatura corpórea), exceto para médiuns desenvolvidos que conseguem ter consciência deste processo para trabalhos no astral.
  • O desdobramento pode ocorrer também em situações como: choque emotivo forte, enfraquecimento por moléstias prolongadas (COMA), hemorragias volumosas, choques cirúrgicos, e outros estados anômalos.

Cordão de Prata

Já falamos um pouco deste cordão no segundo corpo, visto que é um “órgão vital” do mesmo, como ele interage até o quarto corpo, abaixo segue algumas informações da importância do dele para com o terceiro.

Seja qual for a distancia a que estiver do corpo, o espírito se mantêm ligado a ele por esse cordão de que falam iniciados de todas as épocas e até mesmo a bíblia.

  • “Antes que se rompa o cordão de prata, que se despedace a lâmpada de ouro, antes que se quebre a bílha na fonte, e que se fenda a roldana sobre a cisterna…” Eclesiastes, 12:6
  • Se se rompe, porém, a morte chega. Irreversível. Segundo relato de espíritos, quando entidades superiores rompem esse cordão por ocasião da morte, produz-se relâmpago de luz intensa, pela liberação de energia.
  • Construído por alguma forma de energia de alta intensidade, este fio luminoso e brilhante se liga ao corpo físico através do duplo etérico, no qual se enraíza através da cabeça e de miríades de conexões filiformes que abrangem toda estrutura etérica junto ao cérebro humano.
  • Assemelha-se a um cabo de alta tensão, mais dentro dos padrões sutis.
  • O espírito encarnado, durante a viagem astral, possui o cordão de prata numa espessura mínima, o que permite o deslocamento a grandes distancias.

Desdobramento em trabalhos espirituais:

  • Médiuns desdobrados – adquirem consciência de suas potencialidades e limitações que se deslocam nessa dimensão como se estivessem no plano físico. Vão a outros locais, às vezes longínquos, trabalham, auxiliam, tratam de enfermos espirituais encarnados e desencarnados lado a lado com espíritos desencarnados socorristas, aos quais prestam inestimável auxílio.
  • Consulentes desdobrados – O coordenador da equipe auxilia, junto da equipe espiritual no qual recebe as informações, no desdobramento do consulente. O desdobramento ocorre de através pulsos magnéticos quânticos, realizados dentro do segundo do relógio material. Após estar desdobrado, a equipe passa a interagir com a ajuda do coordenador no tratamento de enfermidades físicas e emocionais, após o trabalho se encerrar, “fecha-se” os pulsos nas mesma contagens do inicio. Para um perfeito trabalho, é necessário conhecimento da equipe e adestramento do coordenador.

Propriedades e Funções do 3° corpo

  • Imaterial – veículo do espírito
  • Natureza magnética – energia muito sutil comparado aos impulsos elétricos e captados pelo denso corpo físico.
  • Não tem constituição fluídica.
  • Modelado por força mental –  energia superior, trabalhado por grandes equipes do cosmo, assim como nossa própria mente através do psicossoma pode vir a interagir com ele durante o processo de vida.
  • Cópia do físico em questões de forma estrutural e órgãos
  • Possui estado fisiológico sadio – emocional responsável pelas quedas da saúde como vimos no primeiro corpo.
  • Sensível – sensibilidade – percepções, intuições, sexto sentido, déjà vu, todos são mecanismos do terceiro corpo.
  • Corpo onde guarda-se os vícios e paixões – por isso muitos seres ao desencarnar entram em processo de erraticidade.
  • Corpo dos sentimentos e desejos – receptor de sentimento, onde captamos todas as energias primeiramente, após assimilações das mesmas o segundo se encarrega de guarda-las e solta-las no físico para manifestações. Esta aí uma das explicações do terceiro chákra (plexo solar) ser de tamanho maior comparado aos demais principais.

Alimento e “morte” do corpo Astral

Esse corpo perde energia constante, e necessita de suprimentos energéticos para a sua sustentação, assim como o físico.

  • Mais a natureza deste alimento varia muito, vai dos caldos proteicos (necessários aos espíritos muito materializado, fornecido pelas casas de socorro no astral) até as quintessenciadas energias que alimentam os espíritos superiores, colhidas (através da prece) diretamente do infinito reservatório de energia cósmica.
  • Em alguns livros do Robson Pinheiro psicografados pelo espírito Angelo Inácio relata algumas passagens onde fala das alimentações…
  • Espíritos habitantes do astral inferior, ainda bastante animalizados, costumam comer até mesmo alimentos humanos (sugando e vampirizando alimentos e bebidas – onde se desencadeiam alguns tipos de obsessões por simpatia emocional, mental e também de vícios).
  • Se houver perda de energia sem a necessária reposição, o espírito pode perder o corpo astral, onde é reduzido a ovoide inativo. (involução); Segundo o espírito André Luiz.
  • Referente aos ovoides, alguns espíritos em sofrimento na erraticidade também perdem suas energias e seu corpo astral através da magia. para entender melhor leia as trilogias de Robson Pinheiro que traz o assunto bem atualizado.
  • A “morte” por assim dizer deste corpo ocorre pela evolução do espírito onde atingindo dimensões elevadas não necessitará mais das energias dele, compensando a perda deste com o ganho de novo corpo espiritual elevado no fim da escala.
  • Ainda falando em espíritos na erraticidade, o corpo astral ele pode se deformar, ou transformar, onde há relatos de seres que tem seus corpos mesclados com formas animais ou até mesmo já perderam a forma humana.
  • Aqui também vale lembrar a dimensão onde ele está vibrando, por exemplo seres marinhos que habitam as diversas dimensões aquáticas, seus terceiros corpos assumem as variadas formas da dimensão habitante. Exemplos disso foi dado no livro Aglon e os espíritos do Mar (pelos espíritos Julio Verne e André Luiz) e também no filme Piratas do Caribe – Pérola Negra, onde o cinema nos traz uma visão clara de como a energia é trabalhada nas mais variadas situações. Se o autor teve intenção ou conhecimento não sabemos, mas com certeza sofreu influencias astrais nas criações.

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Descobrindo os Estados de Consciência

Após a descobertas dos corpos, avançamos a um segundo estágio, entender como e porque temos devida ações, formas de pensar, de onde vem as ideias, como criamos karmas e como avançamos na EVOLUÇÃO.

Primeiro passo é compreender  como funciona os tempos, tempo para seres encarnados e desencarnados:

TEMPORAL: tempo que vivemos como humanos encarnados, tempo controlado pelo relógio, pela noite e pelo dia, a prisão que muitos enlouquecem e se perdem nas ilusões de uma vida a qual nem sempre se valoriza e de extrema importância para saber como agir e cumprir suas missões na carne. Pois é este tempo que determina quando começa e quando acaba o karma e o dharma.

Quem vive no TEMPO TEMPORAL?

Seres encarnados na Terra: não se resume a humanos, também todos os animais, vegetais, minerais…

Espírito no Astral – quando ele está dentro de seu espaço ele vive no tempo que cabe a um espírito, diferentemente do tempo experimentado na Terra, assim ele vive TEMPORALMENTE em sua dimensão.

ATEMPORAL: neste estágio o tempo conhecido é relativo, não conta-se como os relógios da Terra, o tempo real que pertence ao Universo é ATEMPORAL, como a palavra mesmo deduz além das barreiras do tempo, fora do limite…

A questão atemporal funciona quando “burlamos” nosso tempo, ou seja, quando o humano vai ao astral, desdobrado durante o sono, e quando os espíritos estão presentes no tempo humano (mental ou não). Mas por quê burlar?  Não é um burlar no sentido de quebrar as regras e sim a forma carinhosa de explicar que quando em missões e naturalmente durante o sono transitamos em dimensões diferentes, vivendo realidades paralelas, para ambas as situações, os humanos, animais e os espíritos.

Estão ATEMPORAIS:

Seres em desdobramento: humanos e animais.

Espíritos na Terra (mental ou não)

Por que o fenômeno do desdobramento é tão importante?

Partindo do principio que somos centelhas divina, quando desdobramos, nosso espírito vive uma realidade paralela, onde participamos no sono, e trazemos lembranças, flashes, insides e sensações ao acordar dos sonhos.

Nesta realidade ativamos a famosa consciência dois, o inconsciente que se explora na matéria. Um exemplo disso em sonhos é quando nosso próprio corpo toma decisões e comete ações diferenciadas do que a minha consciência carnal tomaria em determinada situação, ninguém domina o sonho, a menos que seja um médium experiente e faça viagens astrais conscientes.

Assim quando meu espírito desdobra do meu corpo carnal e passa atuar atemporalmente, usufruo de toda energia e aprendizado do astral, vivendo fora do meu tempo durante todo estágio do sono. Mas também sofremos a ação deste tempo atemporal, quando vamos a regiões energéticas de vibração inferior ao de costume e voltamos cansados após horas a fio de sono profundo.

Também neste estágio temos acesso aos nossos mentores e protetores que nos instruem com novas idéias e não nos deixam “desviar” das nossas missões.  Mas se você ao desdobrar passar por muitos períodos se deslocar a regiões umbralinas* constantes, sofrerá uma outra ação do tempo atemporal que trará danos como perda excessiva energética e ligações com seres viventes destas regiões, deslocando-os atemporalmente a sua dimensão, tornando-os por afinidade, resgates, karma, aprendizado seus obsessores.

* Salvo quando o médium desdobrado vai em missões protegidos  por seus tutores astrais.

Suicídio, entendendo um pouco – Visão Espiritual

Fato que após o acontecimento, após o rompimento do cordão de prata, não há mais volta. O último suspiro dado, e novo despertar no mundo sobrenatural, em uma dimensão paralela. Mas o que de fato ocorre com aquelas pessoas que por segundos foram reféns de si, ou melhor de seus algozes astrais?

Sabemos que varia de ser para ser devido sua historia de vida, suas crenças, seu jeito de lidar com situações inusitadas. Fato que mesmo ele deixando a capa material, ele sofrerá para entender  o valor da vida, e voltamos no ponto importante, criação de karmas, e o novo ciclo que o universo colocará em seu destino para gerar a harmonia uma vez tirada.

Primeiro ele terá de lidar com a culpa que consumirá boa parte de um tempo atemporal em sua mente, em uma região purgatorial,  depois entender o desrespeito com a vida para aprender o valor que ela tem.

 Outra questão enfrentada que além da culpa que ele mesmo carregará virá uma sobrecarga com os julgamentos coletivos, assim quanto maior for a repercussão do suicídio e maior o tempo da discussão do assunto mais será prolongada a tortura energética da prisão que ele se colocou. O julgamento que as pessoas fazem e a forma como as notícias se espalham pelas mídias sociais na atualidade fazem com que a auto punição se amplie e ele sofre o que se conhece na Terra de homicídio doloso, quando há intenção de matar, junto ao suicídio e presunção dos atos, ou seja, responde a três crimes universais.

 O que acarreta atos insanos? Pertubações mentais, cobranças incessantes, dívidas, perder amor de alguém, etc.

No meio espiritualista aprendemos que o pertubações mentais, pensamentos vagos e obsessivos advêm de crises que nós mesmo damos abertura a um universo trevoso, cheio de seres perturbados, de baixa vibração e inúmeros inimigos de passado, onde em um pequeno espaço de tempo mal calculado nos colocamos em frias. Pensamentos negativos, dívidas que crescem, desesperos, pessoas que temos afetos nos abandonando, e aí entra um ato egoísta, tirar o milagre que Deus nos deu, a Vida.

Quando estamos para reencarnar já somos vitoriosos por temos conseguido penetrar o óvulo que nos dará um incrível oportunidade, aos longo de meses um corpo humano formará um novo corpo exclusivo pra você, este ato considerável lhe prova que um universo maior se importa com você, e traça um destino, uma família, uma vida!

Experiencias ruins todos temos, são elas que nos fazem crescer e nos dão um grande aprendizados, é errando que se aprende, fato. O que não podemos permitir é que uma experiencia ruim faça de um monte de outras oportunidades se percam em meio a devaneios energéticos, onde em outra dimensão há um vasto número de encostos torcendo para que caia no enredo destrutivo.

Para isso apresentamos alguns casos:

Memorias de Um Suicida  -Yvone A. Pereira

“Precisamente no mês de janeiro do ano da graça de 1891, fora eu surpreendido com meu aprisionamento em região do Mundo Invisível cujo desolador panorama era composto por vales profundos, a que as sombras presidiam: gargantas sinuosas e cavernas sinistras, no interior das quais uivavam, quais maltas de demônios enfurecidos, Espíritos que foram homens, dementados pela intensidade e estranheza, verdadeiramente inconcebíveis, dos sofrimentos que os martirizavam.

[…] Não havia então ali, como não haverá jamais, nem paz, nem consolo, nem esperança: tudo em seu âmbito marcado pela desgraça era miséria, assombro, desespero e horror. Dir-se-ia a caverna tétrica do Incompreensível, indescritível a rigor até mesmo por um Espírito que sofresse a penalidade de habitá-la. O vale dos leprosos, lugar repulsivo da antiga Jerusalém de tantas emocionantes tradições, e que no orbe terráqueo evoca o último grau da abjeção e do sofrimento humano, seria consolador estágio de repouso comparado ao local que tento descrever.

[…] A fome, a sede, o frio enregelador, a fadiga, a insônia; exigências físicas martirizantes, fáceis de o leitor entrever; a natureza como que aguçada em todos os seus desejos e apetites, qual se ainda trouxéssemos o envoltório carnal; a promiscuidade, muito vexatória, de Espíritos que foram homens e dos que animaram corpos femininos; tempestades constantes, inundações mesmo, a lama, o fétido, as sombras perenes, a desesperança de nos vermos livres de tantos martírios sobrepostos, o supremo desconforto físico e moral – eis o panorama por assim dizer “material” que emoldurava os nossos ainda mais pungentes padecimentos morais!

[…] A contagem do tempo, para aqueles que mergulhavam nesse abismo, estacionara no momento exato em que fizera para sempre tombar a própria armadura de carne! Daí para cá só existiam – assombro, confusão, enganosas induções, suposições insidiosas! Igualmente ignorávamos em que local nos encontrávamos, que significação teria nossa espantosa situação. Tentávamos, aflitos, furtarmo-nos a ela, sem percebermos que era cabedal de nossa própria mente conflagrada, de nossas vibrações entrechocadas por mil malefícios indescritíveis! Procurávamos então fugir do local maldito para voltarmos aos nossos lares; e o fazíamos desabaladamente, em insanas correrias de loucos furiosos! A asveros malditos, sem consolo, sem paz, sem descanso em parte alguma… ao passo que correntes irresistíveis, como ímãs poderosos, atraíam-nos de volta ao tugúrio sombrio, arrastando-nos de envolta a um atro turbilhão de nuvens sufocadoras e estonteantes!

[…] Mas o suicídio é uma teia envolvente em que a vítima – o suicida – só se debate para cada vez mais confundir-se, tolher-se, embaraçar-se. Sobrepunha-se a confusão. Agora, a persistência da auto-sugestão maléfica recordava as lendas supersticiosas, ouvidas na infância e calcadas por longo tempo nas camadas da sub-consciência; corporificava-se em visões extravagantes, a que emprestava realidade integral.

[…]Desesperado em face do extraordinário problema, entregava-me cada vez mais ao desejo de desaparecer, de fugir de mim mesmo a fim de não mais interrogar-me sem lograr lucidez para responder, incapaz de raciocinar que, em verdade, o corpo físico-material, modelado do limo putrescível da Terra, fora realmente aniquilado pelo suicídio; e que o que agora eu sentia confundir-se com ele, porque solidamente a ele unido por leis naturais de afinidade que o suicídio absolutamente não destrói, era o físico-espiritual, indestrutível e imortal, organização viva, semi material, fadada a elevados destinos, a porvir glorioso no seio do progresso infindável, relicário onde se arquivam, qual o cofre que encerrasse valores, nossos sentimentos e atos, nossas realizações e pensamentos, envoltório que é da centelha sublime que rege o homem, isto é, a Alma eterna e imortal como Aquele que de Si Mesmo a criou!

[…] Cavernas surgiram de um lado e outro das ruas que se diriam antes estreitas gargantas entre montanhas abruptas e sombrias, e todas numeradas. Tratava-se, certamente, de uma estranha -“povoação”, uma “cidade” em que as habitações seriam cavernas, dada a miséria de seus habitantes, os quais não possuiriam cabedais suficientes para torná-las agradáveis e facilmente habitáveis.

Martírio dos Suicidas – Almerindo Martins de Castro

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No livro O Fim da Escuridão – Robson Pinheiro traz a seguinte informação:

O célebre vale dos suicidas, que ganhou notoriedade nas páginas de romances espíritas, foi totalmente reformulado, higienizado e reurbanizado. No lugar do vale de sofrimento e expurgo, construíram-se hospitais, pontos de socorro, escolas de educação do espírito e outras tantas instituições, onde hoje são acolhidos, abrigados, reeducados e instruídos aqueles que atentaram contra a própria vida. Ou seja, o chamado umbral ou plano astral está esvaziando-se e sendo gradualmente reurbanizado, a fim de abrigar comunidades mais esclarecidas, evoluídas e progressistas. (p. 83).

Mas tais transformações não se realizam do dia pra noite. Exigem trabalho e esforço e demandam tempo. O Juízo Final, como dizem alguns religiosos, não será feito em apenas um dia, mas levará um longo processo em que os espíritos serão reclassificados segundo suas consciências, processo este que no universo espiritualista é chamado de “reurbanização extrafísica”.

fonte: http://antitelejornal2.blogspot.com.br/2012/09/o-fim-da-escuridao.html

Não é porque foi reurbanizado que deixou de existir sítios purgatoriais destinados a todos os tipos de crimes!!!!

Importante destacar que há inúmeras obras sobre o assunto já na matéria, e que qualquer indicio encontrado em alguém com idéias no assunto seja dado a devida importância e que a ação seja interrompida antes..

Por isso sempre leiam, estudem, cresçam e se encaminhem no lado espiritual. O conhecimento afasta espíritos “perdidos”, ouvidos e mentes ocupadas com assuntos uteis e importantes não se deixam levar por ideias básicas e de baixa vibração que conduz a um delito e uma nova historia de sofrimento. Vale a pena  AMAR-SE!

Doenças Relacionadas a Obsessão – parte 1

Muitos questionam sobre o que é espiritual e o que não é. Fato que a obsessão está presente em nosso meio e envolve nossa família e nosso corpo desde muito pequenos, como já foi explicado em textos anteriores sobre transtornos mentais e mecanismos da reencarnação. Abaixo montamos uma lista junto a entidades que nos auxiliam com seus ensinamentos a fim de esclarecer o que de fato é espiritual e como ocorre na matéria:

Mal de Parkinson – ataca o sistema nervos central (SNC).

Visão espiritualista:  este distúrbio tem inicio na falha orgânica entre 6 meses a 4 anos de idade, onde conclui-se a formação das células e estruturas nervosas do corpo, e o desenvolvimento da memória de longo prazo. o fato de perder o comando dos nervos faz com que os obsessores obtenham maior influencia sobre o organismo da vitima, conseguindo atingir sua presa de tal modo onde os controles parassimpáticos (SNP- nos mantêm calmos e nos restabelece após uma situação de emergência) são perdidos e a tensão nervosa se estabelece, fazendo com que permaneçam trêmulos constantemente. Traumas  e problemas relacionados ao crescimento e desenvolvimento da criança na segunda fase de sua formação fazem  com que seus estímulos emocionais sejam abalados a ponto de se manifestar na matéria após o fechamento do segundo nó.  Visto que o distúrbio já está definido no organismo, o obsessor passa a atuar energeticamente sobre o ponto falho orgânico,com investidas fluídicas profundas.

Mal de Alzheimer – ataca as células cerebrais

Visão espiritualista:  este distúrbio tem inicio na falha orgânica entre 6 meses a 7 anos de idade, estabelecendo-se  então em duas fases da formação do ser humano. Pois começa na formação cerebral e termina na fase que se cessa a multiplicação de células neuronais, trabalhando assim a memoria de longo e curto prazo.

Aqui o obsessor ataca o que é importante ao humano, suas lembranças, suas emoções, no período onde ele se torna vulnerável devido a idade física . o intuito é peculiar a cada vitima,mas generalizando, o ataque a memoria longa desta vida acontece para que de certa forma os impulsos do inconsciente reajam e possam trazer memórias ou flashes do passado astral, procurando culpar a vitima de alguma falha em pretérito longínquos, normalmente de onde surge a rixa com o algoz astral.

Anorexia – Transtorno alimentar – Emoções e Psicológico

Visão espiritualista: este distúrbio tem inicio na falha orgânica entre 4 a 14 anos, estabelecendo aqui uma confusão mental onde a mediunidade se apresenta de forma conturbada, encontrando uma pessoa leiga e sensível, onde ela terá dois caminhos: se deixar manipular pelo obsessor, ou reagir e cortar  o canal de comunicação com ele. Pessoas anorexas tem padrão de visão espiritual muito semelhante ao esquizofrênico, onde passam a enxergar com terceiro olho além do médium comum, exercitando suas faculdades visuais constantes pela magnetização do algoz espiritual que passa a projetar imagens distorcidas da realidade, criando uma fantasia perigosa na mente da vitima.

direitos autorais imagem: http://mysweetqueen.deviantart.com/art/Anorexia-150546386

Outro trecho interessante encontrado em uma pagina evangélica faz uma referencia importante a visão espiritualista.

” Refere-se ao governo de satanás (em termos mais abrangentes – espíritos inferiores e inimigos da vitima desencarnados), mediante o agir de demônios (obsessores), que tornam as mentes escravas de suas imposições destruidoras. Eis a razão por quê, mesmo em estado esquelético, as anoréxicas consideram-se gordas, submetendo-se ainda mais a regimes absurdos, mesmo que ameaçadas de serem surpreendidas pela morte. São mentes que foram possuídas pelo demônio (obsessor), as quais são carentes de libertação.”

trecho retirado da pagina: http://www.ocorreiodedeus.com.br/2014/10/anorexia-espiritual.html

Bulimia – Transtorno alimentar – Emoções e Psicológico

Visão espiritualista: este distúrbio tem inicio na falha orgânica entre 4 a 14 anos, sabendo-se que o cérebro trabalha com dois comandos: fome e saciedade, o obsessor ataca os bulímicos e as pessoas com gula de forma semelhante, onde desregula  esses comandos cerebrais e  passa a trabalhar com emoções negativas como culpa, punição, negação e complexos. Partindo do principio da auto-obsessão para uma obsessão complexa ( onde o obsessor tem intenção de prejudicar a vitima). Neste estagio a vítima fica refém de suas próprias obsessões emocionais e psicológicas, o que faz com que o algoz espiritual por vezes se camufle com precisão atrás das massas cinzentas de pensamentos negativos projetados pelo obsediado. Fato que a pessoa que sofre de transtornos alimentares nunca está sozinha e sofre uma serie de consequências devido as insanidades influenciáveis do agressor invisível. Se não tratado físico e espiritualmente levará a vitima ao desencarne, colocando assim os dois na mesma dimensão existencial.

Compulsão Alimentar  – Transtorno Alimentar – Emoções e Psicológico

Visão espiritualista: este distúrbio tem inicio assim como na anorexia e bulimia no mesmo período de idade: 4 a 14 anos, aqui  o filtro de saciedade cerebral é ignorado pelo organismo e devido as investidas mentais do obsessor a pessoa passa a comer além da conta, trazendo riscos eminentes para saúde como hipertensão, falta de ar, produção demasiada de insulina, riscos de infarte e até AVC.

Mas qual o sentido disso tudo? Novamente vem abalar as emoções, trabalhar a baixa autoestima, o descuido corporal e apropria aparência, trazendo complexos nas mais variadas idades. Normalmente o sintoma deste transtorno aparece na infância ainda, e na sequencia a criança sofre de bullying. O obsessor age como nos outros transtornos citados acima, trabalhando o inverso corporal.

Esquizofrenia – Distúrbio Mental – insanidade

Visão espiritualista: este distúrbio tem inicio na falha orgânica nos dois primeiros estágios de formação – 0 meses a 4 anos de idade. No período de um ano após traumas nas idades anteriormente citadas, já é possível fazer o diagnostico de esquizofrenia infantil, mas também esta perturbação poderá bater na porta após anos, desenvolvendo-se na adolescência, idade adulta e até mesmo em idosos.

Mas na visão espiritual o que é a esquizofrenia?

Esquizofrenia é um quadro claro de mediunidade, onde a vitima possui um grupo de faculdades mediúnicas afloradas o que envolve seu psicossoma de forma intrínseca com o obsessor, laços e entranhas tenuíssimas tais que promovem um  quadro de loucura, hora por sentir, ouvir, ver, falar com, e até mesmo incorporar o espírito.

Age este agressor sozinho?

Varia de acordo com o numero de inimigos astrais do passado do esquizofrênico. A ignorância sobre o assunto acaba por piorar o quadro tanto pela vitima (devido ao sofrimento sem por quê) como da família (que acaba se tornando chacota na sociedade no vinculo familiar, lidando a partir de então com um insano, internando-o em casos onde oferece riscos a si e aos outros pela agressividade e afastando-se do todo). Esse isolamento normalmente se dá como ataque de mestre  por parte dos obsessores que procuram desacreditar a vitima do mundo carnal, para que suas perturbações e  perseguições se deem de maneira que não haja intrusos afim de salvar o sofredor.

Medicações auxiliam fisicamente a acalmar e fechar os meios físicos de comunicação, pois o cérebro recebe e transmite constantemente impulsos eletromagnéticos, que são ENERGIA. A medicação controla esses impulsos desregrados acalmando as informações receptoras cerebrais, assim a calma se estabelece, o canal mediúnico se fecha por um determinado período de tempo e a vitima fica livre de seu algoz durante o efeito da medicação.

Mas as pessoas que passam por este transtorno deverão então usar medicação constante?

Não! tratamento de desobsessão aliado ao conhecimento do prejudicado e da família, farão com que tempo seja responsável na diminuição das doses de medicação, substituição de ervas e remédios naturais dados por entidades espirituais de centros espiritualista e de umbanda. Até o corte dos enlaces do obsessor.

Mas uma vez que afetou o organismo físico, ficará este dependente da medicação para tratar a esquizofrenia?

Não, ele tomará medicação para controle do problema, sanando o problema espiritual que o afetava e entrando em contato e sintonia com energias de bons espíritos, de luz, encontrará conhecimento,desenvolverá sua mediunidade de forma adequada e conseguirá retomar sua vida.

Quanto tempo pode levar isso?

Tudo depende da família, uma vez que quem sofre esquizofrenia nem sempre tem condições de pedir ajuda sozinho. Poderá levar meses, anos ou até ter que cuidar e zelar por toda vida, cada caso é peculiar e depende da motivação e persistência de todos.

O importante é ter sempre o acompanhamento da matéria e do espiritual, e se der sorte de pegar um médico espiritualizado mais rápido será os avanços para afastar os malfeitores.

texto: C.L.V.

Desvendando a Reencarnação e as formações de transtornos mentais!

Texto BASEADO na palestra de Anete Guimarães – Mecânica da Reencarnação.

Ao contrário do que muitos acreditam, a reencarnação não acontece na fecundação, pois a fecundação é o início de uma única célula ainda a se multiplicar. Desta forma, o espírito pronto ao reencarne ainda se apresenta na forma de corpo fluídico e raciocina como adulto de uma existência anterior.

Após o nascimento do bebê, a formação corporal não está completa como se imagina, ainda há inúmeros fatores a se desenvolver neurológica e organicamente.

Portanto é seguro afirmar que a encarnação só se completa em si aos sete anos quando todo os sistemas orgânicos estão completos.

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Muito se especula a respeito do sono do bebê, porém o que de fato ocorre? Estaria o espírito ainda no plano astral enquanto seu corpo repousa?

Não! o espírito permanece junto a família, principalmente a mãe que é o elo principal pós nascimento. Caso falte a mãe a pessoa que assume o controle será o elo do recém-nascido.

Assim o bebê dormindo está desdobrado como qualquer adulto em estado de sonolência, e passa a viver e interagir com a família ainda do lado de fora do corpo, porém como consciência de adulto de uma vida anterior.

Existindo problemas no seio familiar na formação inicial também afeta o bebê de forma trágica, a qual até então as pessoas não percebem, a seguir veremos como isso pode prejudicar uma pessoa no desenvolvimento da adolescência pra frente, mas com problemas enraizados desde a fecundação.

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Em situações onde a criança nasce com problemas ou prematuramente e precise ficar no isolamento de uma UTI neonatal, mesmo com risco de contaminação, os pais imediatamente são chamados para acompanhar e conviver com o bebê para que seu corpo tendo contato com os pais e ouvindo suas vozes, seus sistema imunológico automaticamente reage positivamente, auxiliando-o no melhoramento mais rápido.

Mas e o fato da criança não ter memoria longa, como procede esta informação?

Voltando ao início do estudo, o espírito não está encarnado por completo, e participa com mente de adulto externamente, os bons cuidados e a família reunida num mesmo pensamento faz com que o espírito ganhe força e consiga mentalmente emanar fluidos ao corpo físico auxiliando-o na recuperação breve.

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Formação do EU – de 0 ( zero) à 6 (seis) meses: quando o bebê descobre a sua individualidade, reconhece seu corpo e sua capacidade de movimentar-se. A intenção produz o resultado!  Podemos entender que o EU é a base da personalidade.

Problemas na estruturação do EU fará com que haja problemas de alta gravidade, as quais conhecemos como insanidade (desagregação total de personalidade). Há necessidade de internação, oferece riscos a si e a sociedade. Alguns exemplos: oligofrenia, esquizofrenia paranoica, doenças as quais o paciente é considerado pela medicina e psiquiatria atual como ameaça para si mesmo e para outrem, aí a necessidade de internação.

Nesta fase de seis meses para cima, o bebê passa a se relacionar, assim as obrigações corporais vão aumentando a medida que ele cresce.

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Formação de Relacionamento – 6 (seis) meses a 4 (quatro) anos de idade: é a fase onde se desenvolve a memória de longo prazo, se inicia então a fase de estranhamento ao OUTRO. E o bebê percebe que existe ele, os próximos de sempre, os de vez em quando e os estranhos, fase neurológica se desenvolvendo e ele começa a separar ele do outro.

Aqui também conclui a formação das células e estruturas nervosas do corpo, e o desenvolvimento da memória de longo prazo.

Problemas no desenvolvimento nesta fase, gerará transtornos de média a alta gravidade, onde acontecem surtos havendo possível internação aliado a medicação de controle. Exemplos: esquizofrenia clássica e alguns casos de psicoses controlado por medicações de uso continuo, havendo falha no uso da medicação e posteriormente surtos, existe a internação esporádica.

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Um exemplo de desenvolvimento de problemas nesta fase, são discussões entre pais, que quando o filho tem certa idade e já fala os pais evitam discutir na frente para que o pequeno não venha reproduzir as cenas desencadeadas de um momento de raiva entre o casal. Porém, antes desta idade, muitos pensam: “ele não fala, não raciocina ainda, não tem problema!” – TEM!

Quem está acompanhando é o espírito e não necessariamente o cérebro em formação. E este espírito presencia tudo e entende perfeitamente o que acontece e ao passar o tempo ele vai guardando na memória inicial que se desenvolve, então prevenção quanto aos pensamentos, palavras e ações nesta fase é de suma importância para que não resulte em problemas sérios posteriores.

Mas como um pensamento de espírito adulto pode interferir em um bebê?

A partir do momento que o espírito pensa como um adulto, sofre como um adulto e reage como um adulto, passa impressões muito fortes ao corpo físico do bebê e este em desenvolvimento poderá a desenvolver células defeituosas, afetará o desenvolvimento mais importante – do cérebro – onde a formação da personalidade se constrói  e causar distúrbios de alta gravidade que irão se manifestar a frente, conforme ele crescer e terminar seu desenvolvimento físico, neurológico e cessar o processo de reencarne. Até lá estará ele a disposição de tudo que os pais e adultos próximos lhe proporcionar.

Não que se dê respaldo a praticar atitudes abomináveis deste tipo para uma criança acima de 5 anos, pois a repetição e o stress causará sim transtornos de grau de média gravidade, desequilíbrios eletroquímicos, que em uma idade mais avançada irão aparecer, e necessitarão de medicação para controle.

Dica: uma maneira muito positiva de incentivar o desenvolvimento positivo das três primeiras fases da criança é colocar Mozart para que ela escutar, devido a formação neurológica que se finda aos quatro anos, durante este tempo a música influenciará muito no afloramento das células neurais.

Entre os três e quatro anos a criança começa a exercitar os julgamentos de valores, onde ela distingue quem ela gosta e quem ela não gosta, estabelecendo as hierarquias, e reconhecimentos dos “outros”.

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 Formação de Relacionamentos Afetivos Motivacionais – 4 anos a 7 anos de idade: quando a criança consegue graduar a diferença das emoções aos que estão em volta. Fase de equilíbrio químico. Fase do desenvolvimento do humor e das emoções que são de natureza química e não eletromagnética.

O cérebro possuí dupla linguagem: a elétrica e a química, exemplo: quando você reconhece a forma, cor, tamanho você usa a linguagem eletromagnética, mas quando você questiona se gostou e gradua hierarquias isso pertence a linguagem químico.

Sendo assim, desequilíbrios nesta fase gerará transtornos de natureza química: transtorno bipolar, depressão, TOC – Transtorno Obsessivo Compulsivo – (deficiência em neurotransmissores), alguns casos de depressão, transtorno bipolar e transtornos das emoções.

Tratado através de medicamentos que equilibrem o distúrbio químico como serotonina, gaba (medicação do cérebro anti-ansiedade própria), catecolamina (As catecolaminas mais abundantes são a adrenalinanoradrenalina e dopamina. Como hormônios, são libertadas pela glândula suprarrenal em situações de stress, como stress psicológico ou hipoglicemia), etc. Aqui então cabe o uso da medicação porém dispensa-se a internação.

Espiritualmente falando, nesta fase do desenvolvimento você expressar a uma criança que não possui afeição por ela ou ser mais extremo como dizer “eu odeio você, você é um fardo para mim!” não surtirá tanto efeito como a um bebê, para criança acima de 5 anos, ela entende: “mamãe está nervosa”. Já para um bebê que o espírito pensa como adulto sentirá como adulto e sofrerá como se comparando a um deficiente tetraplégico dependente.

Aqui nesta etapa cessa a grande multiplicação de neurônios, e o espírito se liga ao corpo pelo cérebro.  Então as exigências do corpo e do cérebro são maiores, então no desdobramento este espírito já é uma criança e não mais pensa como adulto, começa a se desligar as lembranças aos poucos e a interação com a vida e o meio faz com que adormeça a lucidez espiritual, que só é acessada no sono.

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Formação Psicológica: acima dos 7 anos – Fase onde você usa tudo que conheceu até então no seu dia-a-dia. Onde começa o relacionamento com os demais.

Havendo problemas nesta fase, como traumas gerará transtornos psicológicos. Que é um transtorno de uso da personalidade. Aqui não cabe medicação e sim acompanhamento psicoterápico para sanar os problemas. Chamados também de transtornos afetivos emocionais, que são quando não se sabe usar o humor ou personalidade: neuroses, psicoses, transtornos de ansiedade, que envolvem conflitos da personalidade e o uso propriamente dito da personalidade desenvolvida. Em casos raros a medicação usada neste caso mas muito especifica para caso especifico seria um calmante, remédio para o sono, ansiolítico leve.

Muito comum nesta fase o descobrimentos da síndrome de hiperatividade cerebral.

Após os 7 anos o sistema neurológico está pronto, assim no espiritismo conhece essa fase como fechamento do primeiro nó. Quando fecha-se o canal mediúnico total ou parcial da criança.

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O raciocínio adulto do espírito finda-se variando conforme a necessidade e missão da criança. Após os 7 anos o espírito então se torna “Alma”, momento em que a junção do espírito está fixada ao corpo através da glândula pineal.

A esse grande evento fica registrado o fechamento do primeiro nó da vida, que o acompanhará a cada ciclo de sete anos, começando assim a evolução deste espírito em uma nova condição de vida – Resgates.

O raciocínio adulto do espírito finda-se variando conforme a necessidade e missão da criança. Após os 7 anos o espírito então se torna “Alma”, momento em que a junção do espírito está fixada ao corpo através da glândula pineal. A esse grande evento fica registrado o fechamento do primeiro nó da vida, que o acompanhará a cada ciclo de sete anos, começando assim a evolução deste espírito em uma nova condição de vida – Resgates.

Mas o que são esses nós?

Nó fisicamente falando é explicado pelo ciclo de sete anos onde o corpo se transforma na estruturação celular, ou seja as células se transformam por completo a cada ciclo de 7 anos com exceção dos neurônios.

Espiritualmente falando, são ciclos completados no crescimento do ser que influenciará o próximo desenvolvimento, fazendo com que a evolução flua e que seus gostos mudem, suas aptidões floresçam e que ele possa de forma significativa ir modificando opiniões, conceitos, perdendo medos, encorajando-se e assim abrindo um leque de evolução não experimentado antes que terá como guia a linha do destino.

Devemos também trabalhar com hipótese de um espírito vir por alguma relação cármica com potencial de transtorno mental. Se a família tendo consciência destes estágios de formação mental e reencarnatório, poderá propiciar um ambiente seguro a este espírito reencarnante, e passando ele o primeiro estágio bem, poderá apenas ter um leve transtorno, ou ainda melhor, a família imbuída de amor conseguir auxilia-lo a passar bem os dois primeiros estágios, ajudando assim o ser a diminuir sua dívida, pelo enlace amoroso e instruir aquele ser a ser altruísta, a crescer bem, ser uma pessoas de boa índole, etc. Estará ali uma oportunidade da família ajudar a transformar um carma em um darma.

Podendo então ajudar a atenuar estas situações devidos ao livre-arbítrio que interage no carma e no destino do ser que está sob nossa tutela.

“Ah! mas não tenho filhos, ou já cresceram” Mas tem netos, sobrinhos, afilhados, filhos de amigos, etc. Você pode ajudar a transformar, somos agentes transformadores! A reencarnação não serve apenas para mostrar ou explicar um passado, ela está acontecendo no tempo presente, próximo, e você já fez parte deste processo, e está vivendo! Como você cresceu e passou por isso? Normalmente tentamos modificar para com nossos próximos algo que não foi bom ou não tanto gostaríamos que fosse, e tentamos melhorar com nossos filhos, e cabe a nós termos consciência e atuar no presente.

Pensando assim, conforme na palestra da Anete, Deus é justo e misericordioso, assim não sofremos tudo que deveríamos sofrer devido a misericórdia divina. Exemplo disso: uso de medicamentos de auxilio rápido como a de um anador para aliviar a dor de cabeça de uma pessoa que se encontra com pensamentos afetados e turbulentos.

 Texto baseado na palestra de Anete Guimarães, editado por C.L.V.

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